Petros alcança rentabilidade histórica! 🚀 Descubra como o segundo maior fundo de pensão do Brasil, com mais de R$ 153 bilhões sob gestão, está revolucionando suas estratégias de investimento.
Em um cenário desafiador, a Petros implementou com sucesso a estratégia de imunização para planos maduros, garantindo previsibilidade e rentabilidade acima das metas. Gustavo Gazanho, diretor de investimentos, detalha como o casamento entre ativos e passivos, especialmente com títulos públicos federais, resultou em três anos de desempenho recorde.
Para os planos mais jovens, como o PP2, a Petros aposta na diversificação de portfólio. Com mais de R$ 60 bilhões administrados, o plano registrou em 2025 seu melhor desempenho desde a criação, com uma rentabilidade impressionante de 15,25%.
Explore o robusto processo de governança e tomada de decisão da Petros, que envolve comitês externos e conselhos deliberativos para garantir alocação estratégica e conformidade com os objetivos de cada plano.
Saiba mais sobre o futuro da Petros e como a fundação se prepara para atingir 98% de imunização nos planos maduros nos próximos cinco anos, enquanto continua a impulsionar a diversificação e o crescimento nos planos de contribuição variável.
# Petros #FundosDePensao #Investimentos #Previdencia
Em um cenário desafiador, a Petros implementou com sucesso a estratégia de imunização para planos maduros, garantindo previsibilidade e rentabilidade acima das metas. Gustavo Gazanho, diretor de investimentos, detalha como o casamento entre ativos e passivos, especialmente com títulos públicos federais, resultou em três anos de desempenho recorde.
Para os planos mais jovens, como o PP2, a Petros aposta na diversificação de portfólio. Com mais de R$ 60 bilhões administrados, o plano registrou em 2025 seu melhor desempenho desde a criação, com uma rentabilidade impressionante de 15,25%.
Explore o robusto processo de governança e tomada de decisão da Petros, que envolve comitês externos e conselhos deliberativos para garantir alocação estratégica e conformidade com os objetivos de cada plano.
Saiba mais sobre o futuro da Petros e como a fundação se prepara para atingir 98% de imunização nos planos maduros nos próximos cinco anos, enquanto continua a impulsionar a diversificação e o crescimento nos planos de contribuição variável.
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NotíciasTranscrição
00:10Olá, eu sou Patrícia Valle e esse é o WealthPoint, onde os grandes gestores compartilham as suas visões.
00:16A Petros, o fundo de pensão dos funcionários da Petrobras, com mais de 153 bilhões sob gestão,
00:23teve em 2025 seu recorde histórico de rentabilidade anual e agora tem o desafio de equacionar o déficit dos planos
00:31antigos
00:31e de aumentar a diversificação nos planos mais jovens, do qual a aposentadoria depende da rentabilidade e do valor de
00:39contribuição.
00:39Para contar essa estratégia, recebemos Gustavo Gazanho, diretor de investimentos da Petros.
00:47Bem-vindo ao WealthPoint.
00:49Bom, Patrícia, obrigado, obrigado pelo convite, prazer estar aqui no WealthPoint e poder bater esse papo com você.
00:55O prazer é todo meu, Gustavo.
00:57Queria que a gente começasse falando do desafio dos últimos anos da Petros,
01:02que foi para equacionar o seu déficit dos planos antigos
01:06e se focou muito, então, nesses últimos anos nessa agenda de reposicionamento, imunização dos planos.
01:13Conta um pouquinho aí o que já se conseguiu até agora, como é que está a questão desse déficit?
01:19Perfeito, Patrícia.
01:20Então, a Petros é hoje o segundo maior fundo de pensão do país,
01:24a segunda maior entidade fechada de previdência complementar.
01:28Como você colocou, a gente hoje administra mais de 153 bilhões,
01:33são cerca de 133 mil participantes.
01:37e a gente adota a seguinte estratégia na fundação, a gente tem os planos maduros e a gente tem os
01:42planos jovens.
01:43Então, a gente tem os PPs e SPs, que são os planos maduros, e o PP2, que é um plano
01:48mais jovem, o PP3.
01:51Os PPs e SPs são planos que as pessoas majoritariamente já estão aposentadas.
01:57Então, desde 2021, 2022, a gente vem adotando a estratégia de imunização dos planos.
02:03O que é a estratégia de imunização?
02:05É a gente casar os passivos com os ativos.
02:10Majoritariamente, a gente faz esse casamento com o NTNB, com títulos públicos federais.
02:14Então, a legislação permite que a gente cumpra o título público federal
02:18e marque na curva, desde com vencimento acima de cinco anos,
02:22e com títulos públicos federais, marcando a mercada até cinco anos.
02:26E nos últimos três anos, a gente vislumbrou uma estratégia muito legal,
02:33que foi essa de imunização.
02:34É uma estratégia que trouxe um resultado muito bom.
