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A escalada da guerra no Oriente Médio e a ameaça de fechamento do Estreito de Hormuz mexeram com os mercados. O dólar voltou a superar R$ 5,15 e o barril do Brent ultrapassou os US$ 80, com risco de novos avanços caso o conflito se intensifique.

A alta do petróleo pode pressionar combustíveis, frete e inflação no Brasil, além de impactar juros e bolsa, com destaque para as ações da Petrobras. Com análise de Mariana Almeida, explicamos os possíveis efeitos para a economia e para o consumidor.

Acompanhe em tempo real a cobertura do conflito no Oriente Médio entre EUA, Israel e Irã, com exclusividade CNBC: https://timesbrasil.com.br/guerra-no-oriente-medio/

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Transcrição
00:00A escalada da guerra no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Hormuz já provocaram reflexos nos mercados.
00:07Ontem, por exemplo, o dólar superou os R$ 5,15 e o petróleo então disparou.
00:12O barril do tipo Brent subiu mais de 7,5% e ficou perto ali dos R$ 80.
00:18Esse impacto que começa no mercado financeiro pode chegar rapidamente ao consumidor.
00:24Vamos conversar sobre esse tema mais uma vez com o nosso repórter Léo Valente,
00:27aqui direto das ruas de São Paulo, que tem detalhes para a gente também a respeito desse tema.
00:32Oi Léo, bom dia para você mais de uma vez.
00:37Oi Soraya, bom dia novamente para você.
00:39É isso mesmo, como você estava falando, existe uma preocupação,
00:41porque o aumento dos custos tem esse impacto sim, já que tudo acontece em cadeia.
00:48A gente lembra que o petróleo é importante principalmente para a produção de outros combustíveis fósseis
00:52que são essenciais na nossa cadeia de produção.
00:55O diesel, principalmente, é usado em caminhões, em veículos mais pesados de grande porte,
01:02o que pode ter algum tipo de impacto também no frete pago para fazer o transporte de produtos agrícolas
01:08que a gente consome aqui ou também que são exportados.
01:11Além disso, existe o impacto do preço da gasolina para o consumidor.
01:16E a gente lembra que a gasolina, ela compõe cerca de 5% do IPCA,
01:20ou seja, tem um impacto importante dentro da inflação oficial medida pelo IBGE.
01:27E a gente sabe também que esses dados são acompanhados de perto,
01:31porque definem a política monetária aqui do país.
01:33E o Banco Central vem acompanhando toda essa evolução da nossa economia
01:37para definir o ritmo da manutenção ou não,
01:42ou até mesmo a confirmação daquilo que já vem sendo anunciado e também esperado,
01:45que é a queda da nossa taxa básica de juros.
01:47Tanto que ontem mesmo, com a divulgação do boletim Focus, do relatório Focus,
01:53o mercado já até mais otimista havia previsto,
01:58havia colocado uma expectativa de que chegasse até 12%,
02:01mais os 12,25%, que era a expectativa para se chegar até o final do ano
02:06com relação à taxa Selic.
02:08Mas essa preocupação existe, como você falou,
02:11houve esse aumento com relação à cotação do dólar,
02:14que superou os R$ 5,15.
02:16Mas vale lembrar também que na semana passada,
02:18esse valor, esses R$ 5,15, já tinham sido a menor cotação do dólar
02:24em relação ao real desde maio de 2024.
02:28A gente tem que lembrar que o dólar vem nessa escalada,
02:33nessa desescalada, na verdade,
02:35ele vem reduzindo esse valor a cada mês que a gente vem acompanhando.
02:39O real tem se tornado a moeda internacional que mais ganha valor,
02:45que mais ganha força nos últimos meses em relação à moeda do país de Donald Trump,
02:51responsável por essa situação agora que todo mundo acompanha de pé
02:54para saber como é que isso pode impactar no mercado internacional.
02:58Mais cedo, a gente falava sobre as declarações do ministro da Fazenda,
03:02Fernando Haddad, sobre as preocupações em relação à economia brasileira,
03:05que ele falava que havia cautela, que tudo era acompanhado
03:08e que dependia muito do tamanho do conflito.
03:11Mas a gente já vai analisando com antecedência para saber como é que isso pode ficar.
03:15Agora há pouco, com relação ao preço do barril do petróleo,
03:19que eu estava acompanhando aqui,
03:20o petróleo do tipo Brent já superava os 82 dólares,
03:26com alta de 6,33%,
03:30superando então esse valor dos 80.
03:32Já tem analista imaginando um cenário em que o preço do barril pode chegar, sim,
03:38aos três dígitos, ou seja,
03:40aos 100 dólares de cotação no mercado internacional.
