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  • há 6 horas

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Transcrição
00:00O sol nascente é tão belo
00:05As coisas no reino das águas claras não vão nada bem.
00:08O príncipe escamado e o major H viram uma espuma suja no reino.
00:13A poluição foi tanta que o príncipe ficou doente e eles vieram pedir socorro.
00:18Enquanto isso, a cuca hipnotizou o quindinho, o conselheiro e o rabicó, para eles serem empregados delas.
00:24Pedrinho, Emílio e o major resolveram seguir pelo ribeirão.
00:28E depois de muito andar, eles chegaram ao local do crime.
00:32Afinal, de onde será que vem esse cano que está jogando essa sujeira no ribeirão?
00:38Perigo no reino das águas claras. Segundo episódio.
00:43Yeah! Esse é o cano que está sujando o ribeirão.
00:48Oba, missão cumprida. Agora nós podemos voltar e vamos pulando bem devagar.
00:54Nem pensar. Agora precisamos seguir o cano para ver onde vai dar.
01:00Ih, rimou. Demorou. Vamos lá.
01:11Esperem, esperem.
01:20Faremos tudo o que a Mestre Kuka mandar.
01:24Prestem muita atenção, criados.
01:27Eu não quero ter que ficar repetindo as mesmas coisas por toda a eternidade.
01:32Ai, ai, ai. Essa é a pior coisa quando se contratam empregados novos.
01:37Explicar, explicar e explicar.
01:41Seu desejo é uma ordem, Mestre Kuka.
01:45Ah, eu quero a minha gruta limpíssima, entenderam?
01:48Eu quero a melhor comida e tudo servido com muito requente.
01:55Seu desejo é uma ordem, Mestre Kuka.
01:57Ah, e eu não quero saber de ninguém rindo, nem cantando, nem de alegria e muito menos de felicidade.
02:04Aqui só quem vi sou eu, quem canta sou eu.
02:08E quem fica alegre quando faz maldades sou eu.
02:15As outras bruxas vão ficar morrendo de inveja de mim.
02:27Mas é só, o primo não toma jeito.
02:30Pegou o Quindinho, o Conselheiro e o Rabicó pra serviço de empregado.
02:35O pessoal do sítio não vai gostar nada de saber disso.
02:40Não, não, não, não, não.
03:09Mas é só a cura.
03:17Na batata da investigação.
03:20É daqui que sai o cano que suja o ribeirão.
03:23É, então vamos entrar e dar uma lição nesses caras de tampa de bueiro.
03:28Mas pode ser perigo.
03:30Perigo, coisa ao seu nariz.
03:32Vamos lá, Emília?
03:33Vamos.
03:33Eu espero aqui.
03:36Na verdade.
03:44O que vocês estão fazendo aqui?
03:46O que?
03:49Aonde os dois pensam que vão?
03:51Nós precisamos entrar pra falar com alguém sobre a poluição no ribeirão.
03:54Pelo leram a placa?
03:55Entrada proibida.
03:57Você sabe com quem tá falando?
03:59Claro que eu sei.
04:00Um garoto metido a detetive, uma boneca de pano e um sapo...
04:05sapo falante?
04:06Com muita honra, sim, o senhor não se incomoda, né?
04:09Agora vamos andando que vocês estão atrapalhando.
04:12Seus caras de coruja seca!
04:17Ai, ai, não empurra não, rapaz.
04:19O que é isso?
04:24Acho bom você ter calma.
04:26Detesto quando me pedem pra ter calma.
04:29E detesto mais ainda quando me impedem de entrar numa fábrica que está poluindo o nosso ribeirão.
04:36Já sei!
04:37E me levou pra aqui, Emília.
04:40Esses caras não tão pra brincadeira.
04:42Nem eu.
04:46Desculpa ter chamado o senhor de cara de coruja seca.
04:50Positivo.
04:50Mas agora vão circulando, vão?
04:52Já que vocês não deixaram a gente entrar,
04:55Ves bem que podiam chamar o dono da fábrica pra falar com a gente.
04:58Olha, o assunto do interesse dele.
05:01É melhor a gente ir embora antes que seja tarde.
05:05Se o assunto fosse realmente do interesse do dono da fábrica,
05:08ele já teria liberado a entrada de vocês.
