- há 1 ano
ODONTOLOGIA GERAL - Todas as Aulas Organizadas de forma Didática na Playlists.
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Categoria
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AprendizadoTranscrição
00:00:00Vamos agora começar as P.A.s, as pós-tero anteriores.
00:00:14P.A. de mandíbula, também chamada de P.A. de crânio.
00:00:17Plano sagittal mediano perpendicular ao plano horizontal,
00:00:20mantendo a região frontal e ápice, que nem o nosso amiguinho aqui está,
00:00:24apoiado no chassi.
00:00:25A área de incidência vai ser 2 centímetros abaixo da protuberância occipital externa,
00:00:31bem aqui na altura de mandíbula, ângulo vertical zero e ângulo horizontal zero.
00:00:38Indicado para fatura de mandíbula em região de ângulo ramo ascendente,
00:00:42colo de cônjulo e terço posterior de corpo,
00:00:45e lesões patológicas nessas mesmas regiões para avaliação de expansão lateral-lateral.
00:00:51Então, está aí a nossa P.A. de mandíbula.
00:00:54Se feita em um cefalostato, a gente tem uma cefalométrica frontal.
00:01:00Também dá para fazer traçado.
00:01:03Na P.A. de seis frontais, a gente tem plano sagittal mediano perpendicular ao plano horizontal,
00:01:10também mantém região frontal e ápice apoiados,
00:01:13só que a área de incidência vai ser um pouquinho acima da protuberância occipital externa.
00:01:17Então, a gente também usa uma angulação um pouquinho diferente, mais 20, zero,
00:01:22e a gente pega bem essa região de seio frontal.
00:01:24Agora, a caveirinha, P.A. de seio maxilar, adoram pedir.
00:01:32Também chamada de técnica de Watters.
00:01:35Plano sagittal mediano perpendicular ao plano horizontal,
00:01:38mantendo a região do mento apoiado no chassi, como o nosso amiguinho aqui está.
00:01:44Área de incidência na linha imaginária tangente à órbita,
00:01:47angulação, tanto a vertical quanto a horizontal, zero,
00:01:51mas o importante de saber é isso aqui.
00:01:55Indicação da técnica de Watters.
00:01:58Exame de seio maxilar e frontal, é muito pedido para seio maxilar.
00:02:03Fratura de terço médio de face, fratura de complexo zigomático
00:02:06e fratura naso-órbito etimoidal.
00:02:10Então, está aí o resultado.
00:02:12Também é indicada para fratura de órbita, fratura de processo coronóide,
00:02:16enfim, tem uma série de indicações.
00:02:22Town e reversa.
00:02:23Também pode ser chamada de breton ou breton alongada.
00:02:33Sendo que a gente chama town e reversa
00:02:36quando a incidência é AP, antero-posterior.
00:02:40Quando a incidência é pós-tero-anterior, P.A. é town só.
00:02:44Enfim, é só por onde o face está entrando.
00:02:46Se é por frente ou por trás.
00:02:47Mas, no final das contas, o resultado radiográfico vai ser melhor.
00:02:50É.
00:02:51Tá.
00:02:53Nela, a fronte e a ponta do nariz vão estar encostados no filme.
00:02:57A cabeça do paciente vai ser inclinada para baixo,
00:02:59formando um ângulo de 25 a 30 graus entre a linha canto metal e o filme.
00:03:04E isso aqui é importante.
00:03:05O paciente está de boca aberta.
00:03:07Indicação de town e também pode cair.
00:03:11Fraturas de colo de cóndulo.
00:03:13Aqui a gente está vendo uma fraturinha.
00:03:15Fraturas intracapsulares de ATM.
00:03:17Avaliação de superfícies articulares e distúrbios de ATM.
00:03:21Hipo e hiperplasia condilar.
00:03:23Então, basicamente tudo ligado aqui a cóndulo e ATM.
00:03:26E a nossa axial, que tem como sinônimo sub-mento-vértice.
00:03:35Incidência de Hertz também cai pra caramba.
00:03:38O plano sagital mediano vai estar perpendicular ao plano horizontal,
00:03:42mantendo a cabeça em hiperextensão, como está essa posição aqui.
00:03:46E é importante que você jamais vai poder fazer isso num paciente poli-traumatizado, né?
00:03:50Esses de hospital.
00:03:50Então, é uma contra-indicação.
00:03:53Você tem que saber que o paciente está em condições de fazer essa posição.
00:03:57A área de incidência vai ser na altura do vértice do crânio.
00:04:02Ângulo vertical 65 e 80.
00:04:04Ângulo horizontal 0.
00:04:07Indicação.
00:04:09Exame de seio esfenoidal.
00:04:13Também cai pra caramba essa pergunta.
00:04:16Lesões patológicas em palato e base de crânio.
00:04:18A avaliação de fraturas de arco zigomático em radiografia com redução de fatores de exposição.
00:04:24Isso aqui também cai pra caramba.
00:04:26Então, as principais indicações que eu já vi em questão de prova citando da incidência de Hertz
00:04:32também cai com esse nome, tá, gente?
00:04:33Não cai só axial, cai Hertz também.
00:04:38Seio esfenoidal.
00:04:40E fratura de arco zigomático.
00:04:42Porque quando vocês verem a imagem, dá até pra entender, né?
00:04:45Assim, a gente consegue ver bem arco, né?
00:04:47Então, aqui a fraturinha.
00:04:49Você diminui um pouquinho os fatores de exposição e a gente consegue ver bem.
00:04:55E seio esfenoidal também é indicado.
00:04:57Essa figura é uma figura do, eu coloquei até na postila de vocês, é uma figura do White,
00:05:06mas é que é bem legal, que é um resumão, assim, de tudo.
00:05:10Tem os posicionamentos todos de cabeça, com crânio, tem as radiografias, tem o paciente, enfim.
00:05:17Assim, pra quem tem uma memória visual legal, é interessante dar uma olhadinha.
00:05:21Fala de algumas angulações também, mas principalmente de imagem.
00:05:27É bom que vocês memorizem a noite do White, o White Faroá.
00:05:31Tá bom, é legal pra ter uma imagem visual, assim, memória fotográfica, realmente.
00:05:39E é um resumão de tudo.
00:05:40Vamos pra radiografia panorâmica.
00:05:45Vamos lá.
00:05:48A panorâmica, também chamada de pantomografia, é uma técnica que produz em uma única imagem
00:05:53as estruturas faciais, incluindo ambos os arcos dentários, maxila, mandíbula e todas
00:05:58as suas curvilíneas de suporte.
00:06:00Ela se baseia no movimento recíproco da fonte de raio-x de um receptor ao redor de um plano
00:06:06ou ponto central.
00:06:07Então, o paciente tá ali centralizado, filme e tubo de raio-x girando ao redor em movimento
00:06:13recíproco.
00:06:16Então, aqui tem alguns aparelhos, né?
00:06:19Objetos em frente ou atrás desse plano de corte, o campo focal, não são visibilizados
00:06:24de forma clara.
00:06:25Então, isso é importante.
00:06:26Às vezes, a gente tem um canino que tá posicionado ou incluso fora desse plano de corte.
00:06:32Na radiografia panorâmica, ele não aparece de maneira tão nítida.
00:06:35Às vezes, pode até passar despercebido.
00:06:38É importante a gente ter em mente também que a radiografia panorâmica é uma radiografia
00:06:41cheia de superposição.
00:06:43Então, a gente pode ter alguma coisa mascarada ali porque a gente tem tudo sobreposto.
00:06:49Então, o nosso campo focal, o nosso plano de corte, é uma zona curva tridimensional.
00:06:55Então, todas as estruturas que tiverem nessa zona aparecem de maneira nítida na radiografia.
00:07:01Objetos fora do campo focal aparecem borrados, ampliados ou reduzidos e, por vezes, irreconhecíveis.
00:07:09Então, se a gente tiver um dente totalmente atípico aqui fora de posição, ele pode não
00:07:13aparecer.
00:07:14É importante vocês terem isso em mente.
00:07:15Ou até uma patologia, de repente.
00:07:17A imagem panorâmica produz necessariamente distorção do tamanho e formato do objeto.
00:07:26E essas distorções fazem que a imagem panorâmica seja altamente suspeita para medidas lineares
00:07:31e angulares.
00:07:32Antigamente, quando a gente não tinha muita tomografia acessível a todo mundo, vocês
00:07:37devem ter pego muito aquelas panorâmicas para implante, lembra?
00:07:40Que a gente fazia a radiografia panorâmica e fazia medida linear para implante na panorâmica.
00:07:46Assim, é surreal.
00:07:47Porque é uma técnica totalmente com distorção.
00:07:50É uma medida aleatória.
00:07:53Então, é totalmente responsável fazer um implante se baseando em uma imagem só como
00:07:56essa.
00:07:57Ela é bidimensional?
00:07:59Ela é bidimensional.
00:08:01Bidimensional.
00:08:01Não, a zona curva.
00:08:09A zona é tridimensional.
00:08:11Mas é uma imagem bidimensional.
00:08:13Está tudo ali planificado.
00:08:16Tá?
00:08:18Então, essas panorâmicas para implante não existem, gente.
00:08:21É surreal pedir isso hoje em dia ainda.
00:08:23E tem gente que pede, né?
00:08:24Tem gente que faz implante olhando só panorâmica.
00:08:26Mas, enfim.
00:08:29É, também, né?
00:08:30Enfim, deixa quieto.
00:08:33Então, eu achei essa imagem bem legal.
00:08:36Eu não lembro.
00:08:37Eu acho que é do White.
00:08:38Mas eu achei bem legal porque dá bem essa ideia de plano de corte.
00:08:43A ampliação horizontal vai ser determinada pela posição do objeto dentro do campo focal.
00:08:48Então, aqui no meio, o paciente quando vai fazer a panorâmica, ele encaixa o dente
00:08:51aqui nesse batentezinho.
00:08:53E aí foi colocada essa figura circular aqui, um anelzinho, para ver como é que ele reage
00:08:59quando colocado no plano de corte, fora do plano de corte, para frente ou para trás.
00:09:04Então, aqui ele está bem centralizado, né?
00:09:07E está dentro do plano de corte.
00:09:08Então, ele aparece sem distorção.
00:09:11Se a gente posiciona esse paciente um pouco para trás, a gente tem uma distorção aqui
00:09:15dessa região.
