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  • há 22 horas

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Esportes
Transcrição
00:00Você que é um chato, que quer falar mal da seleção, que quer reclamar, que quer reclamar de tudo.
00:16O futebol é uma grande analogia da vida, então você vai ter todas as histórias e todas as emoções ali.
00:21Eu acho que o principal ponto, antes do briefing, é entender o que a marca quer decimular.
00:29Então, acho que o mais importante é o que faz sentido para a sua marca, qual é a sensação que
00:36você quer passar, qual é a emoção.
00:39Porque a Copa do Mundo talvez seja, e talvez não, acho que é o maior evento, até que a própria
00:45Olimpíada, onde gostando ou não de futebol, isso transcende.
00:49Quando alguém te emociona de algum jeito, você vai lembrar, você carrega para frente.
00:54Então, eu acho que é isso, eu acho que essas campanhas, elas conectam histórias pessoais.
01:00Então, a gente fala com todo mundo, mas conectam emoções.
01:04E emoções são coletivas, sensações são coletivas, alegria, esperança, autoestima, enfim, tudo isso faz parte de um grande imaginário coletivo.
01:12Acho que a gente tem que saber tocar isso com a humanidade.
01:18Quando o Magazine brinca com o Saizica, a gente pega a derrota de 7 a 1, a gente faz a
01:23brincadeira.
01:24Tinha tudo a ver com o propósito do Magazine de democratizar a troca de televisão, de ofertar a troca de
01:31televisão.
01:32A gente pegou um insight de 14 com o 7 a 1 e em 18 o Magazine Luiza, a gente
01:37fez a campanha do Saizica.
01:38Até hoje, o Frederico fala, Musa, essa é a campanha, porque foi realmente muito emblemático para nós ali.
01:45Com a explicação do 7 a 1, foi a TV que você tinha na tua casa.
01:48Por isso que a gente pediu e convidou todo mundo a trocar as TVs em 2018.
01:54Eita!
01:56A gente tentou tirar a zica, mas não foi dessa vez, Brasil.
02:01A gente tenta, mas continua a penta.
02:06Aí, Remy, aqui o negócio é para valer.
02:09Na época, a rede social era o Twitter.
02:11E não existia celebridade que era a marca, não existia esse papo de um influenciador que vira isso.
02:18E a gente lançou a primeira conta, onde o perfil da Claro passou a ser Claro Ronaldo.
02:25E era o Twitter da Claro, onde ele iria comentar a Copa do Mundo.
02:28A gente fez isso em 2010.
02:29Sem sacanagem, eu acho que foi na história a primeira marca, numa rede social, que usou uma celebridade.
02:37E ainda...
02:37E é isso.
02:39E a gente fez o gerenciamento de toda...
02:42No Twitter da Claro, na época, que era um dos canais de relacionamento.
02:46E a gente realmente, realmente respondia aos usuários e comentava os jogos.
02:52E era ele mesmo, tá?
02:53No celular dele, a conta estava lá no celular dele.
03:01A Coca-Cola é sobre otimismo.
03:02A Coca-Cola é sobre uma marca que está no dia a dia.
03:06Então, quando a gente sentou e discutiu este insight, junto com o cliente, junto com trazer isso, essa emoção,
03:13é falar, é recuperar a autoestima.
03:14Então, tinha uma questão da recuperação da autoestima, do otimismo.
03:19E Coca-Cola, eu acho que tem um insight maravilhoso.
03:21A execução, a campanha global, que teve participação da Ubi também.
03:24A campanha que a gente fez aqui no Brasil.
03:26O Brasil, essa Coca-Cola toda, é uma expressão absolutamente do dia a dia,
03:31que a gente encaixou para o futebol e que serve muito para a seleção brasileira.
03:35É porque só a gente pode dizer que somos cinco vezes campeões.
03:39E a gente fez toda essa história narrando para tudo que...
03:43Quantas vezes a gente sofreu, quantas vezes a gente comemorou, quantas vezes...
03:46Então, um insight poderosíssimo.
03:47E a Coca-Cola fez muito bem isso.
03:54O Brasil é essa Coca-Cola toda.
03:58Um monte de campanhas que eu gostaria de ter feito.
04:01Mas tem uma que é bem velhinha, bem velhinha.
04:04Pouca gente vai lembrar, mas que eu acho que foi marcante.
04:06Que foi a Fiat, em 90.
04:08Se eu não me engano, não sei se é Léo Bornei, essa campanha.
04:11Que era o Lazzarone, que ele está numa rua na Itália, Copa da Itália, em 90.
04:17Que ele vai levar uma multa e fala, eu sou o Lazzarone.
04:19E o policial responde, pô, e eu sou o Papa.
04:21E eu sou o Papa.
04:23Então, assim, foi uma campanha muito divertida.
04:25E virou o bordão na época.
04:26E outra que é, que a gente tem que aplaudir.
04:33Porque o que a gente faz, a gente tem que também olhar.
04:37E ter inveja boa das coisas feitas pelos outros.
04:39Que é o aeroporto.
04:41De 98.
04:42Da Nike.
04:44Que eu acho que é um filme emblemático e genial.
04:48Por causa das condições do tempo, o voo 409 para Paris está atrasado.
05:01Acho que é isso aí.
05:02E que tenhamos todos uma boa Copa do Mundo com muitas memórias.
05:06Porque ganhando ou perdendo, o legal da Copa do Mundo,
05:08são as memórias que a gente forma.
05:11Então, a gente fala dos...
05:13Todo mundo está falando dos álbuns de figurinha agora.
05:15E não é agora.
05:16Em 82, eu devia ter...
05:18Era criança.
05:20E aí tinha a música do Voa Canarinho Voa.
05:23Tinha o Naranjito, que era a Copa da Espanha.
05:25Tudo isso fica na memória.
05:27Então, assim, você que é um chato, que quer falar mal da seleção,
05:30que quer reclamar, que quer reclamar de tudo,
05:34você não tem o direito.
05:35Se você não quer torcer, você não reclama.
05:38Você não tem o direito de tirar a Copa do Mundo
05:40de um monte de criança que está aí.
05:43E essa é a Copa deles.
05:44Pode não ser a sua.
05:45A sua talvez tenha sido que nem a minha, de 82, a de 86.
05:48Mas essa de 2026 é de um monte de gente
05:53que está tendo a primeira vez a chance
05:55de sentir uma Copa do Mundo criança, adolescente e tal.
05:59Mas eu acho que o legal é a memória
06:01e poder ter essa recordação.
06:03E a publicidade conta muito bem.
06:05Essa história sempre contou.
06:06A CIDADE NO BRASIL
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