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Jason Vieira, economista-chefe da LEV DTVM, faz um balanço de 2025, marcado por tarifas de Donald Trump, tensões geopolíticas, dólar mais fraco e juros elevados no Brasil. A análise aborda inflação, política fiscal, desempenho da Bolsa e as incertezas para 2026, especialmente com eleições e limites para cortes da Selic

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Transcrição
00:00E a gente segue conversando agora sobre esse balanço do ano,
00:04dessa vez com o Jason Vieira, que é economista-chefe da Leve DTVM
00:09e vai se conectar aqui com a gente ao vivo nessa noite.
00:12Tudo bem, Jason? Boa noite, bem-vindo.
00:14Tudo bem, boa noite.
00:16Obrigada pela disponibilidade nessa última noite de 2025.
00:21Bom, está acabando o ano, um ano muito marcado.
00:24A gente estava ouvindo o Vini, inclusive, sobre isso,
00:26pelo tarifácio de Donald Trump.
00:27Também tivemos muitas tensões geopolíticas,
00:30suspeita de bolha no mercado da inteligência artificial.
00:33E isso falando só lá de fora.
00:35Aqui no Brasil a gente conseguiu domar a inflação,
00:38mas as custas de juros bastante altos,
00:40muita desconfiança em relação à política fiscal do governo,
00:43relação conturbada também entre executivo e legislativo.
00:47E aí, Jason, diante de todos esses fatos,
00:49quero ouvir qual é o balanço que você faz de 2025.
00:532025, podemos dizer que foi um ano atípico,
00:56porque nós tivemos diversos momentos diferentes.
00:58Obviamente, foi marcado lá pelo Liberation Day,
01:01que foi a questão das tarifas de Donald Trump logo no começo do ano.
01:06Isso marcou muito a economia mundial,
01:08marcou muito as perspectivas em relação ao que ia acontecer no mundo.
01:12Mas, em partes, isso tudo vem daquela jogada típica de Donald Trump,
01:17de jogar para pedir o máximo para conseguir aquilo que,
01:22pelo menos, ele entende que é vantajoso aos Estados Unidos.
01:26Mas, ao mesmo tempo, tivemos esse movimento global
01:28em que essa dissolução do valor global do dólar,
01:32uma situação muito importante, ajudando os mercados emergentes,
01:35também ajudou o Brasil.
01:36Vamos lembrar que daqui duas semanas,
01:38praticamente, nós teremos a divulgação do IPCA.
01:41Se vier de acordo com a nossa projeção,
01:43nós vamos fechar muito próximo do topo
01:45da meta de inflação por parte do CM&E.
01:51E isso é um fator muito relevante.
01:53Nós só tivemos a inflação chegando próximo ao topo da medição
01:59porque o dólar global perdeu valor por conta das políticas de Donald Trump.
02:03Ou seja, nós tivemos uma queda de mais de 5% do dólar,
02:06ou valorização do real de 5% no período.
02:09A economia brasileira é extremamente dolarizada.
02:12E se não fosse por esse fator, se a gente só ficasse pelo fator fiscal,
02:16que é também um dos pontos mais relevantes que aconteceram este ano,
02:20nós estaríamos, por exemplo, com uma inflação,
02:22pelos nossos cálculos, próximas de 6%.
02:24Então, a situação não foi tão boa para o Brasil quanto aparenta.
02:29Porque nós viemos do segundo semestre já
02:32com uma dissolução muito rápida da atividade econômica,
02:35que só restou a questão do emprego,
02:36que ainda que seja um fator muito relevante,
02:38atrapalha na condução da política monetária
02:40por parte do Banco Central,
02:42ou seja, não adianta o restante da economia dar sinais
02:44de que está aliviando as pressões
02:46se você vai fechar com uma inflação no topo da meta
02:49e você vai fechar o ano também com um desemprego baixo.
02:53Então, são dois fatores que fazem com que o Banco Central
02:55se mantenha conservador,
02:57apesar de toda a reclamação que a gente ouve por parte do governo,
03:00que está muito preocupado com 2026,
03:02porque, na verdade, é um ano eleitoral.
03:04E daí vem a questão fiscal,
03:06talvez o último fator importante.
03:08Nós fomos marcados por um ano
03:09em que o aumento do déficit público
03:11deve se aproximar de 80% do PIB,
03:15que é um número muito ruim da dívida bruta em relação ao PIB,
03:20e com um aumento absurdo da arrecadação que nós tivemos.
03:23Ou seja, o governo não se pautou pelo corte de gastos,
03:26ele se pautou pelo aumento das despesas.
03:29E nem isso gerou o impulso macroeconômico que se poderia imaginar.