00:09:16E se ele fica na frente do plano de corte, a gente também tem uma distorção.
00:09:19Os dentes ficam mais fininhos.
00:09:21Então, é bem essas alterações.
00:09:22Se vocês quiserem tirar foto disso aqui também, também é bom saber.
00:09:27Atrás do plano de corte, as estruturas aqui tendem a ficar mais alargadas.
00:09:31E quando fica à frente do plano de corte, fica tudo mais estreitinho.
00:09:35O queixo plano oclusal deve ser bem posicionado para evitar distorções, como a gente viu
00:09:47agora.
00:09:48Se o queixo for deslocado para cima, o plano oclusal fica meio invertido.
00:09:54Acho que vocês já devem ter visto aquela radiografia que fica bem planificada, quando
00:09:57o paciente fica com a cabeça um pouquinho mais para cima.
00:10:01E ao contrário, também existe.
00:10:02Se o queixo do paciente deslocar para baixo, a gente tem uma panorâmica com esse resultado.
00:10:07A gente chama de face sorridente.
00:10:09Parece que o paciente está sorrindo.
00:10:11Os dentes ficam muito sobreprostos e a sínfise, às vezes, é até cortada, como essa aqui.
00:10:17Isso também é um erro de posicionamento do paciente na radiografia panorâmica.
00:10:24O plano sagital mediano tem que estar perpendicular ao solo.
00:10:27O plano de Frankfurt paralelo ao solo.
00:10:30Língua encostada no palato, para evitar essa área de ar que, às vezes, fica difícil
00:10:34avaliação de ápice de dentes, principalmente superiores.
00:10:40E quando tudo estiver bem posicionado, filme e cabeçote vão girar ao redor do paciente
00:10:45no movimento recípro.
00:10:46A gente tem em panorâmica as imagens reais, que são localizadas dentro dessa área aqui
00:10:55azul, objetos todos, todos os objetos que estiverem localizados entre o centro de rotação
00:10:59e o receptor vão aparecer como imagens reais.
00:11:03Tem algumas imagens que aparecem como imagens duplas.
00:11:07são os englobados aqui nessa área verde, ou seja, todos os objetos que ficam à frente
00:11:12do centro de rotação, eles acabam sendo interceptados duas vezes pelo feixe.
00:11:17Então, o ocioide, epigote, coluna cervical, por isso que a gente vê tudo duplicado aqui
00:11:21do lado.
00:11:23Então, aqui está vendo?
00:11:24Duas colunas, dois ocioides.
00:11:28Enfim, é porque esses objetos são interceptados duas vezes.
00:11:31Então, eles aparecem como imagens duplas.
00:11:34E a gente tem as imagens fantasmas também, de objetos localizados entre a fonte de raio-x
00:11:38e o centro de rotação.
00:11:40Então, eles vão aparecer na imagem do lado oposto da verdadeira localização a um nível
00:11:44mais elevado e borrada.
00:11:46Então, aqui a gente tem a imagem real de um brinco e aqui a gente tem a imagem fantasma
00:11:50dele.
00:11:52Aparecida mais em cima e borrada.
00:11:55Só saibam que existem esses três tipos de imagem.
00:11:59imagem real, imagem fantasma e imagem duplicada.
00:12:05Vantagens da panorâmica.
00:12:06Ampla visibilidade dos ossos faciais, dentes e imônica tomada.
00:12:10Baixa dose de radiação.
00:12:11Não causa desconforto, né?
00:12:13Não tem nem comparação com o peripal completo.
00:12:16Possibilidade de realizar radiografia em pacientes com dificuldade de abertura de boca.
00:12:20Curto tempo necessário para a realização da tomada.
00:12:23Facilidade de compreensão das radiografias panorâmicas pelo paciente.
00:12:26Tornando-as um útil auxílio visual e apresentação de casos clínicos.
00:12:32E indicada para pacientes que não toleram a sequência de um peripal completo.
00:12:36Também tem como vantagem ser úteis clinicamente para diagnóstico de problemas que requerem
00:12:40ampla visualização dos maxilares.
00:12:42A gente consegue, numa única tomada, visualizar maxila e mandíbula.
00:12:46Então, a gente vê casos de traumatismo, terceiro-molares, patologias extensas, enfim.
00:12:51Uma série de possibilidades.
00:12:53Também é utilizada por todas as especialidades odontológicas em função dessas características.
00:12:59Então, está aqui algumas panorâmicas.
00:13:02Como desvantagem.
00:13:03Não apresenta alta definição e alto detalhe das radiografias intraorais.
00:13:07Então, se você estiver pesquisando CARI, por exemplo, não é a radiografia indicada
00:13:12para isso.
00:13:14Não são úteis para detecção de pequenas lesões cariosas.
00:13:17Detalhes das estruturas periodontais e doença periodontal.
00:13:21A superfície proximal dos molares e premolares normalmente se sobrepõe.
00:13:25E objetos clinicamente importantes podem estar situados fora do plano de corte.
00:13:30Eu acho que essa é a principal desvantagem, na verdade.
00:13:32Então, com isso, eles podem aparecer distorcidos ou até nem aparecer.
00:13:36Então, a gente tem que ter em mente que essa é uma limitação da técnica.
00:13:41Pode ser que alguma coisa esteja passando despercebido.
00:13:46Ampliação desigual e distorções geométricas ao longo da imagem.
00:13:49Então, ocasionalmente, a presença de estruturas sobrepostas, como a coluna vertebral,
00:13:53pode mascarar lesões odontogênicas, particularmente na região de incisivos.
00:13:58A região de incisivos é uma região difícil de avaliar em panorâmica.
00:14:00Não demonstra disposição vestíbulo-lingual das estruturas,
00:14:05mas essa é uma limitação de todas as técnicas bidimensionais.
00:14:08Então, se a gente espera apical, enfim, a gente só consegue ver largura e altura.
00:14:12Não consegue ter noção de profundidade.
00:14:16Aqui mais algumas panorâmicas.
00:14:20Métodos de localização.
00:14:21Eu adoro essa imagem, gente.
00:14:23Vocês já viram na internet?
00:14:24É o máximo.
00:14:25Qual é o método?
00:14:26Vocês sabem, né?
00:14:27Entendeu?
00:14:30Ela não entendeu ainda.
00:14:31Entendeu?
00:14:33Aqui.
00:14:34Técnica de Clark, gente.
00:14:36Dois objetos posicionados um em direção ao outro.
00:14:38É quando você muda a angulação.
00:14:43Isso é muito legal, gente.
00:14:46Eu acho o máximo essa figura.
00:14:47Técnica de Clark.
00:14:48Vamos ver alguns métodos de localização.
00:14:50Clark, Miller, Winter, Donovan, Parma, Elemaster.
00:14:55Adoram pedir também, gente.
00:14:57Questão disso.
00:14:57Cai pra caramba.
00:14:59Clark é o clássico.
00:15:00Já coloquei até a caveirinha aqui.
00:15:02Clark cai pra caramba.
00:15:04Ao examinarmos dois objetos semelhantes que se encontram...
00:15:08É o quê?
00:15:10Caiu.
00:15:12Cai pra caramba.
00:15:13Donovan, o Clark é clássica.
00:15:14Ao examinarmos dois objetos semelhantes que se encontram em linha reta, sobrepostos ao objeto mais próximo encobrirá o mais distante.
00:15:26Então, é a nossa figurinha ali.
00:15:28Se o observador se deslocar, notará que os dois objetos também se deslocarão em direção contrária àquela realizada.
00:15:35E o outro objeto acompanhará a direção do desvio.
00:15:38Então, um objeto vai acompanhar o movimento do observador e o outro vai no sentido contrário.
00:15:45O objeto mais próximo vai se deslocar no sentido contrário.
00:15:50E o objeto mais distante vai se deslocar no mesmo sentido.
00:15:55Então, vamos ver...
00:15:57Olha lá.
00:15:57O objeto...
00:15:58Cheguei aqui pro ladinho.
00:16:00O objeto mais próximo se deslocou no sentido contrário.
00:16:04O objeto mais distante vai acompanhar o movimento.
00:16:07Tá?
00:16:08Então, a gente faz, geralmente, duas ou três radiografias numa mesma região.
00:16:13A gente varia apenas a angulação horizontal.
00:16:15Então, o posicionamento do filme é o mesmo.
00:16:17A gente varia a angulação horizontal do nosso cilindro.
00:16:20Sinônimos de Clark.
00:16:22Princípio da paralaxe.
00:16:24Técnica de deslizamento.
00:16:26Técnica do deslocamento do tubo.
00:16:29Eu já vi caindo com paralaxe também.
00:16:32Bom.
00:16:33Sinônimos de Clark.
00:16:35Mas Clark é o mais clássico.
00:16:38Indicado pra localização.
00:16:40Indicação também é importante, tá?
00:16:42Indicação de Clark.
00:16:42Localização de estruturas no sentido vestíbulo lingual.
00:16:47Dissociação de raízes, condutos radiculares e estruturas anatômicas.
00:16:51E pela imagem, aqui, a gente consegue entender melhor.
00:16:54Eu gosto muito de figura porque dá pra entender melhor, né?
00:16:57Esses textos, enfim.
00:16:59Aqui a gente tem uma estrutura aqui.
00:17:01X e Y semelhantes na mesma direção.
00:17:03Se a gente fizer uma radiografia aqui, bem perpendicular a essas duas, o que a gente tem é isso aqui, né?
00:17:09X e Y sobrepostos.
00:17:11A gente não vai conseguir identificar quem é quem.
00:17:13Se a gente angular um pouquinho pra cá, o X que tá mais próximo da gente vai pra mais distante, vai fazer o deslocamento no sentido contrário.
00:17:24E o Y, que estaria por lingual, acompanha o nosso movimento.
00:17:29Então, a gente ia ter uma imagem como essa aqui.
00:17:31X mais distante e Y mais perto.
00:17:34Se a gente fizer a movimentação no outro sentido, acontece a mesma coisa.
00:17:38Quem tá mais por lingual vai acompanhar nosso movimento, ficar mais próximo da gente.
00:17:43E quem tá por vestibular vai mais pro longe.
00:17:45Na verdade, isso aí é a chave de Clark.
00:18:00O mais próximo vai tá sempre se deslocando no sentido contrário e o mais distante acompanhando o movimento.
