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  • há 9 meses
ODONTOLOGIA GERAL - Todas as Aulas Organizadas de forma Didática na Playlists.

Transcrição
00:00Então, vamos lá, voltando mais uma vez.
00:13Os antibióticos.
00:15Poxa, se eu tenho uma infecção bacteriana,
00:18um antibiótico devia me ajudar, né?
00:20Mas a terapia periodontal não é assim que funciona.
00:24Então, o que são antibióticos?
00:26Os antibióticos, por definição, são drogas que podem matar ou parar as multiplicações de células bacterianas
00:32em concentrações que são relativamente inofensivas para o hospedeiro.
00:39Efetividade da terapia.
00:41Então, para o meu antibiótico ser eficaz para aquilo que eu estou propondo,
00:46ele precisa ter a capacidade de alcançar os locais infectados.
00:50Ou seja, ele precisa chegar na minha bolsa.
00:52Não é isso? Na minha bolsa periodontal?
00:53Não é lá que estão meus patógenos?
00:55Então, ele precisa chegar lá.
00:57A habilidade das bactérias-alvo, elas também têm a habilidade de resistir e inativar o agente.
01:05Ou seja, além do meu antibiótico ter que chegar lá na minha bolsa,
01:09nos meus tecidos periodontais,
01:10ele precisa chegar em concentrações que sejam suficientes
01:14para matar aquelas bactérias que ele está indo atrás.
01:16Eles podem ser bactericidas, que matam os seus alvos de forma direta,
01:23ou bacteriostáticos, inibindo o crescimento.
01:26De baixo espectro, ativos em poucas espécies,
01:29ou largo espectro, que é ativo contra várias espécies de bactérias.
01:33O que as evidências científicas sugerem do uso do antibiótico para tratar a periodontite?
01:42Então, olha lá.
01:43Sugerem que, se você usar antibiótico para tratar as formas agressivas de periodontite,
01:49você tem um efeito melhor na terapia periodontal.
01:52Quando você vai tratar a associação de um paciente que tem a doença
01:59por associação de porfiromona, a gente vai alisolar.
02:03O ideal seria que a gente conseguisse, no consultório,
02:06fazer o teste microbiológico para saber o que a gente está combatendo.
02:10Mas isso não é nossa realidade, isso não acontece.
02:14O benefício de tratamento adicional nas bolsas mais profundas
02:18e reduzir a necessidade da terapia adicional cirúrgica.
02:21Ou seja, o paciente, se fizesse uma soma do tratamento com antibiótico sistêmico
02:27e com a terapia mecânica, ele responderia bem melhor com essa associação
02:33e aí diminuiria a terapia cirúrgica.
02:36O que é a terapia cirúrgica na periodontia que eles estão se referindo aqui?
02:40Se você tem uma bolsa muito profunda, você raspa, raspa, raspa o paciente
02:44em determinados sítios muito profundos, a gente não consegue uma resposta boa,
02:48a gente faz um acesso à raspagem para raspar em campo aberto, tá?
02:53Então, as limitações da terapia mecânica, no caso das limitações da terapia mecânica,
03:00os agentes antimicrobianos podem ajudar?
03:03Vocês acham que sim ou que não?
03:08Então, os instrumentos mecânicos, eles não são capazes de remover o patógeno periodontal
03:13de todos os sítios infectados.
03:14Nesses casos aí, o seu antibiótico ia estar ajudando.
03:18Por exemplo, como a gente já disse, daqueles patógenos que conseguem invadir célula e tecido.
03:24Então, a raspagem mecânica, ela não consegue tirar esse patógeno de lá.
03:28A falta de acesso às bactérias.
03:30Então, concavidades, lacunas, nos túbulos dentinários, dentro dos tecidos moles.
03:37Então, são fontes de reinfecção pós-tratamento mecânico.
03:41Você não está sabendo por que não está dando certo,
03:43porque você tem de onde, você tem um reservatório desse patógeno
03:47que vai colonizar onde você tratou e seu tratamento não vai ser muito eficaz.
03:52Características específicas da infecção periodontal.
03:55Olha lá.
03:55Falta de invasão maciça no tecido.
03:59Onde é que está a maior parte do micro-organismo da doença periodontal?
04:03Está na superfície do dente.
04:05Não está dentro do tecido.
04:06Então, isso dificulta a chegada do agente.
