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O ministro do STF, Alexandre de Moraes, subiu o tom e criticou o questionamento da defesa de Augusto Heleno, ex-ministro de Jair Bolsonaro. Moraes afirmou que "não cabe a nenhum advogado censurar um juiz", durante o julgamento da suposta tentativa de golpe.

Assista na íntegra: https://youtube.com/live/VoeDei5779g

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Transcrição
00:00Pois é, amanhã a sessão será retomada, quarto dia de julgamento com o voto do ministro Fux já na parte da manhã.
00:08E amanhã é uma sessão, então não terá a sessão na parte da tarde, depois do recesso para o almoço.
00:14A gente vai trazer naturalmente as informações que indicam a possibilidade de divergência do ministro Fux.
00:20Daqui a pouco a gente vai trazer esses detalhes.
00:22O Roberto Mota já está com a gente?
00:24Deixa só, tá bom.
00:25Então daqui a pouco o Mota vai trazer também suas análises e comentários.
00:29Eu vou voltar com o Luiz Felipe Dávila, porque havia, né Dávila, uma impressão de que poderia haver algum tipo de reflexão do ministro relator
00:39em relação às muitas alegações que foram feitas pelas defesas dos réus.
00:46E antes de proferir o seu voto, o ministro relator rejeitou justamente todas as alegações que foram feitas pelos advogados.
00:55E aí havia, inclusive, a possibilidade de que ele reconhecesse algum pleito feito pelos advogados,
01:04alguma reindicação, algum apontamento.
01:07Mas não.
01:08O ministro relator rebateu ponto a ponto, reputando qualquer tipo de alegação feita pelos advogados dos réus.
01:16Estava tudo dentro do roteiro?
01:20Aquilo que você esperava se confirmou?
01:23Aqueles otimistas ou pessimistas, depende da maneira como cada um olha esse julgamento,
01:30mas aqueles que apontavam para a possibilidade de uma surpresa, um ajuste no voto do próprio relator.
01:35Isso não se confirmou, né Dávila?
01:37É verdade, Caniato, mas o voto do ministro Alexandre Moraes não foi nenhuma surpresa para mim.
01:45Afinal de contas, é um voto político, embasado na narrativa da Procuradoria-Geral da República,
01:53que ao não ter realmente materialidade robusta para acusar o presidente da República
02:00de tramar contra o Estado Democrático de Direito, criou uma narrativa dessa concatenação de fatos,
02:07acontecimentos desde 2021, como se desde 2021, muito antes das eleições,
02:14já se pensasse em dar golpe de Estado, como se o presidente entendesse que ia perder a eleição,
02:19que era preciso fazer alguma coisa para salvar o país, de entregar novamente ao PT.
02:24Então, essa tese me parece uma tese completamente descabida.
02:29Nós precisamos olhar para os fatos.
02:31Sim, é verdade que o ex-presidente Jair Bolsonaro fez críticas ao sistema eleitoral,
02:37fez críticas ao TSE, ao Tribunal Superior Eleitoral.
02:42É verdade.
02:43E, aliás, ao meu ver, críticas infundadas.
02:46Mas achar que isto já era o início de uma trama de um golpe de Estado
02:51é criar uma narrativa e não se atentar à materialidade que é preciso existir
02:58para poder incriminar uma pessoa disso.
03:01Então, foi sim uma narrativa política, um voto político,
03:07que, na verdade, desconsidera a ausência de materialidade
03:11para justamente focar na narrativa.
03:16e numa narrativa que pode até fazer sentido no enredo,
03:20mas ela não faz sentido no que nós chamamos da ordem jurídica,
03:26do Código Penal, da Constituição.
03:30Nada disso faz sentido.
03:32Mas foi um voto político baseada na narrativa política
03:37da Procuradoria-Geral da República.
03:39E é isso o que nós esperávamos do voto do relator.
03:44Pois é. Inclusive, é preciso considerar os muitos slides materiais
03:51que foram exibidos pelo ministro relator.
03:54Em dado momento, o ministro Flávio Dino questiona
03:58sobre uma foto que teria sido apresentada,
04:01que foi projetada ali na sessão.
04:05E aí, o ministro Dino pergunta se esse material estava nos autos.
04:10E o ministro relator disse que não,
04:11que aquela foto não estava nos autos,
04:13que ela tinha sido perdida nas muitas mensagens trocadas no zap.
04:19Trago essa informação para ilustrar justamente
04:21reivindicações que foram feitas por advogados
04:25nas alegações de materiais que não teriam sido juntados nos autos.
04:30E aí foram questionados justamente durante o julgamento.
04:33Deixa eu passar para o Cristiano Beraldo,
04:35porque quando se fala em tese e os crimes imputados aos réus,
04:40é preciso lembrar da abolição do Estado Democrático de Direito
04:44que tipifica a tentativa de abolir o regime democrático
04:47por meio de violência ou grave ameaça.