00:18:09O vestibular.
00:18:10Quem tá por vestibular vai pra mais no sentido contrário da movimentação.
00:18:13A gente vai ver esses exemplos de imagem com um conduto, por exemplo, que é uma indicação.
00:18:19Então, aqui a orto radial, que é a nossa bem perpendicular, a gente tem o conduto vestibular e palatino sobrepostos.
00:18:26A gente só vê uma coisa.
00:18:28Disto radial.
00:18:29A gente disto angulou.
00:18:31Nosso conduto vestibular vai pra longe e o palatino vai pra mais perto.
00:18:36Se a gente fizer a outra angulação, o meser radial, o vestibular vai acompanhar e o palatino vai ficar mais perto.
00:18:44Entendeu?
00:18:45E aqui o resultado radiográfico.
00:18:47Do lado, ó.
00:18:49Nossa orto radial.
00:18:50Vestibular e palatino um sobre o outro.
00:18:52A gente disto angula.
00:18:54O vestibular vai pra longe e o palatino acompanha.
00:18:58E o contrário é a mesma coisa.
00:18:59Aí o vestibular...
00:19:00O palatino tá por palatina.
00:19:04Tá mais distante.
00:19:05E o vestibular...
00:19:06Tá o vestibular e o palatino.
00:19:08Aí quem tá pela frente, por vestibular, vai sempre fazer o sentido contrário da minha movimentação.
00:19:15Quem tá por palatina vai sempre acompanhar a minha movimentação.
00:19:20Então com isso...
00:19:21Aqui, ó.
00:19:21A gente tem um dentinho, um canino.
00:19:26Incluso.
00:19:27A gente consegue ver...
00:19:27Vamos supor que essa aqui é a nossa orto radial.
00:19:29Ele tá bem em cima aqui da região do lateral, né?
00:19:33Ápice do lateral.
00:19:35Aí quando a gente mesializa...
00:19:37Tá vendo?
00:19:38Aqui eu só tava pegando um pouquinho do central, do 11.
00:19:40Aqui eu já pego 11 e 21.
00:19:42Então eu mesializei, né?
00:19:43O meu canino acompanhou o meu movimento.
00:19:46Tá vendo?
00:19:47Ele tava com a coroa dele em cima do meu 12.
00:19:50E agora ele tá com a coroa em cima do meu 11.
00:19:52Então ele acompanhou o meu movimento.
00:19:54Se ele acompanhou o meu movimento, ele tá por palatina.
00:19:58Então quando a gente não tem a tomografia, enfim.
00:20:02A gente tá no consultório e precisa de uma resposta rápida.
00:20:05Claro que pode ajudar bastante a gente.
00:20:09Aqui outro canino.
00:20:10Também por palatina ou não lá?
00:20:13Mesma coisa.
00:20:16É, tem que pensar.
00:20:17Tem que pensar.
00:20:18Pode cair até com figurinha assim, gente.
00:20:20Eu acho que já teve questão figurinha aparecendo.
00:20:22Não radiografia, desenho.
00:20:24De dizer se tá pro vestibular ou pro palatina.
00:20:27Então sim.
00:20:29É isso aí.
00:20:31Mas tem que ver qual é a movimentação, né?
00:20:33Se tá mesializando ou tá digitalizando.
00:20:36Então é só pensar.
00:20:37Aqui a coroa tá bem em cima do nosso 12.
00:20:40Mesializei.
00:20:41Vim pra região de centrais.
00:20:43Minha coroa foi pra cima do 11.
00:20:45Acompanhou o meu movimento.
00:20:46Então tá por palatina também.
00:20:50Aqui um caso de dissociação de conduto.
00:20:53Também é legal.
00:20:54A nossa orto.
00:20:56Conduto vestibular e palatina.
00:20:57A gente não consegue diferenciar quem é quem.
00:21:00Distalizei.
00:21:00Vim pra trás um pouquinho.
00:21:03Apareceram dois condutos.
00:21:05Quem acompanhou o meu movimento é o que tá mais distante.
00:21:08É o palatino, no caso.
00:21:10Aqui tá lingual, mas é palatino, né?
00:21:11Superior.
00:21:12E quem foi pro sentido contrário é o vestibular.
00:21:15Então dissociaiai os dois condutos.
00:21:18Beleza?
00:21:19Não conseguiu entender?
00:21:20Você tem que usar primeiro a tua referência aqui de radiografia.
00:21:29Essa aqui é a radiografia inicial.
00:21:31Tem dois condutos, mas eu não consigo ver quem é quem porque tá um sobreposto ao outro.
00:21:35Eu preciso diferenciar esses dois.
00:21:38Você vai fazer uma movimentação na tua radiografia.
00:21:41Ou pra mesial ou pra distal.
00:21:43Nesse caso aqui eu distalizei.
00:21:44Por quê?
00:21:45Aqui eu quase não tô vendo esse dente aqui.
00:21:48É um molar, provavelmente.
00:21:50E aqui eu já consigo ver um pouquinho mais dele.
00:21:52Eu andei pouquinha coisa pra trás, mas andei.
00:21:55Eu andei pra trás.
00:21:57Quem acompanha meu movimento tá sempre mais distante.
00:22:01Pensa naquela figurinha do Obama.
00:22:04Aquela figurinha é ótima, gente.
00:22:07É muito legal essa figura, gente.
00:22:08Aqui eu tô retinho com os dois.
00:22:13Eu mesializei, eu vim mais pra esse ladinho.
00:22:18A mulher que tá atrás acompanha o meu movimento.
00:22:20Então ela tá mais distante.
00:22:22Quem tá pro vestibular, o senhor aqui, foi pro lado contrário.
00:22:26Eles se dissociam aqui.
00:22:28Eles se dissociam assim.
00:22:32Entendeu?
00:22:33Tenta namorar essa figura assim.
00:22:36Um pouquinho, que eu acho que dá pra entender melhor.
00:22:38E essas figurinhas também ajudam pra caramba.
00:22:44Então aqui nossos caninos.
00:22:47E aí nossa dissociação de condutos.
00:22:49Beleza, Clark.
00:22:51Segundo método.
00:22:52Método de Miller-Winter.
00:22:55Pensem em dois nomes.
00:22:57Miller-Winter, dupla incidência.
00:23:00Então é uma técnica que usa duas incidências perpendiculares entre si.
00:23:04A gente vai fazer um periapical convencional da região.
00:23:06E uma oclusal da mesma região.
00:23:10Isso pra quê?
00:23:11É quase que tentar avaliar uma região de maneira tridimensional.
00:23:15Na verdade a gente pode fazer uma tomografia e não ter necessidade de fazer isso.
00:23:19Mas enfim.
00:23:20Antigamente era isso que a gente fazia.
00:23:22Método de Miller-Winter também é conhecido como técnica do ângulo reto ou da dupla incidência.
00:23:28Então pense em dois autores.
00:23:29Miller-Winter, dupla incidência.
00:23:32Ideal pra localizar dentes não irrumpidos na região de molares inferiores.
00:23:38Então por exemplo.
00:23:39Aqui a gente tem uma bolinha radiopaca que foi colocada ali no dente.
00:23:43Então a gente faz uma incidência periapical normal.
00:23:46E uma incidência oclusal.
00:23:48E com isso a gente consegue meio que localizar espacialmente.
00:23:51Essa bolinha.
00:23:53A gente sabe que ela tá aqui na altura de terço médio desse pré.
00:23:56Mas tá por vestibular.
00:23:58Então Miller-Winter é pra isso.
00:24:00Técnica da dupla incidência.
00:24:03Ah, então aí um caso com dentinho.
00:24:06Faz o periapicalzinho da região.
00:24:08E uma oclusal.
00:24:09E a gente consegue localizar ele espacialmente dentro desse arco.
00:24:16Modificação de Donovan.
00:24:17Terceira opção.
00:24:18Radiografia oclusal com filme periapical apoiado sobre o ramo ascendente da mandíbula.
00:24:24Ela é uma modificação do método de Miller-Winter.
00:24:28Então a única diferença dela é que em vez de a gente fazer uma oclusal convencional.
00:24:31A gente vai apoiar o nosso filme oclusal aqui no ramo ascendente.
00:24:36Então a gente tem como resultado mais ou menos uma radiografia como essa.
00:24:40E a gente é indicado pra localização de terceiros molares inferiores também.
00:24:44Técnica de Parma.
00:24:50Na técnica de Parma, o filme vai ser inclinado em seu maior eixo, formando um ângulo com
00:24:54um plano oclusal.
00:24:55Então naqueles casos que a gente tem um terceiro molar bem em posição horizontal,
00:24:59que no filme o periapical não consegue pegar ele em toda a sua extensão, você dá uma
00:25:03anguladinha pra ver se consegue pegar ele inteiro.
00:25:06Técnica de Parma.
00:25:07Então, indicada quando o periapical convencional não registrar por completo o terceiro molar
00:25:12inferior.
00:25:13Então nada mais é do que entortar um pouquinho o filme.
00:25:22Modificação de Donovan.
00:25:25Ah, milimiter.
00:25:26Apoiado aqui no ramo ascendente.
00:25:35Fica...
00:25:35E o dente que você quer...
00:25:39Apoiado um pouquinho no oclusal, mas no ramo ascendente, na parte posterior do filme.
00:25:44Tá?
00:25:47Então, técnica de Parma, o filminho inclinadinho e a gente consegue pegar o terceiro molar em
00:25:53toda a extensão.
00:25:54Lemaster.
00:25:56Essa aqui é caveirinha também.
00:25:59Depois de Clark, é a segunda que adoram pedir.
00:26:01É essa.
00:26:02Não sei porquê, mas cismaram com ela.
00:26:04O que que consiste a técnica de Lemaster?
00:26:07Colocar um rolete de algodão na metade inferior do filme.
00:26:12Indicado quando houver sobreposição do processo zigomático com as raízes dos molares superiores.
00:26:18Então, quando a gente faz uma técnica de bissetriz, que a gente viu que o longo eixo do filme
00:26:24do dente não estão iguais, pode ser que o processo zigomático apareça exatamente na
00:26:29região de ápice.
00:26:30Então, se a gente quiser fazer alguma avaliação endodôntica desse dente, a gente não consegue
00:26:33avaliar bem.