04:09As bactérias da placa sub-gengival interagem com os tecidos periodontais,
04:14mesmo sem a penetração tecidual direta.
04:18Para conseguir o efeito, esse antimicrobiano, esse antibiótico,
04:23precisa estar disponível a uma concentração suficientemente alta
04:28dentro dos tecidos periodontais e no ambiente da bolsa.
04:32Quando utilizar um antibiótico na terapia periodontal?
04:39Todo paciente a gente vai prescrever antibiótico?
04:43Quando que a gente vai?
04:44Quem são os candidatos à terapia mecânica associada a um antibiótico sistêmico?
04:53As formas agressivas da doença.
04:56O que mais?
04:57Se o paciente tiver gum e pum, se ele tiver fatossistêmico envolvido.
05:03Não necessariamente.
05:05Mas o crônico, o paciente crônico, o paciente periodontista crônico,
05:09ele algum dia, alguma vez, ele pode ser também indicado?
05:14Quando?
05:17Quando ele não estiver respondendo bem a terapia periodontal.
05:21Então, o paciente...
05:22Abscesso periodontal, periodontal, qual é a causa do abscesso periodontal?
05:29Então, se você remota...
05:31Pode usar antibiótico.
05:38Ele vai ajudar...
05:39Só que o grande lance do antibiótico na periodontia, usar ou não usar, é o seguinte.
05:44A maioria de agente etiológico, não é para lá que cálculo.
05:49Então, quando a gente faz terapia mecânica e remove a causa, você tem uma resposta muito boa.
05:55Então, por isso que diminui a utilização do antibiótico, não é em todos os casos da periodontia.
06:02Só que, na periodontia agressiva, o patógeno, por ser muito virulento e conseguir invadir tecido,
06:10é um plus maior.
06:12Então, o paciente com periodontia agressiva, ele não responde tão bem a terapia mecânica
06:15quanto o paciente com periodontia crônica.
06:18Tá?
06:20Não associado o quê?
06:25A agressiva...
06:27Sempre associada à presença de placa.
06:33Não, então, os depósitos microbianos de um paciente com periodontia crônica, eles condizem com a destruição que ele tem.
06:47Na periodontia agressiva, não.
06:49Porém, é precisa placa.
06:52Então, não existe um caso de periodontia agressiva que você não acumule placa.
06:56O cálculo sub-gengival é praticamente inexistente.
06:59Mas as quantidades são pequenas, com uma destruição muito grande, porque o AA é extremamente virulento.
07:06Tá?
07:07Então, quando que a gente utiliza o antibiótico?
07:11Bom, a instrumentação mecânica deve preceder a antibiótico-terapia.
07:16Por quê?
07:17Por que a gente começa raspando?
07:18Por quê?
07:28Pelo biofilme.
07:29Então, assim, o biofilme...
07:31Quando você não desorganiza aquele biofilme, o biofilme tem um efeito protetor.
07:37Então, primeiro, a gente começa desorganizando através da raspagem e aí a gente entra com antibiótico.
07:42E a duração do seu tratamento com o antibiótico, ele tem que começar e acabar até você acabar a terapia mecânica.
07:50Então, na verdade, a sua terapia mecânica tem que começar e acabar dentro dos dias que você está usando o antibiótico.
08:00Reduzir também a quantidade de depósitos bacterianos para evitar a degradação do agente.
08:04O biofilme tem que ser desorganizado para minimizar esse efeito de proteção que ele tem.
08:09Como é que a gente administra essas drogas?
08:10Diretamente na bolsa periodontal, através de irrigação, pomada, gel, dispositivo de ligeração prolongada.
08:17E a via sistêmica oral.
08:20Então, olha só.
08:23Em relação à distribuição da droga, quando a gente faz sistemicamente, tem uma ampla distribuição.
08:28Então, tudo tem prós e contras, né?
08:31Na administração local, o alcance dessa droga é limitado ao sítio que eu estou usando a droga.
08:38As concentrações da droga na administração sistêmica tem níveis variados em diferentes lugares do corpo.
08:45Quando a gente administra localmente, concordam comigo que a concentração naquele sítio que eu estou colocando vai ser grande?
08:52Eu estou colocando direto lá.
08:54O potencial terapêutico, no caso da sistêmica, pode alcançar melhor os micro-organismos mais amplamente distribuídos.
09:01E aqui, na local, pode agir melhor sobre as bactérias associadas ao biofil.