03:33E tem mais gastos para 2026.
03:36Ou seja, ano de eleição, ano de Copa do Mundo,
03:39um dos anos para o Brasil de conjunção de feriados,
03:42que vai ser, para quem gosta, vai ser muito bom,
03:45porque você vai ter uma série muito grande de feriados,
03:48e isso tudo vai marcar o ano, com certeza.
03:50É, mas impacta a gente sabe, né, no setor produtivo,
03:53no comércio, no varejo, enfim.
03:55E Jason, a gente mostrou ontem aqui no Jornal Times Brasil,
03:58exclusivo CNBC,
03:59que a Bolsa Brasileira ganhou 34% em 2025, né,
04:03e quero ouvir essa sua análise sobre os fatores, né,
04:07a que se atribui esse resultado,
04:09e o que você está esperando para 2026?
04:12Então, nós temos um fator importante sobre 2025,
04:15Bolsa de Valores,
04:15que talvez seja muito mais conectado a exatamente
04:18essa queda global do dólar,
04:19do que efetivamente uma preferência
04:21pelas ações de mercados emergentes no mercado brasileiro.
04:24Diga-lhes passagem,
04:25isso não é um efeito só no Brasil,
04:27e a Bolsa Brasileira sequer foi de melhor desempenho
04:29entre os mercados emergentes.
04:31O que aconteceu é exatamente este fator
04:33de extrema relevância,
04:35dessa liquidez muito elevada
04:38por conta dos investimentos em inteligência artificial,
04:40que foram muito altos em 2025,
04:43muito altos,
04:44acabaram dispersando parte dos investimentos,
04:47ou seja, a liquidez global ficou muito alta,
04:49mas quando nós observamos o posicionamento
04:51de investidores locais e estrangeiros aqui no Brasil,
04:55é estranho você ver que o volume de investimento
04:58não foi alto em Bolsa,
05:00em mercados, por exemplo,
05:01de renda variável,
05:02ainda que a Bolsa tenha subido isso tudo,
05:04e nem sequer também a posição de estrangeiros
05:06nas Bolsas de Valores aqui.
05:08Foi bastante limitado,
05:09ou seja, nós subimos,
05:10como outros países acabaram subindo também,
05:13a rebolque da Bolsa americana,
05:14com volume baixo e batendo recorde atrás de recorde,
05:18tanto que pode parecer estranho,
05:19nós comemoramos os 100 mil pontos
05:21de maneira muito efusiva no mercado,
05:23nós comemoramos os 120 mil pontos também
05:25de maneira muito efusiva no mercado,
05:27mas os 130, 140, 150 mil pontos
05:30não teve grandes celebrações,
05:32e todos ocorreram este ano.
05:34Jason, você já comentou aqui
05:36sobre os impactos dessa desvalorização do dólar
05:40ao longo de 2025,
05:41de fato, ele perdeu,
05:42foi uma queda bem acentuada,
05:4311% de perda de valor
05:46ao longo desse ano.
05:47O que está por trás dessa queda
05:49e qual é a sua expectativa
05:50para o dólar no ano que vem?
05:53Bom, essa queda vem exatamente
05:54por essa questão do Liberation Day,
05:56de toda a discussão do Donald Trump
05:58em cima da política monetária americana
05:59e da perspectiva de aumento de gastos fiscais.
06:03Você tinha a expectativa
06:04que o DOJ, lá que começou o ano
06:06com grandes expectativas
06:08de cortes de gastos nos Estados Unidos,
06:10acabou se dissolvendo,
06:11o Elon Musk saiu do governo americano
06:13e da expectativa de trilhões de dólares de gastos
06:17vai fechar com pelo menos 300 bilhões
06:19de redução de gastos nos Estados Unidos.
06:22Para nós, 300 bilhões de dólares
06:24seriam praticamente um trilhão e meio de reais
06:28de economia, óbvio,
06:30para a gente soa muito,
06:32mas dado a expectativa
06:33de que vai haver toda a questão
06:36de novos gastos nos Estados Unidos,
06:38talvez 200 bilhões de dólares
06:39não sejam suficientes
06:40para as demandas e exigências
06:44do Donald Trump.
06:45E, obviamente, a briga dele
06:46com o Federal Reserve
06:47pela exigência de corte de juros,
06:50uma briga direta,
06:51principalmente com o Jerome Powell,
06:53e aí colocar alguém dentro do Fed
06:54que é muito conectado a ele
06:56e já falar no final de ano
06:57de demití-lo, esse tipo de coisa,
07:00isso acabou levando a um enfraquecimento global do dólar
07:06e que levou para uma vantagem
07:07a mercados emergentes.