02:37São três anos que a gente bateu a meta, bateu o objetivo de retorno.
02:41Com menos volatilidade, a gente pôde trazer mais previsibilidade para o participante.
02:46Então, com relação aos planos maduros, a gente adotou essa estratégia.
02:50Com relação aos planos mais jovens, o PP2 e o plano de Petro2,
02:55é o maior plano de contribuição variável do país.
02:58A gente administra hoje mais de 60 bilhões nesse plano,
03:01são mais de 53 mil participantes.
03:03A gente adota uma estratégia de diversificação de portfólio.
03:08Então, a gente investe não só em renda fixa, mas também em diversas classes de ativo.
03:13A gente pôde entregar um resultado no PP2 histórico em 2025,
03:21que foi ser de 15,25%.
03:23Foi o maior resultado do plano desde a sua criação, em 2007.
03:29Um resultado consolidado para a fundação de mais de 15 bilhões de retornos de investimentos.
03:34Então, a gente ficou muito satisfeito com esse resultado que a gente pôde apresentar para os participantes.
03:39Só para deixar claro, então, vocês conseguiram já diminuir o déficit?
03:45É uma questão que está evoluindo bem?
03:48Então, o déficit está sendo tratado em outro fórum,
03:52mas do ponto de vista de investimento, com essa estratégia de imunização
03:57e a gente entregando esse resultado acima do objetivo de retorno consistentemente,
04:04para o participante, isso traz um benefício.
04:07A gente tem estudos internos, os nossos estudos ainda não apontam
04:12que a gente pode fazer uma reversão nesse déficit ainda,
04:17mas se a gente mantiver consistentemente esse retorno,
04:20aí os estudos vão apontar o que a gente pode fazer em prol do participante.
04:25E quanto por cento da carteira desses planos mais antigos já está imunizada?
04:31Tem alguma previsão de quanto vocês querem chegar de imunização?
04:35Tem, Patrícia.
04:38Hoje, os planos maduros estão em média 90% imunizados.
04:43A gente tem a nossa política de investimento,
04:46que é a nossa base de todos os nossos investimentos.
04:49A gente pode falar um pouquinho mais à frente sobre o tema,
04:52mas a nossa política de investimento, a gente prevê para os próximos cinco anos
04:57que a gente vai atingir cerca de 97%, 98% de imunização nesses planos.
05:03Perfeito. Já está pertinho, então.
05:05E falando sobre essa questão de diversificação dos planos mais jovens,
05:12como é que vocês já estão entrando nesse desenho?
05:15Acho que seria legal você aproveitar e explicar um pouco
05:17de como é esse processo de investimento de vocês.
05:20Como é que vocês começam a olhar que tipo de ativos vocês querem para a carteira ou não?
05:28E aí, dentro disso, o que vocês já estão olhando para a diversificação dos mais jovens?
05:32Então, a gente tem... a nossa base de tudo é a política de investimento.
05:36A gente faz uma política de investimento, a gente revisita ela anualmente,
05:40mas a gente traça sempre no horizonte de cinco anos.
05:42Então, assim, tem participação da área de investimento, através de cenários macros,
05:47estudos de alocação, a área atuária, analisando os passivos e a área de risco.
05:53Então, a gente, com esses estudos, a gente traça o objetivo de retorno de cada um dos planos.
05:59É bom a gente falar que cada plano tem sua política de investimento,
06:04cada plano tem seu limite de risco e cada plano tem seu alvo em cada uma das classes de ativo
06:10em alocação.
06:11Então, dado isso, a gente leva para o nosso processo de governança, que é muito robusto.
06:17A gente passa a aprovação no comitê de risco, que tem três membros externos.
06:21A gente passa no comitê de investimento, que também tem três membros externos.
06:25Passa na direita executiva e chega ao conselho deliberativo que aprova e delibera sobre o tema.
06:31Então, assim, são processos muito robustos, com uma governança muito forte.
06:40E, a partir disso, a partir dessa aprovação, aí sim, a gente começa a olhar as classes dos ativos,
06:48os preços dos ativos.
06:49Aí a gente tem a nossa equipe também super competente em macroeconômica,
06:54super competente de renda variável e das outras classes de ativo.
06:58A gente escolhe a classe que a gente vai fazer alocação dentro desse limite,
07:03tanto de risco como de alvo.
07:06E aí foi muito bom ano passado, porque a gente estava com uma estratégia super consistente,
07:12acreditando em renda fixa, bastante, e também acreditando em renda variável.
07:18Então, a gente viu a Bolsa, ano passado, performou 34%.
07:22A nossa estratégia interna, a gente faz a gestão interna e externa.
07:26A gestão interna, o nosso fundo, que é o Petro Seleção, ele deu retorno de mais de 41%.
07:32Então, contribuiu bastante para esse resultado histórico.
07:35E é assim que a gente faz as nossas alocações,
07:37sempre tendo como base a política de investimento.