09:09Em relação aos problemas, na administração sistêmica, a gente tem os efeitos colaterais do remédio.
09:17Na administração local, a reinfecção acontece proveniente de locais não tratados.
09:23Limitação clínica.
09:24Depende da lesão do paciente.
09:26Então, a gente vai ver que o paciente tem que tomar amoxicilina associada com metromidazol três vezes por dia.
09:30Então, o paciente esquece.
09:32Ou então, se ele tem alguma reação ruim, ele vai fingir que esqueceu, vai se enganar.
09:37Tem tudo isso.
09:37Tem adesão do paciente.
09:39E no caso do local, não.
09:40A gente vai ali, coloca e dá tudo certo.
09:44Como eu disse, a identificação dos patógenos para a escolha da droga.
09:48O ideal é que a gente, para evitar a resistência bacteriana e usar um antibiótico que é mais direcionado,
09:53que a gente pudesse fazer o exame microbiológico para saber o que está causando aquela doença.
09:57Mas não é uma rotina nossa, não é a realidade.
10:05Como é que a gente usa esse antibiótico na periodontia?
10:08Então, que regimes que a gente tem de antibiótico de terapia sistêmica,
10:11adjunta recomendada na terapia da mecânica da doença periodontal.
10:16Então, na prática clínica, como é que a gente faz isso?
10:19Vamos lá.
10:20Quais são os dois principais patógenos que a gente tem que combater?
10:25A hipofiromonas.
10:27Certo? Beleza.
10:28Então, olha só.
10:29Quando a gente tem a microbiota associada à hipofiromonas de endivales,
10:33tem outras bactérias, mas eu estou falando das principais.
10:36Hipofiromonas de endivales, a gente vai usar o metronidazol de 250 a 500 miligramas.
10:42Isso aqui é a recomendação da academia americana de periodontia, tá?
10:453 vezes ao dia, entre 7 e 10 dias.
10:49Então, a gente não pode virar para o paciente e falar,
10:51ó, você vai usar de 7 a 10 dias.
10:52Não.
10:53Dentro da recomendação da academia, a gente tem que determinar 7, 8, 9 ou 10.
10:59Oi, amor.
11:00Porfiromonas de endivales da periodontite crônica.
11:05E o AA da periodontite agressiva.
11:10Anota aí que vai ter mais informação dos dois já já.
11:13Foi?
11:17Tá.
11:21Aí, beleza.
11:23Vocês viram que aqui não tem o AA?
11:26Então, o metronidazol, ele é eficaz contra porfiromonas.
11:33Quando a gente fala em AA, a gente fala em amoxicilina.
11:38Então, ah, não sou periodontista, não vou decorar.
11:40Meu Deus do céu, mais o nome.
11:41Como é que eu decoro?
11:42Decora.
11:42Amoxicilina, AA.
11:45E porfiromonas que começa com a consoante,
11:49metronidazol que começa com o consoante.
11:51Então, acho que já facilita na hora de relembrar ali alguma coisa, não é?
11:56Então, assim, a amoxicilina é para o AA.
11:59Né?
11:59Então, pronto.
12:00Decorou.
12:01E aí, quando a gente tem AA e porfiromonas associados,
12:06a gente tem que combinar as drogas também.
12:08Metronidazol e amoxicilina.
12:09A notícia feliz é que, pelo menos, o paciente vai usar no mesmo horário.
12:14Não tem um que eu uso de seis em seis horas e o outro de oito em oito.
12:16E esse tem que fazer 500 despertadores no celular, né?
12:19Para conseguir tomar medicação e a adesão do paciente vai ser melhor.
12:23Então, são três vezes por dia.
12:26Sete dias.
12:28Paciente que for alérgico.
12:30A gente tem a opção da clindamicina de 300 miligramas,
12:33só que aí são quatro vezes por dia.
12:35Então, se o paciente já se engana três vezes
12:38para a gente conseguir uma adesão de quatro vezes por dia é mais difícil.
12:42Na ausência de AA, porque ela também não é eficaz contra o AA.
12:47Além disso, pode ter associação de metronidazol com cipro.
12:52Aqui, o paciente vai ter que botar despertador no celular, né?
12:55Porque o metronidazol vai ser de oito em oito horas,
12:58três vezes por dia.
12:59O cipro já é de dois em duas.
13:01Se fosse só cipro, beleza.
