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  • há 8 meses
ODONTOLOGIA GERAL - Todas as Aulas Organizadas de forma Didática na Playlists.

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Transcrição
00:00O segundo passo daqueles oito seria avaliar as defesas do hospedeiro.
00:13Isso é muito importante porque nos pacientes sistemicamente comprometidos
00:17existe uma maior tendência a infecções que se tornam mais sérias,
00:22progridem num grau de seriedade mais rapidamente.
00:27Nesses casos, a leucocitose é importante na avaliação da gravidade da infecção.
00:37E essa leucocitose está relacionada com o tempo de internação em hospital para o tratamento da infecção.
00:45Então existe uma correlação positiva entre o aumento do número de células brancas
00:51e o tempo que o paciente fica internado em hospital.
00:54Leucocitose, pessoal, é o aumento dos leucócitos, das células de defesa no hemograma.
01:02Quando a gente solicita um hemograma, aparece a taxa de leucócitos aumentada.
01:08Eventualmente com um desvio à esquerda.
01:11Desvio à esquerda que a gente sabe que é a disseminação de formas imaturas de neutrófilos no sangue periférico.
01:18Significa um trabalho muito alto da medula óssea, tentando produzir mais células de defesa.
01:26Isso se chama desvio à esquerda.
01:28Aqui sobre a faciite necrosante que a gente comentou na questão, vem aqui descrevendo.
01:36É uma infecção que atinge o platismo e o tórax em pacientes imunocomprometidos.
01:41Aí entram pacientes diabéticos, pacientes que fazem uso de corticoides,
01:46pacientes com terapia imunossupressora por transplantes,
01:51pacientes com doenças autoimunes e pacientes alcoolistas ou pacientes desnutridos, idosos, velhinhos.
02:02Geralmente estão desamparados e podem ser vítimas dessa doença.
02:08O que acontece na faciite necrosante?
02:10Acontece a necrose do músculo e do tecido subcutâneo.
02:14Sempre que se apresentar um quadro desses é uma emergência cirúrgica.
02:18Exige que o paciente seja internado no hospital para antibiótico-terapia de amplo espectro,
02:25drenagem e suporte médico.
02:27Esse paciente vai ser submetido a diversos procedimentos cirúrgicos.
02:30Não é uma drenagem só que resolve.
02:33E, eventualmente, oxigênio-terapia hiperbálica.
02:36Os sinais, como disse na última alternativa da questão,
02:40são pequenas vesículas de coloração púrpura e sem brilho na superfície da pele.
02:46Na pele de onde? Na pele cervical, na pele do pescoço.
02:52São condições que comprometem a defesa do nosso paciente.
02:56Diabetes, corticoterapia, transplante de órgãos, como eu falei, quimioterapia,
03:02doença renal crônica, alcoolismo, malignidades, os cânceres de uma forma geral,
03:08e o estágio final da AIDS.
03:11O paciente já com AIDS manifesta.
03:15Não o paciente com HIV positivo.
03:17Estágio final da AIDS.
03:19Detalhe que eu gostaria que vocês destacassem.
03:23Todos os pacientes que receberam quimioterapia no último ano,
03:26ou seja, nos 12 meses anteriores,
03:29devem ser considerados imunocomprometidos.
03:32Todos os pacientes de câncer que receberam quimioterapia nos 12 meses anteriores,
03:40devem ser considerados imunocomprometidos.
03:47Terceiro passo, então.
03:49Decidir o que fazer.
03:52Decidir os cuidados com o nosso paciente.
03:54Se é um paciente que a gente consegue tratar ambulatorialmente,
03:58ou se é um paciente que a gente precisa de um encaminhamento
04:02para um ambiente hospitalar,
04:03para ter os cuidados com a estrutura de ambiente hospitalar.
04:09Basicamente, decidir os cuidados é sobre a necessidade de internação.
04:13Então, existem alguns dados que orientam aí.
04:16Se o paciente apresenta febre alta,
04:19aí acima de 38,3 graus Celsius,
04:22isso pode levar à desidratação.
