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O governo do presidente Lula (PT) retomou a possibilidade de financiamento externo por meio do BNDES para obras e serviços de engenharia em outros países. A medida ocorre mesmo diante de dívidas acumuladas por nações como Cuba e Venezuela, que ainda devem bilhões de dólares ao Brasil.
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NotíciasTranscrição
00:00O governo Lula decidiu retomar empréstimos para outros países via BNDES, mesmo diante da tentativa do Brasil recuperar valores bilionários
00:10de dívidas não pagas por Cuba e Venezuela.
00:13A reabertura da Frente de Financiamento Externo acontece devido a uma lei sancionada pelo presidente que autoriza empréstimos para exportação
00:30de serviços de engenharia, prática amplamente utilizada nas décadas anteriores e que foi interrompida depois da Operação Lava Jato, que
00:39atingiu grandes empreiteiras.
00:40Atualmente, a Venezuela deve mais de 1 bilhão e 200 milhões de dólares ao Brasil, enquanto Cuba acumula cerca de
00:50676 milhões de dólares em atrasos relacionados a obras financiadas pelo banco.
00:59Deixa eu chamar aqui o Diego Tavares para falar a respeito dessa prática.
01:03Diego, qual é a empresa, a pessoa que volta a emprestar dinheiro para o caloteiro?
01:11Exatamente, Kobayashi. Essa é a grande dúvida que fica, mas aqui no Brasil parece ser a terra da memória curta,
01:17né?
01:17Isso não faz o que você está dizendo aí, o que você está repercutindo para a nossa audiência.
01:20Isso não faz 30, não faz 40, não faz 50 anos. Isso foi ontem.
01:24Nós ainda temos dívida de calote, como você disse muito bem, de Cuba, de Moçambique, da Venezuela, principalmente, mais de
01:311,3 bilhão de dólares,
01:34que não foi recuperado dinheiro dos nossos impostos que foi emprestado para esse país e que não voltou.
01:39Isso fora o que aconteceu, que foi elucidado pela Operação Lava Jato, dinheiro que financiou obras no exterior,
01:46obras que foram realizadas por todas aquelas empreiteiras envolvidas no maior escândalo de corrupção,
01:52até o momento, pelo menos, da história do nosso país, dinheiro dos nossos impostos também,
01:57mandado para fora para voltar por vias escusas para dentro do bolso dos brasileiros que eram entusiastas dessa prática.
02:04Eu me pergunto, diante dessa situação, diante desse histórico, qual que é o interesse em se retornar com essa prática
02:11de empréstimo a países vizinhos,
02:14sob o argumento de que isso pode promover o desenvolvimento regional.
02:17É um completo absurdo. Isso é chamar o brasileiro de trouxa, na nossa cara, sem ter medo de ser feliz,
02:24sem qualquer tipo de vergonha.
02:26É revoltante, principalmente porque esse terceiro mandato do presidente Lula será o mandato com o maior rompo fiscal médio da
02:34história do nosso país.
02:36Eles não estão mais tendo onde gastar dinheiro. Estão arrecadando como nunca e estão gastando como nunca.
02:42E agora, claro, precisam encontrar uma forma, talvez, estou aqui só fazendo uma conjectura,
02:48olhando para o passado, olhando o que aconteceu no passado,
02:50de financiar os seus projetos políticos por intermédio desses empréstimos a países vizinhos.
02:56Então, é revoltante. Eu espero, mais uma vez, eu espero que tanto o Tribunal de Contas da União,
03:02o Parlamento, que todos os organismos que nós temos competentes para isso,
03:09inviabilizem esse tipo de prática.
03:11Porque é um absurdo que um país com tantos problemas estruturais como o Brasil,
03:15com o maior rombo na história das empresas públicas, com o maior rombo fiscal na história,
03:21acredite que possa ser o grande indutor regional aqui da América do Sul
03:26da atividade econômica de outros países vizinhos que também foram arruinados por governos populistas
03:31que são ideologicamente muito próximos do governo do presidente Lula.
03:35Então, essa prática não pode ser admitida, o brasileiro não pode normalizar esse absurdo.
03:40Deixa eu chamar aqui o nosso economista, o Bruno Musa, para falar a respeito desse tipo de conduta, Musa.