13:02Ele vai tomar de dois em doze horas,
13:03mais fácil o paciente aderir ao tratamento.
13:07Bom, efeito colateral.
13:10Então, a gente sabe que é antibiótico e terapia sistêmica.
13:12O paciente pode responder mal
13:14e ter alguns sinais e sintomas ruins.
13:20Então, vocês têm essa tabela aí, não têm?
13:22Todo mundo tem, tá?
13:24Oi, amor.
13:25É, porque eu botei as principais aqui.
13:31Eu deixei todas completas para vocês.
13:34Porque, geralmente, assim, havia a nossa prática clínica,
13:41fora o paciente que é alérgico à penicilina,
13:44é metronidazol com amoxicilina.
13:46É isso que é o eficaz, que é o direcionado da academia americana.
13:50Então, a gente usa metronidazol a amoxicilina três vezes por dia
13:53enquanto a gente está fazendo a raspagem do paciente.
13:56Sim, senhora?
13:59Então, cada antibiótico tem uma série,
14:02pode ter uma série de efeitos indesejáveis.
14:04Então, penicilina pode dar impercessibilidade,
14:07a tetraciclina, intolerância à gasto intestinal,
14:09candidíase, pigmentação dentária,
14:11que é bem famosa na tetraciclina.
14:14O metronidazol também tem seus efeitos colaterais,
14:16clindamicina.
14:17Então, todo antibiótico sistêmico pode levar o paciente
14:20a desenvolver um sinal, um efeito ruim.
14:26Falando de penicilina e cefalosporina,
14:29elas inibem a síntese de parede celular.
14:31Por que isso é interessante?
14:38Célula do hospedeiro tem parede celular?
14:42Quem tem parede celular?
14:44Série de células de bactéria.
14:45Então, não vai agir nas nossas células.
14:48Vai procurar a célula ruim para agir.
14:53Espectro bactericida limitado.
14:55A moxicilina aparece em níveis eficazes no líquido gengival.
14:59Então, isso é bom.
15:00Algumas bactérias destroem o anel beta-lactâmico,
15:03que vocês já me falaram,
15:04porque elas produzem o quê?
15:06Beta-lactamase.
15:07E aí, a gente faz o quê?
15:13Associa quem?
15:14Para dar certo?
15:16Exatamente.
15:17O clavulanato.
15:20A tetraciclina tem amplo espectro e é menos tóxica.
15:26Inibidor da síntese proteica.
15:29É bacteriostática.
15:31Inibe a colagenase.
15:32Então, olha que bom.
15:33Além dela ser um antibiótico que mata lá a bactéria, né?
15:37Ela ainda inibe uma colagenase,
15:39que ela é uma enzima que o quê?
15:41Degrada o quê?
15:42Colágeno.
15:43E como é que está a produção da colagenase nos pacientes com periodontite?
15:47Aumentada.
15:48Então, tem esse outro efeito ainda.
15:51Aí, falando em metronidazol e cipro,
15:55inibem a síntese de DNA.
15:57O processo envolve as vias de redução, né?
15:59Das características de bactérias anelobicitas e protozoários.
16:03Não os de micro-organismos aeróbicos ou micro-aerófilos.
16:07Não atua no AA.
16:08Então, se tiver na questão da prova de vocês o metro e o cipro
16:14contra a periodontite agressiva,
16:16a gente já sabe que a gente não vai fazer.
16:19E a associação das drogas.
16:22Então, se você associar, a gente tem um espectro mais amplo,
16:25como vocês viram.
16:26Se eu associar a moxicilina...
16:28Oi, amor.
16:30Cipro e metronidazol.
16:34Se eu associo a moxicilina com o metronidazol,
16:37eu não estou pegando mais bactérias,
16:39então esse espectro aumenta, tá?
16:42Só que...
16:44Os antibióticos bacteriocitáticos,
16:46eles não funcionam quando a gente usa junto com bactericida.
16:51Então, a gente escolhe dois iguais.
16:54Ou então, se realmente a gente precisar fazer a associação,
16:57a gente vai usar um,
16:58esperar esse um acabar e vai usar o outro
17:00e não vai usar ao mesmo tempo, certo?
17:02Antibióticos locais, agora, na prática clínica.
17:09Para que a gente vai usar?
17:11Como é que a gente trata a doença periodontal com eles?