00:26:34Então, a gente coloca um rolete de algodão que nada mais é do que paralelizar esse dente
00:26:40e o eixo.
00:26:42Tornar uma técnica do bissetriz mais ou menos do paralelismo.
00:26:47Então, a gente, colocando esse rolete, tanto o dente quanto o filme estão no mesmo eixo,
00:26:53a gente consegue posicionar o nosso cone aqui, o nosso cilindro localizador perpendicular e,
00:26:59com isso, o processo zigomático sai dessa região.
00:27:02Vamos ver a radiografia que dá para entender melhor.
00:27:05Então, aqui na bissetriz, nosso filme, nosso dente.
00:27:10Olha aqui o processo zigomático bem em cima lá da nossa raiz.
00:27:14Então, se eu estiver fazendo uma avaliação, se eu quiser ver se esse dente tem lesão pré-apical,
00:27:17eu não consigo ver com esse processo zigomático aqui.
00:27:20Então, coloco o meu rolete de algodão, deixo o meu filme paralelo.
00:27:24Então, consigo colocar aqui o meu cone perpendicular e, com isso, o processo zigomático sai da minha área de incidência.
00:27:32Dá para entender?
00:27:35E aí, consigo já avaliar a raiz desse dente melhor, sem nenhuma estrutura sobreposta.
00:27:41Ok?
00:27:41Então, nada mais é do que isso a técnica de Lemastro.
00:27:46Então, aí.
00:27:47Outra radiografia aqui.
00:27:49Processo zigomático e osso zigomático bem em cima das raízes aqui do acidente.
00:27:53Coloquei meu algodãozinho e todo mundo saiu ali de cima.
00:28:00Anatomia.
00:28:02Oi?
00:28:03Não sei.
00:28:15Asa do grão?
00:28:16Não sei.
00:28:16Mas qual...
00:28:18Então, é quase Clark.
00:28:31É Clark.
00:28:32É Clark.
00:28:36Na verdade, Clark você pode usar para qualquer coisa.
00:28:39Dois objetos que estejam um na frente do outro.
00:28:42Então, isso pode ser asa e, sei lá, dente.
00:28:45Não sei.
00:28:46Enfim.
00:28:47Qualquer movimentação de um objeto na frente do outro e alteração de angulação horizontal é para funcionar isso.
00:28:54Então, provavelmente deve ser Clark por isso que você está falando.
00:28:57Vamos lá.
00:28:58Anatomia, então, gente.
00:29:00Rapidinho.
00:29:00Anatomia da maxila e da mandíbula.
00:29:05Maxila, região de incisivos centrais superiores.
00:29:07O que a gente consegue ver?
00:29:09Sutura intermaxilar.
00:29:11Que é uma linha radiolúcida de regularidade geométrica entre os incisivos centrais.
00:29:16É importante ter esse conhecimento de anatomia porque pode ser confundido com traço de fratura, né?
00:29:20Então, a gente tem sutura intermaxilar aí entre os incisivos.
00:29:24Passível de confusão.
00:29:28Então, está aí na radiografia.
00:29:29Ela é delimitada.
00:29:30Linhazinha radiolúcida que vem simétrica entre os incisivos centrais superiores.
00:29:37Fossa nasal.
00:29:38Aparece como duas imagens radiolúcidas simetricamente dispostas acima dos ápices radiculares
00:29:43e separadas por uma espessa faixa radiopaca.
00:29:47Então, estão aqui as nossas fossas.
00:29:48Elas aparecem geralmente quando a gente usa uma angulação vertical excessiva, né?
00:29:52Nem sempre elas vão aparecer nas radiografias incisivas.
00:29:59Então, aí estão as nossas fossas nasais separadas por essa linha radiolúcida que é o nosso septo nasal.
00:30:08Então, está aí.
00:30:10Fossas e septo.
00:30:14Às vezes, a gente consegue ver também concha nasal inferior.
00:30:17Em radiografia de incisivo.
00:30:22Espinha nasal anterior.
00:30:24Isso pode cair em questão, geralmente, com essa descrição mesmo.
00:30:28Pequena área radiopaca em forma de V, bababá.
00:30:31Aí, quem são as opções?
00:30:32Espinha nasal anterior.
00:30:34Suntura intermossilar.
00:30:35Enfim, é importante vocês saberem como elas aparecem radiograficamente em todas as estruturas.
00:30:41Então, da espinha nasal anterior.
00:30:43Pequena área radiopaca em forma de V, abaixo do septo nasal, correspondente à superposição da maxila na borda inferior da fossa nasal.
00:30:51Então, é esse Vzinho aqui, né?
00:30:54Que é anatomicamente aqui na nossa peça.
00:30:57Então, está aí, mais uma vez, a espinha nasal e delimitada aqui na radiografia, o nosso Vzinho.
00:31:04Forame incisivo.
00:31:09Situado na altura do rebordo alveolar, entre as raízes dos incisivos centrais superiores ou acima dos seus ápices, podendo ser confundido com a lesão peripical.
00:31:18Então, é importante também, até a técnica de Clark dá para fazer isso também.
00:31:22Se você acha suspeita, esse dente, então, principalmente, ó, lesões cariosas extensas, aqui nem tanto porque está bem posicionado.
00:31:31Mas um dente que apresenta várias lesões cariosas, como esse, e aparece com uma imagem mais aqui em cima, na região de ápice.
00:31:37Você realmente dá para ficar em dúvida se é uma lesão peripical ou se é o canal incisivo.
00:31:41Então, você faz um Clark, movimenta a onculação do tubo horizontal.
00:31:46Se a lesão permanecer ligada aqui ao ápice, é uma lesão peripical.
00:31:50Se ela se movimentar, é o forano incisivo.
00:31:52Tá?
00:31:55Então, está aí o nosso forano incisivo, entre os nossos incisivos centrais superiores.
00:32:03Às vezes, a gente consegue ver também a projeção da cartilagem nasal, que é tecido mole, mas às vezes dá para ver.
00:32:10Então, aparece como essa faixa mais radiopaca aqui, bem no formato de norizinho, né?
00:32:15Então, está ali delimitado a radiografia e do lado ele delimitado.
00:32:22Vamos, então, para a região de incisivos laterais e caninos.
00:32:30Não tem muita coisa, mas tem essa coisa que adoram pedir.
00:32:33Adoram pedir também.
00:32:35Y invertido de N.
00:32:36O que é isso aqui?
00:32:40Parede anterior do seio maxilar assume uma direção ascendente para posterior,
00:32:45havendo um cruzamento com o assoalho da cavidade nasal,
00:32:48resultando em uma imagem radiopaca com forma de Y invertido.
00:32:52Como é que cai isso em prova?
00:32:56Já tinha uma questão que falava quem eram os componentes, quem fazia que formava o Y invertido.
00:33:01Então, era assoalho da cavidade nasal com parede anterior do seio maxilar.
00:33:08Aí, a outra opção era parede lateral do seio maxilar com...
00:33:13E aí, misturado...
00:33:14Enfim, tem que saber sempre o que é.
00:33:16Só pensar aqui na imagem.
00:33:18Parede anterior do seio e sualho da fossa.
00:33:22Então, está aí.
00:33:26Aqui a gente tem seio maxilar.
00:33:29E aqui a gente tem fossa nasal.
00:33:31E o encontro dessas duas corticais vai fazer essa imagem de Y aqui.
00:33:37Y invertido de N.
00:33:48Então, está aí o nosso Y invertido.
00:33:52Soalho da fossa nasal.
00:33:55Parede anterior do seio maxilar.
00:33:58É isso que tem que saber.
00:33:59Que é em forma o Y invertido de N.
00:34:06Foceta mirtiforme.
00:34:08Também chamada de fossa lateral ou fossa incisiva.
00:34:11Vai estar situada entre o canino incisivo lateral superior, aqui nessa região.
00:34:17Aparece mais ou menos como uma área radiolúcida alongada, que corresponde ao registro da fóvea ou depressão óssea supraincisal.
00:34:24Então, nada mais é do que uma área de depressão óssea.
00:34:26Por ser uma depressão óssea, ela parece um pouco mais radiolúcida.
00:34:30Então, é importante que tenha esse conhecimento também, porque pode ser confundido com uma lesão ali na região.
00:34:35Mas nada mais é do que uma área de menor espessura óssea mesmo.
00:34:38Então, está aí a nossa foceta mirtiforme marcada entre a lateral e o canino.
00:34:47Então, está aí.
00:34:48Tudo que a gente vê é incisivo lateral e o canino.
00:34:51Y invertido de N.
00:34:54E a nossa foceta mirtiforme.
00:34:55Vamos para a região de pré-molar.
00:35:03Seio maxilar.
00:35:04Às vezes a gente consegue ver até assoalho de fossa.
00:35:09E alguns seios que são septados, a gente vê esse formato de W.
00:35:14O que a gente chama de W sinusal.
00:35:18Parece que o seio está dividido em várias lojas, né?
00:35:20Mas, na verdade, é um seio único.
00:35:23É só uma divisão aparente.
00:35:24Então, aí.
00:35:25W sinusal.
00:35:28Que é o nosso septo aqui no seio maxilar.
00:35:30E a gente consegue ver assoalho de fossa também, às vezes.
00:35:34E aqui o nosso Y.
00:35:36Cruzamento aqui na região de canino.
00:35:41A gente consegue ver algumas extensões do seio maxilar também, né?
00:35:45Extensão pode ser alveolar, pode ser palatina.
00:35:48A gente vai ver na área de molar mais isso.
00:35:51Às vezes a gente consegue ver canais nutritivos também, principalmente dentro do seio maxilar.
00:35:58Que são essas linhas radiolúcidas que correspondem ao trajeto intraócito de arteríolas ou veias.
00:36:03É raro ver, mas às vezes a gente consegue.
00:36:04Então, essa linhazinha é mais radiolúcida aqui dentro do seio.
00:36:09É um trajeto de arteríola.
00:36:10Região de molar, então.
00:36:14Tuberosidade da maxila, que é o limite posterior do processo alveolar.
00:36:19Aqui a nossa tuberosidade.
00:36:22Delimitado por uma linha radiopaca e preenchido internamente por um trabeculado com espaços medulares mais evidentes e de menor radiopacidade.
00:36:30Então, tá aí a nossa tuberosidade marcadinha.
00:36:34Pós terceiro molar.