03:46Isso tanto para o tipo Brent como também para o WTI,
03:49que é a referência para o barril do petróleo lá nos Estados Unidos.
03:53Então, tudo isso entra na conta.
03:55Outro fator também que é importante são as importações de fertilizantes do Irã,
04:02já que o Brasil tem essa relação comercial com o país peça,
04:06e isso também tem outro impacto na cadeia de produção agrícola,
04:10porque também carece os custos para os produtores continuarem essa dinâmica de produção
04:16e atender às necessidades e às demandas para seguir com as safras
04:20e o abastecimento não só do mercado interno,
04:24mas também do mercado internacional.
04:27Já por outro lado, como eu estava falando aqui,
04:29em relação ao valor do dólar,
04:31esse R$ 5,15,
04:33que foi visto como um sinal desses temores do mercado
04:38em relação à economia nacional,
04:41com o impacto dessa situação lá no Oriente Médio,
04:44a gente lembra que o dólar chegou de um valor muito mais alto
04:46e está nesse patamar agora,
04:48nesse nível agora de R$ 5,15.
04:54Ontem, o índice Bovê Sobre 3 fechou praticamente estável 0,28%,
04:58aos 189 mil pontos,
04:59e tem também o fator Petrobras com a valorização dos papéis,
05:04não só da Petrobras,
05:05mas de outras empresas ligadas à cadeia do petróleo,
05:07à indústria do petróleo aqui no Brasil,
05:09que foi também algo que teve impacto nas negociações de ontem na B3,
05:14porque a gente sabe que a Petrobras junto com a Vale
05:16tem um maior volume de papéis negociados
05:18e cada movimento dessas duas empresas
05:21influencia e muito no resultado do nosso índice nacional.
05:26E por que eu estou falando isso?
05:28Porque um aumento do valor do petróleo,
05:30essa commodity que também é importante da nossa pauta de exportação,
05:34pode beneficiar o Brasil e também a Petrobras
05:39com a valorização dos papéis da empresa
05:42e com essa expectativa de mais lucros
05:44por causa dessa valorização,
05:47desse aumento do risco de desabastecimento
05:51que faz com que o preço do petróleo no mercado internacional
05:53acabe atingindo esses valores mais altos
05:57com essa expectativa um pouco mais drástica
06:00de chegar aos 100 dólares, Soraya.
06:03O petróleo foi ontem aí a estrela do dia,
06:07todo mundo de olho por conta de fato
06:09desses valores já na visão de especialistas
06:12podendo chegar aos 100 dólares
06:14e já estando num patamar bem próximo.
06:17Obrigada, Leo, pelas suas informações mais uma vez.
06:20A Mari segue aqui comigo também
06:21para que a gente possa tentar entender
06:24ou é isso que a gente tem feito nos últimos dias
06:26dos analistas, né, Mari?
06:27Supondo situações do que pode acontecer.
06:30Com o petróleo já nesse patamar a 80 dólares
06:33e já com essa perspectiva de que pode chegar,
06:37dificilmente a gente vai voltar a ver
06:39aqueles patamares de 60 dólares por barril
06:43ou você acha que isso pode acontecer
06:45caso o conflito se encerre?
06:49É importante a gente colocar em perspectiva
06:51por que estava em 60 dólares o barril
06:54e aí o que estava...
06:55Significa agora nesse patamar alto, né?
06:57Isso, acho que a situação mais geral aí
07:00do ponto de vista do petróleo,
07:01se a gente olhar para o lado da oferta
07:03e da demanda estruturais aí, né,
07:04pegando um médio prazo,
07:06elas são a seguinte,
07:08elas são de tendência de baixa.
07:09Por quê?
07:10Porque tem uma diversificação, na verdade,
07:12dos países produtores de petróleo.
07:14Se, claro, os países árabes ali,
07:17aquela região onde agora está acontecendo conflito,
07:20ali eles são grandes produtores
07:22e tem a maior parcela aí
07:24da produção internacional,
07:26internacional, perdão,
07:28já não é uma parcela,
07:31a gente tem quase 40% também vindo de outros lugares, né?
07:36De 40%, 50% você consegue ter de ofertas,
07:38seja dos Estados Unidos,
07:40seja do Brasil,
07:41seja Canadá, Rússia,
07:42você tem outras regiões que também apoiam
07:44e compõem essa oferta de maneira relevante.
07:48Isso, as novas descobertas
07:50e a entrada desses outros players
07:51tinham movimentado para uma oferta crescente aí do petróleo,
07:56somada com uma demanda,
07:58demanda por petróleo muito associada a quê?
08:00À atividade econômica internacional,
08:03que vinha desacelerando
08:04e, portanto, pressionando para uma baixa demanda.