17:15Eles vão alcançar níveis terapêuticos na área subgengival
17:19durante vários dias em concentrações maiores,
17:22porque a gente está colocando lá direto no local infectado.
17:26A administração vai ser benéfica no controle da doença
17:30contínua localizada em pacientes estáveis.
17:33Ou seja, eu consegui lá o controle do meu paciente
17:36e, quando ele volta para a reavaliação,
17:40eu vou...
17:41Deve sombrar, não, desculpa.
17:42Eu vou raspar todos os sítios dele que perderam inserção?
17:46Então, vamos lá, pergunta.
17:47Chegou um paciente para a gente
17:49com periodontite crônica,
17:51onde quase todos os sítios da boca dele
17:54estão acometidos com perda de inserção.
17:56A gente raspou e conseguiu a estabilidade dele.
17:59Aí ele volta para a consulta de manutenção dele,
18:01terapia periodontal de suporte,
18:03depois de seis meses.
18:04Aí a gente faz outro periograma dele
18:06para ver onde ele continuou perdendo inserção.
18:09Depois que a gente fez o periograma dele,
18:11a gente vai ver o que aconteceu de bom e de ruim nele.
18:15A gente vai raspar toda a boca dele?
18:16A gente só vai raspar onde ele estiver apresentando sangramento,
18:22que é o primeiro sinal clínico de doença,
18:24ou perda de inserção,
18:25continuou perdendo inserção, né?
18:28Então, nesses pacientes que eles apresentam
18:31a doença contínua localizada,
18:34a gente pode lançar a mão,
18:35ao invés de usar o antibiótico sistêmico,
18:38dar para esse paciente um antibiótico local,
18:41porque ele não está apresentando doença em todos os sítios.
18:43Então, a gente evita expor o paciente ao antibiótico.
18:48Falando em terapia de suporte ou de manutenção,
18:51eles podem se beneficiar em sítios
18:53que não respondem bem à terapia mecânica,
18:55que foi isso que a gente acabou de conversar agora.
18:57Alternativa de tratamento local não cirúrgico,
19:00efeitos antibacterianos mais poderosos
19:04do que a raspagem e o alisamento radicular.
19:07Então, para concluir,
19:09a parte de antibióticos,
19:11então, não podem ser uma forma
19:13da gente compensar a terapia mecânica.
19:16Então, tem um efeito antimicrobiano,
19:20a periodontite é causada por bactéria,
19:21mas eu vou compensar o tratamento mecânico
19:24com antibióticos, não existe.
19:26É tratamento adjuvante,
19:28ou seja,
19:30o que vai causar os melhores efeitos
19:32é a terapia mecânica.
19:33Ele está lá para melhorar
19:35a resposta ao tratamento mecânico.
19:38Indicado para as formas agressivas
19:40de periodontite,
19:41então, o paciente tem periodontite agressiva,
19:43é a A por firomonas,
19:44amoxicilina e metronidazol
19:46três vezes por dia, tá?
19:50Indicado ainda para casos
19:51com contínua perda de inserção
19:53mesmo após a terapia mecânica,
19:55pode reduzir a necessidade
19:57da terapia cirúrgica em bolsas profundas,
20:00regiões refratárias
20:01podem ser tratadas
20:02com um antibiótico local,
20:04e atitude prudente,
20:07porque se a gente usar
20:08indiscriminadamente
20:09o antibiótico,
20:10o que acontece?
20:12Resistência bacteriana.
20:14Certo?
20:16Então, só para a gente ver agora
20:18o que a gente está acabando,
20:19que horas são?
20:19Quatro e...
20:22Só para a gente ver
20:23como é que essa aula
20:24cai em concursos, né?
20:26Então, olhem só.
20:27A porfiromona gengivalis
20:29é um exemplo
20:30de patógeno periodontal
20:31que possui uma gama
20:32de fatores de virulência
20:34que afetam as defesas imunes
20:35do hospedeiro.
20:37Sendo assim,
20:37assinale a opção
20:38que apresenta
20:39o fator de virulência
20:40que inibe a secreção
20:42de interleucina 12
20:43nos macrófagos.
20:44Então, como é que é
20:45decoreba a questão do concurso, né?
20:50E aí, a gente
20:51ia apostar em quê?
20:55Lembra o que eu falei
20:56das fibres?
20:57Isso é um fator de virulência
20:58super importante
20:59para a porfiromonas?
