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O Documento JP apresenta relatos emocionantes de brasileiros que tiveram suas vidas transformadas pela fé. Uma jornada pela força da espiritualidade e o impacto profundo que ela pode ter no cotidiano e nas decisões mais importantes.

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Transcrição
00:00Meu nome é Maria das Graças Silva Costa, tenho 59 anos, trabalho de cozinheira.
00:07Eu sou católica desde o momento que eu nasci, que minha família toda é católica.
00:14Sempre tive fé em Nossa Senhora Aparecida, sempre, sempre.
00:19Eu tenho um milagre muito grande para agradecer a ela pelo meu filho, que teve um acidente de moto.
00:26Ele teve um traumático craniano, ficou 25 dias em coma, mais 16 dias a mais na sala de espera.
00:40Passou por três cirurgias.
00:41O médico falou que era muito grave, que tinha que ser um milagre muito grande, porque era gravíssimo o acidente dele.
00:49Ele tem mais de 35 pinos na cabeça, já fez três cirurgias.
00:57E no momento que ele sofreu o acidente, eu já sabia que era grave.
01:03No momento que ele descobriu que ele sofreu o acidente, eu pedi no Face para fazer uma corrente de oração, para pedir oração por ele.
01:11Eu lembro de que eu sempre fui um rapaz muito para frente, sabe?
01:16Daí eu falo, tipo, eu sei o que eu faço, eu sei o que eu quero, tipo, sem saber de nada.
01:21Não, deixa que eu sei.
01:23Eu tinha acabado de aprender a dar de moto.
01:26Não sabia totalmente muito bem, mas para mim, na minha cabeça, eu estava bem.
01:32Eu estava alcoolizado ainda, né, porque eu bebia.
01:34E, tipo, aí desde então, eu fui pegar a moto, fui comprar essa tal marmita para a minha ex-namorada da época que eu namorava,
01:43que ela estava com fome e não chegando lá não tinha mais alimento, porque já tinha acabado.
01:48O local já tinha até fechado.
01:50Peguei a moto, sem capacete ainda, peguei e viajei com ela para outra cidade, que é mais longe ainda.
01:56Aí, nessa viagem, fui lá, que eu chegando na cidade da qual eu conheço.
02:02Nessa rotatória que eu ia para chegar lentamente, fazer a curva lentamente, eu fiz em alta velocidade.
02:08Nessa que eu fui fazer a curva, a moto foi e eu fiquei.
02:11Aí, nessa calçada da rotatória, que é bem alta, minha cabeça ficou e abriu no meio.
02:15E meu primo, que estava comigo, que é o dono da moto, desmaiou na hora.
02:19Falou que o menos sofreu o acidente.
02:21Tipo, sofreu o acidente, só que não tão grave quanto eu, que sofri a pancada aí.
02:25Eu fui bem dizer o capacete dele.
02:28Eu fui o trauma.
02:29Foi todo em mim.
02:30Aí, desde então, foi que apaguei.
02:36Aí, me acordei em outra cidade, que eu nem sabia onde que era, que para mim estava em São Paulo já,
02:40que nem era em São Paulo que eu estava.
02:42Não me reconhecia nem quem eram meus pais mais.
02:46Minha mãe, principalmente, a que mais sofreu por mim, que mais ficou acordada, chorando dias e noites,
02:51dando banho, carinho direto, dando o que comer, o que vestir.
02:54Eu não ia reconhecer ela.
02:56Quando foi uma hora da manhã, o meu sobrinho ligou para mim.
03:00Aí, falou, tia, claro que sofreu um acidente, a gente estava dormindo.
03:05Aí, eu perguntei, foi grave?
03:07Ele não quis falar.
03:09Ele falou assim, vem aqui, que é melhor vocês virem aqui.
03:12Aí, a gente foi.
03:14Quando chegamos lá, eu vi que era muito grave.