04:24Sendo necessário o quê?
04:26Ao estabelecimento de uma via periférica
04:31para reposição de fluidos eletrólitos.
04:34São sinais de desidratação,
04:36sinais laboratoriais de desidratação.
04:39A creatinina normal,
04:41porém com nitrogênio da ureia aumentado.
04:45Isso se chama de azotemia pré-renal.
04:49Azoto, nitrogênio.
04:51Então, se tiver com a creatinina normal,
04:54mas com nitrogênio aumentado,
04:56nitrogênio da ureia aumentado,
04:58isso indica um sinal de desidratação.
05:03Outra indicação para a internação do paciente
05:05seriam as infecções dos espaços profundos.
05:09Dois ou mais daqueles espaços comprometidos.
05:14Espaços perimandibulares e o espaço mastigador.
05:17Se tiver mais de um envolvido,
05:20a gente já tem que indicar o nosso paciente
05:23para cuidados hospitalares.
05:24Mesma coisa com o comprometimento sistêmico.
05:27A gente vê que o paciente não está bem,
05:30já apresenta toxcemia,
05:32já apresenta sinais constitutivos,
05:34linfadenopatia pronunciada.
05:37É uma indicação para a internação hospitalar.
05:40E, da mesma forma, necessidade de anestesia geral.
05:43Se eu vejo que o meu paciente está com um quadro infeccioso
05:47tão grave que eu não consigo
05:49adequar da anestesia local para a drenagem,
05:53evacuação daquela coleção porulenta,
05:55e sim, indica anestesia geral,
05:58isso deve ser melhor executado em ambiente hospitalar.
06:03O quarto passo é o tratamento cirúrgico da infecção.
06:07E aqui, talvez, eu chame a atenção de vocês
06:10para que seja, quem sabe, o passo principal.
06:16E aqui eu quero chamar, mais uma vez,
06:20a atenção sobre a remoção da causa.
06:25Da causa da infecção odontogênica.
06:28Qual é a causa?
06:30Vamos, pessoal.
06:34Qual a causa da infecção odontogênica?
06:38Dente.
06:41Dente, ou raiz, ou resto radicular, enfim.
06:46Remoção da causa implica a extração dentária
06:49ou a drenagem cirúrgica
06:51para evacuar aquele pus,
06:54aqueles restos celulares,
06:58aquelas células mortas
06:59que estão naquela área,
07:01causando ou perpetuando a infecção.
07:03E aí pode entrar também tratamento endodôntico,
07:06exodontia,
07:07ou incisão e drenagem,
07:09ou tudo isso.
07:11Para a drenagem,
07:12geralmente a gente incisa a área mais flutuante
07:15e a anestesia,
07:17preferencialmente bloqueio de nervo
07:19em uma região afastada da área do abscesso.
07:21Vou dizer uma frase que escutei na faculdade
07:26e que eu levo para a minha vida.
07:29Drenagem cirúrgica.
07:31Nenhum antibiótico
07:33remove mais pus
07:35do que a mão do dentista.
07:38Nenhum antibiótico.
07:39Então, não adianta você,
07:42diante de um quadro infeccioso,
07:44tentar tratar com antibiótico,
07:46porque não vai chegar em concentração suficiente
07:49naquela área.
07:50Se você não atuar.
07:53Mais uma vez,
07:54nenhum antibiótico remove mais pus
07:57do que a mão do dentista.
08:03A drenagem cirúrgica
08:04diminui a quantidade de bactérias
08:06e dos restos necróticos
08:07e reduz a tensão dos tecidos.
08:10Isso é importante.
08:11Reduz a tensão dos tecidos,
08:13o que melhora o suprimento sanguíneo local
08:15e acelera a chegada
08:16das defesas do hospedeiro
08:18à área infectada.
08:19E aí sim,
08:21você melhorando aquela congestão venosa
08:23que tem na área do abscesso
08:25ou da celulite,
08:26você leva mais antibiótico para a área.