07:09A economia brasileira,
07:09como ela é extremamente dolarizada,
07:12baseada muito em commodities,
07:14ela se beneficiou disso.
07:15Mas, como eu já disse lá atrás,
07:17não foi o benefício que se esperava,
07:19porque se nós imaginarmos
07:20que por causa deste câmbio,
07:23destes 11% que nós tivemos de valorização,
07:25nós vamos fechar com a inflação
07:26muito próxima do topo da meta da inflação,
07:29imagina se o câmbio não tivesse sido valorizado.
07:32Se, por exemplo,
07:33tivesse um movimento ou de estabilidade
07:34ou de alta do dólar este ano,
07:37para onde estaríamos?
07:38E daí vem a preocupação do Banco Central.
07:40Por isso o Banco Central se mantém conservador.
07:42E para o próximo ano,
07:43imaginando-se que,
07:45dados os sinais que foram emitidos
07:46na última ata do FOMC,
07:49e dado que a economia americana
07:51não entrou na recessão
07:52que muitos preconizavam,
07:54nós éramos que brigávamos
07:55com essa perspectiva de recessão,
07:57porque os sinais emitidos
07:58pela economia americana
07:59não eram de recessão.
08:01Boa parte da inflação americana
08:03também não se dissipou,
08:04porque boa parte dos núcleos inflacionários
08:07ainda estão muito próximos de 3%.
08:08E se a gente considerar
08:10que a meta deles é 2%,
08:12está 50% acima da meta inflacionária.
08:16Então, o Federal Reserve
08:17também pode se tornar conservador,
08:19e daí tem uma questão para o Brasil.
08:21Nós provavelmente não teremos
08:23uma valorização do real frente ao dólar
08:25como nos imaginávamos no passado.
08:27O que pode ser agora,
08:29falando de outros ativos,
08:30como por exemplo Bolsa de Valores,
08:32tudo vai depender do movimento eleitoral.
08:34Porque agora existe um jogo de xadrez
08:36em que as peças ainda estão muito difusas,
08:38você tem um jogador para o lado
08:40e sete jogadores para o outro,
08:41que é uma coisa muito complicada com xadrez,
08:43mas do momento em que eu acho que
08:45houver a definição,
08:46pelo menos dos players,
08:48nós vamos começar a entender
08:49que as pesquisas podem ser
08:50que façam diferença aqui no Brasil.
08:52e o mercado tem preferência
08:54por conta exatamente da questão fiscal
08:56por uma alternância de poder,
08:58não por um candidato,
08:59e sim pela alternância de poder,
09:01que o projeto econômico desse governo
09:02para o mercado financeiro
09:03não é considerado bom.
09:05Ele é um projeto
09:06que acumula no médio prazo
09:08uma coisa que pode se tornar insustentável
09:11e que o governo tem que tomar atitudes
09:13muito difíceis para corrigir.
09:16E que provavelmente,
09:17se esse governo for reconduzido,
09:19ele vai ter que cometer
09:20o que a gente chama daquele famoso
09:21o estelionato eleitoral em 2027.
09:25Porque existem bombas fiscais enormes
09:27que vão cair em 2027,
09:29tem que se tomar medidas muito duras,
09:32se esse governo for reconduzido,
09:34ele vai ter que chegar,
09:35ele vai ter que prometer uma coisa
09:36e chegar lá e fazer outra,
09:38ou pior,
09:39se ele chegar lá e não fizer,
09:41aí a situação brasileira
09:42para 2027 fica complicada.
09:44Então, pode haver um rali de Bolsa de Valores?
09:47Pode,
09:47mas vai depender da conjunção
09:50dos fatores políticos
09:51que vão se desenhar para 2027,
09:532026, perdão.
09:55Jason,
09:55deixa para eu puxar
09:56Vinícius Torres Freire
09:57para a conversa também.
09:58Vini.
09:59Ô Jason,
10:00você já fez aí um quadro
10:01bastante completo,
10:02mas vou fazer uma pergunta
10:03pontual,
10:05que vou chover um pouco
10:06numa olhada,
10:07porque você já falou aí
10:08praticamente tudo de perspectiva
10:09de relevância para 2026.
10:11Agora, pontualmente,
10:13o mercado está prevendo,
10:14prevendo uma mediana
10:15das projeções,
10:16Selic em 12,25%
10:18em dezembro do ano que vem.
10:21Ainda é horrivelmente alto,
10:22mas implica
10:23um corte até acelerado
10:25de juros
10:26ao longo do ano,
10:27de 15 para 12,25%,
10:30considerando ainda
10:30que tem problemas
10:31tais quais,
10:32eleição
10:33e risco de volatilidade
10:35que pode nublar
10:36aí o cenário.