04:52Por que eu trago essa informação?
04:53Porque a tese defendida conecta, então,
04:57todas essas reuniões, essas discussões,
04:59ao que aconteceu no dia 8 de janeiro.
05:02Como se toda aquela preparação
05:04indicasse, na verdade,
05:10indicasse que o gran finale
05:13fosse os atos do dia 8 de janeiro.
05:15Então, essa tese só para em pé
05:18quando você acaba conectando ao 8 de janeiro.
05:20Mas não me parece que o 8 de janeiro
05:22tenha sido o que foi discutido
05:25para alguns integrantes do governo.
05:26A tese só para em pé
05:28quando há essa conexão com o 8 de janeiro.
05:31Né, Beraldo?
05:33Zé Caneto, você sabe que essa dúvida,
05:34que não é só sua, minha e de tantas pessoas,
05:38ela seria mais facilmente esclarecida
05:40se nós tivéssemos, por exemplo,
05:42as imagens que foram captadas
05:44pelas câmeras do Ministério,
05:47do prédio do Ministério da Justiça.
05:50E aí a gente se lembra
05:51que o Ministro da Justiça,
05:53que, por acaso, na época,
05:56era o atual ministro do STF, Flávio Dino.
05:59Essas imagens foram perdidas
06:01sem nunca terem sido vistas.
06:04E eu tenho que me lembrar
06:06da declaração do próprio ministro à época,
06:09dizendo, quando cobrado
06:11para apresentar essas imagens,
06:13dizendo que, puxa vida,
06:15o nosso sistema de imagens
06:17é feito para apagar
06:20a cada não sei quantos dias
06:21as imagens captadas.
06:23E aí a gente não se deu conta
06:25de que seria importante
06:27guardar essas imagens
06:28e elas acabaram deletadas,
06:31acabaram apagadas.
06:33Olha, uma manifestação como essa,
06:36vindo de um ministro da Justiça,
06:39que tem um histórico,
06:41não apenas como governador,
06:43mas de atuação
06:44no âmbito do judiciário,
06:47deveria ter sido causa
06:49para demissão.
06:50Afinal de contas,
06:51o governo, já naquele momento,
06:54estava ali preocupadíssimo
06:56porque ele havia sido vítima
06:58de uma tentativa de golpe.
07:01Caso o ministro da Justiça
07:03sequer consegue
07:05manter provas,
07:07material fundamental
07:09para a avaliação
07:12daqueles eventos,
07:13deveria ter sido demitido,
07:15mas não.
07:16Ele foi promovido,
07:18foi indicado
07:18ao Supremo Tribunal Federal,
07:21cargo que exercerá
07:22até os 75 anos de idade.
07:25E como se não bastasse
07:27o seu envolvimento direto
07:29no 8 de janeiro,
07:31ele se coloca
07:33na posição de eslugar
07:35o que aconteceu ali,
07:38essa chamada
07:39trama golpista,
07:41sem se dar
07:42por impedido.
07:44Posição
07:45aprovada,
07:46endossada
07:46e aplaudida
07:47pelos seus pares.
07:50Então,
07:51o que é razoável,
07:52aquilo que nós,
07:53brasileiros comuns,
07:54que não somos,
07:56essas
07:57ilustres figuras
07:59tão profundas,
08:00conhecedoras
08:01da Constituição
08:02e defensores
08:04da democracia
08:05brasileira,
08:06nós somos pessoas
08:07comuns,
08:08mas é
08:09impossível
08:11ignorar
08:12o mau cheiro
08:13que sai
08:14do Supremo Tribunal
08:15Federal
08:16diante desse julgamento.
08:18E eu termino,
08:19Caniato,
08:20perguntando
08:20o que é
08:21a tão falada
08:22democracia.
08:24O que é
08:25esse Brasil
08:26democrático,
08:26esse Estado
08:27democrático
08:28de direito?
08:29O que ele é?
08:30Quer dizer,
08:30o que de fato
08:31foi atacado?
08:34O Brasil
08:34democrático,
08:35a nossa democracia,
08:37é composta
08:38por três poderes?
08:40Presidente da República,
08:42pelo Judiciário,
08:44que tem acima dele
08:45o Supremo Tribunal
08:45Federal,
08:47pelo Congresso
08:47Nacional,
08:48Câmara e Senado.
08:50Então,
08:51de que forma
08:52esta grave ameaça
08:53foi feita?
08:53Ela foi feita
08:54a quem?
08:55E uma coisa
08:56é o estar
08:56na arquibancada
08:57xingando
08:59o juiz,
09:00xingando
09:00o jogador.