00:36:36Seio maxilar, que é a estrutura mais importante aí da região de molar.
00:36:41É o maior dos seios paranasais e tem íntima relação de proximidade com as raízes de molares e pré-molares.
00:36:47Então, ele aparece como uma área radiolúcida de formas arredondadas e ovoides.
00:36:51Delimitada por uma linha radiopaca bem definida, que é a sua cortical.
00:36:55E ele é variável em forma e em tamanho.
00:36:57Então, tá aí as extensões.
00:37:00A gente pode ter extensão para anterior, seio chegando até a região de canino,
00:37:03vencivo lateral, às vezes.
00:37:05Extensão alveolar, bem comum quando a gente perde o dente, né?
00:37:09Extensão palatina e extensão para a região de tuber também.
00:37:13Então, quatro possibilidades aí de extensão do seio.
00:37:19Maior para vocês, extensão alveolar.
00:37:23Extensão para a região de tuber.
00:37:25Extensão palatina.
00:37:30E extensão anterior.
00:37:32Ok?
00:37:36Os septos, que a gente já viu na região de pré-molar aí mais uma vez, na linha radiopaca,
00:37:40simulando divisões do seio maxilar em lojas distintas.
00:37:45Então, tá ali o nosso septo marcado.
00:37:48Alturas e formas variáveis, apresentando às vezes aspectos conhecidos como W sinusal,
00:37:52também já vimos na região de pré-molar.
00:37:55Então, tá aí o nosso W sinusal.
00:37:59Processo zigomático da maxila.
00:38:01Já vimos um pouquinho dele ali na técnica de Lemaster, né?
00:38:05Que aparece, às vezes, em cima do diápice de molar e pré.
00:38:08Então, é uma zona de união da maxila com o osso zigomático.
00:38:13E ele aparece radiograficamente com uma imagem radiopaca em forma de U ou V,
00:38:18sobrepondo-se a cavidade sinusal e relacionada às raízes dos primeiros e segundos molares.
00:38:23Então, tá aí o nosso processo zigomático.
00:38:24Acompanhando o processo zigomático, a gente tem o osso zigomático,
00:38:33que é essa área de maior radiopacidade aqui, mais uniforme.
00:38:39Tá aí, bem limitada, então.
00:38:41Processo zigomático em azul, osso zigomático em vermelho.
00:38:44Mais uma vez, aí, processo e osso zigomático.
00:38:56Amulopterigoide, já foi questão de prova também.
00:38:58Encontrado na porção inferior da lâmina lateral do processo pterigoide.
00:39:03A questão de prova era essa descrição aqui.
00:39:06Falava isso, imagem radiopaca em forma de gancho,
00:39:09posteriormente a tuberosidade variando em forma e tamanho,
00:39:12podendo estar ausente, e quem é?
00:39:14As opções.
00:39:16Amulopterigoide.
00:39:17Então, tá aqui o nosso ângulo, ó.
00:39:18Nosso ganchinho.
00:39:23Pode aparecer ou não.
00:39:31Processo, isso também é muito legal.
00:39:33É quase que uma pegadinha.
00:39:34Processo coronóide da mandíbula, a gente vê em região posterior de maxila.
00:39:40Cardiografia de maxila, a gente consegue ver
00:39:41o processo coronóide da mandíbula, às vezes, dependendo da abertura de boca do paciente.
00:39:46Então, ele aparece com uma imagem radiopaca de contornos nítidos,
00:39:50forma triangular, com base inferior,
00:39:52podendo estar sobreposta à tuberosidade.
00:39:54Então, é bem isso aqui, ó.
00:39:55Dependendo de quanto o paciente abrir a boca, o processo coronóide fica sobre a região de tuberosidade.
00:40:02Bem essa imagenzinha.
00:40:04Então,
00:40:05aqui, ó.
00:40:09Processo coronóide, em cima do dente 18 do paciente.
00:40:15Então, uma estrutura mandibular pode ser vista em uma radiografia de maxila.
00:40:19Aí, ele de novo, mais duas, aparecendo lá.
00:40:29Imagem triangular com base inferior.
00:40:31Aqui, ó.
00:40:42Processo coronóide, em cima do dente 18 do paciente.
00:40:49Então, uma estrutura mandibular pode ser vista em uma radiografia de maxila.
00:40:53Tá?
00:40:54Aí, ele de novo, mais duas, aparecendo lá.
00:41:03Imagem triangular com base inferior.
00:41:08Mandíbula.
00:41:09Região de incisivos entrares inferiores.
00:41:12A gente tem a foramina lingual, que é uma imagem radiolúcida localizada no centro da imagem radiopaca das espinhas genianas,
00:41:19abaixo dos ápices dos dentes incisivos inferiores.
00:41:21Então, é esse pontinho aqui azul.
00:41:24É, esse pontinho radiolúcido.
00:41:26É a nossa foramina.
00:41:28Foramina lingual.
00:41:31É um foramizinho mesmo.
00:41:35Tubérculos genes situados na face lingual
00:41:38são os pontos de inserção dos músculos geneoglióide e geneoglosso
00:41:42e radiograficamente visíveis como um anel radiopaco em volta da nossa foramina.
00:41:48Então, tá ali, ó.
00:41:49A foramina é a bolinha radiolúcida
00:41:52e em volta, o anelzinho radiopaco, são as nossas espinhas genianas.
00:42:00Canais nutritivos que a gente viu em seio maxilar
00:42:02é muito comum também ver em região de incisivo inferior.
00:42:05Eu acho que é até muito mais comum do que em seio maxilar.
00:42:08A gente vê nessa região de incisivo bastante.
00:42:10Então, eles têm, por meio do seu trajeto,
00:42:13o canal mandibular inferior da origem a vários canalículos
00:42:16que são vistos como as linhas radiolúcidas dispostas verticalmente.
00:42:19Esse aqui tá cheio, né?
00:42:21A gente vê várias linhas radiolúcidas.
00:42:23Então, aí, mais canalículos.
00:42:31Protuberância mentual, também chamada de fossa mentual.
00:42:34É uma área de condensação óssea da mandíbula
00:42:36representada por dois traços radiopacos
00:42:39abaixo dos ápices dos incisivos
00:42:41com forma de pirâmide triangular.
00:42:44Então, tá aqui a nossa protuberância.
00:42:51Base mandibular.
00:42:53Às vezes, ela pode ser observada em radiografias periapicais
00:42:55e oclusais com uma imagem radiopaca
00:42:57em razão do maior aprofundamento do filme
00:43:00ou do excesso de angulação.
00:43:02Então, nem sempre a gente vai conseguir ver essa base, né?
00:43:04Normalmente, a gente não consegue.
00:43:05Mas, quando a gente usa uma angulação excessiva,
00:43:07a gente consegue ver essa área radiopaca
00:43:10mais espessa aqui da base da mandíbula.
00:43:12Então, tá aí, marcado.
00:43:14Em duas radiografias.
00:43:18Caninos inferiores.
00:43:19São os nossos canais nutritivos.
00:43:21Não tem nada muito interessante nessa área.
00:43:24Prémolares inferiores.
00:43:26Agora começa a ficar bom.
00:43:27Forame mentual.
00:43:29Que é importantíssimo de ser bem localizado, né?
00:43:32Imagem radiolúcida arredondada ou oval.
00:43:34Altura dos ápices dos dentes pré-molares
00:43:36ou superpostas aos mesmos.
00:43:39E podem também ser confundidos com lesões periapicais.
00:43:42Então, tá aí nosso forame.
00:43:44É importante a gente tentar acompanhar,
00:43:45ver se a gente identifica o trajeto do canal mandibular, né?
00:43:48Que aí facilita um pouco de saber se é um forame mentual
00:43:51ou se é uma lesão periapical.
00:43:55Então, tá lá ele.
00:43:56Mais outro.
00:43:58E o canal mandibular, que é uma estrutura radiograficamente delimitada
00:44:02por duas margens, né?
00:44:04Suas corticais.
00:44:05Tanto superior quanto inferior.
00:44:07As margens radiopacas.
00:44:09Localizados no osso da mandíbula,
00:44:10desde o forame mandibular até o forame mentoniano.
00:44:13E serve de ducto para o nervo veolar inferior.
00:44:16Então, tá aí o nosso canal mandibular delimitado.
00:44:19Região de molares.
00:44:26A gente também tem a linha oblíqua,
00:44:30que é representada por uma linha radiopaca
00:44:32que cruza transversalmente o corpo da mandíbula.
00:44:35A altura de terço médio das raízes dos molares.
00:44:39Então, tá aí a nossa linha oblíqua.
00:44:40A continuação da borda anterior do ramo ascendente da mandíbula,
00:44:45cruzando a superfície externa do corpo da mandíbula.
00:44:47A gente também pode chamar ela de linha oblíqua externa,
00:44:50porque a gente vai ver que a próxima estrutura
00:44:52é chamada de linha oblíqua interna também.
00:44:55Então, tá aí a nossa linha oblíqua externa,
00:44:57passando aqui na região cervical e terço médio,
00:45:00geralmente de molares, onde ela passa.
00:45:03Continuação aí do ramo da mandíbula.
00:45:06Linha milioidea também pode ser chamada de linha oblíqua interna.
00:45:09É o nosso próximo item.
00:45:12Então, a anterior era linha oblíqua ou linha oblíqua externa.
00:45:15E a segunda é a linha milioidea ou linha oblíqua interna.
00:45:19Dá inserção ao músculo milioideo e tem origem na porção média do ramo,
00:45:24cruzando diagonalmente até atingir a borda anterior da sínfise.
00:45:29Então, ela aparece radiograficamente como uma linha radiopaca,
00:45:32baixo da linha oblíqua, na altura dos ápices dos molares ou abaixo,
00:45:37podendo coincidir com o limite superior do canal mandibular.
00:45:39Então, está aí a delimitação.
00:45:42A nossa linha oblíqua externa ou linha oblíqua, em vermelho,
00:45:46e a nossa linha milioidea ou linha oblíqua interna, aqui em azul.
00:45:53Tudo em região de molares e inferiores.
00:45:58Fóvea submandibular.
00:46:00Também é importante de saber.
00:46:01É uma área côncava e face lingual da mandíbula,
00:46:05abaixo dos dentes molares,
00:46:07indo posteriormente até o ângulo mandibular
00:46:09e aloja a glândula submandibular.