08:06A gente vinha com uma demanda mais baixa,
08:08uma oferta mais alta
08:09e é isso que levava o preço para os patamares de 60,
08:12por exemplo, dólares do barril.
08:14Neste cenário,
08:15o que acontece no momento do conflito?
08:18É claro,
08:19num dos centros que, sim,
08:20tem uma maior volume aí
08:22de oferta internacional
08:24e de, de alguma maneira,
08:26suprimento de alguns países
08:27e cadeias específicos,
08:29isso provoca um risco
08:31principalmente de curto prazo.
08:33Então, assim, tem um risco de oferta,
08:35um risco que tinha se antecipado,
08:38dadas as tensões colocadas lá,
08:40com a colocação, inclusive,
08:41de mais reservas em diversos lugares,
08:43a China, por exemplo,
08:44fez uma reserva de petróleo considerável,
08:46mas a instabilidade de preço está posta.
08:49Então, o medo dos investidores,
08:52enfim, do mundo,
08:53é que falte petróleo no mundo.
08:55Isso, você pode faltar,
08:56mas essa falta, exatamente assim,
08:57se antigamente isso acontecesse
08:59e a falta era generalizada,
09:00acontece que hoje,
09:01numa situação como essa,
09:03tem, vai, vai, sobe o preço,
09:05mas ao subir o preço,
09:06eu tenho de onde ampliar as ofertas,
09:08é isso?
09:08Venezuela ainda está com todas as dificuldades,
09:10mas pode ampliar a sua produção,
09:11o Brasil tem a produção,
09:13tem outros países que,
09:14inclusive com o preço mais alto,
09:16os Estados Unidos mesmo,
09:17vinha num processo de determinação aí
09:19da sua produção,
09:20que estava sendo segurada,
09:22porque o preço estava baixo.
09:23Então, eu tenho localidades
09:25que seguraram a sua produção
09:27em função do preço,
09:28não estar pagando a ampliação adicional.
09:31No novo cenário,
09:33precisa entender,
09:34claro,
09:34antes de mexer direto
09:35com um novo salto aí,
09:38de produção,
09:39os países precisam entender
09:41para onde vai esse conflito,
09:42qual que é a...
09:43Porque o petróleo por ali,
09:44ele tem outras características
09:46ali na região árabe,
09:47ele é mais barato mesmo,
09:48é um petróleo mais fácil
09:49de ser extraído,
09:50é um petróleo mais interessante
09:52para o mercado como um todo.
09:53Teriam outras alternativas
09:55a não ser passar por lá?
09:57Não, não,
09:58imediatamente,
09:58não,
09:59e não se deve imaginar
10:00que ali vai deixar
10:02de ser um lugar
10:02para poder passar,
10:03é temporário.
10:04Sim.
10:05Então, a questão de questão é
10:06quanto tempo...
10:06Nem vão querer passar,
10:08e a orientação é que não passem
10:10mesmo também.
10:11Exatamente,
10:11a pergunta é
10:12quanto tempo isso vai permanecer
10:14e qual é a reação
10:15dos outros focos aí
10:16de produção internacional,
10:18como que eles vão reagir?
10:19O cenário é certamente
10:21um cenário estável,
10:22é um cenário preocupante,
10:23deve ter esse aumento
10:24de preço significativo.
10:26A questão com os cemetrais,
10:27mas a gente vai nunca mais ver
10:28os 60 dólares do barril,
10:31aí já é difícil não pensar
10:33que depois você pode voltar
10:34para um outro grau
10:34de ordenamento
10:37da oferta-demanda,
10:38uma vez que o conflito,
10:40a gente espera,
10:41e tem sido anunciado
10:42que não deveria perdurar
10:44tão longamente.
10:45Agora, Mari,
10:45enquanto isso,
10:46a gente consegue pensar
10:47e podemos ver talvez
10:49um choque inflacionário
10:50um pouco mais forte
10:52por conta desse petróleo
10:55num patamar tão elevado?
10:57Isso sim,
10:58e aí isso desorganiza
10:59as cadeias internacionais
11:00de maneira mais ampla,
11:01porque não só o choque
11:02pelo petróleo
11:03no aspecto inflacionário,
11:04certamente vem por ele,
11:06mas na verdade o conflito
11:07também aumenta,
11:08por exemplo,
11:09o prêmio de risco
11:10de tudo que é frete,
11:12os seguros de frete,
11:13os seguros do ponto de vista
11:14do trânsito internacional,
11:16das cadeias de suprimentos,
11:19ele está se ampliando,
11:20e quando ele fica mais caro,
11:22ele repassa aí
11:23esses preços mais altos
11:24para o conjunto das cadeias.
11:26Então, entra em ambiente
11:28inflacionário
11:29e inflação de custos,
11:30isso é um risco grande.