07:40Dá para contar um pouquinho, então, dessa carteira dos planos mais jovens?
07:45Você falou que tem mais de 60 bi sobre gestão neles.
07:49Como é que eles estão em diversificação hoje?
07:52Quanto está em renda fixa? Quanto está em ação? Em imobiliário?
07:55Então, os planos mais jovens, hoje, cerca de 65% está em renda fixa.
08:02A gente começou o ano com cerca de quase 17% em renda variável.
08:07A gente teve o ano de janeiro e fevereiro muito bom para os ativos de risco,
08:11para a Bolsa brasileira, em especial, com fluxo de capital estrangeiro enorme.
08:17A gente reduziu um pouco essa alocação.
08:19Então, hoje, a gente tem cerca de 65% em renda fixa, 13% em renda variável.
08:24A gente tem cerca de 7% em estruturados, que é basicamente fundos multimercados.
08:30A gente tem cerca de 2% em fundos imobiliários.
08:34É uma classe que a gente pretende crescer.
08:36E a gente tem um pouco em investimento no exterior.
08:40Então, hoje, está dividido dessa forma.
08:42A gente acha que está super aderente à nossa política
08:45e super aderente também aos limites de risco dos planos mais jovens.
08:51Vocês estão prevendo para esse ano já um aumento no apetite de risco?
08:57Você falou aí um pouquinho de algumas classes que você está querendo aumentar.
09:01A gente está aí no ano de expectativa de queda de juros.
09:06Já caiu um pouco, mas ainda espera-se que caia mais.
09:10Isso já coloca vocês em posição de pensar em remanejar e entrar mais no risco?
09:18A gente tinha uma expectativa de queda de juros no Brasil mais acentuada.
09:25A gente acredita que com essa guerra e com o preço do petróleo acima de 100 dólares,
09:32o Brasil vai continuar caindo juros, mas com mais parcimônia.
09:38A gente, na Petro, se acreditava que os juros americanos iam cair.
09:44Agora a gente acredita que eles vão se manter onde estão.
09:46Então, a gente, em 2026, acreditava que pré-guerra, a partir de risco, ela fosse ser maior.
09:56Agora a gente está começando a revisar um pouco o nosso cenário em relação à inflação global,
10:02em relação a juros global.
10:06Então, a gente acredita que renda fixa ainda tem um risco retorno interessante para a gente.
10:12A gente fez algumas adequações, a gente aproveitou um pouco as NTNBs para aumentar um pouco a carteira NTNB também.
10:21A gente diminuiu, como eu falei, um pouco de renda variável.
10:23A gente aumentou um pouquinho a NTNB.
10:26Agora a gente está sempre acompanhando o mercado, a gente está sempre olhando os preços
10:31e a gente está pronto para quando achar que realmente vale a pena aumentar um pouco o apetite a risco,
10:38a gente vai fazer.
10:39Mas, por enquanto, então, vai ser um ano de renda fixa ainda.
10:43A gente acredita que ainda seja um ano de renda fixa.
10:46A gente tem que esperar essa guerra terminar para a gente poder ver onde os preços vão se encaixar.
10:52Hoje, a gente ainda tem muita volatilidade, muita incerteza.
10:56Então, a gente prefere, já que a renda fixa no Brasil está dando essa oportunidade,
11:01aumentar um pouquinho e agregar valor, agregar resultado através da renda fixa.
11:08Perfeito.
11:09E falando sobre classes de ativo em que todo mundo fica olhando o que a Petra está fazendo,
11:16lembro que em 2023 vocês citavam algumas que estavam no radar ainda para vocês pensarem
11:24se iam entrar mais ou não.
11:28Uma delas é o investimento no exterior.
11:30Tinha aquela questão, a Petra entra, não entra.
11:33Vocês botaram um pezinho, né?
11:34Tem um pezinho só, mas por que ainda não é muito?
11:38Tem, tem um pezinho.
11:40A gente tem menos de 0,5% hoje de investimento no exterior.
11:43Vale frisar que os planos maduros não têm esse tipo de ativo, de classe de ativo,
11:50são só nos planos mais jovens, mas de forma consolidada hoje a gente tem menos de 0,5%.
11:56De certa forma, foi benéfico para o resultado, porque a gente teve o Real valorizando muito
12:02no ano de 2025, a gente está vendo essa valorização em 2026 também.
12:07Quer dizer, foi benéfico não ter muito?
12:08Não ter muito. Foi benéfico a gente ter adiado a decisão de aumentar a nossa participação,
12:14mas a gente se sente mais confortável agora com o Real aí perto de 4,85% e aumentar a
12:21alocação.
12:22Ela está na nossa política de investimento, o aumento de alocação.
12:26Faz sentido porque é um ativo descorrelacionado com o ativo local,
12:29então a gente sim está estudando o aumento dessa alocação e investimento no exterior,
12:34para os planos mais jovens.
