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No Visão Crítica, o cientista político Cristiano Noronha participa do debate sobre quem poderá ser o próximo presidente do Brasil.

O especialista afirma que “a candidatura de Flávio decolou”, destacando o crescimento do nome no cenário eleitoral, ao mesmo tempo em que observa que “Lula lidera em todos os institutos”.

Confira o programa na íntegra em: https://youtube.com/live/kRuDN4UJ-yA

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Transcrição
00:00Bom, Vila, em primeiro lugar, o Lula lidera em todos os institutos e obviamente que ele mantém um favoritismo, mas eu acho que esse favoritismo é um favoritismo instável.
00:17A candidatura do Flávio Bolsonaro, eu acho que ela decolou. Decolou por quê? Porque o Flávio não é um nome conhecido nacionalmente e se você pegar a última pesquisa de intenção de voto, por exemplo, da Atlas, ele já aparece com 35%.
00:37Então, é um percentual muito grande. E quando a gente olha as simulações de segundo turno, a distância do Flávio para o Lula é de apenas 5 pontos percentuais.
00:50Considerando que o Lula, candidato a presidente da República por várias vezes, começou lá em 89, disputou em 94, 98, 2002, 2006, fez a sucessura em 2010, disputou novamente em 2022.
01:10Então, quando você olha e hoje, por exemplo, tem essa distância no primeiro turno aqui, que ainda no primeiro turno o Flávio registrando 35% e o Lula 48%, obviamente que ele é um candidato sim competitivo.
01:26E essa elasticidade do voto do Flávio, que chega ali aos seus 45%, mais ou menos, no segundo turno, de acordo com a Atlas, é um percentual sim significativo.
01:45Eu também vejo que essa polarização que a gente está vendo, ela inibe completamente o surgimento de uma terceira via.
01:56Há muita gente defendendo o nome do Tarcísio.
02:16Então, o objetivo dos institutos de pesquisa ali é medir quem que é efetivamente mais forte, o Tarcísio ou o Flávio?
02:23Esse é o objetivo. E olha que o Tarcísio é um governador de São Paulo, um estado economicamente, politicamente mais relevante, dos mais relevantes do país.
02:35E mesmo assim, o Flávio, com o cargo de senador, nunca ocupou um cargo no executivo, ele aparece dependendo do instituto, às vezes com 100% a mais que o Tarcísio ou duas vezes mais do que o Tarcísio, dependendo, obviamente, do instituto e do cenário.
02:58Então, o Flávio, apresentando esse bom resultado nas pesquisas, inclusive melhor do que o Tarcísio, de acordo com as sondagens,
03:09obviamente que isso vai consolidando, cristalizando a campanha do Flávio, a candidatura do Flávio.
03:15Ainda que a chance do Tarcísio, em política, a gente nunca pode falar que está completamente sepultado, porque a política muda como as nuvens.
03:25Então, o Tarcísio pode vir a substituir, sim, o Flávio, a depender do cenário. Eu acho que essa probabilidade é baixa.
03:34Assim como eu acho que é mais baixa ainda a possibilidade do Tarcísio eventualmente concorrer, tendo o Flávio Bolsonaro como adversário.
03:43O Tarcísio não fará isso, porque pode ter aí o efeito Dória. O Dória lutou bastante também, acabou perdendo muito o voto de São Paulo.
03:54Então, o Tarcísio, entrando nessa disputa com o Flávio, eu não acredito que ele tenha viabilidade.
04:01Despeito dele ser o nome preferido, por exemplo, do mercado do Estado, e ser também o nome preferido de algumas lideranças.
04:14O próprio Silas Mourinho, a faia, evangélico, lidera um grupo de eleitores bastante expressivo, próximo ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
04:26Ele tem preferência pelo Tarcísio e fala isso abertamente em várias entrevistas concedidas.
04:32Então, o Flávio está se motivando, inclusive, pelo desempenho que ele tem nas pesquisas.
04:39Foi o escolhido e já trabalha, inclusive, na formação de uma equipe de campanha.
04:46Convidou, inclusive, o senador Rogério Marinho, que desistiu de ser candidato a governador no Rio Grande do Norte para coordenar a campanha do Flávio Bolsonaro.
04:58Então, hoje a gente tem esse cenário onde esses dois são os dois principais candidatos.
05:04E a presença de outros nomes da direita nesse quadro de disputa, como Zema e, eventualmente, Ratinho Júnior,
05:14podem, obviamente, ajudar a direita a ter a realização de um segundo turno.
05:21Quanto menos candidatos a gente tiver nesse campo, porque o Lula é o único candidato de esquerda,
05:27mas quanto mais a gente tiver de opções, força aí a realização do segundo turno.
05:33Porque aquele eleitorado de centro que está, vamos dizer assim, cansado dessa polarização,
05:39pode acabar optando por essas outras alternativas, seja Zema, seja Ratinho Júnior.
05:46E se, eventualmente, eles não estiverem na disputa presidencial,
05:51e isso acaba antecipando uma escolha que o eleitor vai ter que fazer,
05:56que ele só faria em um eventual segundo turno.
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