08:29E aí talvez você consiga
08:30uma concentração adequada
08:33para ter algum efeito benéfico
08:35na sua antibiótico terapia.
08:37Se faz uma incisão pequena,
08:41geralmente com um centímetro de comprimento,
08:43na mucosa e submucosa
08:45ou na pele,
08:46na superfície da pele,
08:48com uma lâmina de número 11,
08:49geralmente,
08:51e de preferência.
08:51Por quê?
08:52Porque a lâmina número 11
08:54é aquela pontuda.
08:56Quando você incisa o abscesso,
08:58ela faz uma pressão concentrada,
09:01dirigida na área do abscesso.
09:02Então você consegue um corte mais suave,
09:06sem muita dor.
09:09Uma pinça hemostática curva fechada,
09:12fechada é inserida na cavidade
09:14e aberta em várias direções.
09:17A dinâmica é essa.
09:20Insere a pinça fechada,
09:21abre,
09:23retira,
09:24insere em outra direção,
09:25abre,
09:25e retira.
09:29Um dreno de borracha,
09:30geralmente um dreno de penrose,
09:32é colocado na cavidade
09:33e sutura o fio,
09:35com fio não absorvível,
09:37em tecido viável.
09:38Isso é importante.
09:39Por quê?
09:40Porque se você suturar
09:41o seu dreno
09:42numa borda necrótica,
09:45aquele tecido vai ser perdido
09:47e o seu dreno,
09:48por via de consequência.
09:49Então,
09:51a dinâmica mnemônica
09:52é a seguinte,
09:53mucosa,
09:54dreno,
09:54mucosa,
09:55ou pele,
09:56dreno,
09:57pele.
09:58Para fixação do dreno.
10:00Pele,
10:00dreno,
10:00pele,
10:01ou mucosa,
10:02dreno,
10:02mucosa.
10:03Fixa com um ou dois pontos.
10:06O dreno permanece no local
10:08até cessar a drenagem,
10:09entre dois a cinco dias.
10:11Muito mais do que isso
10:13não é recomendável,
10:15ainda que exista drenagem.
10:16Por quê?
10:18Porque o próprio dreno
10:19de penrose
10:20colocado no local
10:21serve como corpo estranho
10:23e perpetua a infecção.
10:26Então,
10:26se a partir do quinto dia
10:28você continua com drenagem
10:30via dreno de penrose,
10:33reavalia a sua drenagem.
10:35Reavalia a sua intervenção.
10:37Que pode não ter sido suficiente.
10:42Então,
10:43aqui está o esquema,
10:44o gráfico mostrando
10:47o abscesso
10:47localizado no fundo
10:48do vestíbulo,
10:49originado
10:50de um tremolar inferior,
10:52a incisão
10:52com a lâmina 11
10:53e a dinâmica
10:55da pinça hemostática.
10:58Ela entra fechada
11:00e vai sendo aberta
11:02em várias direções.
11:05E o dreno de penrose,
11:07que é aquele dreno tubular,
11:09um dreno flexível
11:10de borracha,
11:11tem de vários tamanhos,
11:12geralmente a gente usa
11:13o tamanho número 1.
11:14inserido na cavidade
11:16e o ponto.
11:17Mucosa,
11:18dreno,
11:18mucosa.
11:21Esse dreno permanece aí.
11:23O ideal é reavaliar
11:24em 24,
11:2548 horas,
11:26mobilizar esse dreno
11:27para ver se a drenagem
11:28está ativa.
11:30E tem um passo
11:31importantíssimo
11:33e imprescindível
11:34que não é mostrado
11:34em nenhum desses diagramas.
11:37Lavar.
11:39Lavar a cavidade
11:41do abscesso,
11:42a loja do abscesso
11:43ou as lojas.
11:45Soro fisiológico estéreo
11:48e irrigação copiosa
11:50com aspiração.
11:54Lava.
11:56Lava, lava e lava.
11:59Quando achar que está
12:00bem lavado,
12:02lava mais uma vez.
12:05Lava, lava, lava.
12:07Quando achar que está
12:08bem lavadinho,
12:10lava mais uma vez.