12:35Mais jovens. E aí, tanto em renda fixa quanto em renda variável?
12:38A gente hoje tem uma estratégia que é um head fund global, que é o que a gente tem adotado,
12:45mas a gente está estudando renda fixa global também.
12:48Então, tem um mix um pouco de head fund global lá fora e um pouco de renda fixa global também
12:54nessa estratégia de investimento no exterior.
12:56Você consegue dizer qual que é o fundo que vocês estão aplicados hoje?
13:00Hoje a gente tem um fundo do BTG, que aplica lá fora,
13:05e um da frente tem templo, que aplica lá fora.
13:07E a gente está fazendo diligência em outros gestores para poder...
13:10A gente tem um processo muito robusto de diligência de gestores.
13:14Acho que é legal contar um pouco disso.
13:16Isso é muito legal.
13:17A gente tem uns certos pré-requisitos para alocação em gestor.
13:21Por exemplo, pelo menos 36 meses de histórico.
13:25Lá fora, pelo menos 5 bilhões de dólares sob gestão.
13:29Então, a gente tem certos pré-requisitos.
13:32E assim, a nossa diligência é muito forte, tanto no reputacional, como na qualitativa.
13:37E até na parte quantitativa, no track record, na performance dos fundos.
13:42Então, a gente está fazendo essas diligências para poder aumentar o nosso portfólio de investimento exterior.
13:47E também acho que é legal contar para a audiência que não é...
13:51Ah, vou escolher esse fundo aqui.
13:54Tem toda essa primeira aprovação das casas, né?
13:57Para depois, quando vocês acharem o momento certo, entrarem nas casas já aprovadas.
14:01Perfeito, Patrícia.
14:02A gente, de novo, a diligência é pesada.
14:07Porque quando a gente escolhe um gestor, a gente está olhando o longo prazo.
14:10A gente não está numa corrida de 100 metros ali na fundação.
14:13A gente está numa maratona.
14:15Então, tanto para os investimentos quanto para as alocações que a gente faz em gestores,
14:20a gente quer um parceiro que a gente confie, que seja o melhor e que a gente possa ter ele
14:23ao longo do tempo.
14:24Então, a diligência é forte.
14:27A gente já tem um nicho que a gente olha, a gente já tem um segmento, renda fixa global.
14:36Quais são os melhores?
14:37Quais são os maiores?
14:38Quais são os que deram resultado nos últimos anos?
14:41Qual é a característica desse fundo?
14:43Então, a gente já tem isso bem mapeado, do Red Fund, a mesma coisa.
14:47E a partir disso que a gente parte para as diligências, a gente parte para as conversas com esses gestores
14:53internacionais.
14:54E a gente já deixa mais ou menos tudo certinho para quando a gente realmente apertar o botão,
14:59já estão selecionados os melhores na nossa carteira.
15:02E outra classe de ativo também que vocês estavam falando em aumentar é crédito privado.
15:08E imagino que seja a mesma diligência aqui dos fundos no Brasil.
15:12E essa daí, vocês já aumentaram?
15:14Estão com o apetite de aumentar mais?
15:16A gente não aumentou.
15:18A gente aumentou pontualmente no passado.
15:22A gente viu uma compressão nos créditos de high grade no passado.
15:27Agora, no começo do ano, com a guerra, a gente já viu taxas mais interessantes.
15:32A gente está olhando, sim, o high grade e o high yield para aumentar.
15:35Faz parte dessa nossa diversificação em renda fixa também.
15:39Não só ficar em títulos públicos, mas aproveitar alguns momentos, alguns ativos e classes que a gente acha interessantes dentro
15:48da renda fixa.
15:49Então, a gente pretende aumentar, sim.
15:51A diligência é a mesma.
15:53Aqui no Brasil, a gente também olha 36 meses de, pelo menos, de resultado de track record do fundo.
16:02O gestor tem que ter, pelo menos, 3 bilhões de reais de alocação.
16:06No segmento escolhido, na estratégia, tem que ter, pelo menos, 600 milhões de reais.
16:11Para fazer sentido a gente poder alocar.
16:14Então, a gente tem vários pré-requisitos também para a asset local, para a gente fazer a terceirização do nosso
16:20portfólio.
16:21Mas nesse, vocês também estão olhando novos fundos?
16:23A gente está olhando novos fundos.
16:25A gente está olhando aumentar também nos fundos que a gente já tem.
16:28Então, assim, a gente gosta de crédito privado.
16:33A gente escolhe também os melhores.
16:35A gente tenta estar sempre com os melhores no nosso portfólio.
16:39Então, assim, a gente vai aumentar.
16:43Sempre quando tem oportunidade, a gente vê que o risco retorno compensa.
16:48A gente aumenta um pouco naquela estratégia.
16:50O crédito privado não é diferente.
16:52Então, a gente pretende, sim.