03:18Só que, assim, eu sabia que era grave, mas no meu coração, coração de mãe,
03:24eu sentia que Nossa Senhora Aparecida estava protegendo ele, mamãe, e ia curar ele.
03:30Eu sabia que todo mundo falava que era grave e tudo, mas eu tinha no meu coração que ele sobreviver.
03:36Quando eu fui para o hospital, que eu cheguei lá, que o médico eu viajante, que eu pedi para ver ele.
03:41Quando eu fui lá, aí eu vi a gravidade.
03:43Quando eu vi a gravidade, eu já pedi a ela que ela me ajudasse e ajudasse ele.
03:52Porque eu falei, Nossa Senhora Aparecida, eu sei que a senhora é mãe, eu sou mãe,
03:57ela levanta meu filho daí, faça com que ele sobrevive.
04:00No grupo que nós fizemos entre famílias e amigos, uma amiga falou para mim assim,
04:05para me fazer, desapegar algo que eu gostasse mais e pedisse com fé, né?
04:12Aí no momento eu falei assim, eu gosto muito de comida, né?
04:17Aí eu peguei, eu falei, no momento de aflição, eu falei,
04:23Deus, Nossa Senhora Aparecida, me ajude, Nossa Senhora Aparecida,
04:27que meu filho sabe dessa daí, sã e salvo, que eu só vou comer uma vez por dia.
04:37Eu vou fazer um voto com a senhora, só vou comer uma vez por dia.
04:41Aí eu só almoçava, durante o dia eu não tomava café, tomava só água,
04:49almoçava uma hora, só ia almoçar, comer alguma coisa no outro dia.
04:53Então eu fiquei isso, isso tudo, fiquei 45 dias.
04:57Só voltei a comer o normal, quando almoçar, jantar, tomar café da manhã,
05:02quando ele saiu do hospital.
05:03Aí o meu marido, a minha filha falava assim,
05:07Mãe, a senhora vai passar mal, meu filho, não, não tem como eu dizer, não,
05:10eu fiz a promessa, eu vou seguir.
05:12Aí eu fiz isso daí e fiz para dar, sempre quando eu pudesse,
05:17dar comida para os moradores da rua e seguir.
05:20Mas eu segui com tanta fé e tomei gosto de fazer o bem ao próximo,
05:26que é bom fazer, que sempre quando dá eu faço.
05:30Eu levo, vai eu e ele, assim, entregar comida.
05:34De ver adulto, aí tarde da noite, tudo a gente faz.
05:38E tudo que eu peço a ela eu vejo.
05:39Tudo que eu pedi até agora, não teve um dia que eu não vi.
05:42Sempre eu peço.
05:43Quando chegou lá, o médico falou, aí eu estava em casa,
05:47aí o médico, aí eu, no dia seguinte, que eu ia todo dia de manhã,
05:51aí quando eu cheguei lá, o médico falou assim,
05:53Mãe, a gente não vai mais fazer a cirurgia da traqueira nuclear aqui.
05:58Aí eu falei, como assim, não vai fazer?
06:00Ele falou assim, não, eu fiz um teste com ele aqui,
06:03ele está respirando só com o ventilador, não vai mais precisar.
06:06Então eu acho que, eu estou falando aqui, estou me arrepiando todinha.
06:10Eu senti que naquele momento, Nossa Senhora Aparecida
06:12tinha feito outro milagre, sem precisar dele colocar a traqueira no pescoço dele.
06:18E deu tudo certo.
06:20Ficou com alguma sequela, porque foi gravíssimo, né,
06:23que você tem mais de 35 pines na sua cabeça.
06:26Assim, esquecimento, o problema que ele ficou mais é esquecimento.
06:31Mas só em Deus e Nossa Senhora Aparecida ter colocado o meu filho em pé,
06:36está bom demais, está com saúde, trabalha comigo.