00:46:12Então, é uma depressão óssea onde a glândula submandibular se aloja.
00:46:17Então, radiograficamente é representada por uma área radiolúcida,
00:46:20pobremente definida.
00:46:22Então, está aqui a nossa fóvea.
00:46:24Essa área radiolúcida sem limites bem definidos.
00:46:26Fóvea submandibular.
00:46:31Aqui tem uma figura de mais ou menos como ocorre.
00:46:34Uma depressão óssea onde a glândula submandibular se aloja.
00:46:39Por ser uma depressão óssea,
00:46:40ela vai aparecer com menor densidade do que as outras áreas da mandíbula.
00:46:48Novos métodos de exames radiológicos.
00:46:51Vamos lá, então.
00:46:53E agora vai começar a ficar mais denso o negócio.
00:46:58Vamos falar de radiografia carpal,
00:47:00radiografia digital,
00:47:01cintilografia, tomografia,
00:47:03ressonância e ultrassinografia.
00:47:05Não, é região de molares.
00:47:21Ele não divide em primeiro ou segundo.
00:47:24Região de molares.
00:47:25Tá?
00:47:27Então, vamos para a carpal.
00:47:30A idade biológica de uma criança não necessariamente concorda com a cidade cronológica.
00:47:35Então, a idade óssea ou esqueletal tem sido o marcador mais comumente usado nos estudos sobre crescimento
00:47:40e é considerada como o verdadeiro registro da idade biológica.
00:47:45Então, fazendo uma radiografia de punho e mão, por exemplo,
00:47:47a gente consegue ver se aquela criança ainda tem uma previsão de crescimento
00:47:53de acordo com os centros de ossificação da mão daquele paciente.
00:47:57Então, três categorias de informações são tradicionalmente utilizadas.
00:48:07Aparecimento inicial dos centros de ósseos específicos,
00:48:10indicando a posição óssea sobre cartilagem,
00:48:13definição e caracterização dos ossos em função da forma
00:48:16e fusão das epífises com as diáfises.
00:48:19Então, a gente consegue avaliar através de uma radiografia de punho e mão
00:48:23e em que fase de ossificação esses ossos da mão estão
00:48:27se essa idade esqueletal está em comum acordo com a idade do paciente.
00:48:33Então, a gente posiciona a mão esquerda ali do paciente,
00:48:37dedo médio em linha direita com o eixo do antebraço,
00:48:42dedos entreabertos, polegar formando um ângulo de 30 gauss com um dedo indicador.
00:48:49Indicações estimador da idade óssea e curva de crescimento,
00:48:52avaliação e plano de tratamento ortodôntico.
00:48:56A questão que caiu, eu não lembro qual prova foi, mas que foi recente,
00:49:01foi incrivelmente isso.
00:49:02Eu acho surreal, mas eu coloquei para vocês.
00:49:05Existem alguns métodos de avaliação de radiografia de punho e mão
00:49:09e eu citei para vocês aqui.
00:49:11Então, esse primeiro, o método de Grillo e Chipi.
00:49:14Método inspecional, compara a radiografia carpal de crianças
00:49:18com estudo de 58 pranchas radiográficas contidas em um atlas.
00:49:22Então, você pega a sua radiografia, pega esse atlas
00:49:25e compara em qual estágio de ossificação a tua radiografia está
00:49:28em relação àquele atlas.
00:49:29Então, os padrões são separados por sexo
00:49:33e essas pranchas foram obtidas de crianças americanas
00:49:36em nível socioeconômico médio-alto.
00:49:38Já o método de Turner e Whitehouse é um método de escores.
00:49:44Então, é elaborado a partir de amostra de crianças britânicas.
00:49:48Avalie e atribui escores individualmente a 20 ossos da mão e do punho,
00:49:53omitindo o segundo e quarto dedos, pois a maturação dos metacarpos e falanges
00:49:57são, em geral, intimamente ligados,
00:50:00limitando assim o trabalho sem sacrificar a precisão da informação.
00:50:03Então, ele vai avaliando osso a osso e vai dando pontos
00:50:06de acordo com o tipo de ossificação que aquele osso está apresentando.
00:50:12No final, ele soma essas notas todas e dá uma nota.
00:50:15Isso atribui a uma idade específica para aquele paciente.
00:50:20E o último método de Eklof-Higertz,
00:50:23método proposto para crianças suecas,
00:50:25baseado no comprimento e largura de determinados centros de ossificação.
00:50:29Então, uma série de 1.013 crianças foram estudadas pelos autores
00:50:33para estabelecer as variações normais.
00:50:36E a correlação mais significante quando aplicada para crianças brasileiras
00:50:38é esse método.
00:50:40Então, a gente vai medindo o comprimento e a largura desses ossos.
00:50:44E aí, com isso, a gente faz uma relação para o tamanho da idade,
00:50:47se a idade esqueletal do paciente está de acordo com a idade dele, de fato.
00:50:53A questão, eu acho que, se eu não me engano,
00:50:55eu não lembro se era dessa última ou se era desse primeiro método,
00:50:59mas ele descrevia como isso aqui.
00:51:01Método inspecional que compara a radiografia, blá, blá, blá, blá.
00:51:04Aí, as opções eram qual era o método.
00:51:07Só saber o nome.
00:51:08Mas aí, ele fala que não era um símbolo de testes,
00:51:11que não está supervado.
00:51:12Eu acho que falava.
00:51:14Eu acho que falava.
00:51:15É um meritante, que não é um símbolo de testes.
00:51:17É, é.
00:51:18Que pode ser aplicado para um brasileiro.
00:51:20É.
00:51:20Era um textinho exatamente assim.
00:51:22Isso aqui é tirado do livro.
00:51:23Então, era idêntico.
00:51:25E aí, vinha a opção.
00:51:29Radiografia digital.
00:51:33Vamos lá.
00:51:34Em radiologia digital, as imagens são formadas pela interação dos fótons
00:51:37e a emissão de luz, que vai sensibilizar um sensor.
00:51:42Então, a imagem digital, assim como qualquer imagem digital mesmo,
00:51:46não só a radiografia digital.
00:51:48A gente consiste em um grande sistema de pixels.
00:51:50São vários quadradinhos, que é a unidade menor da imagem digital.
00:51:56Eles são organizados em matrizes e linhas.
00:51:59E para cada pixel desse, a gente vai ter uma localização
00:52:02e vai ser atribuído um número específico.
00:52:05Cada número desse vai ser relacionado a um tom de cinza.
00:52:09Então, no final da distribuição dessa numeração,
00:52:13a gente tem a formação da imagem.
00:52:14A gente tem algumas possibilidades de método de aquisição de imagem radiográfica digital.
00:52:21A gente tem um método indireto, quando, na verdade, a gente digitaliza uma radiografia.
00:52:26Então, ele não é digital de fato.
00:52:27A gente pega uma radiografia convencional, utiliza um scanner e aí torna ela digital.
00:52:33Então, esse aqui é um método indireto.
00:52:35A gente tem um método direto, com a radiografia digital propriamente dita.
00:52:39Então, a gente usa sensor.
00:52:41Esse sensor está ligado diretamente ao computador.
00:52:43Então, não tem aquela parte de processamento toda que a gente já viu.
00:52:47A imagem aparece diretamente no monitor, depois da exposição.
00:52:53Eu acho que é isso aí.
00:52:56E a gente tem um método semidireto, que a gente chama,
00:52:59que é com placa de fósforo.
00:53:01Por que semidireto?
00:53:02Porque, depois de feita a exposição com esse sensor,
00:53:06a gente ainda vai ter que colocar ele numa leitora.
00:53:09Aquele método direto é utilizado com esse tipo de sensor aqui,
00:53:12que tem um fio, está vendo?
00:53:14Esse fio já está ligado diretamente ao computador.
00:53:17Então, já transmite a imagem.
00:53:20Esse aqui, a gente não tem essa fiação.
00:53:22Então, a gente tem que colocar dentro de uma leitora.
00:53:24Aí, a leitora vai fazer a leitura dessa imagem
00:53:26e ela, sim, vai mandar essa informação para o computador.
00:53:29Então, é semidireto por conta disso.
00:53:30A gente ainda tem uma etapa de leitura desse sensor.
00:53:36Existem, basicamente, duas tecnologias possíveis.
00:53:39Tecnologia de estado sólido e a fotoestimulável.
00:53:42Aqui, a gente usa essa sigla aqui, PSP.
00:53:47Na de estado sólido, a gente tem sensores do tipo CCD e CMOS,
00:53:52dispositivo de carga acoplada e semicondutores de óxido de metal complementar.
00:53:56Na verdade, a diferença entre elas é só a leitura de como essa informação é processada
00:54:01para o computador.
00:54:02Isso não é muito importante para vocês, eu acho.
00:54:04Nunca vi questão caindo sobre isso.
00:54:06Mas, enfim, no CCD, a gente faz uma linha...
00:54:08A gente lê uma linha de informações de pixels e manda a informação.
00:54:13E no CMOS, a gente faz cada pixel isolado, a leitura.
00:54:16Enfim, mas, de um modo geral, as duas são técnicas diretas.
00:54:21As duas têm fio e é um trambolho.
00:54:25Quem já fez o exame com um sensor desse é muito ruim.
00:54:29Fazer um periapical completo com isso é um pasto.
00:54:32Assim, é muito prático do ponto de vista do consultório.
00:54:35Quem, de repente, não trabalha numa clínica radiológica,
00:54:38porque a imagem está ali direto, né?
00:54:40É um fiozinho.
00:54:41Mas, para quem trabalha com clínica que tem que ter agilidade
00:54:45e fazer um periapical completo com um sensor desse,
00:54:47tem paciente que não tem condição.
00:54:48Porque o sensor é bem mais grosso que um filme convencional.
00:54:50Ainda tem um fio passando ali na boca.
00:54:53Você não tem que colocar um saquinho protegendo isso tudo.
00:54:55Tem posicionador possível também.
00:54:58Então, assim, é um trambolho.
00:54:59Realmente, é muito desconfortável.
00:55:04Então, a característica clínica fundamental.
00:55:07Rápida disponibilização da imagem após a exposição.
00:55:09Desvantagem do tamanho do sensor.
00:55:12E o cabo eletrônico para transferência também é.
00:55:15Mordeu aquele cabo ali, um abraço.