12:11Isso é importante, pessoal.
12:15Mesmo se fizer incisão extra?
12:18Mesmo se fizer incisão extra.
12:20Mesmo se fizer incisão extra.
12:22A incisão estroral
12:23ainda tem um cuidado
12:24adicional
12:25que é
12:25a anticepsia da face.
12:28Anticepsia da pele da face.
12:29Então, aqui a gente tem
12:33dois tipos de drenos
12:34diferentes.
12:36Esses não são
12:37drenos de Penrose.
12:38A gente tem
12:39o dreno
12:40de ponta a ponta,
12:42que em inglês
12:42se chama
12:42dreno true and true,
12:44que a gente pode encontrar
12:45em alguns livros
12:45mais antigos.
12:48E o dreno
12:49do tipo
12:50Jackson Pratt.
12:53Esses drenos,
12:54eles possuem
12:54a vantagem do quê?
12:55além de eles serem
12:57vias de drenagem,
12:59eles possibilitam
12:59que você irrigue
13:00por uma ponta
13:01e aspire por outra.
13:03Tanto um quanto o outro.
13:06Você pode irrigar
13:07e aspirar a ferida.
13:08Esses drenos,
13:09eles são perfurados
13:10aqui na parte
13:11interna deles.
13:13Tem orifícios
13:14que permitem que
13:15ao mesmo tempo
13:17que
13:17o pus drene
13:19ou sangue
13:20ou exudato drene
13:21permitem que você
13:22com solução antisséptica
13:24irrigue
13:25através do dreno.
13:27Irrigue e aspirue.
13:29Isso é bem interessante
13:30em infecções profundas.
13:32Tem também
13:32os drenos de vácuo.
13:34Não sei se vocês já ouviram falar
13:35ou já ouviram falar
13:36drenos de vácuo.
13:37São drenos colocados
13:39na cavidade
13:40depois que a gente fecha
13:41a incisão,
13:43sutura a incisão,
13:44sutura-se um tubo
13:45e na extremidade
13:47desse tubo
13:47é colocado um frasco
13:49fechado
13:50com vácuo.
13:51E à medida que
13:52ele vai
13:53enchendo
13:55ele vai
13:56sugando,
13:58vai aspirando
13:58a secreção.
13:59Então é um dreno ativo.
14:01Os drenos de vácuo
14:02são drenos ativos.
14:06Tá bom, pessoal?
14:07Mais uma vez
14:08estressando aqui.
14:10Cirurgia
14:10é o método
14:11primário
14:12de tratamento
14:13das infecções
14:13odontogênicas.
14:15Depois você vai pensar
14:16em antibiótico.
14:17Antes você tem que pensar
14:18em quê?
14:19Em remover
14:20a causa da infecção.
14:23E sempre que se diagnostica
14:25um abscesso
14:26com cavidade cheia de pus,
14:27o cirurgião
14:28deve
14:28treinar esse abscesso.
14:30questão 9.
14:35Questão 9.
14:36Marinha
14:36em 2006.
14:37Ah, só lembrando.
14:38É só abscesso
14:39que deve ser drenado?
14:44Então,
14:46se você lê o material
14:47e a própria fonte bibliográfica,
14:50até livros mais antigos
14:52como o livro
14:53do
14:54Hupy Topazin
14:55de 2006,
14:57já falava o seguinte,
15:01a drenagem
15:04ou a incisão
15:06e lavagem
15:07de uma infecção
15:08no estágio de celulite
15:10pode ser benéfica.
15:12Por aqueles motivos
15:13que eu comentei.
15:14você melhora
15:16a circulação local,
15:18você remove
15:19células,
15:20você remove
15:21metabólitos tóxicos
15:23que estão naquela área
15:24perpetuando a infecção
15:25e você consegue
15:26um aporte
15:27antibiótico melhor
15:28naquela área.
15:29Então,
15:30a infecção
15:30na fase de celulite
15:31também pode ser drenada.
