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A escalada da tensão no Golfo Pérsico volta a pressionar os mercados globais e levanta dúvidas sobre o comportamento dos investidores. Em momentos de crise geopolítica, é comum ocorrer o chamado flight to quality, quando investidores deixam ativos de risco e migram para opções consideradas mais seguras, como dólar e ouro.

Para analisar o cenário, o economista-chefe da Lev DTVM, Jason Vieira, comenta os impactos da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã sobre o fluxo de capital internacional. Segundo o economista, a entrada recente de capital estrangeiro no Ibovespa pode perder força diante do aumento da aversão ao risco global.

O conflito também impulsiona o preço do petróleo, o que pode beneficiar empresas como Petrobras, mas ao mesmo tempo pressiona a inflação e pode dificultar cortes de juros pelo Banco Central do Brasil.

Acompanhe em tempo real a cobertura do conflito no Oriente Médio entre EUA, Israel e Irã, com exclusividade CNBC: https://timesbrasil.com.br/guerra-no-oriente-medio/

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00:00que a guerra lá no Golfo Pérsico volta a pressionar os mercados e levanta dúvidas sobre o impacto da escolha
00:06do novo líder supremo do Irã.
00:08Em momentos de tensão, é comum chamar do Flight to Quality, quando investidores deixam a Bolsa e buscam ativos mais
00:14seguros, como dólar e ouro.
00:16Para analisar esse cenário, nós vamos conversar agora com o economista-chefe da Leve DTVM, o Jason Vieira.
00:23Tudo bem, meu amigo? Que bom recebê-lo aqui no pré-marketing. Como que você está nessa segunda-feira? Seja
00:30bem-vindo.
00:31Olá, obrigado pelo convite. Bem, graças a Deus. Vamos aí.
00:35Vamos. O Jason, a Maria Almeida, nossa analista, está conosco aqui nesse bate-papo e a gente tem observado, não
00:41é de hoje,
00:42que o investidor estrangeiro que tem ditado, por exemplo, o ritmo da Bolsa brasileira.
00:46Quando ele entra mais forte, a Bolsa dispara. Quando ele resolve tirar o dinheiro ou se retrair,
00:51a Bolsa acaba caindo um pouquinho. Eu tenho aqui um dado que, em fevereiro, o saldo estrangeiro no Ibovesta
00:58tem o melhor fevereiro desde 2022, com uma entrada de pouco mais de 15 bilhões e 300 milhões de reais.
01:07Você acredita que esse volume vai continuar ou é pouco provável, justamente devido a esse risk-off, a esse bear
01:15marketing do momento?
01:18É muito mais possível que nós vejamos esse movimento se desfazer, como já está se desfazendo, do que a entrada.
01:24Essa entrada foi muito rápida, diferente do que aconteceu no ano passado, que nós tivemos um fluxo cambial negativo, inclusive.
01:29Ou seja, se não fosse o DXY caindo, o dólar internacional caindo, nós teríamos um dólar em alta aqui no
01:34Brasil,
01:34porque nós tivemos um fluxo bastante intenso de dólares saindo.
01:37Mas esse ano entrou. Entrou e entrou forte, mas foi um movimento que se completou junto com outros mercados emergentes.
01:45Então, nós tivemos aí a vantagem de entrar nessa onda grande, diversos mercados se aproveitando de um movimento
01:53que era de fly to risk, que nós tínhamos muito forte em algumas praças na Europa e nos Estados Unidos,
01:59especialmente por aquela questão, rotações de setores, dúvidas sobre AI, tudo aquilo que estava acontecendo ainda,
02:05carry trade, que é, ou seja, taxa de juros muito elevada aqui, traz a vantagem de você aplicar a taxa
02:11de juros aqui,
02:12pegar dinheiro lá fora barato e aplicar aqui dentro e ganhar dinheiro.
02:16Então, tudo isso acabou se desfazendo em tese por conta desse movimento que acontece no Irã.