05:16Eu vou!
05:17Mas fique sabendo que eu volto!
05:22Ele iria voltar ao fora logo!
05:32Vamos, gente!
05:33Vamos ajudar aqui!
05:34Faz o senhor!
05:35Faz o senhor aqui!
05:36Vamos lá!
05:37O pobre seu gesto de ajudar a socorrer os peixes, príncipe!
05:40Ah, eu não estou fazendo mais porque é a minha obrigação, desconde!
05:42A gente se conhece do verdadeiro governante!
05:47Pelo visto, Astácia, as marcas que o pessoal do Hospital do Arraial emprestou pra gente não vão dar!
05:54Não para de chegar peixe doente!
05:56Ai, eu sou o Jorge!
05:58Pra que tamanha judiação que vai...
06:00Vai lá!
06:02Eu não estou conseguindo respirar direito!
06:07Ai, calma!
06:08Daqui a pouco o remédio dos exames vai fazer peixe e você vai ficar boa!
06:12Tomara, Narizinho!
06:14Tomara!
06:15Ai, fake, fake, tristeza!
06:17Estão feitas só com as claras!
06:19Ai, eu não quero nem ver!
06:22Ainda bem que eu estou aqui pra ajudar!
06:25Fala em ajudar!
06:26Onde é que estão Quindinhos?
06:27O Conselheiro e o Rabicóptero estão aqui!
06:34Ai, ai, ai, Quindinhos!
06:38Quindinhos!
06:39Quindinhos!
06:40Ai, eu fico chamando várias vezes!
06:43Não aguento isso!
06:44Quindinhos!
06:45Cadê você?
06:46Ah, Quindinhos!
06:48Eu farei tudo o que a Mestre Kuka mandaram!
06:52Ah, eu já chamei você mais de mil vezes e só agora você me aparece!
06:55Ah, eu posso saber onde você estava!
06:59Ah, bom, eu...
07:02Quieto!
07:04Agora você vai fazer uma boa faxina aqui!
07:07Eu não quero ver nenhuma coirinha, nem uma teinha de aranha na minha gruta, entendeu?
07:13Eu farei tudo o que a Mestre Kuka mandaram!
07:18Ah, mas tome muito cuidado!
07:19Se quebrar alguma coisa, você está no olho da rua!
07:24Ah!
07:25Eu farei tudo o que a Mestre Kuka mandaram!
07:29Ah, ah, ah, essa vida de madame!
07:33Que cansa beleza!
07:36Ah, ah, ah...
07:37Eu tenho que tomar cuidado, eu não posso quebrar nada!
07:42Eu tenho que tomar cuidado, não posso quebrar nada!
07:47Eu tenho que tomar cuidado, porque eu não posso quebrar nada.
07:52Eu tenho que tomar cuidado, porque eu não posso...
07:55Eu não disse pra você tomar cuidado, Kenjin.
08:01Desse jeito, você está quebrando tudo.
08:05Eu não posso quebrar nada.
08:07Eu não posso quebrar nada.
08:09Eu farei tudo pra Mestre Kuka mandar.
08:12Eu não posso...
08:13Sai daqui, Kenjin, sobe!
08:15Você não serve pra nada.
08:16Olha só que bagunça fez na minha gruta.
08:19Olha a minha grutinha aqui.
08:21Tá fazendo faxinha, da prima?
08:25Ué!
08:26Você não disse pra mim que tinha contratado um...
08:30Um mordomo, um faxineiro?
08:34Ai, ai, olha só, Saci, o que o Kenjin fez.
08:40Desse jeito, vou ter que renovar meus toques de frascos de poçus antes da hora.
08:46Quer saber de uma coisa, priminho?
08:49Some daqui!
08:51Acho que o plano da prima não deu certo!
08:59Ai, os trovões têm festantes!
09:03Ai, eu pensei que ia ficar de papo pro ar, pro resto da minha eternidade.
09:09Ai, mas isso não vai ficar assim, não.
09:12Mas não vai ficar mesmo.
09:16Me aguardem.
09:17Isso não vai ficar assim.
09:20Ai, minha gruta aqui.
09:22Cuidado com a Kuka, que a Kuka te pega e pega daqui.
09:24Paga de lá!
