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O cenário político para as eleições de 2026 é influenciado por uma sequência de casos que colocam em xeque a confiança nas instituições.

No Visão Crítica, o deputado federal Alencar Santana cita episódios como o caso Banco Master e as investigações envolvendo o INSS para analisar como essas situações podem abalar a crença da população nas instituições e impactar o ambiente eleitoral.

Confira o programa na íntegra em: https://youtube.com/live/NqZIgAqkSP8

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Transcrição
00:00Muitos documentos vieram à tona, figuras das instituições da República acabam sendo expostas
00:08e há uma grande dúvida sobre qual será o desfecho e como isso, de alguma maneira,
00:12contaminará ou não o processo eleitoral.
00:15Deputado, mais uma vez, obrigado pela gentileza.
00:17Queria que o senhor discorresse e fizesse uma breve análise desse cenário político
00:21quando a gente joga a luz sobre essas investigações ainda em curso.
00:26Olá, Daniel. Prazer estar com vocês aqui da Jovem Pan.
00:29Cumprimento a deputada Rosana, o professor Rodrigo, todos que nos acompanham.
00:34Professor, eu peço licença.
00:36Me permite?
00:37Permito, eu acho que...
00:38Diga-me.
00:40Essa que é sua, é essa aqui.
00:42O escândalo do NSS e o escândalo do Máster já existiam desde o governo anterior.
00:48Ele só estava debaixo da mesa.
00:50Ele está aqui, mas ninguém está vendo lá.
00:52O que o presidente Lula fez, através da Polícia Federal, da investigação,
00:59e da CGU, no caso do NSS, foi da Lusso.
01:04Colocar em cima da mesa pra que todo mundo pudesse ver.
01:07E no caso do Máster, além da Polícia Federal, do Banco Central.
01:11O Máster é importante ter claro.
01:13O Daniel Vorcar assumiu a presidência do Máster,
01:18vamos assim dizer, em 2019.
01:20Tentou em 2017 no governo, o Temer foi negado.
01:23Tentou em 2018, foi negado.
01:24Em 2019 foi autorizado.
01:27Eu fiz parte da CPMI e do NSS.
01:30Em 2020, o Banco Máster foi autorizado a fazer desconto consignado no NSS.
01:36E foram mais de 250 milhões de contratos fraudados.
01:41Fraudados.
01:42O governo Bolsonaro, em relação às entidades que também roubaram,
01:46de uma maneira covarde, né, péssima,
01:49os aposentados, enfim, lesando pessoas indefesas ali,
01:53foi autorizado desde 2019 essas entidades laranjas,
01:58enfim, foram criadas simplesmente com esse propósito,
02:00assim como algumas empresas,
02:02foram autorizadas em 2019, em 2020, em 2021,
02:06e assim elas foram crescendo.
02:07Já existiam.
02:08Daniel, em 2019, dia 1º de agosto de 2019,
02:15o então presidente do PROCON,
02:18o deputado Fernando Capês,
02:21ex-presidente da Assembleia Legislativa,
02:23oficiou, mandou um documento,
02:26entregou numa reunião presencial
02:29ao então presidente da NSS, o Rolim,
02:32e ao então ministro da Justiça, Sérgio Moro.
02:35Entregou, dia 1º de agosto de 2019,
02:38um documento.
02:39Denunciei várias vezes na CPMI.
02:42Pergunta, a Polícia Federal foi acionada
02:44para investigar?
02:46O INSS parou de descontar?
02:49A Procuradoria da República foi acionada?
02:52A CGU foi acionada?
02:54A Justiça foi acionada?
02:56Os descontos continuaram?
02:58O roubo continuou?
02:59E foi crescendo, foi crescendo, foi crescendo,
03:02até que, no governo atual do presidente Lula,
03:05medidas concretas foram tomadas.
03:07CGU junto com a Polícia Federal.
03:10Porque, senão, o copo continuaria debaixo da mesa.
03:13O roubo continuaria e ninguém veria.
03:16Dito em relação ao Master,
03:18que só foi liquidado após Campos Neto sair e entrar o Galipo.
03:23Lembrando que o Campos Neto ficou dois anos
03:24sob a gestão do presidente Lula,
03:26ainda como presidente do Banco Central.
03:28Devido ao mandato que ele tem,
03:30que foi autorizado na alteração legislativa no mandato anterior.
03:33Portanto, basta as pessoas verem e analisar com muita tranquilidade
03:39para saberem quem manda investigar ou não.
03:42Quem apura ou não.
03:43Quem tem compromisso com a verdade ou não.
03:45Jogar fumaça para o ar é fácil.
03:47Mas nós precisamos discutir o problema real.
03:50Aliás, o mesmo ministro que não mandou parar o roubo do NSS,
03:55ou então o ministro Sérgio Moro,
03:57foi o ministro que depois saiu do governo
03:59dizendo que o presidente não deixava investigar.
04:02Portanto, é muito claro
04:04de que o governo anterior não investigava nada.
04:06E que agora a Polícia Federal tem a sua autonomia preservada,
04:09a Procuradoria da República e todos os órgãos de controle.
04:12Tanto é que a investigação está em curso.
04:15Investigação em curso,
04:16mas muitos defendiam que a CPMI continuasse, deputado.
04:21Sim, olha só.
04:22Vou dar um exemplo.
04:24Tem uma pessoa presa, Daniel, chamada Zetel.
04:27Pastor Zetel, da Igreja Lagoinha de Belo Horizonte.
04:30Ele era cunhado e praticamente o operador do Banco Master.
04:35Ele dou 3 milhões, 3 milhões ao Bolsonaro,
04:40está declarado na campanha,
04:432 milhões ao Tarciso,
04:45e sequer foi indiciado no relatório da oposição.
04:50Sequer foi indiciado.
04:53Nós o indiciamos.
04:55O nosso relatório indiciou.
04:56Nós poderíamos ter um relatório aprovado.
04:58Relatório paralelo, Nelson, o que se refere?
05:01Relatório da maioria.
05:03Porque o relatório da oposição perdeu.
05:05Tinha um relatório da maioria.
05:06O presidente não colocou,
05:08descumprido o regimento,
05:10assim como ele alterou o resultado de uma votação anteriormente.
05:14Portanto, ele perdeu qualquer condição,
05:15inclusive, de presidir aquela comissão.
05:18Porque ali havia uma...
05:19Eu apresentei o requerimento de convocação do Zetel em novembro.
05:24Eu apresentei em novembro.
05:27Só foi colocado em pauta depois daquela confusão.
05:31Aquela confusão foi justamente porque o presidente não queria,
05:34o senador Viana, colocá-lo em votação.
05:37Ora, por quê?
05:38Só porque ele é da igreja?
05:39Só porque ele mandou emenda também para a igreja do pastor Zetel?
05:43Então, acho que essas investigações vão continuar.
05:45Nós fizemos questão, preparamos o nosso relatório,
05:48entregamos ao ministro André Mendonça,
05:50entregamos à Polícia Federal,
05:52entregamos à Procuradoria da República,
05:54entregamos à Controladoria Geral da União,
05:56porque a gente tem colaborações que ali foram feitas
05:59e a gente quer que essas investigações continuem
06:02e os verdadeiros culpados, investigados, julgados e punidos.
06:06Então, vamos lá.
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