00:55:17Já era.
00:55:18Se essa transmissão ficar dificultada por conta do cabo,
00:55:23é só trocando o cabo.
00:55:24Não tem jeito.
00:55:25E aí, vários miús para consertar isso aí.
00:55:30A placa de fósforo, que é o PSP,
00:55:33apesar de usar essa leitora até uma etapa intermediária,
00:55:37é absurdamente mais confortável.
00:55:39É muito semelhante ao filme.
00:55:41Em dimensão e até de espessura mesmo.
00:55:45Então, a gente vai fazer uma exposição do paciente.
00:55:47A gente consegue colocar um sensorzinho desse até no posicionador mesmo,
00:55:50de filme, normal.
00:55:52Para as técnicas de CCD e Simons,
00:55:55a gente tem posicionadores específicos,
00:55:57por conta daquela fiação.
00:55:58Aqui a gente consegue usar os nossos posicionadores de hiperepical convencional.
00:56:03Faz a exposição.
00:56:05Põe o sensorzinho aqui na leitora.
00:56:07E aí, a imagem aparece.
00:56:08A gente perde alguns segundos a mais.
00:56:10Não é um ponto tão negativo, ao meu ver,
00:56:14por conta da facilidade que se tem
00:56:17e da qualidade que se dá para o paciente.
00:56:19De colocar um sensor muito mais confortável na boca.
00:56:22Eu acho que...
00:56:22Não.
00:56:26Isso aqui é um sensor.
00:56:27Você vai encapar.
00:56:29Colocar um plastiquinho.
00:56:32E isso é até um dos pontos negativos,
00:56:34como eu falo ali daqui a pouco.
00:56:35Infecção cruzada, né?
00:56:37Assim, tem que ter cuidado na hora de encapar direitinho,
00:56:40porque senão vai saliva de um para o outro, né?
00:56:45Então.
00:56:50Em termos de exposição, sim.
00:56:51Mas o maior problema desses sensores é danificar, né?
00:56:55Tanto aquela fiação quanto isso aqui.
00:56:57Isso aqui é arranhado, já era.
00:56:59Aí vai aparecer em todas as grafias aquele arranhão no mesmo lugar.
00:57:02Então, tem que ter cuidado, realmente.
00:57:05As placas de PSP absorvem e armazenam energia dos raios-x
00:57:08e liberam essa energia em forma de luz,
00:57:10quando estimuladas por outra luz.
00:57:12Então, vão armazenar aquela energia do raio-x.
00:57:15Quando a gente coloca aqui na leitora,
00:57:17a leitora vai emitir uma luz e eles vão...
00:57:19E essa energia que foi captada pela placa vai ser liberada em forma de luz
00:57:22e vai ser lido.
00:57:24Essa informação vai passar por um conversor analógico digital
00:57:27e vai ser exibido no computador como uma imagem.
00:57:30Vantagens da radiografia digital.
00:57:34Menos tempo de trabalho, sem dúvida.
00:57:36Você não tem processamento, toda aquela etapa toda que a gente tinha.
00:57:40Menor dose de radiação para o paciente, até 80% menos.
00:57:44Amplo dinamismo.
00:57:46Retoque de imagem.
00:57:48A gente consegue fazer retoque, né?
00:57:49A gente tem programas específicos para trabalho de imagem digital.
00:57:53Então, a gente consegue aumentar brilho, consegue aumentar contraste.
00:57:55Aqueles erros de processamento que a gente tinha antigamente.
00:57:59Se ficou pouco tempo no revelador, ficou claro.
00:58:01Aqui a gente não tem isso.
00:58:02A gente consegue mexer no computador, né?
00:58:04De maneira digital.
00:58:06A gente consegue fazer inversão de imagem.
00:58:08Está vendo?
00:58:08O que é rádio opaco fica rádio lúcido.
00:58:10O que é rádio lúcido fica rádio opaco.
00:58:11A gente consegue fazer...
00:58:13Colocar uns filtros de relevo.
00:58:15Filtro de nitidez.
00:58:16Enfim.
00:58:16A gente consegue manipular como uma imagem digital mesmo.
00:58:19Possibilita algumas mensurações.
00:58:22Possibilita ampliação da imagem.
00:58:23Faça o acesso das informações, né?
00:58:25Está tudo para o computador.
00:58:26Então, você pode mandar via e-mail.
00:58:29Facilidade de armazenamento.
00:58:31E poluição do meio ambiente também.
00:58:32A gente não tem mais descarte de químico.
00:58:34Não tem descarte de lâmina de chumbo.
00:58:36Como a gente tinha ali nas nossas técnicas convencionais.
00:58:40Como desvantagem.
00:58:41Alto custo.
00:58:42Não tem nem comparação com uma caixinha de perapical, né?
00:58:45Muito mais caro.
00:58:46Necessidade de computadores de certa capacidade de memória.
00:58:49Para armazenar essas imagens.
00:58:50Desconforto do paciente, principalmente na nossa técnica que tem um fio, que é bem ruim.
00:58:56Danos do sensor.
00:58:57Aqui é um sensor danificado todo arranhado.
00:59:00Às vezes até a mordida do paciente mesmo faz isso.
00:59:02E uma vez danificado já era.
00:59:03Todos vão aparecer assim.
00:59:05Então, tem que descartar e comprar outro.
00:59:07E contaminação cruzada.
00:59:12Cintilografia.
00:59:13Eu adoro essa técnica, particularmente.
00:59:15Eu acho muito legal.
00:59:16O princípio de formação de imagem é de medicina nuclear.
00:59:21Então, como que se dá isso?
00:59:24A gente vai aplicar material radioativo no paciente.
00:59:27E ele vai se tornar um emissor de radiação.
00:59:31Essa é uma técnica interessante, principalmente para tratamento e investigação de algumas doenças.
00:59:35E é uma técnica funcional.
00:59:36É isso que eu quero que vocês entendam.
00:59:38E identifica o processo patológico antes da detecção de alterações da estrutura anatômica.
00:59:44Então, em radiografia convencional, a gente consegue ver uma alteração óssea
00:59:48quando a gente já perdeu cerca de 60% a 50% da mineralização daquele osso.
00:59:52Com a cintilografia, a gente não tem isso.
00:59:55Como é uma técnica funcional, qualquer alteração metabólica já vai captar esse material radioativo.
01:00:01E já vai aparecer sob forma de imagem para a gente.
01:00:03Professor, e se teria algum material radioativo?
01:00:06Mais ou menos.
01:00:09PET scan, na verdade, é tomografia.
01:00:11Ah, tá.
01:00:11É um tipo de tomografia.
01:00:12É.
01:00:13É um tipo de tomografia, mas com material radioativo também.
01:00:15É.
01:00:16E se leva, né?
01:00:17Isso.
01:00:18E aí você tem que depois chegar no segundo, três horas, no ano de novo, de novo, de novo.
01:00:22É.
01:00:22É.
01:00:22Se isolar.
01:00:24E é muito sensível, né?
01:00:27É.
01:00:27É.
01:00:29É semelhante.
01:00:31Então, olha lá.
01:00:32Muito sensível.
01:00:33Demonstra alterações antes que outros métodos façam.
01:00:37Então, a gente vai injetar uma substância farmacológica ligada a um isótopo radioativo.
01:00:43Quando o osso sofre agressão, trauma, infecção, inflamação, ele tem o metabolismo alterado.
01:00:49E aí, como eu falei para vocês, o raio-x só mostra alteração óssea quando esse osso já perdeu cerca de 50% do seu conteúdo mineral.
01:00:56Então, a gente não revela o momento biológico daquela lesão.
01:01:01Na cintilografia, a gente mostra que a maioria dos estados patológicos são acompanhados de fenômeno inflamatório.
01:01:08Então, aumentam a irrigação daquela região.
01:01:12Então, trazem para a zona agredida uma quantidade maior desse radiofármaco que a gente injetou.
01:01:16Então, a gente associa ao Tecnésio 99, que é a nossa substância radioativa, a gente liga o MDP, metileno de fosfato, que é um fármaco, e a gente injeta isso no paciente.
01:01:32Isso aqui vai se ligar onde a gente tiver alteração de qualquer tipo de metabolismo.
01:01:38Infecção, inflamação.
01:01:41Tem a Acnésio 99, metra instável, via endovenosa.
01:01:46Ele possui a meia-vida curta.
01:01:47Isso é importante porque a pessoa não fica emitindo radiação para o resto da vida, né?
01:01:51Então, tem que ser uma substância radioativa que decaia rapidamente.
01:01:56E ele emite radiação gama.
01:01:58Então, a gente faz a injeção desse radiofármaco no paciente e posiciona ele aqui numa câmara gama, como essa aqui, que é uma câmara de cintilação.
01:02:12Então, esse aparelho aqui vai captar onde são os locais que aquela substância radioativa se ligou no corpo da pessoa.
01:02:22Então, aqui a gente tem exemplos de uma cintilografia de paciente com osteosarcoma,
01:02:25diagnosticado por histopatológico, nota-se a área de captação na face do lado direito.
01:02:33Então, um tumbor maligno, né?
01:02:35Alteração de metabolismo, captou bastante a nossa substância nuclear.
01:02:41Então, a imagem aparece com aquela zona de captação bem grande na região de alteração metabólica.
01:02:48Aqui a gente tem uma cintilografia de um paciente com displasia cimentócea florida.
01:02:53Então, aparece aqui a captação bilateral na mandíbula.
01:03:01Que as áreas que têm o metabolismo alterado, infecção, inflamação, acabam recebendo mais vascularização.
01:03:08E aí, com isso, o radiofármaco chega mais nessa região.
01:03:11E aí acaba se incorporando mais naquela região.
01:03:13Entendeu?
01:03:15Aí, esse paciente aqui, ó, tinha artrose...
01:03:18No raio-x, foi diagnosticado artrose de coluna dorsal e lesões escleróticas difusas da bacia.
01:03:25Só que esse paciente era um paciente com adenocarcinoma de próstata.
01:03:28Então, ele tinha câncer de próstata.
01:03:30Aí, quando ele fez a cintilografia, várias lesões metastáticas disseminadas já, ó.
01:03:35Clavícula, coluna...
01:03:37Enfim, coisas que radiograficamente talvez não aparecessem.
01:03:40E na cintilografia, por conta dessa alteração metabólica, as áreas de metástase todas captaram a nossa substância.