06:41Nasceu de novo, ele vai comigo fazer as entregas
06:44que eu faço marmiteca para os eventos,
06:46ele viaja comigo para vários lugares, a gente vai e volta.
06:49Sou formado em marketing e publicidade, no momento não trabalho agora,
07:03trabalho mais com marketing esportivo, mas não profissionalmente.
07:07Morava em São Bernardo com a minha mãe,
07:10e a minha empresa teve algumas mudanças,
07:13nós estávamos aqui quase no centro de São Paulo,
07:16e a parte logística da empresa foi para Barueri.
07:20Então, eu estava indo de São Bernardo para Barueri todos os dias,
07:23praticamente de volta a 100 quilômetros.
07:26Tá bem.
07:26Na época, divorciado, bem estressado,
07:32porque a relação do casamento, né,
07:35está terminando o casamento,
07:37o trabalho bem carregado, muita responsabilidade,
07:41e enfrentando esse trânsito caótico de São Paulo todos os dias.
07:46Um certo dia, eu estava indo trabalhar,
07:50e pegando a Castelo Branco, eu estava dirigindo,
07:53e a minha vista virou ao contrário.
07:57Literalmente, virou ao contrário.
07:58Só tive um reflexo rápido,
08:01coloquei o carro no acostamento,
08:03consegui parar o carro no estacionamento,
08:04fui tentar sair do carro, não consegui,
08:07coração acelerado,
08:08mas fui me arrastando,
08:10parei para a parte de trás do carro,
08:12sentei no chão,
08:14passando mal,
08:16e nisso,
08:17me aparece um motoqueiro,
08:19porque ver a moto parada por mim,
08:21não consegui nem chegar direito.
08:22Esse motoqueiro perguntou se eu estava bem,
08:24só acinei com a cabeça que não.
08:26Ele pegou o celular e começou a falar.
08:28Isso é mais ou menos umas seis horas da manhã,
08:30e eu estava a um quilômetro de distância da...
08:32da...
08:34do pedágio.
08:37Tá bem,
08:39essa questão de horários,
08:41as pessoas que me acabavam me falando,
08:43eu não tinha muita noção,
08:44porque eu estava bem mal.
08:47Só sei que só dez horas da manhã
08:48que me retiraram da...
08:50o resgate veio na contramão,
08:52me colocaram dentro de uma ambulância,
08:54eu só ouvia os curristas falar,
08:55não, é labirintite,
08:56é labirintite.
08:57Me levaram para um hospital
08:59público,
09:01em Barueri,
09:02e me colocaram sentado no banco
09:05para aguardar ser atendido.
09:08Fiquei um bom tempo lá,
09:10mal, mal, mal.
09:11Eu ouvi a voz feminina,
09:13uma mulher falando para mim,
09:14olha, moço, você não está bem,
09:16eu vou tirar você daqui,
09:17vou colocar você numa maca.
09:18Ela me levou num corredor globutário,
09:20cheio de macas,
09:21e me deitou.
09:22Eu fiquei deitado lá um tempo,
09:24ainda não tinha sido atendido,
09:27e...
09:30depois de um tempinho,
09:31essa distância no tempo,
09:33não tenho ideia,
09:34depois de um tempo,
09:35apareceu uma colega de trabalho.
09:38Ah, não sim,
09:38você está aqui,
09:39tudo bem?
09:40Não, como é que você está?
09:41Vou avisar a sua família.
09:44Eu peguei e só assinava,
09:45não conseguia falar.
09:47E depois de um tempo,
09:49apareceu a minha mãe.
09:50Minha mãe veio,
09:51veio falar comigo,
09:53tudo, eu ainda deitado na maca lá,
09:54não tinha sido atendido,
09:56depois de um bom tempo.
09:57Minha mãe chegou,
09:58sei que alguma coisa,
10:00eu falei,
10:00eu quero ir até o banheiro,
10:01só que eu não consigo andar.