02:22E a cada movimento que acontece no Irã, a cada novidade que nós temos de lá,
02:26a coisa fica cada vez mais pesada, como nós estamos vendo nos mercados internacionais.
02:30Jason, eu queria que você comentasse um pouco desse movimento em função da característica de mercado emergente.
02:38Nos fluxos anteriores à guerra do Irã, a gente disputou também com outros mercados emergentes,
02:44pegando um pouco a Ásia-Pacífico também, como uma referência.
02:47Quer dizer, veio para o Brasil, foi para lá, as bolsas por lá, atingiram picos atrás de picos,
02:53coisa que agora também está significando uma fuga mais rápida, porque é mais sensível aí a questão do petróleo.
03:00O mundo mudou, certamente, a situação não vai ser a mesma de antes, porque tem um conflito e o petróleo
03:05vai pesar,
03:06tem uma pressão inflacionária, mas você acha que, dado todo o problema,
03:09o Brasil pode ainda assumir um lugar estrategicamente melhor ou relativamente melhor
03:14do que outros mercados emergentes em função da Petrobras, da situação do petróleo,
03:20da gente não ser tão dependente, tão sensível ao mercado internacional?
03:25A questão de dependência e independência não faz diferença nenhuma.
03:29Nós seguimos os parâmetros de preços internacionais.
03:31Muito provavelmente, algo pode acontecer em detrimento aos resultados da empresa
03:36quando o governo decidir não transferir parte desses aumentos de preços, caso isso aconteça.
03:42Mas a vantagem para a empresa seria exatamente se ela conseguisse transferir esse aumento de preço do petróleo.
03:49Aí sim você diria que o Brasil tem uma vantagem comparativa a outros países,
03:52dado que o seu mercado mais proeminente é o petróleo,
03:57e daí, obviamente, as vantagens, especialmente em Bolsa de Valores.
04:00Mas temos que lembrar também que tem a consequência inflacionária.
04:03Os aspectos inflacionários são inegáveis, dada a continuidade disso.
04:09Ou a Petrobras vai fazer em detrimento ao próprio resultado e o mercado vai reagir em relação a isso,
04:16e lembrando que a Petrobras é a maior ação da Bolsa e vai puxar o mercado,
04:20ou ela vai transferir o preço, vai haver inflação.
04:25Então, pelos dois aspectos, o governo está numa ciranda complicada.
04:29Ô Jason, então, indo muito ao encontro do que a gente estava falando agora,
04:33sobre essa questão da Petrobras, quero fazer uma análise um pouquinho mais minuciosa.
04:37A gente tem um preço do barril do petróleo disparando,
04:41isso beneficia os papéis da Petrobras.
04:44Hoje, o minério de ferro fechou acima dos 2,8% na Bolsa de Dalian,
04:49na China, referência do mercado mundial desta commodity.
04:52Isso pode, por exemplo, beneficiar vale.
04:54Porque subiu, segundo alguns analistas específicos desse setor específico,
04:58como você tem guerra, você precisa de mais ferro para a reconstrução
05:03e você acaba pressionando, por exemplo, o minério de ferro.
05:05A gente tem dois papéis que são os principais pesos da composição da Bolsa brasileira,
05:10Vale e Petrobras.
05:12Do outro lado, se você tem um petróleo subindo, você pode, como você disse,
05:16ter uma pressão em relação a essa commodity, ao preço do combustível.
05:20Isso eleva a inflação.
05:22Elevando a inflação, o Banco Central pensa duas vezes para cortar juros
05:26ou o tamanho do corte de juros.
05:28Nesse cabo de guerra, é melhor...
05:30Aí eu estou falando do investidor também local.
05:32O investidor local, ele fica em dúvida?
05:34Continua em Bolsa ou siga numa renda fixa para ganhar, por exemplo,
05:39na taxa de juros, que a gente tem a segunda maior taxa de juros real do mundo?