15:33E a frase
15:35que os autores usam
15:36nesse capítulo
15:37é a seguinte,
15:39um cirurgião experiente
15:40reconhece que
15:42uma oportunidade
15:43de cortar
15:44é uma oportunidade
15:45de curar.
15:47Então,
15:48a celulite
15:49também pode ser
15:50incisada
15:51e drenada.
15:52Com colocação
15:53de dreno,
15:54tudo,
15:54lavagem,
15:55tudo certinho.
15:57Não vai ter pus.
16:01O fato
16:02de você ter
16:02pus louvável,
16:04que é o termo
16:05que eles usam,
16:05o termo que se usa
16:06no jargão,
16:07pus louvável
16:08é aquele pus
16:09que aparece,
16:09que brota
16:10dos tecidos
16:11em quantidade.
16:12Isso não
16:13significa
16:14que você
16:17não vai ter
16:17um resultado
16:18positivo
16:20dessa
16:21atuação.
16:23É claro
16:24que no passado
16:24as pessoas
16:25tinham muito receio
16:26de que
16:26numa infecção
16:28disseminada,
16:29em disseminação,
16:30você acelerar
16:31o processo
16:32de disseminação
16:32através de uma incisão.
16:34Porque, nossa,
16:34você vai cortar vasos,
16:36você vai
16:36aumentar a taxa
16:39de disseminação
16:40dessa infecção.
16:41Isso não é verdade.
16:42fazendo o que?
16:43Uma cobertura
16:44antibiótica
16:44adequada
16:45prévia,
16:46deixando
16:48o antibiótico
16:49atingir
16:49nível sérico
16:50adequado,
16:51você pode
16:52sim
16:53incisar
16:53uma celulite
16:54e isso
16:54está bem
16:55escrito
16:55aí no material
16:55de vocês.
16:57Está legal?
16:57questão 9,
17:01pessoal,
17:02localiza
17:02para mim aí.
17:03Questão 9,
17:03Marinha
17:04em 2007,
17:05essa é antiga.
17:07Levando em
17:08consideração,
17:09Peterson e
17:10colaboradores
17:10assinarem a opção
17:11correta sobre o
17:12tratamento cirúrgico
17:13da infecção
17:14odontogênica.
17:16Hoje eu não dei
17:17sorte,
17:18desconfigurou minha
17:18apresentação aí,
17:19vou precisar da ajuda
17:20de vocês de novo,
17:21tá?
17:21Letra A,
17:23opção correta,
17:25letra A,
17:26não é necessário
17:27obter amostras
17:27de pus para cultura
17:28e testes de sensibilidade
17:30antibióticos
17:31antes da incisão
17:32da cavidade de um
17:32abscesso.
17:34Verdadeiro ou falso?
17:38Não é necessário
17:39obter amostras
17:40de pus para cultura
17:41e testes de sensibilidade
17:42antibióticos
17:43antes da incisão
17:43da cavidade
17:44de um abscesso.
17:47Isso é polêmico,
17:48isso é controverso,
17:49tanto é que nunca mais
17:50perguntar.
17:51Mas geralmente
17:53se entende
17:55que
17:55para infecções
17:57corriqueiras,
17:58infecções
17:59brandas,
18:00triviais,
18:01não é necessário.
18:02Mas naquelas
18:03infecções
18:04que garantem
18:05a internação
18:06do seu paciente,
18:07esse é um passo
18:08inicial
18:09obrigatório.
18:12Você coletar
18:13pus para enviar
18:14para o laboratório
18:15para uma cultura
18:16ITSA,
18:17testes de sensibilidade
18:18de antibióticos.
18:20Então,
18:20nas infecções
18:21banais,
18:21infecções
18:22brandas,
18:22isso não é
18:23obrigatório.
18:24Mas para todos
18:24os efeitos,
18:25nessa bibliografia,
18:26a gente vai
18:26considerar
18:27essa opção
18:29como uma
18:31opção
18:31errada.
18:34Letra B.