21:03Então, mais uma questão
21:04de 2012
21:05para informar
21:06se é verdadeiro ou falso
21:08o que se afirma
21:08sobre a alteração microbiana
21:10durante a doença periodontal
21:12e assinale a sequência correta.
21:15Então, essa foi a questão
21:15que eu disse para vocês
21:16da setinha mais cedo.
21:19De grã positiva
21:20para grã negativa.
21:21É isso que acontece?
21:23Yes.
21:25Então, de bastonete
21:26para cócus.
21:27é isso que acontece?
21:28Não.
21:29Faz o quê?
21:29O contrário, não é?
21:33De organismos móveis
21:34para imóveis.
21:37Então, olha só.
21:37Vamos fazer
21:38fazendo para o concurso
21:39aqui, ó.
21:40Se a gente fosse já
21:42de grã positiva
21:43para grã negativa
21:44e bastonete para cócus,
21:45essas daqui
21:45são as mais fáceis, né?
21:47A gente já elimina
21:48aqui de baixo algumas.
21:49Então, essa já foi.
21:50Não é isso?
21:51Essa permanece,
21:52essa permanece
21:53e essa já foi.
21:54A gente está ali, ó.
21:55B e C,
21:56que fazem as duas ao contrário.
21:58Então, de organismo
21:59móvel para imóvel?
22:01Sim ou não?
22:02E aí, fermentadora
22:06para proteolítica?
22:08Então, vocês
22:09tenham em mente
22:10o seguinte,
22:10a fermentadora
22:11é aquela que usa
22:12a dieta
22:13como fonte
22:14de nutrição
22:15e a proteolítica
22:16é a que usa
22:17proteína.
22:18E essas proteínas
22:19vêm do infiltrado
22:19inflamatório,
22:20dos tecidos
22:22periodontais,
22:23tá?
22:23Então,
22:24para a gente
22:25excluir aqui,
22:26o que a gente
22:26vai marcar?
22:30Letra C.
22:35Mais uma questão,
22:37olha lá,
22:37questão enorme.
22:38Com relação
22:39ao controle químico
22:40da placa
22:40supragendival,
22:42de acordo com o Linde,
22:44o veículo ideal
22:45para a administração
22:46de agentes
22:47controladores
22:48de placa
22:49é a pasta de dente.
22:50Por aquilo
22:51que a gente conversou,
22:52é mais acessível,
22:53todo mundo usa
22:54a escova e a pasta,
22:55né?
22:56Muitos ingredientes
22:57são usados
22:58na pasta de dente
22:59e cada um
23:00tem o papel
23:00que influencia
23:01a consistência
23:02e a estabilidade
23:04do produto
23:05ou a sua função.
23:06Assinale a opção
23:07que apresenta
23:08o detergente
23:08mais usado
23:09na pasta de dente.
23:10Qual é?
23:19Outra de 2010.
23:21Oh,
23:22outra de 2010 não,
23:23é o livro
23:24Carranza 2016,
23:26então essa é recente.
23:27De acordo com
23:28o Linde Carranza,
23:30com relação
23:30à terapia periodontal
23:32não cirúrgica,
23:33ou seja,
23:34terapia periodontal
23:34mecânica,
23:36marque a opção
23:36correta.
23:38A administração local
23:39de agentes
23:40anti-infecciosos
23:42diretamente
23:43na bolsa
23:44tem o potencial
23:45de fornecer
23:46concentrações
23:47menores
23:48diretamente
23:49na área
23:50infectada
23:51e dessa forma
23:52não produz
23:52efeitos
23:53colaterais
23:53sistêmicos.
23:54Isso é verdade?
23:55A concentração dele
23:56é menor lá?
23:58Não.
23:59Com relação
24:00ao uso
24:01de irrigação
24:02domiciliar
24:03autoaplicada,
24:04as evidências
24:05demonstram
24:06que é capaz
24:07de reduzir
24:08a gengivite,
24:09sangramento
24:10à sondagem,
24:11patógenos periodontais
24:13e remove
24:13de maneira
24:14eficaz
24:15o biofilme,
24:16sendo tão efetivo
24:17quanto o fio dental
24:18quando usado
24:19juntamente
24:20à escovação
24:21dentária.
24:25Então,
24:26a irrigação
24:26domiciliar
24:27seria capaz
24:28de remover
24:30de maneira
24:30eficaz
24:31o biofilme.
24:32Não era?