03:46O empréstimo do dinheiro do BNDES para outros países.
03:50A gente está falando sobre o BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
03:55Mas desenvolvimento de quem? De Cuba? Da Venezuela? Como é que é isso, hein?
04:00É, vamos lembrar que esse dinheiro, vamos transformar, colocar os pés no chão, né?
04:06De quem é esse dinheiro? É seu, é meu, é nosso, é do pagador de imposto.
04:11E mais, esse dinheiro o governo capta pagando uma taxa de juros por ele.
04:16E ele empresta a taxas muito mais baixas, chamados créditos ou juros subsidiados.
04:22Então, ele empresta ainda tendo um prejuízo em boa parte desse dinheiro com o montante de taxa de juros que
04:30ele remunera para quem o emprestou.
04:33Esse é o primeiro ponto.
04:34Segundo, que ele empresta a caixa perdida.
04:37Como é que você empresta, por exemplo, 1,2 bilhão para a Venezuela, que é o credor do Brasil?
04:44Como é que você empresta por volta de 676 milhões, sendo bem redondo, de dólares, para Cuba?
04:51Cuba, país que eu estive duas vezes, não tenho o que comer, é a coisa mais triste.
04:56Venezuela, eu também estive três vezes, não tenho o que comer em Cuba.
05:00Como é que você espera que esse país devolverá o teu dinheiro?
05:04É claro que aquilo é um financiamento a tudo o que acontecia.
05:10Ideologicamente, alinhado do governo do PT às práticas de governos autoritários.
05:14Isso aconteceu, por exemplo, com os mais médicos também, com o governo de Cuba,
05:18porque depois foram descobertos várias irregularidades.
05:21Mas tem mais, tem Angola, com, por exemplo, 4 bilhões de dólares entre 2002 e 2016,
05:28Moçambique também, República Dominicana, enfim, são vários países.
05:32Gana, Guatemala, países que não devolverão esse capital.
05:37Então, o que nós vimos foi um financiamento por parte da população brasileira,
05:43uma vez que esse é dinheiro do pagador de imposto,
05:45para governos autoritários ideologicamente alinhados ao governo de turno no Brasil,
05:51que esse turno está durando muito tempo.
05:54Só que tem um porém.
05:55Se nós tivéssemos superávit, dinheiro sobrando,
05:59mesmo assim não se justificaria para esse tipo de país.
06:03Mas nós temos uma população, como eu falei, quase 50% sem acesso a esgoto.
06:09Uma população que 30% é analfabeto funcional, claramente.
06:13Você tem problemas na qualidade da educação.
06:15Um problema que você atingiu 3 milhões de pessoas na fila do SUS esse ano.
06:19Mas ao longo dos últimos anos também foram sérios problemas.
06:23Problemas de infraestrutura, problemas de pouca competição,
06:26problemas de atraso, de falta de investimento em produtividade.
06:29Enfim, problemas sérios de um país pobre como é o Brasil.
06:34E mesmo assim, nós resolvemos emprestar para países autoritários
06:37e para países que não devolverão o nosso dinheiro.
06:41Nós fomos, mais uma vez, obrigados a financiar governos ditatoriais.
06:45Aí, a manifestação do Bruno Musa sempre nos ajudando a entender
06:48todo esse cenário econômico.
06:50E aí, Musa, quero te devolver a palavra para você falar sobre
06:54outros assuntos de economia, agora aqueles que nos interessam.
06:58Como é que a gente pode entender melhor todas essas palavras difíceis,
07:04todos esses termos da economia, entender e começar a praticar
07:07para a gente começar, de alguma maneira, a se beneficiar também
07:10desse universo da economia.
07:12Tem um encontro contigo aí nos próximos dias, não é isso?
07:16Tem. Dia 9 de maio serão 5 horas ao vivo no Zoom
07:19para a gente falar justamente disso.
07:21Veja, eu citei agora aqui, Cobar, exemplos de empréstimos
07:24que foram realizados desde 2002.
07:26Tudo isso é um ciclo econômico.
07:28No começo, tudo parece muito bem.
07:30É como se os agentes econômicos somos miúpes.