11:32Quando a inflação
11:33está posta por aí,
11:34de novo,
11:34as ferramentas,
11:36inclusive,
11:37que os diversos governos
11:38têm em mãos para agir,
11:39não são os remédios
11:40mais agradáveis
11:41para a economia,
11:42você acaba tendo
11:43que puxar um pouquinho,
11:44se adaptar
11:45com contenção de demanda,
11:46porque você não tem
11:47alternativa rápida
11:48de substituição.
11:49O problema,
11:50quando vem pelo custo,
11:51sempre dá briga
11:52entre economistas.
11:53Tem economista que fala,
11:54não adianta cortar a demanda,
11:55porque o problema
11:55foi na oferta.
11:56Sim,
11:57mas se você não cortar a demanda,
11:58pode ser explosiva a inflação.
11:59Ah,
12:00mas quem vai investir
12:01para melhorar a situação
12:01da oferta?
12:02isso aí é um grande debate,
12:04debate antigo,
12:05já fizemos ele várias vezes,
12:06podemos reeditá-lo agora,
12:08mas fato é
12:10que esse é um risco
12:11inflacionário
12:12que atrapalha
12:13ainda mais
12:14a organização
12:15da ação dos países
12:16em termos fiscais
12:17e monetários.
12:18Num ambiente
12:19onde as cadeias
12:20de comércio internacional
12:22já estavam sendo
12:23muito questionadas,
12:24isso certamente
12:25talvez seja
12:26um dos maiores desafios.
12:27Aí não é só o petróleo,
12:28é o conjunto
12:30das dificuldades
12:31econômicas internacionais
12:32que ele de alguma maneira
12:33explicita ainda mais
12:35e que o fator inflacionário
12:36atrapalha
12:37de maneira substancial.
12:38E só para a gente
12:39encerrar aqui
12:40de olho
12:40para o nosso país,
12:42se a inflação
12:43aumenta
12:44no momento
12:44em que estávamos
12:45próximos
12:46do Banco Central
12:47iniciar o corte,
12:48o ciclo de juros,
12:50cai por terra.
12:51A questão,
12:52sem dúvida,
12:53para a gente
12:54é uma má notícia,
12:55o Léo até relembrou
12:56que ontem saiu
12:59o relatório
12:59do Focus,
13:00e a gente olhou
13:01aquele Focus,
13:02o Focus de sexta-feira,
13:03porque o Focus
13:03ele saiu ontem,
13:05mas ele não tinha
13:06ainda um conflito
13:07na pauta.
13:08Isso,
13:08aí você fala,
13:09puxa,
13:09eu queria sexta-feira mesmo,
13:11me leva de volta
13:12para sexta-feira,
13:14porque ali tinha
13:15essa adaptação
13:16de uma convergência
13:17para uma situação
13:17de uma Selic
13:19mais baixa,
13:20vamos ter que entender
13:21como vai para essa próxima,
13:23sexta-feira,
13:24a formação das expectativas.
13:26pode ter algum efeito,
13:28mas,
13:28por outro lado,
13:29é importante entender
13:30que o Brasil
13:31está com alguns graus
13:32de proteção importantes.
13:34O fato da Bolsa Brasileira
13:36ser tão determinada
13:38também pela Petrobras,
13:40a Petrobras está em alta
13:41e os juros estando
13:42relativamente mais altos,
13:43o efeito do dólar
13:45que ontem subiu,
13:46mas muito menos
13:46do que o DXY,
13:47que é a cotação internacional.
13:49Então,
13:49do ponto de vista relativo
13:50ao efeito cambial
13:52no Brasil,
13:53não parece que vai ser
13:54dos mais intensos.
13:55num mundo
13:56que vai ficar
13:56cada vez mais em dúvida
13:57de onde investir,
13:59que as alternativas
14:00estão complicadas,
14:01o Brasil pode ainda
14:02ser um foco
14:03de atratividade
14:04que vai fazer
14:05com que qualquer ajuste
14:06seja um pouco mais suave.
14:08Pode ser isso.
14:09Eu estou aqui
14:09olhando meu copo
14:10meio cheio
14:11para dizer
14:12isso não significa
14:13que a taxa de juros
14:14não vai ficar um pouco
14:15mais rígida
14:15na sua capacidade baixa,
14:17mas talvez
14:18não seja impulsivo,
14:20não é uma reversão
14:20de tendência.
14:21a tendência
14:23continua,
14:24claro,
14:24com grau de cautela
14:25adicional,
14:25porque não podemos
14:26ignorar que o mundo
14:27está em guerra.
14:29Obrigada, Mari.
14:30Vamos seguir aqui.
14:31Obrigada, Mari.
14:31Obrigada, Mari.
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