09:41Então tem uma nova fábrica produzindo aqui nessa região.
09:45Tem uma lembrança de que o Teodorico me falou
09:47que passou pela estrada e viu algo sendo construído.
09:50Mas isso já faz algum tempo.
09:52O que o Coronel Mechelico não deve ter falado
09:55é que essa fábrica tá fazendo uma sujeira no Ribeirão.
09:59É.
09:59E que essa sujeira tá fazendo muito mal
10:02a todo mundo do reino das águas claras.
10:04Oh, é isso mesmo, Dona Belta.
10:07Não sei o que será do rio
10:08se a fábrica for de um ar poluindo as águas.
10:11Precisamos explicar ao dono da fábrica
10:13o mal que ele está fazendo.
10:15A gente tentou, Val,
10:16mas ele não quis escutar a gente.
10:21Eu acho que já sei um jeito
10:23de fazer esse senhor nos ouvir.
10:25Olha, eu volto no minuto.
10:29Será que a Dina Belta vai apontar?
10:31Eu não tenho a menor ideia, amiga.
10:35Vai, vai, vai.
10:44Tenho certeza que o senhor
10:47vai aceitar o meu convite
10:51para um café
10:53com os deliciosos bolinhos da tia Anastácia.
11:00conseguiremos encontrar
11:02uma alternativa
11:05onde o senhor
11:07possa desenvolver o seu trabalho
11:11sem poluir o nosso ribeirão.
11:17Aguardo sua resposta.
11:24Obrigada pela atenção.
11:27Benta
11:28em Serra Bodes
11:30de Oliveira.
11:35Enviando mensagem.
11:39Olha lá,
11:40lá vai o e-mail da dona Benta
11:41para o dono da fábrica, Fabrício.
11:43Ela pensa que com sua simpatia
11:44os bolinhos da tia Anastácia
11:45consegue dobrar aquele homem estranho.
11:47Que fica naquela sala estranha.
11:48Dando ordens cada vez mais estranhas.
11:49Pobre, dona Benta.
11:50Pobre, Ribeirão.
11:51Pobres moradores do reino
11:53das águas claras.
12:14Pobres moradores do reino
12:16das águas claras.
12:16Pobre, Ribeirão.
12:17Pobre, dona Benta.
12:28Senhora, em Serra Cabras,
12:31ainda bem que em seu e-mail
12:33a senhora demonstrou consciência
12:35de estar me incomodando.
12:38Mas se a senhora fosse realmente
12:40uma pessoa sensata,
12:42não estaria perdendo seu tempo
12:44com questões de tão pouca importância
12:48quanto a poluição
12:49de um insignificante ribeirão.
12:52Que horror!
12:54Poluição é sinal de progresso.
12:59São Paulo, a maior cidade do país,
13:02tem um rio que é um dos mais poluídos do mundo.
13:06Espero que a senhora me deixe em paz
13:09e arrume atividades mais adequadas
13:12à sua idade,
13:13como fazer tricô, crochê
13:15e reclamar de reumatismos.
13:19Senhor Fabrício.
13:21Que cara folgado!
13:23Folgado e mal educado!
13:27Eu vou falar pessoalmente
13:29com esse tal de senhor Fabrício.
13:32Eu vou com a senhora, avó.
13:33Eu também vou.
13:35Dá um sinto.
14:16Por favor,
14:18nós queremos falar com o doutor Fabrício.
14:20Não adianta, senhora.
14:21Não adianta.
14:22Mas o que custa vocês dizerem pro doutor Fabrício
14:25que nós queremos falar com ele?
14:27Ele já está sabendo.
14:28Se ele quisesse falar com vocês,
14:30já tinha mandado chamar.
14:35Tá certo.
14:36Nós vamos.
14:38Mas diga ao doutor Fabrício
14:40que nós voltaremos.
14:42E muito bem acompanhados
14:44pela população do Arraial.
14:46E com o maior número de jornalistas
14:49que o meu reumatismo
14:51me permitir encontrar no caminho.
14:55Muito bem, Dona Benta.
14:57Falou muito,
14:58mas falou lindo.
15:00Vamos, vamos, Benta.
15:01Vamos embora.
15:02Mãos à obra.
15:03É isso aí.
15:04Mãos à obra.