05:44É, vamos lá.
05:45Eu acho que um ponto importante é que,
05:47se o investidor já não está com 60%, 70% do seu portfólio em renda fixa,
05:52ele está com um problema.
05:53Ele precisa estar com o portfólio,
05:56porque o Brasil paga muito bem renda fixa
05:58e não faz sentido o investidor ter uma parcela significativa disso.
06:01Para exatamente nesses momentos,
06:03se for necessário,
06:05eles reduzirem a sua exposição em Bolsa.
06:08Nesse momento, curtíssimo prazo,
06:11é difícil ainda avaliar a vantagem que essas empresas vão receber
06:15por conta desse movimento.
06:17Porque, no global, no geral,
06:20ainda é um movimento muito pesado e traz muitas dúvidas,
06:22e o risk-off acaba trazendo todo esse movimento,
06:24as pessoas acabam vendendo as ações anyways.
06:27Ou seja, a prospecção disso leva um tempo.
06:31Agora,
06:33estarmos com a segunda maior taxa real do mundo
06:35é exatamente o que traz o carry trade.
06:37Aliás, sou eu que faço o ranking de juros a 25 anos.
06:40E a segunda maior taxa real do mundo
06:43é exatamente o que traz o investidor estrangeiro para cá
06:45para aplicar dinheiro,
06:48pego em uma praça barata
06:49e aplicar aqui em uma praça
06:50que nós pagamos muito bem por senão.
06:54É daí uma das significações do ranking de juros reais.
06:59Jason, então, enfim, é isso.
07:01A gente deve segurar aí, no fim das contas,
07:03se for um cenário,
07:04se a guerra coloca aí um cenário mais amplo
07:06de pressão internacional por reduzir o ritmo
07:10que estava sendo visto lá fora também
07:11de queda de taxa de juros,
07:13acaba sendo um efeito para cá
07:14e condicionando um cenário, então,
07:16de baixo crescimento e alta taxa de juros.
07:18Queria confirmar,
07:19você vê esse cenário se prolongando,
07:22Donald Trump tem colocado tudo isso
07:23como de curto prazo, né?
07:25Falando, olha, não reajam assim,
07:26são só os tolos,
07:27acham que é problemático,
07:29na verdade,
07:29depois o preço do petróleo vai cair.
07:31Quer dizer, esse cenário,
07:33baixo crescimento com preços altos
07:35e juros altos,
07:36é algo que deve se consolidar
07:38e realmente atrapalhar
07:39o nosso processo interno
07:40depois de tentar retomar crescimento?
07:42Ou talvez seja mesmo um curto prazo
07:45e as expectativas têm que se alinhar,
07:47respirar fundo
07:47e ainda não desviar de uma rota
07:50possivelmente de busca por mais crescimento?
07:53É, temos uma grande dúvida
07:55porque é imponderável.
07:56A guerra, ela não traz elementos
07:58com previsibilidade.
07:59Eu não discordo do Trump
08:01quando ele diz isso
08:02porque, sim,
08:03existem reações de curto prazo
08:04que também ele sabe,
08:06ele já operou o mercado financeiro,
08:07ele sabe muito bem
08:08que o mercado vai reagir desse jeito,
08:10o mercado não pode ficar passivo
08:11a eventos de cauda
08:12como são esses que estão acontecendo agora.
08:14Mas, ao mesmo tempo,
08:16tudo vai depender
08:17da extensão deste evento.
08:20Tudo vai depender da extensão.
08:22E temos ainda um aspecto
08:23que se os Estados Unidos
08:25conseguirem realmente derrubar
08:27o governo dos Ayatollahs,
08:29conseguirem instalar um governo novo ali,
08:31um governo democrático,
08:32vamos lembrar que o petróleo iraniano
08:34é muito bom
08:35e em grandes quantidades.
08:37E daí, sim,
08:38você teria um petróleo internacional
08:40desabando,
08:42desabando,
08:43ao ponto de gerar preocupação
08:44para os produtores árabes.