16:53Outra classe de ativos que o mercado fica olhando se a Petrus volta ou não é o private equity, né?
17:00Que vocês tiveram já há muito tempo, teve alguns problemas e aí vocês repensaram.
17:06Estavam pensando em entrar de novo, mas ainda não entraram.
17:09Como é que está a posição de vocês para essa classe de ativos?
17:12A gente hoje não pretende entrar em private equity, um FIPE, né?
17:16A gente não tem...
17:17A nossa política não permite isso.
17:19A gente esteve lá atrás e a gente está fazendo...
17:22Como a gente adotou a estratégia de imunização e lá atrás essa classe de ativo estava nos planos maduros,
17:30a gente fez liquidez com isso e imunizou a nossa carteira.
17:33Então, assim, a gente está olhando diversificação para os planos mais jovens e outras classes de ativos mais líquidas
17:40que hoje a gente vê oportunidade, né?
17:43Então, hoje a nossa política não permite e a gente está diversificando em outras classes de ativo.
17:50Perfeito.
17:51E você falou que está com 7% em multimercados.
17:55Muitas fundações têm dito que tem diminuído aí a alocação em multimercados.
18:01Tem sido uma classe que realmente não tem entregue bons resultados.
18:06Queria saber se esse 7% é o que já estava há muito tempo ou vocês também vêm reduzindo?
18:10Não, a gente vem reduzindo o multimercado.
18:14A gente tem gestores excelentes no nosso portfólio, que a gente acredita na equipe, acredita neles.
18:21Entregaram bons resultados para a gente.
18:24O mês de março foi um mês muito ruim para os multimercados, não só o Brasil, mas global.
18:31A gente teve um drawdown muito forte na classe de ativo.
18:33Foi a classe de ativo que mais impactou o nosso resultado no mês de março, de forma negativa.
18:41A gente vem diminuindo aos poucos essa classe, né?
18:44Até porque, assim, dentro de investimento estruturado, que a gente coloca os multimercados dentro de investimento estruturado,
18:50a gente tem outras classes ali que a gente está começando a olhar, que são os long buys, que são
18:56os equity heads.
18:57Então, assim, para diversificar...
18:58É um multimercado, mas não é aquele multimercado macro, né?
19:00Isso, é um multimercado que o drawdown é menor, que tem uma proteção ali dentro.
19:06É uma classe de ativo que a gente está começando a olhar, né?
19:08Que são os long buys, que são os equity heads.
19:11A gente não tem nada ainda, mas a gente reduziu um pouco o nosso multimercado.
19:16A gente está olhando, dentro do investimento estruturado, essas duas classes para compor o nosso portfólio de estruturados.
19:24Que são outras classes de multimercado.
19:26São outras classes.
19:26Mas não, por exemplo, um FIDIC?
19:28Não, não.
19:29Essas são classes de crédito.
19:32A gente está falando aqui de multimercado.
19:33De classe de estruturado, que a gente chama dentro do investimento institucional, né?
19:38A gente, basicamente, sempre trabalhou com multimercado.
19:41E, como você colocou, nos últimos anos, a performance não tem sido tão boa.
19:46E a gente está olhando em outras classes para poder compor o nosso portfólio dentro desse universo que a gente
19:52chama de estruturado.
19:53De que hoje a gente tem 7% de forma consolidada do patrimônio da fundação.
20:00Perfeito.
20:00E você comentou um pouquinho que está pensando em aumentar em imobiliário.
20:06Isso é uma grande questão para as fundações que, às vezes, gostavam de investir em imóveis, né?
20:10Propriamente dito.
20:11Aí teve uma resolução aí que disse que não podia mais, agora pode.
20:15Estava com essa ideia de todo mundo ir para fundos mesmo, imobiliários.
20:21Como é que está esse investimento imobiliário para vocês?
20:24Tá, então, nos planos mais maduros, que são planos da década de 70, né?
20:29Que quando a fundação foi criada, a gente tinha o imóvel físico, né?
20:34Lá atrás.
20:35Então, nesses planos maduros, a gente continua com esses imóveis físicos.
20:38A gente aproveita a oportunidade de mercado para vender esses imóveis e alocar, imunizar, alocar em título público federal.
20:48Agora, já para os planos mais jovens, a gente tem os fundos imobiliários listados, né?
20:53Que tem liquidez, que tem pagamento de dividendo mensal, que tem oportunidade de ganho de patrimônio.
21:00Então, para os planos mais jovens, a gente adotou essa estratégia de ir para a FI, né?
21:05E aí, sim, a gente tem, dentro de casa, uma equipe que faz só isso, que escolhe os melhores FIs,
21:13que aloca um pouco do percentual do nosso portfólio em FI.
21:16A gente também é uma classe que a gente gosta.
21:18Ano passado, rendeu mais de 21%, então, contribuiu bastante também para o nosso resultado.