15:08O que que foi?
15:10Vambora.
15:11A gente tem que ajudar a Dona Benta.
15:12Por isso mesmo.
15:13Eu tive uma ideia.
15:16Pela sua cara,
15:17a ideia é das boas.
15:19Das ótimas.
15:20Vamos no caminho de espirro.
15:21Vai, vai, vai.
15:26Ai, ai, ai, ai, ai.
15:28Estou com uma fome.
15:30Essa boia sai ou não sai, hein?
15:34Ai, até que enfim.
15:36Eu já estava ficando verde de fome.
15:41Parei muito que a Mestre e Cuca mandaram.
15:45Ah, então tira logo essa porcaria dessa tampa.
15:49O quê?
15:51Borboletas?
15:52Para isso é comida que se apresente?
15:56Era uma garras quando eu botei no prato.
15:59É que eu demorei muito para servir.
16:03Ah, suma da minha frente.
16:04Vá fazer uma comida de gente.
16:06Aliás, de gente não.
16:07Quer dizer, comida de bruxa.
16:09Falei tudo que a Mestre e Cuca mandaram.
16:13Ah, onde você serviu?
16:15Borboletas.
16:17Borboletas.
16:18Eu lá tenho cara de quem come borboletas.
16:25Chegando lá, eu visto essas botas, você sobe de cavalinho em mim, colocamos a capa e viramos um jornalista.
16:34Isso mesmo, o repórter do jornal, o grito do pica-pau.
16:37Que jornal é esse, Emília?
16:39Acabei de inventar.
16:40Mas e se o dono da fábrica não quiser dar entrevista?
16:43Ah, aí eu falo que a gente vai falar muito bem da fábrica dele ou qualquer coisa eu dou um
16:50jeitinho.
16:51Ah, sei.
16:52E esse jeitinho eu faço de conta, né?
16:55Ó, Bove.
16:56Tem certeza que você não quer ir com a gente, né, vizinho?
16:58Não vai dar.
16:59Ainda tem muitos peixes doentes.
17:02Mas eu vou ficar aqui do seu.
17:04É.
17:19Emília, vê se você controla a sua torneirinha de asneiras, hein?
17:22Vou tentar, vou tentar.
17:28Olha só, o cara esquisito.
17:31É, depois daquela boneca de pano e daquele sapo falante de hoje de manhã, pra mim nada mais é esquisito.
17:38Oi, eu sou do jornal, o grito do pica-pau.
17:43E olha, eu vim entrevistar o dono da fábrica.
17:49E do pica-pau?
17:50Eu nunca ouvi falar nesse jornal.
17:53O Vivião tem ouvido.
17:55É o jornal mais famoso daqui do Arraial dos Tucumães.
18:01Mas diz aí.
18:04Uai!
18:05O que aconteceu?
18:07Você marcou a hora?
18:09Claro que marquei.
18:11Bem marcado.
18:13E se os olhos não deixarem eu entrar, o dono da fábrica vai ficar muito chateado.
18:20Você, você e você.
18:23Ai, ai, ai, ai, ai.
18:24Tá certo.
18:26Tá certo, então.
18:28Libera aí.
18:28Ô, Zé!
18:30Deliga a larga aí!
18:47Eu não quero saber de ter que ficar repetindo as mesmas coisas pra toda a eternidade.
18:56Eu quero a minha gruta limpíssima.
19:01A curta anda cada vez pior.
19:05Essa prima ainda me mata de tanto rir.
19:13Carapuça, o que é que tá acontecendo?
19:21Carapuça, a galera morreu!
19:35Se você quer saber onde essa confusão toda vai dar, não perca o sítio.
19:40Porque amanhã, essa história se resolve.
19:44A poluição do Ribeirão é tanta, mas é tanta que até a Yara tá passando mal.
19:51O que que eu faço agora?
19:53Segurança!
19:54Que coisa foi?
19:56Que coisa foi?
19:56Prenda esses dois!
19:57Não!
19:59Ah!
20:01Ah!
20:05Sítia pra lá!
20:06Olha a curta!
20:09É um beijo ao vivo e a cor.
20:14Quinta-feira, começa uma nova história de arrepiar.
20:19O fantasma do casarão.
20:29Vocês acreditam em fantasma?
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