10:03Ela pediu um rapaz do lado,
10:04ele me levou até o banheiro,
10:05e me trouxe.
10:06Depois que eu cheguei,
10:08sentei na maca,
10:09eu vi minha mãe dando de comer,
10:12na maca do lado,
10:13com um senhorzinho,
10:15e eu deitei,
10:16e apaguei.
10:17Na verdade,
10:18eu já tinha naquele exato momento,
10:19entrado em coma.
10:20Então eu fiquei no Hospital Barueri,
10:24em coma,
10:25em 78 horas,
10:27sem que eu não sei fazer nada,
10:29os meus chefes,
10:29mas com a minha família toda,
10:31minha irmã mais velha é madre,
10:32pegaram e conseguiram uma vaga
10:35para mim no Hospital Oswaldo Cruz,
10:37e me tiraram a força de lá.
10:39O Barueri não tinha feito nada,
10:41só tinha,
10:43não tinha nem feito tomografia,
10:45eles fizeram uma tomografia rápida comigo,
10:47jogaram em cima da maca,
10:48e minha família me levou
10:50para o Oswaldo Cruz.
10:52Cheguei no Oswaldo Cruz,
10:53a minha médica,
10:55que foi me atender,
10:57ela viu que o meu estado era grave,
11:01e me levou direto para a cirurgia.
11:04Segundo ela me disse,
11:05também na palestra que ela deu,
11:07explicou tudo,
11:07eu cheguei na questão de consciência,
11:12glásulo 8,
11:14eu estava muito mal,
11:15eu tive um AVC isquêmico,
11:18que depois de muito tempo parado
11:20dentro da UTI,
11:21ele se tornou hemorrágico,
11:23e ela precisava,
11:25urgentemente, cuidar de mim.
11:28Foram 17 horas de cirurgia,
11:31dessas 17 horas de cirurgia,
11:32mais 72 horas
11:33para não dar a morte encefálica,
11:37fiquei 10 dias de coma,
11:41e 16 dias na UTI.
11:44Depois da UTI,
11:46seis meses internado,
11:49e voltei a fazer tudo de novo,
11:52tive que voltar a andar,
11:53a falar,
11:54dois anos e meio de reabilitação,
11:57para estar aqui,
11:58hoje,
11:59você conversando comigo de pé,
12:00conversando normalmente com vocês.
12:03Deus faz as coisas todas muito certas,
12:05Ele coloca as pessoas certas,
12:07os momentos certos.
12:09A minha mãe,
12:11que me veio desde pequeno,
12:13com toda a fé dela,
12:16e a parte católica dela muito forte,
12:20mesmo não praticando,
12:23mas ela sempre se manteve lá comigo,
12:26a gente estava do lado,
12:27eu sempre vi minha mãe rezando texto,
12:29minha mãe voltando da igreja,
12:31minha mãe participando de reuniões,
12:35e ela era um exemplo,
12:37por mais que ela não falasse,
12:38ela era um exemplo,
12:39para mim e para as minhas irmãs.
12:41A minha mãe é mais velha,
12:43se tornou madre,
12:44por exemplo, dela,
12:46e também ela,
12:47muito junto comigo,
12:49era o irmão mais novo,
12:50era a mais velha,
12:51então ela era muito próxima a mim.
12:53Então,
12:53eram dois grandes exemplos,
12:55para mim na minha vida.
12:57Quando eu tive o AVC,
12:59quem cuidou de mim,
13:01foram elas,
13:02minha mãe e minhas irmãs.
13:04Elas estavam junto comigo.
13:05O corpo inteligente,
13:06ele abriu novas ramificações,
13:08para subir o sangue,
13:09quando subiu o sangue,
13:10ele deu o hemorrágico.
13:12Com isso,
13:12eu perdi metade do meu cerebelo,
13:16que cuida do equilíbrio,
13:17eu ganhei essa válvula na cabeça,
13:21que é o ADVP,
13:22que cuida do líquido craniano.