18:35O objetivo
18:35fundamental
18:36do tratamento
18:37cirúrgico
18:37da infecção
18:38é aumentar
18:39a concentração
18:40de antibiótico
18:40no local
18:41do abscesso.
18:41Sim ou não?
18:42é o objetivo
18:45fundamental
18:45do tratamento
18:46cirúrgico?
18:47Qual é o objetivo
18:48fundamental
18:48do tratamento
18:49cirúrgico?
18:50Remover a causa.
18:52Remover a causa.
18:54Então,
18:55não é aumentar
18:56a concentração
18:56de antibiótico.
18:57Isso vai acabar
18:57acontecendo
18:58por uma via
18:58de consequência,
18:59mas não é
19:00o fundamental.
19:03Letra C.
19:03A técnica
19:05de incisão
19:05e drenagem
19:06inclui a colocação
19:07de um dreno,
19:08geralmente de borracha,
19:09para impedir
19:10o fechamento
19:10da incisão
19:11da mucosa.
19:13Certo, né pessoal?
19:14Letra C.
19:16Correta, tá?
19:17E a letra D.
19:18A cirurgia
19:19é o método
19:20secundário
19:21de tratamento
19:22das infecções
19:22odontogênicas.
19:23Não, né?
19:24É o método
19:25primário.
19:26Tem mais uma
19:26alternativa aí,
19:27não tem?
19:28Letra E.
19:29No caso
19:29de uma celulite grave,
19:31não se deve
19:32extrair o dente
19:32envolvido
19:33nem incisar
19:34e drenar,
19:35bastando a administração
19:36de antibiótico.
19:38Aqui,
19:38a resposta
19:39é aquela
19:40nossa questão
19:40da celulite.
19:42Tá errado.
19:42Na celulite
19:43você pode
19:44incisar e drenar.
19:47Mas não basta
19:48a administração
19:49de antibiótico,
19:50tá pessoal?
19:51Então,
19:52letra C.
19:54Opção correta.
19:58E aí,
19:58falando sobre
19:59cultura microbiológica,
20:00como é que se faz isso?
20:01se aspira
20:02entre 1 e 2
20:03mililitros
20:04do pus
20:05ou do fluido
20:05textual
20:06com uma agulha
20:07de calibre
20:0718G,
20:08uma agulha
20:08grossa.
20:10Esse fluido
20:11geralmente
20:11é espesso,
20:12ele é viscoso.
20:13Então,
20:14se você tentar
20:14aspirar com uma
20:15agulha mais fina,
20:16você vai ter
20:16dificuldade
20:16ou não vai conseguir.
20:20Coloca-se o fluido
20:21aspirado em frascos
20:22com cultura
20:23para aeróbios
20:24ou anaeróbios
20:26não,
20:27e anaeróbios.
20:30E esse método
20:31permite a coloração
20:32pelo grã
20:33e teste
20:33de sensibilidade
20:34a antibióticos.
20:35Aquela técnica
20:36que a gente usa
20:37de aspirar,
20:39aspirar o fluido
20:40ou o pus,
20:42dobrar a agulha,
20:43tampar com o rolho
20:44e mandar para o laboratório,
20:46ela até pode ser utilizada,
20:47mas ela vai ser
20:48prejudicada
20:49nisso aqui,
20:50ó.
20:51A anaeróbios.
20:52Porque os anaeróbios,
20:55eles precisam
20:56de ambiente
20:56adequado
20:57para a cultura
20:58e para
20:59crescimento.
21:03Então,
21:03a gente pode ter aí
21:04um resultado
21:06falso,
21:07negativo.
21:09Geralmente,
21:10esses germes
21:11crescem em ambiente
21:12de microaerofibia
21:14ou anaerobiose.
21:15São
21:16preparações
21:18especiais,
21:19exigem
21:20instalações
21:22especiais
21:23e o meio
21:23de transporte
21:24e o meio
21:24de cultura
21:25também.
21:26Principalmente
21:26para anaeróbios
21:27estritos,
21:29porque anaeróbios
21:30estritos
21:30são aqueles
21:31que não só
21:32não precisam
21:33de oxigênio
21:34para viver,
21:34como também
21:35eles morrem
21:36na presença
21:37de oxigênio.