08:46Então, sim,
08:47existe uma realidade no que ele diz,
08:48mas também, ao mesmo tempo,
08:50ele não sabe quando esse conflito vai acabar,
08:52nós não sabemos quando esse conflito vai acabar,
08:53ninguém sabe quando esse conflito vai acabar.
08:55Todo mundo imaginou que o conflito da Ucrânia
08:58ia durar seis meses.
08:59Olha aí.
09:02Passamos de três anos.
09:04É um negócio
09:04que o tempo,
09:06o tempo,
09:07ele é muito importante
09:07na questão do mercado financeiro
09:09e também na precificação,
09:11principalmente,
09:12das commodities.
09:13Jason Vieira,
09:14obrigado, viu,
09:15pela sua participação no pré-market.
09:17Sempre bom falar contigo,
09:18meu amigo.
09:19Um grande abraço
09:19e uma ótima semana para você.
09:21Obrigado, até a próxima.
09:22Até.
09:23Para falar dos ataques
09:24entre Estados Unidos,
09:25Israel e Irã,
09:26que passaram a mirar usinas
09:28de dessalinização no Oriente Médio,
09:30essenciais para o abastecimento de água na região.
09:33O Irã acusa os Estados Unidos
09:35de atingirem instalações no Golfo de Oman,
09:38enquanto países vizinhos
09:40relatam danos provocados por ações iranianas,
09:43como no ataque ao porto de Jebel Ali,
09:46em Dubai,
09:46perto de uma das maiores usinas
09:48de dessalinização do mundo.
09:50E quem vai trazer os detalhes para a gente,
09:52novamente,
09:52é o nosso correspondente.
09:53na Europa,
09:54que está lá na Itália,
09:55o Diego Mezzogiorno.
09:57Diego,
09:58infelizmente,
09:59numa guerra,
10:00você não escolhe alvos,
10:02pelo contrário,
10:03você fica minando o adversário.
10:05E a água é uma questão muito sensível,
10:07muito cara,
10:07principalmente no Oriente Médio.
10:10Israel precisa,
10:11necessita muito dessas usinas.
10:14Eu morei lá quase um ano
10:16e a gente vê, por exemplo,
10:17a água é cara lá,
10:18é um procedimento caro.
10:19Então,
10:20quando você está numa guerra,
10:21o seu inimigo acaba pegando pontos sensíveis.
10:24Como é que isso chega na Europa?
10:26Seja bem-vindo novamente,
10:28meu amigo.
10:30Olha, Klein,
10:31a gente está falando
10:32e a gente não pode utilizar
10:34meias palavras.
10:35Isso,
10:35segundo qualquer convenção internacional
10:37que trata de guerra,
10:38é crime de guerra.
10:39Porque são instalações civis,
10:41tal qual é a necessidade,
10:43por exemplo,
10:44de um hospital
10:46para atender a população.
10:48São coisas muito sensíveis
10:51e são de utilização civil.
10:53Isso é crime de guerra
10:54em qualquer tratado internacional.
10:56A Europa fica bastante preocupada.
10:58Eu também morei no Oriente Médio,
10:59eu morei em Dubai um ano,
11:01grande parte da água,
11:02tirando alguma parte
11:04que venha de área de montanha,
11:06vem de salinização.
11:07O que acontece é,
11:09caso,
11:10especialmente,
11:11porque tem superioridade aérea,
11:15Israel e Estados Unidos
11:17ataquem,
11:19digamos,
11:20o tratamento de água
11:21da parte do Irã,
11:23o Irã vai responder
11:25em países que têm base
11:26e aí a gente,
11:28aí é o famoso
11:29Deus nos acuda,
11:30porque a gente está falando
11:31de tratamento
11:32de milhões de pessoas
11:33que podem ficar sem água.
11:35Isso é o bem essencial.