13:25Então,
13:26foi essas duas sequelas que eu tive.
13:29Então,
13:3050% do cerebelo,
13:32tinha dificuldade de andar,
13:33de me locomover.
13:34Aqui atrás,
13:35pode virar para o foço?
13:37Aqui atrás,
13:38eu perdi,
13:40ela foi cortada aqui,
13:41um dos músculos,
13:43que é o que faz o movimento lateral,
13:45que é a junção dos trapézios.
13:48Então,
13:48eu não conseguia movimentar o meu pescoço,
13:50do lado para o outro.
13:52Então,
13:52era bem complicado.
13:53Eu praticamente vivia anos aí,
13:55sempre com alguém do meu lado,
13:56segurando,
13:57para atravessar a rua,
13:59a minha mãe,
14:00para me deitar,
14:01para me levantar da cama,
14:02para tomar banho,
14:03tudo que você possa imaginar,
14:05eu tinha que ter alguém do lado me ajudando.
14:06Encontrei com um amigo,
14:08o Edson Dantes,
14:09que a gente já conhece há muito tempo,
14:10ele é um para-atleta,
14:12ele tem a perna direita,
14:17amputada,
14:18então usa a perna mecânica.
14:21E ele tinha acabado de entrar para o triatlon.
14:23E a gente já corria os dois juntos,
14:25tudo,
14:26ele falou,
14:27vem comigo,
14:28que eu vou te trazer para um esporte,
14:29que eu acho que vai te ajudar nesse momento da sua vida.
14:32E eu comecei a fazer o triatlon.
14:33Mas aos pouquinhos,
14:34eu fui indo,
14:35fui fazendo fisioterapia,
14:38fui seguindo a vida,
14:39até conseguir ter a reabilitação total.
14:42Quando eu me reabilitei,
14:44quando eu voltei,
14:45até conseguir
14:47entrar em uma piscina,
14:49naquela triatlon,
14:50para poder nadar,
14:51a natação,
14:53a poder andar em uma bicicleta,
14:54mesmo com essa deficiência do meu cerebelo,
14:58e correr,
14:59eu comecei a me organizar
15:02e realmente a treinar
15:03com um profissional específico.
15:06E com isso,
15:08eu segui minha vida
15:10com o esporte.
15:12No caso do triatlon,
15:13o triatlon é formado
15:14em quatro modalidades,
15:17desde um triatlon curto
15:19até o mais longo,
15:20que a gente é conhecido por muitos
15:23como Ironman.
15:23Então eu fui subindo as escadinhas,
15:28fazendo todas as provas
15:30e, aos poucos,
15:32até chegar onde eu queria.
15:34Eu queria fazer Ironman.
15:36Então foram seis anos
15:37para conseguir fazer hoje,
15:38que é considerado
15:39as mais provas
15:40mais difíceis do planeta.
15:41e, aos poucos,
16:11Tudo com Deus,
16:14nada sem Maria.
16:15A expressão,
16:16frequentemente associada
16:18a Luiz Maria Grignon de Montfort,
16:20sacerdote francês,
16:21que é também um santo católico,
16:24exalta a importância
16:25que a figura da Mãe de Deus
16:26tem na tradição do catolicismo.
16:31Na história, então,
16:33a Igreja,
16:34o catolicismo,
16:35valoriza muito.
16:36Por quê?
16:37Porque Maria
16:38não só foi a Mãe de Jesus,
16:39mas foi aquela
16:41que também acompanhou
16:42Jesus na missão.
16:44No Evangelho de São João,
16:46quando se narra
16:47o primeiro milagre de Jesus,
16:49das bodas de Caná,
16:51Nossa Senhora
16:51dá a dica para nós,
16:53façam tudo
16:54que Ele vos disser.
16:55Então, é nesse sentido
16:57que a Igreja valoriza
16:58a Mãe de Jesus.
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