07:34A gente enxerga os benefícios no curto prazo,
07:36mas não os malefícios no longo prazo.
07:39Só que o longo prazo, ele chega.
07:40E chegou.
07:41Porque o ciclo econômico costuma durar seus 15, 20, 25 anos.
07:44Eu mencionei 2002.
07:472026, agora um ciclo chegou.
07:48Um ciclo de endividamento das empresas, endividamento das famílias,
07:52endividamento da máquina pública, que deteriora o nosso poder de compra.
07:56Então, o que nós vamos tentar fazer é colocar isso numa forma mais simples possível.
08:02Ou seja, desmistificar todo esse processo de ciclo econômico para entender como a gente se protege,
08:07como que a gente consegue tirar benefício disso.
08:10Não é nada de aplique e ganhe taxas fora do real e fique rico.
08:14Isso não existe.
08:15Não caia nessa.
08:16Mas interpretar o ciclo econômico para que você consiga aprender a se proteger de tudo isso que está acontecendo.
08:23Afinal de contas, por exemplo, empréstimos como esse que a gente falou do BNDES são externalidades.
08:27A gente não controla, mas a gente precisa aprender a se proteger.
08:30Se não, caso contrário, nós pagaremos essa conta.
08:32Então, dia 9 de maio, estaremos 5 horas ao vivo pelo Zoom, junto, tirando todas as dúvidas.
08:37O QR Code está na tela e o link está no newcursos.com.br.
08:42Nos vemos lá no sábado que vem, não amanhã, no próximo dia 9 de maio.
08:47Bom, eu vou participar para entender melhor todo esse cenário da economia.
08:51Estarei lá também, farei a minha inscrição.
08:54E para você que nos ouve pela rádio, newcursos é newcursos.com.br.
08:59Você já vai ver lá o rosto do Bruno Musa, a inscrição para você estar com ele.
09:03E comigo também, eu vou participar no dia 9 de maio.
09:06Mas eu vou estar lá participando como você, aprendendo.
09:08Bruno Musa na newcursos.
09:10Deixa eu chamar aqui o Cristiano Beraldo para falar a respeito do tema que a gente estava comentando, Beraldo.
09:15O BNDES voltando a emprestar dinheiro para Cuba e Venezuela.
09:18A gente está vendo a situação econômica de Cuba, né?
09:21Depois de tudo que vem sofrendo aí em relação às restrições todas.
09:26A situação lá não está das mais fáceis, pelo contrário, está caótica.
09:30E a situação de Venezuela, depois da queda de Nicolás Maduro,
09:34uma ainda muito tímida tentativa de reconstrução do país.
09:38E é para esses países aí que o BNDES pode voltar a emprestar dinheiro, Beraldo.
09:44Olha, Cuba, a esquerda brasileira, ela sempre teve uma relação inicialmente romântica com as ditaduras de esquerda.
09:54E depois que a esquerda brasileira assumiu o poder, essa relação virou uma relação de negócio.
10:01Nós tivemos, durante a gestão do próprio Nicolás Maduro, uma série de intervenções e parcerias que foram feitas do Brasil
10:15na Venezuela
10:16para sustentar, para apoiar projetos absolutamente absurdos do Nicolás Maduro.
10:22E o Nicolás Maduro, ao mesmo tempo, fez gestos também à esquerda brasileira,
10:26como, por exemplo, receber ali com o tapete vermelho o MST, dizendo que ia fazer ali uma parceria com o
10:32MST e por aí vai.
10:35Só que, para mim, muito pior do que o dinheiro que é perdido,
10:40está o fato de termos no Brasil a chancela do atraso que não é resolvido com os instrumentos que o
10:51próprio Brasil tem
10:52e que deveria ser suficiente para se ajudar.
10:57Porque, Cuba, se nós observarmos o que acontece na ligação rodoviária,
11:03é que o Brasil continua sendo um país dependente das rodovias.
11:08A ligação entre São Paulo e Curitiba, por exemplo,
11:12é inexplicável termos a ligação entre duas das mais importantes cidades do Brasil,
11:20especialmente porque esta é uma rota que conecta São Paulo, que é o polo industrial do país,
11:26ao Sul e ao Mercosul.
11:28E nós temos na Régis Bittencourt essa vergonha.