21:26E a gente pretende também aumentar, sim, com parcimônia, sempre olhando o mercado, as oportunidades,
21:33mas é uma classe que a gente gosta.
21:34Bem bacana.
21:36E, Gustavo, acho que seria legal colocar também o quanto que vocês avaliam
21:41quando vocês entram diretamente nos ativos, ou quando vocês preferem entrar com um gestor profissional.
21:48Existem algumas fundações que gostam mais de fazer alocações ativas, principalmente em ações,
21:55mas a gente vê que não é tanto, talvez, o perfil da Petro, de gostar mais de olhar os gestores.
22:01Pode falar um pouco sobre essa decisão de vocês?
22:04Posso. A gente não entra em participação para a gente ter governança em ativo.
22:11A gente tem fundos internos, falando especificamente de renda variável,
22:15a gente tem quatro estratégias internas de renda variável.
22:18A gente tem uma estratégia que é passiva, que a gente compra ETF,
22:22a gente tem uma estratégia seleção, a gente tem uma estratégia ebovespa ativo e a gente tem uma estratégia de
22:29retorno real.
22:30Então, o que a gente faz é investir através de fundos em empresas que a gente acha que têm um
22:36bom retorno de capital,
22:37que têm um fluxo de caixa previsível, boas pagadoras de dividendos.
22:42Mas a gente não quer ter a governança na empresa, a gente quer poder ter essa liberdade de entrar e
22:48sair a qualquer momento,
22:49de capturar o ganho que a gente viu na ação e a gente faz isso através de fundos.
22:55A gente tem, como eu falei, esses quatro fundos dentro de casa, que a gente investe, a gente entra e
23:00sai,
23:01bateu no nosso target, a gente vende, a gente deixa em caixa ou procura uma nova alocação.
23:06A gente faz dessa forma dinâmica, mas sem ter a governança do ativo.
23:12Bem interessante. E você falou de ETF, a gente tem percebido que tem aumentado os ETFs nas carteiras institucionais
23:19e há um novo jeito de alocar, que você consegue fazer isso mais fácil.
23:24E vocês têm aumentado isso também? Vocês conseguem ter mais dinâmica em fazer operações mais táticas?
23:31Isso. Então, por exemplo, a gente resgata de algum fundo terceirizado, renda variável que a gente tem
23:37e para não sair da bolsa, a gente vai e aloca no ETF, que é muito fácil de a gente
23:41entrar e sair.
23:42Então, de maneira tática, ele funciona muito bem.
23:45Tem liquidez, é bem aderente ao Ibovespa, então a gente usa bastante.
23:50A gente tem um fundo só disso, um fundo que a gente chama de fundo passivo, mas que a gente
23:54compra só estratégia de DTE.
23:55Então, para a gente funciona bem, a gente gosta, a gente é grande no mercado de ETF, a gente tem
24:03uma posição relevante
24:05e para a gente faz todo sentido essa agilidade de entrada e saída e capturar o ganho de bolsa rapidamente.
24:12Estamos aí fechando o primeiro semestre do ano.
24:16Como é que está a rentabilidade até agora?
24:19Vocês estão na meta que vocês previam?
24:21O mercado deu uma chacoalhada e saiu um pouco da meta?
24:25Vocês estão dentro da previsão de vocês?
24:26Como é que está a rentabilidade das carteiras?
24:29Então, a gente está, a gente fechou o mês de abril, batendo o objetivo de retorno em todos os planos.
24:37Está sendo bem desafiador, porque o mês de março, com essa guerra do Irã, ele deu uma chacoalhada boa,
24:43não só nos preços, mas também nas expectativas do mercado.
24:48Então, a gente está vendo petróleo acima de 100, as pessoas acreditavam que a guerra ia passar rápido e ela
24:54está demorando.
24:56E o impacto disso em termos de inflação que a gente tem visto é uma reprecificação, principalmente na curva de
25:02juros global.
25:04Então, assim, a gente, estrategicamente, com a nossa equipe, o que a gente desenhou e o que a gente vem
25:10se readequando tem funcionado.
25:13A gente tem aproveitado as oportunidades que, às vezes, a Bolsa agora está 175 mil pontos.
25:21A gente, quando diminuiu, estava 192.
25:23Então, a gente começa a ver umas oportunidades no mercado acionário, em alguns ativos.
25:31A NTNB também está acima de 7,30, 7,40.
25:34Para a gente, também é uma oportunidade.
25:37Então, a gente tenta capturar essas oportunidades, esses ganhos.
25:41De novo, batemos o objetivo de retorno até abril.
25:44Está sendo um ano desafiador.
25:46É um ano que vai ter volatilidade ainda, a gente acredita.
25:50Mas, também, a gente, conforme eu falei, não é uma corrida de 100 metros.
25:55A gente está olhando médio e longo prazo.
25:58Então, alocar uma NTNB acima de 7 para a gente, a gente está olhando estruturalmente 2050, 2055, 60.