09:02Outra coisa
09:03é eu me colocar
09:04cara a cara
09:05com o juiz
09:06e fazer
09:08uma ameaça
09:09à vida
09:10do juiz
09:10ou à integridade
09:11física do juiz.
09:12São coisas
09:13completamente
09:14diferentes.
09:15Então,
09:15eu gostaria
09:16de entender
09:16de que forma
09:18esta grave
09:19ameaça
09:19se consolidou
09:20de forma
09:21material.
09:22Porque ameaça
09:23é ameaça.
09:23Quando eu acuso
09:24alguém de ter me ameaçado
09:25em algum momento,
09:26por escrito,
09:27por fala,
09:28ele me fez
09:28uma ameaça.
09:30Mas,
09:30nesse caso,
09:30ameaçou quem?
09:31De que forma?
09:32De que forma
09:33a democracia
09:35com D maiúsculo
09:36tão defendida,
09:38de que forma
09:38ela foi
09:40ameaçada,
09:41ela esteve ali
09:42no limite
09:45de ser extinta
09:46no Brasil?
09:48Eu continuo
09:49sem absolutamente
09:49nenhuma resposta
09:51para essas dúvidas.
09:53Daqui a pouco
09:53a gente vai trazer
09:54a informação
09:54sobre o voto
09:56de Luiz Fux,
09:57quais os sinais
09:58que ele emitiu
09:58no dia de hoje
09:59com aquela divergência,
10:01uma rápida discussão
10:02com o ministro Moraes
10:03e também com o ministro Dino.
10:05Antes de chamar
10:06o Roberto Mota,
10:07Alexandre de Moraes
10:08também rebateu
10:09a crítica
10:09do advogado-geral
10:10Augusto Heleno,
10:11o advogado
10:12do general Augusto Heleno,
10:13de que o magistrado
10:15teria feito
10:15perguntas de mais
10:16durante as sessões
10:17de delação premiada.
10:18A gente tem,
10:19inclusive,
10:19esse trecho.
10:20Vamos acompanhar.
10:21E mais,
10:22não cabe a nenhum advogado,
10:25nenhum advogado
10:26censurar
10:27o magistrado
10:29dizendo o número
10:30de perguntas
10:31que ele deve fazer.
10:33Há argumentos jurídicos
10:34muito mais importantes
10:36do que ficar contando
10:37o número de perguntas
10:39que o advogado fez,
10:40que o juiz fez.
10:43Segundo Moraes,
10:44não cabe a nenhum
10:45advogado
10:46censurar um juiz.
10:48Roberto Mota
10:48com a gente.
10:49Mota,
10:49seja bem-vindo,
10:50ótima noite a você.
10:52Que é preciso trazer
10:53e considerar
10:54nessa sua abertura
10:55de Espingos nos Is,
10:56o voto do ministro
10:57Moraes.
10:58Mota.
10:59Não há motivo
11:00para se esperar
11:02nenhuma novidade,
11:03Caniato.
11:04Um julgamento
11:05que é presidido
11:07por um inimigo político
11:08do réu principal.
11:10Aliás,
11:10um magistrado
11:11que foi sancionado
11:12pelos Estados Unidos
11:13de acordo
11:14com a lei
11:15magnítica
11:15e por violação
11:16de direitos humanos.
11:18E aqui não cabe
11:19nenhum julgamento
11:20sobre a correção
11:21ou não
11:21dessa sanção.
11:23Mas ela é um fato.
11:25O réu também
11:26está sendo julgado
11:27por outro inimigo político
11:28e pelo ex-advogado
11:31de outro inimigo político.
11:33É possível
11:34que exista
11:35um universo paralelo
11:36onde isso possa ser
11:38descrito como justiça.
11:40Mas nesse universo
11:41em que a gente vive
11:42me parece mais correto
11:44descrever
11:45esse julgamento
11:46como político.
11:48Em um julgamento
11:50político,
11:51discordar
11:52do Estado
11:53é cometer
11:55outro crime.
11:56Se você discordar
11:57da decisão,
11:59isso pode ser
11:59considerado até
12:00litigância
12:02de má-fé.
12:03Se você
12:04manifestar
12:05a sua simpatia
12:06por um dos réus,
12:07você pode ser
12:08acusado de
12:09coação
12:10no curso
12:10do processo.
12:12É preciso
12:12muito cuidado.
12:14Não é
12:15Jair Bolsonaro
12:16e nem
12:17os outros réus
12:18que estão
12:19sendo julgados.
12:20É a liberdade
12:21de expressão
12:22e principalmente
12:24a liberdade
12:26de discordar
12:27do Estado.
12:28Pois é.