10:37Você acha que vai dar tempo
10:38de cortar 275 pontos,
10:412,75 pontos
10:42percentual da Selic
10:43lá no ano que vem,
10:45ou a coisa subiu no telhado?
10:49É,
10:49eu acho que o juros
10:51subiu no telhado.
10:52Eu já tenho falado
10:52disso também,
10:53eu sou meio contrário,
10:54vamos dizer assim,
10:55não totalmente,
10:56mas eu sou meio contrário
10:57da mediana do mercado,
10:59e nós não estamos,
11:00por exemplo,
11:00com 12,75 no próximo ano,
11:02nós estamos com 13,
11:03achando que o Banco Central
11:04vai ter que cortar
11:04meio contra gosto,
11:07porque existem complicadores
11:08de cenário ainda
11:09que podem fazer
11:10com que esse corte
11:11se torne algo
11:12muito complicado.
11:12mas tem um fator
11:13muito relevante também,
11:14nós já fizemos
11:15alguns estudos no passado,
11:17por exemplo,
11:17um estudo que nós fizemos
11:18quando os juros
11:19chegaram a 2% no Brasil
11:21e o quanto isso
11:22impactou no crédito.
11:24E eu vou dizer
11:24para vocês assim,
11:25até fazendo de maneira
11:27prática,
11:28fizemos um teste
11:30e fizemos uma demanda,
11:32por exemplo,
11:33para um empréstimo
11:33imobiliário
11:34quando os juros
11:35estavam a 2%.
11:37isso daí
11:37deu 7%
11:40mais TR.
11:41Depois fizemos
11:42a mesma demanda
11:44por empréstimo
11:45quando os juros
11:45estavam a 13%,
11:47deu 9%
11:48mais TR.
11:50Então,
11:51isso é só um exemplo
11:52para você imaginar
11:53que o impacto
11:54da taxa nominal
11:55de juros
11:56no crédito,
11:57no Brasil,
11:58dado o spread bancário,
12:00ele é
12:01muito dissolvido.
12:02então,
12:03uma taxa de juros
12:05sair de
12:0615%
12:08para 12,5%,
12:1012,75%
12:11ou 13%,
12:12dado
12:13a conjuntura
12:14da taxa nominal,
12:16dizer que isso
12:17vai ser um grande
12:17estimulador
12:18da economia
12:19é difícil.
12:21Eu acho que um dos momentos
12:22em que a taxa de juros
12:23foi melhor estimulativa
12:24no Brasil,
12:24porque, por exemplo,
12:25não estava em meio
12:26a uma pandemia,
12:28foi durante o mandato
12:29do Temer,
12:29quando nós tivemos
12:30uma taxa de 6,5%
12:31ao ano
12:31e o Banco Central
12:32fez um trabalho
12:33tão bem azeitado
12:34que a taxa de juros
12:36longa
12:37não passava de 10%
12:39em nenhum vértice
12:40da curva,
12:40ou seja,
12:41todos os vértices
12:41da curva
12:41estavam abaixo,
12:42ali 9,
12:439,5%,
12:44que foi algo inédito
12:46na economia brasileira
12:47e que foi muito
12:47salutar naquele momento,
12:49que você não matou
12:50o mercado de renda fixa
12:52e estimulou
12:52o mercado de renda variável.
12:54E é isso que talvez
12:55o Brasil precise,
12:56uma taxa de juros
12:57que seja competitiva,
13:00que mantenha
13:01o mercado de renda fixa,
13:02que o governo
13:02não consiga se financiar,
13:03porque é um instrumento
13:04de financiamento do governo,
13:06mas que ao mesmo tempo
13:07não mate a economia.
13:08Para chegar nessa taxa,
13:10você precisa ter
13:11uma questão fiscal melhor
13:12do que isso
13:12que está se apresentando agora,
13:14porque o que está
13:14se apresentando agora
13:15não sustenta
13:16nenhuma taxa
13:17de juros
13:17de um dígito,
13:18nenhuma,
13:19nem 9,99%
13:21é sustentável
13:22no Brasil,
13:23dada a situação fiscal
13:24que nós passamos.
13:25Seja,
13:262026 promete.
13:27Obrigada,
13:27Vini.
13:28Muito obrigada,
13:29Jason Vieira,
13:29economista-chefe
13:30da Leve,
13:32DTVM.
13:33Ótima virada aí
13:33para 2026
13:34e a gente se fala
13:35mais no ano que vem.
13:37Feliz ano novo
13:38e até a próxima.
13:39Até.
13:39Tchau.
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