24:40Era falsa?
24:45A cara dele.
24:47Olha lá,
24:47os instrumentos
24:48elétricos
24:48removem
24:49biofilmes
24:50e
24:50biofilmes,
24:52bactérias
24:52e cálculos
24:53por meio
24:54da ação mecânica
24:55e os instrumentos
24:56sônicos
24:57e ultrassônicos
24:57mostraram-se
24:58superiores
24:59na remoção
25:00do cálculo
25:00comparados
25:01a instrumentos
25:02manuais.
25:06Oi?
25:12Como diferentes
25:13padrões
25:13de distribuição
25:14bucal
25:14podem ser reconhecidos
25:16em pacientes
25:17com periodontite
25:18para micro-organismos
25:19como
25:19porferomona
25:20de endivares,
25:22a terapia
25:22antimicrobiana
25:23local
25:24pode ter mais
25:25êxito
25:25em pacientes
25:26nos quais
25:26esses micro-organismos
25:27são mais difundidos
25:29do que em pacientes
25:30nos quais
25:31a presença
25:31do patógeno
25:32é limitada
25:33à área isolada.
25:36Se perderam
25:37no meio?
25:41Ele está dizendo
25:42aqui que
25:42a antibiótica
25:43terapia
25:43local
25:44pode ser
25:45mais bem sucedida
25:47nos pacientes
25:48quando esses
25:49micro-organismos
25:50são mais difundidos.
25:53É?
25:53O sistema
25:57de administração
25:58local
25:58de drogas
25:59para tratamento
26:00da doença
26:01periodontal
26:02abrange
26:02desde a colocação
26:03de pomadas
26:04ou géis
26:05até a utilização
26:06de dispositivos
26:06sofisticados
26:07de liberação
26:09prolongada
26:10de agentes
26:10antibióticos.
26:12Dentre os antibióticos
26:13que são mais usados
26:14subgendivalmente
26:16são metronidazol,
26:17azitromicina,
26:18derivados da tetra
26:19e da penicilina.
26:23Qual que vocês
26:23marcaram?
26:27Ninguém marcou nada?
26:29Como assim?
26:34Se perdeu
26:35no meio?
26:37É o sono?
26:38É o sono já?
26:40É fome?
26:40Ah, fome é pior
26:41do que o sono.
26:43Deixa eu ver
26:43se tem uma
26:44mais questãozinha aqui.
26:46Teste microbiológico.
26:49Olha só.
26:52Quando eu estava
26:53falando para vocês
26:54da associação
26:55do antibiótico
26:55à amoxicilina
26:56e ao metronidazol,
26:58os testes microbiológicos
26:59podem ser usados
27:00sempre que um caso
27:01de periodontite agressiva
27:02não responder à terapia
27:03ou quando a destruição
27:04continuar independente
27:06dos esforços terapêuticos.
27:07Nos casos
27:08de periodontite agressiva,
27:10quem é o principal responsável?
27:13Ah,
27:13que ele é sensível
27:16à amoxicilina
27:18ou ao metronidazol?
27:19Não sei.
27:20Então tá.
27:20No caso da periodontite agressiva
27:22em que se observou
27:23na microflora
27:24associada
27:25à presença
27:26na microflora
27:27dela
27:28é o AA,
27:28não é isso?
27:29Então associada
27:30a ela
27:31tinha porfiromonas.
27:33O antibiótico
27:34de escolha
27:34segundo Carranza
27:35vai ser qual?
27:37Se bem que
27:37segundo Carranza
27:38não é a
27:39a não
27:40biografia de vocês.
27:41Não,
27:42é só o Linde.
27:42eu acho que esse daqui
27:50foi eu que botei
27:50o coração no lugar
27:51errado, tá?
27:53É,
27:53eu botei o coração
27:54no lugar errado.
27:56Ignorem meu coração.
27:57Deixa eu ver
28:01a questão inteira
28:02na...
28:02Qual?
28:03Ela é B.
28:05Não é B?
28:09Não sei qual é.
28:09É quatro?
28:10É quatro, é.
28:13Vocês querem fazer
28:14um intervalinho agora
28:14pra comer e acordar?
28:16Então tá.
28:17Então olha só.
28:18São quatro e meia
28:19no meu relógio.
28:20É isso mesmo
28:20no relógio de vocês?
28:21Que hora vocês
28:23querem retornar?
28:26Hum?
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