11:38Então,
11:38tanto da parte
11:39dos civis
11:41iranianos,
11:42mas, por exemplo,
11:42do outro lado,
11:43muito próximo,
11:44a gente tem
11:44os Emirados Árabes,
11:47a gente tem o Qatar.
11:48Você imagina
11:48uma cidade como Dubai
11:50ou como Abu Dhabi
11:52completamente sem água,
11:53né?
11:53Que tipo de caos
11:55que já está acontecendo agora?
11:56As pessoas estão tentando
11:57sair daquela região.
11:58Que tipo de caos
11:59isso causaria?
12:00Mas,
12:01de qualquer
12:03ponto de vista
12:04que se olha,
12:04a gente está
12:06iminentemente
12:06de frente
12:07a um problema
12:08que pode se tornar
12:09um crime de guerra.
12:10Da parte de Israel,
12:11que,
12:12durante todo o processo
12:13que aconteceu em Gaza,
12:14a gente teve visto,
12:15atacou, inclusive,
12:17instalações hospitalares,
12:19eles têm um ponto
12:19de vista
12:20um pouco diferente,
12:21né?
12:21Mas,
12:22por parte dos Estados Unidos,
12:24talvez tenha
12:25que ser analisado
12:27melhor esse tipo
12:28de ataque.
12:28A gente tem que
12:29verificar
12:30e ver também
12:31como vão se posicionar
12:33os países europeus.
12:34Países europeus
12:35esses que
12:36ainda têm
12:37muita dificuldade
12:38de lidar
12:39com o posicionamento
12:40do que fazer
12:41numa guerra,
12:41numa guerra
12:42que é muito próxima.
12:43Inclusive,
12:43como a gente falou
12:44agora de um ataque
12:44no Líbano,
12:46o Líbano está aqui
12:48nas portas
12:48do mar Mediterrâneo
12:50e onde tem
12:51muitas bases
12:51da OTAN,
12:52a porta de entrada,
12:53inclusive,
12:54para a Europa.
12:54Então,
12:55isso tudo
12:55tumultua
12:56ainda mais
12:57a situação,
12:58Cláudio.
12:59Crime de guerra,
13:00muito bem lembrado
13:01para você,
13:01como você trouxe aqui,
13:03mas a gente sabe
13:03que,
13:04ultimamente,
13:04crime de guerra
13:05não dá nada,
13:06né,
13:06Diego Menos Ojorno?
13:07O Tribunal de Haia,
13:08na Holanda,
13:09não faz nenhum julgamento
13:11há muito tempo,
13:12né,
13:12sobre essa questão
13:13do crime de guerra.
13:14A gente tem várias ações
13:15contra o primeiro-ministro
13:16israelense,
13:17Benjamin Netanyahu,
13:18contra líderes lá
13:19do Hamas,
13:20enfim,
13:21e nada acontece,
13:22né?
13:23Lembrando que foi esvaziado,
13:25inclusive,
13:25por parte,
13:26por conta dos Estados Unidos,
13:28né?
13:28Exatamente.
13:29Então,
13:30talvez já como uma estratégia,
13:31né,
13:31já antevendo que isso
13:32poderia ir contra ele,
13:34como pode realmente
13:36acontecer.
13:36então,
13:37a gente fica,
13:38ou a população mundial
13:40fica vulnerável
13:41em meio a um conflito,
13:43faça o que quiser,
13:44né?
13:45E aí,
13:45não dá nada.
13:46É lamentável,
13:47mas,
13:47enfim,
13:47é uma questão que a gente
13:48vai continuar acompanhando,
13:50né?
13:50Vai continuar acompanhando
13:51aqui no Times Brasil,
13:52licenciado exclusivo CNBC,
13:54e Diego Menos Ojorno
13:55volta dentro da nossa programação.
13:57Um grande abraço pra você,
13:58meu amigo.
13:58Bom trabalho aí,
13:59direto da Itália.
14:00Até já.
14:00Até.
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