11:32Eu já falei aqui algumas vezes e repito,
11:35é inconcebível que em 2026 nós tenhamos estradas federais no Brasil
11:43que conectam os principais polos produtivos e consumidores,
11:48onde você tem que ir a 40 por hora,
11:52porque até hoje existe uma curva perigosa que não foi corrigida,
11:57um viaduto que não foi construído,
12:01um túnel que não foi perfurado.
12:03E com isso, o atraso vai se consolidando no dia a dia.
12:08Porque, além das vidas perdidas,
12:12com os acidentes completamente evitáveis nessas estradas,
12:16nós temos um Brasil que não se move.
12:20Um caminhão que demora oito, nove, dez horas para ir de São Paulo a Curitiba
12:25deveria fazer essa mesma viagem em três, quatro horas.
12:30E se isso acontecesse, teríamos menos caminhões rodando,
12:36motoristas trabalhando de maneira muito mais equilibrada e saudável,
12:41a economia pujante se desenvolvendo.
12:44E este é um pequeniníssimo exemplo
12:47da nossa total ineficiência e atraso de infraestrutura
12:54que o BNDES deveria financiar a solução.
12:59Nós não temos integração de trem para lugar nenhum.
13:04Falam da ligação.
13:05Vamos fazer um trem entre Rio e São Paulo?
13:07Isso é projeto do PT?
13:09Devíamos ter um trem para ligar o Brasil,
13:11a Argentina, a Uruguai, ao Chile, ao Paraguai?
13:16Para aproximar de fato as nações, as economias,
13:20fortalecer a nossa região.
13:22Não dar dinheiro de graça a fundo perdido para Cuba e Venezuela.
13:27Só vai financiar o atraso.
13:29Aliás, eu só termino aqui dizendo, Cobaia,
13:31agora que os Estados Unidos estão assumindo as rédeas da Venezuela,
13:35o Brasil vai se meter lá para quê?
13:38Para financiar coisa boa que não é.
13:40O delegado Palumbo para falar exatamente a respeito da possibilidade da volta,
13:44dos empréstimos, do dinheiro do BNDES,
13:47a Cuba e Venezuela, Palumbo.
13:51Tem que rir para não chorar, né, Cobaiá?
13:53É surreal.
13:54O Brasil passando uma crise,
13:57não tendo dinheiro para absolutamente nada,
14:00e o governo federal querendo dar dinheiro para outros países.
14:04Como você falou na chamada,
14:05vai emprestar dinheiro para caloteiro.
14:08Quanto que deve a Venezuela, a Cuba para o Brasil?
14:1010 bilhões?
14:12Aí vai.
14:13Qual a finalidade disso?
14:15O Diego falou bem, né?
14:17Talvez seja porque estejamos próximos das eleições.
14:20Agora é absurdo, né?
14:21Isso não deveria acontecer.
14:23O Brasil está cheio de problema.
14:26Problema na segurança, problema na saúde,
14:28problema em todos os cantos.
14:30Vamos pegar o nosso dinheiro,
14:31fruto do imposto de todos nós,
14:33como bem falou,
14:34e vamos entregar para o país vizinho.
14:37Vamos entregar para a África.
14:38Vamos entregar para quem quiser.
14:40Aliás, para quem quiser não,
14:41para os nossos aliados.
14:43É assim que pensa o governo federal.
14:45Isso é absurdo.
14:47O Brasil não é rico,
14:48está muito longe disso,
14:49a população está sofrendo.
14:51Um salário mínimo que não chega a dois mil reais,
14:53e vamos pegar o dinheiro dos trabalhadores,
14:56fruto de impostos,
14:57quatro a cinco meses que a gente tem que trabalhar
14:58todos os anos para pagar impostos,
15:01e vamos entregar para outro país.
15:03Afinal de contas, eles são amigos dos amigos,
15:06e a gente vai se beneficiar com isso.
15:08É esse o recado que o governo dá
15:09quando ele tem uma medida como essa,
15:13inaceitável,
15:14absurda,
15:14que vai na contramão
15:16de um país que deseja,
15:17o que pelo menos pretende,
15:18ter sucesso e prosperidade.
15:20e viva o país.
15:21.
15:21.
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