26:05Então, são operações, são estratégias de longo prazo.
26:09A gente tenta capturar o curto prazo quando tem...
26:12A gente vê que o risco de retorno vale a pena, mas a nossa alocação mesmo estrutural é muito longo
26:16prazo.
26:17Então, para a gente, ainda vale ter renda fixa.
26:20A gente acha que ainda vai continuar atrativo esse ano e a gente acredita na nossa equipe, na nossa gestão,
26:27que a gente vai entregar também um ano bom para os nossos participantes.
26:30Perfeito.
26:31Queria que a gente falasse também sobre a questão de governança, risco e transparência,
26:36que mudou nos últimos anos aí na Petros, né?
26:40E como que isso tem mudado a tomada de decisão aí na prática.
26:45Eu também soube que vocês estão com algumas estratégias de usar inteligência artificial aí para ajudar em algumas coisas.
26:52Acho que todo mundo, né?
26:54Acho que todo mundo aprende.
26:56Mas a governança da fundação é muito robusta.
27:00Conforme eu falei, na política de investimento, a gente tem comitê de risco com membros externos,
27:04comitê de investimento com membros internos.
27:07Então, assim, você passa por vários leis para poder aprovar uma operação.
27:11É muito bom ter a área de risco apartada da área de investimento, ela fica em outra diretoria.
27:18Então, quando a gente faz uma alocação na nossa gestão interna,
27:23a gente sempre passa através de um sistema para aprovação da área de risco.
27:27É uma coisa bem dinâmica, mas a área de risco aprova aquela operação e a gente executa.
27:32Então, isso também dá muita tranquilidade para a gente, né?
27:36A gente tem adotado a inteligência artificial dentro da área de investimento.
27:41A gente fez um hackathon no passado, que a gente teve 13 propostas
27:46de a gente criar várias coisas com inteligência artificial,
27:51ganho de produtividade, ainda mais na área de cenário macroeconômico, de dados.
27:57Mas cada hora, cada semana que passa, parece que a gente tem uma novidade nessa área
28:02e a gente aprende mais e a gente vai melhorando, melhorando.
28:06Então, a gente acredita muito que a inteligência artificial vai contribuir muito para o mercado financeiro, tá?
28:13Mas eu acho que no mundo de previdência vai contribuir também para a área de seguridade,
28:19vai contribuir para a área de risco, para a área atuária.
28:23Então, a gente vê isso com bons olhos, mas a gente está aprendendo, Patrícia.
28:28Acho que todo mundo aprendendo, todo mundo um pouco abismado com a velocidade disso tudo,
28:33mas a gente acha que no final vai ser um ganho de produtividade,
28:36vai ser muito bom para todo mundo, para a gente e para os participantes.
28:40Bacana.
28:41E, Gustavo, para terminar aqui, queria ver o que vocês estão olhando para os próximos anos
28:46de evolução do portfólio.
28:48Já entendi que esse ano é um ano ainda de cautela,
28:51que você está prevendo volatilidade, tanto no Brasil quanto no exterior, né?
28:56Mas, olhando para frente, que classe vocês acham que pode ganhar mais espaço na fundação?
29:03E olhando também para o que um fundo de pensão pode oferecer para esse mercado
29:09que está muito concentrado ainda em CDI,
29:13mas que a gente pretende que essa taxa de juros não fique assim por muito tempo,
29:19pelo bem do Brasil, né?
29:20É isso.
29:21Assim, separando para os planos maduros, para os PIPs e SPs, é a imunização.
29:28Essa estratégia a gente vai até o final.
29:30A gente acredita nela, a gente acha que as taxas ainda estão em patamares
29:36que dão conforto para a gente fazer alocação.
29:39Então, para os planos maduros é a renda fixa, é a imunização,
29:43é entregar resultado com previsibilidade e segurança para o participante.
29:46Já os planos mais jovens, esse que a gente vai diversificar.
29:51Então, assim, a gente acredita muito em renda variável.
29:54A gente vê o Brasil como uma potência.
29:57O Brasil é um país que tem alimento, energia limpa, terras raras.
30:04A gente não tem guerra.
30:05E a gente vê que o investidor estrangeiro está vindo para cá.
30:09Ele está precisando alocar em outros lugares e o Brasil tem essas qualidades.
30:14Tem a taxa de juros ainda elevada, mas a gente acredita que não vai permanecer assim por muito tempo.
30:22Então, a gente vê a classe de renda variável como uma classe importante.
30:27É uma classe que tem muita liquidez no Brasil.
30:31Apesar de a gente não ter visto IPOs nos últimos dois anos relevantes,
30:36mas é uma classe que a gente tem facilidade de entrar, facilidade de alocar.
30:41Outra classe que a gente gosta é fundo imobiliário.
30:44É uma classe que aumentou muito nos últimos tempos.
30:47A gente tem muita liquidez hoje.