21:39Tem os facultativos
21:41e tem os estritos.
21:42Os estritos
21:43morrem
21:45na presença
21:46de oxigênio.
21:46Por isso que
21:47a irrigação
21:47com água oxigenada
21:48é tão eficaz
21:49na pericoronarite.
21:50Por quê?
21:52Porque a água
21:53oxigenada
21:54libera oxigênio
21:55nascente,
21:56espécie nascente
21:57do oxigênio
21:58que mata
21:59a anaeróbia.
22:00Estritos.
22:02Tá bom,
22:02pessoal?
22:05Indicações
22:05para a cultura
22:06e teste
22:08de sensibilidade
22:09antibiótica.
22:10Infecções
22:10disseminadas
22:11além dos processos
22:12alveolares,
22:13ou seja,
22:13aquelas
22:14que se localizam
22:16em espaços
22:17faciais,
22:18profundos ou não,
22:19primários ou secundários.
22:21Infecção
22:22com progresso rápido.
22:23Poxa,
22:24de ontem à noite
22:25para hoje de manhã
22:26o paciente
22:27dobrou de volume.
22:28Isso indica
22:29uma cultura
22:29ITSA.
22:31Tratamento
22:32anterior
22:32com múltiplos
22:33antibióticos.
22:34Por quê?
22:34Porque já podem
22:35estar sendo
22:36desenvolvidas
22:37espécies resistentes
22:38aos antibióticos
22:39comuns.
22:40Então,
22:41nesses casos
22:42precisam
22:43de uma
22:43identificação
22:44do germe causador
22:45e da
22:46identificação
22:47de um
22:47antibiótico
22:48eficaz
22:48contra esse
22:49germe causador.
22:53Depende.
22:54Depende.
22:54Às vezes
22:55leva até
22:55uma,
22:56duas semanas
22:57para crescer
22:58mais.
22:59Calma,
23:00pessoal.
23:01Vamos com calma.
23:03Ainda tem
23:03muita aula.
23:06Infecção
23:06recorrente,
23:07ou seja,
23:07aquela infecção
23:08que você drenou,
23:09o paciente curou,
23:10mas daqui a pouco
23:10voltou.
23:12Infecção
23:13recorrente.
23:13Ou o paciente
23:15ou hospedeiro
23:16com defesas
23:17comprometidas.
23:18Que é de paciente
23:19que a gente comentou.
23:20O imuno
23:20suprimido,
23:22o alcoolista,
23:23o diabético
23:24descompensado,
23:25o paciente
23:26em terapia
23:27com corticoide
23:28e assim
23:30por diante.
23:31Tá,
23:31pessoal?
23:33Resumindo,
23:34a cultura
23:35e o TSA
23:36devem ser
23:37realizados
23:38quando houver
23:38infecções
23:39incomuns.
23:41Lembra
23:42que eu falei
23:42que não é
23:42para infecção
23:43trivial?
23:44Não é
23:44para infecção
23:45branda?
23:46É
23:46para infecções
23:47incomuns,
23:48para pacientes
23:49imunocomprometidos
23:50e aqueles
23:50com problemas
23:51sistêmicos.
23:53E certamente
23:53para todos
23:54aqueles pacientes
23:55com infecções
23:55graves o suficiente
23:56para você indicar
23:57a intervenção
23:58hospitalar.
23:59Esses
23:59devem ter
24:00uma cultura
24:00ETSA.
24:13o que não é
24:15para infecção
24:16que não é
24:18a cultura
24:19e a cultura
24:21invisível
24:22e a ciência
24:23morrendo.
24:24Legenda Adriana Zanotto
24:54Legenda Adriana Zanotto
25:24Legenda Adriana Zanotto
25:54Legenda Adriana Zanotto
26:24Legenda Adriana Zanotto
26:54Legenda Adriana Zanotto
27:24Legenda Adriana Zanotto
27:54Legenda Adriana Zanotto
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