12:28E tem um outro trecho,
12:29viu, Davila,
12:30em que o ministro
12:30Moraes rebate
12:31o advogado
12:32do general
12:33Augusto Heleno,
12:34que ele disse o seguinte,
12:35a ideia de que um juiz
12:36deve ser uma
12:37samambaia jurídica
12:39durante o processo
12:40não tem nenhuma ligação
12:41com o sistema
12:42acusatório.
12:43Essa é uma ligação
12:44esdrúxula.
12:45Não cabe a nenhum
12:46advogado censurar
12:47o magistrado
12:47dizendo o número
12:48de perguntas
12:49que ele deve fazer.
12:51E é preciso
12:51lembrar, né,
12:52que o advogado
12:54chegou a apontar
12:55o volume
12:56de perguntas
12:57feitas
12:57pelo ministro
12:58Moraes,
12:59algo em torno
13:00de trezentas
13:01questões,
13:02verso cinquenta
13:03do procurador-geral
13:04da República.
13:05Davila.
13:07Nada de censurar
13:09o magistrado,
13:11não é nada disso.
13:11O que o advogado
13:13fez
13:13foi apenas
13:14pontuar
13:15a discrepância
13:17entre perguntas
13:19feitas
13:20pelo procurador-geral
13:22da República
13:22naquele tempo
13:23que estava
13:23investigando o caso
13:24e o juiz
13:25que naquele tempo
13:26devia ser
13:27na verdade
13:29um árbitro
13:30ou um condutor
13:31desta
13:31colocação.
13:34Então, assim,
13:35ele não é uma
13:35acusação,
13:36não é nada,
13:36é apenas para
13:37ilustrar um ponto
13:38da desproporção
13:40do número
13:41de perguntas
13:41feitas
13:42pelo magistério
13:43em vez de fazer
13:43pelo procurador-geral
13:44da República.
13:45Era apenas
13:45para pontuar
13:46uma coisa.
13:47Não tem nada
13:48de afetar
13:50ou dizer
13:50ou censurar
13:51o ministro,
13:52não tem nada disso.
13:53O fato é o seguinte,
13:55a narrativa já
13:56estava pronto,
13:57o voto já
13:58estava pronto
13:59e não seria
14:00nenhuma colocação
14:02de advogados
14:03que ia demover
14:04ou fazer
14:05o relator
14:05rever os votos.
14:07Porque,
14:07como nós falamos aqui,
14:09este é um julgamento
14:10político
14:11e não jurídico.
14:13E isso mostra
14:14uma fragilidade
14:15gigantesca,
14:16porque todos
14:17cidadãos
14:19esperam
14:20na justiça
14:21essa imparcialidade,
14:23seguir como
14:24é a lei,
14:25procurar
14:25se atentar
14:26às materialidades,
14:28porque se não,
14:29amanhã,
14:29Caniato,
14:30esquece Jair Bolsonaro,
14:32esquece Supremo.
14:33Imagina um cidadão
14:34comum.
14:35Se amanhã você
14:36vai ser julgado
14:37pelas cortes,
14:39baseado em
14:40teses,
14:41em conjecturas
14:42e não em materialidade,
14:45nós adentramos
14:46o caminho
14:46da arbitrariedade,
14:48porque nós não sabemos
14:49o que passa
14:49na cabeça
14:50daquele juiz.
14:50aliás,
14:52isso já
14:52vinha acontecendo
14:53muito antes
14:54do julgamento
14:55do ex-presidente
14:56da república,
14:57dependendo da vara
14:58onde você cai
14:59ou da turma
14:59onde você cai,
15:00o voto
15:01era completamente
15:01oposto.
15:02Então,
15:02se o voto
15:04é completamente
15:04oposto,
15:05determinada vara
15:07que uma pessoa
15:07cai,
15:08o processo cai,
15:09mostra
15:10que a lei,
15:13os preceitos
15:15legais,
15:16não estão sendo
15:17seguidos como eles
15:18são,
15:19porque não pode
15:19ter votos
15:20tão divergentes,
15:21quando é divergente
15:22é aquele
15:23neoconstitucionalismo,
15:25ou seja,
15:26você interpreta
15:28a constituição
15:29e as leis
15:30não como elas
15:31foram escritas,
15:33não o seu
15:33espírito da lei,
15:34você interpreta
15:35como elas
15:36deveriam ser
15:37e isto
15:38é a fonte
15:39da insegurança
15:40jurídica
15:41que reina
15:42no país.
15:43O Brasil
15:45vive um grau
15:46extraordinário
15:47de insegurança
15:48jurídica
15:49porque não é
15:50mais o que
15:51está na lei
15:52que define
15:53a conduta
15:54de alguém,
15:55é o que está
15:56na cabeça
15:56de um juiz.
15:58Isto mostra
15:59a debilidade
16:00que se tornou
16:01o devido
16:02processo legal
16:03no país.
16:04de um juiz.
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