30:51A gente gosta bastante.
30:52Acho que também tem muito a se tirar de alfa em fundo imobiliário.
30:57E a área de crédito.
30:58A gente não pode esquecer da renda fixa.
31:00A gente fala da renda fixa, a gente fala muito em título público federal, dentro das fundações.
31:05Mas a área de crédito, a gente também tem boas oportunidades.
31:08A gente tem boas empresas emitindo.
31:10A gente tem empresas saudáveis.
31:12Mesmo com juros de 15%, você olha na bolsa, as empresas dão grandes resultados.
31:17São resilientes.
31:18Tem caixa.
31:19Então, assim, eu acho que a área de crédito também é uma área que a gente vai olhar com muito
31:25carinho.
31:26Então, renda fixa, renda variável, fundo imobiliário e crédito são áreas dentro do Brasil que a gente gosta bastante.
31:34E investimento exterior, que a gente começou a conversar no início,
31:40é uma área que a gente vai, para os planos mais jovens, a gente vai aumentar a alocação,
31:44porque é um ativo descorrelacionado.
31:47Na hora que a gente constrói o portfólio, a gente vê que faz sentido ter investimento lá fora.
31:53Então, essas classes de ativo, eu acho que são as classes que a gente vai olhar para frente.
31:58E dá para dizer qual é uma taxa de juros aí que poderia deixar isso tudo mais atrativo?
32:04Porque eu sei que hoje competir com esse CDI, como a gente falou, é difícil.
32:08Mas a gente não pode ficar com uma taxa tão grande assim por tanto tempo, né?
32:13Muitas pessoas mais de wealth management, assim, falam 12%, já muda um pouco do 1% ao mês.
32:21Para uma fundação é por aí também?
32:23Ou tem alguma outra risca que levaria um pouco mais para...
32:29Depende muito da inflação, Patrícia.
32:32Então, por exemplo, se a taxa de juros vai para 12%, mas eu tenho uma inflação 3,5, 4,
32:39estou falando do juros real de 8 ainda.
32:41É muito elevado.
32:42A gente olha muito juros real.
32:44Então, assim, é muito juros real ainda.
32:46Então, assim, se a gente enxergar uma Selic abaixo de dois dígitos,
32:53eu acho que para as fundações, essas classes de ativos que eu citei,
33:00elas vão fazer mais sentido, entendeu?
33:02No final, a nossa meta atuarial é um juros real, IPCA mais alguma coisa.
33:07Então, a gente está sempre olhando juros real.
33:10E, na verdade, a gente não está olhando juros real naquele momento.
33:13A gente está olhando como é que é o trend, como é que é o comportamento, como é que é
33:19a estrutura desse juros real.
33:20Mas tem um juros real de 6, mais ou menos?
33:22Um juros real de 5,5, eu diria.
33:25Entre 5, 5,5 é um juros real que eu acho que para as fundações,
33:29obviamente que a gente vai antecipar esse movimento.
33:32Se a gente conseguir enxergar que esse juros real vai realmente para 5, 5,5,
33:36a gente vai antecipar um movimento para ir para essas classes de ativos
33:39e tirar um alfa de renda variável maior, de crédito, de fundo imobiliário.
33:45E aí a gente pode ver um Brasil com menos custo de dívida
33:49e também com fundações aumentando a sua ajuda no mercado mais produtivo mesmo,
33:56em empresas, que seja no crédito, em ações...
33:59Sim, em ações, em crédito.
34:01O dever fiduciário nosso é dar resultado com menos risco.
34:05A gente entregar o resultado participante,
34:07a gente fazer com que ele receba na aposentadoria o que ele acumulou,
34:12que ele tenha um bem-estar.
34:14Então, esse é o nosso dever fiduciário.
34:17Mas, sim, se a taxa de juros convergir para baixo de 2 dias,
34:21se a gente tiver também uma convergência,
34:25uma estrutura melhor na dívida pública,
34:28eu acho que isso vai acontecer de forma rápida,
34:31a taxa de juros vai cair de forma mais acelerada
34:33e aí a gente vai poder ter essas alocações que eu citei institucionais.
34:40E não só falando de petos, não só falando de fundação como um todo,
34:45mas as seguradoras e outros institucionais,
34:49eles vão correr um pouco mais de risco,
34:51vão para outras classes de ativos.
34:55Gustavo, foi um prazer.
34:56Muito obrigada por compartilhar todas as informações com a gente.
34:59Patrícia, eu que agradeço.
35:01Foi um prazer estar aqui. Muito obrigado.
35:03Agradeço também a nossa audiência.
35:05Esse episódio vai estar no site da NeoFeed,
35:07no YouTube e também nas principais plataformas de áudio.
35:10Até a próxima.
35:11Transcrição e Legendas por Quintena Coelho
35:20Transcrição e Legendas por Quintena Coelho
35:21Transcrição e Legendas por Quintena Coelho
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