01:03:50Tá?
01:03:50Então, o que eu quero que vocês saibam da cintilografia?
01:03:52Tecnesio 99, que é o que é utilizado, porque já caiu questão com isso.
01:03:57E que é uma técnica funcional.
01:04:00Então, você consegue observar alterações de ósseas muito antes de técnicas radiográficas convencionais.
01:04:08Tomografia computadorizada.
01:04:19Tomografia é um termo genérico utilizado para designar qualquer técnica que gere imagens de cortes.
01:04:25computadorizada, obviamente, a gente vai utilizar sensores, imagem digital.
01:04:33Então, a gente vai utilizar raio-gis para produzir imagens seccionais ou cortes, sempre mostrados por método digital.
01:04:42Sensores.
01:04:42Em radiografia 2D, o que a gente tem, basicamente, é isso aqui, né?
01:04:50Sobreposição de estrutura.
01:04:52Em qualquer técnica tridimensional, a gente consegue fatiar essa estrutura e avaliar cada fatia de maneira individual.
01:05:00Então, a gente consegue, com isso, remover sobreposição.
01:05:02Então, a gente seleciona exatamente a fatia que a gente quer avaliar e consegue avaliar essa fatia de diversas incidências.
01:05:15Composição do nosso aparelho.
01:05:17E aqui a gente está falando de tomografia médica, tá?
01:05:20Depois a gente vai falar da Cone BIM, que é mais dentária.
01:05:24A gente precisa de um gerador de alta intenção, de uma mesa, de um tubo de raio-x e de detectores.
01:05:32Também precisa de um sistema de processamento de dados e reconstrução da imagem e um sistema de visualização e armazenagem dos dados.
01:05:40Então, está aqui o nosso gantry.
01:05:41A gente chama de gantry essa estrutura aqui.
01:05:44Aqui ele está aberto para a gente ver que a gente tem a nossa fonte de raio-x aqui de um lado, os nossos detectores.
01:05:49Essa estrutura toda aqui vai girar em volta do paciente que vai estar deitado aqui nessa mesa.
01:05:58O que a gente tem de mais moderno em tomografia computadorizada médica é a técnica multi-slice.
01:06:05Ou seja, de vários cortes feitos à medida que o aparelho gira e essa mesa se movimenta.
01:06:11Então, as reconstruções são obtidas em tempo real, em mais ou menos 5 segundos.
01:06:17Vários cortes são sendo feitos.
01:06:19Então, movimento simultâneo aqui de tubo, sensores e mesa do paciente.
01:06:28À medida que isso vai movimentando, os cortes vão sendo feitos.
01:06:30E as imagens aparecendo aqui no computador.
01:06:35No computador, uma série numérica é formada a partir dos dados capturados pelos detectores.
01:06:41E essas sequências numéricas são convertidas em escalas de tom de cinza.
01:06:44A mesma coisa da imagem digital, né?
01:06:46Para cada pixelzinho é atribuído um número.
01:06:48E aí, no final, esse número é convertido por um conversor analógico digital e convertido em uma imagem com diversos tons de cinza.
01:06:55Então, estão aqui os nossos pixels, que eu já falei para vocês, mas como a gente está tratando de tomografia,
01:07:04pixel é a menor unidade de imagem digital.
01:07:06Só que a tomografia a gente tem que levar em conta também o quê?
01:07:09A profundidade.
01:07:10É uma imagem tridimensional.
01:07:12Então, agora a gente chama isso aqui de voxel.
01:07:14É o nosso cubinho.
01:07:16Além de altura e largura, a gente tem profundidade.
01:07:21Esses voxels todos vão ser organizados numa matriz e estão dispostos em colunas e linhas.
01:07:26Cada um vai ter seu numerozinho atribuído em função da radiação que chega nele.
01:07:31E com isso, um número de cinza é atribuído para cada quadradinho desse.
01:07:37Unidades Hounsfield também já caiu.
01:07:41É uma escala de densidade de tomografia médica.
01:07:44Apenas de tomografia médica.
01:07:46Varia de menos mil a mais mil.
01:07:48Então, Hounsfield organizou algumas estruturas de acordo com as suas densidades.
01:07:55Então, menos mil seria a estrutura mais radiolúcida na tomografia.
01:08:01Seria o ar.
01:08:03Ele fala que o ar tem menos mil unidades de Hounsfield.
01:08:07Mais mil seria a nossa estrutura mais radiopaca possível.
01:08:11De repente, uma estrutura metálica, por exemplo.
01:08:13Então, ele fez uma subdivisão aqui de algumas estruturas.
01:08:16Entendam que menos mil sempre é o mais radiolúcido possível.
01:08:21E mais mil vai ser sempre o mais radiopaco possível.
01:08:25O nosso ponto zero é a água.
01:08:28Então, a partir disso, dá para vocês terem uma ideia mais ou menos sem ter que decorar aqui.
01:08:32Múscula de 50 a 55.
01:08:34Tecidos moles é de 40 a 60.
01:08:37Teve uma questão dessa que caiu.
01:08:39Que falava, citava a estrutura, por exemplo, gordura.
01:08:42Menos 20 a menos 80.
01:08:43Era para marcar a incorreta, se eu não me engano.
01:08:47E aí falava tecido mole, mais 400 a mais 500 unidades de Hounsfield.
01:08:55Então, se você sabe que menos mil é o mais radiolúcido possível e mais mil é o mais radiopaco,
01:09:03tecido mole é mais radiolúcido.
01:09:06Está mais para perto do meio.
01:09:09E aí a opção errada era tecido mole mais 400 ou mais 500.
01:09:14É um número bem grande de unidades de Hounsfield.
01:09:16Então, dá para você saber mais ou menos, usando a lógica,
01:09:19que um tecido mole nunca vai ter um grau de radiopacidade tão grande numa tomografia.
01:09:24Então, não precisa decorar tanto.
01:09:26Pelo menos essa questão que caiu, dá para usar o bom senso.
01:09:28Então, está aí.
01:09:34Cada unidade de Hounsfield tem o seu tom de cinza, mais ou menos.
01:09:41Então, o osso aparece bem branco.
01:09:44O ar aparece bem preto.
01:09:47Enfim, gordura aparece com um tom de cinza mais escuro.
01:09:51Então, de acordo com a tonuação de cada estrutura,
01:09:58ele vai aparecer com um diferente tom de cinza.
01:10:04Então, aí, mais imagens de tomografia computadorizada.
01:10:07O interessante da tomografia é justamente que a gente pode avaliar a estrutura em diversos planos.
01:10:12Então, plano sagital, plano frontal, plano axial,
01:10:15a gente avalia a estrutura de maneira tridimensional mesmo e sem sobreposição.
01:10:21Daicon é um formato de imagem.
01:10:24Eu quero que vocês saibam só o nomezinho, na verdade, que existe, que pode cair.
01:10:29Daicon Digital Imaging Communications in Medicine.
01:10:32É como se fosse um formato de imagens universais de tomografia.
01:10:37É como se fosse uma extensão, na verdade.
01:10:38JPEG, por exemplo, de foto, tomografia tem o ponto DCM.
01:10:42É uma extensão de tomografia que todos os aparelhos são obrigados a fornecer.
01:10:47Então, se você tiver no seu computador um programa que faça leituras de imagem Daicon,
01:10:53você pode pedir para qualquer clínica que tenha um aparelho, independente da marca que seja o aparelho da clínica,
01:10:57olha, eu quero essas imagens Daicon.
01:10:59Porque todo aparelho é obrigado a fornecer essa imagem.
01:11:02Então, você consegue, a partir de um programa específico para leituras de imagem Daicon,
01:11:06avaliar qualquer imagem tomográfica de qualquer aparelho.
01:11:10Então, só saibam isso.
01:11:11Daicon é um formato universal, obtidas em qualquer tomógrafo,
01:11:15e com isso eles podem ser exportados e convertidos para softwares específicos,
01:11:19permitindo medição de altura, espessura.
01:11:21De um modo geral, as clínicas acabam mandando as imagens nos seus próprios programas.
01:11:25Cada tomógrafo tem o seu.
01:11:27Mas caso vocês tenham, quem tem Mac, tem até programa gratuito de leitura de Daicon para Mac.
01:11:34Então, pode baixar na internet.
01:11:36Enfim, se se adaptar legal ao programa,
01:11:38você pode passar a pedir para as clínicas só imagens em Daicon.
01:11:42Que você usa sempre, independente do aparelho que tenha sido feito a tomografia,
01:11:46o mesmo programa.
01:11:49Então, aplicações clínicas.
01:11:51Implante, é a mais clássica de todas, né?
01:11:54E esse protocolo aqui já caiu em questão de prova,
01:11:57também é ridículo decorar isso, mas enfim.
01:12:01Pelo menos é simples.
01:12:02Um milímetro de espessura de corte axial
01:12:04para um milímetro de incremento de mesa
01:12:06e um milímetro de intervalo de reconstrução.
01:12:09Tudo é um.
01:12:10Para implante.
01:12:10Para a fratura...
01:12:14Aham.
01:12:18Foi?
01:12:21Fratura.
01:12:22Ele cita que é imprescindível na interpretação de fraturas complexas,
01:12:25como lefora 1, 2 e 3,
01:12:27a utilização de tomografia.
01:12:28Então, aqui a gente vê uma fratura de soalho de órbita,
01:12:31a gente vê o seio maxilar completamente velado, né?
01:12:34Em função dessa fratura.
01:12:35Enfim, paciente com trauma de face.
01:12:38Protocolo de fratura.
01:12:41Dois milímetros de espessura,
01:12:43dois milímetros de incremento de mesa
01:12:45e um milímetro de intervalo.
01:12:47Então, mais um casinho de fratura aí.
01:12:56Parede lateral do seio maxilar.
01:12:59E a solução de continuidade aqui e o envelamento também desse seio maxilar.
01:13:04Outra aplicação clínica,
01:13:08ATM, estruturas ósseas, né?
01:13:11Então, a gente consegue ver aplanamento,
01:13:13consegue ver que a presença de osteófito,
01:13:15enfim, qualquer processo de remodelação
01:13:17das estruturas ósseas da articulação,
01:13:20a gente consegue avaliar bem
01:13:21com uma tomografia computadorizada.
01:13:26Caso de patologia também, né?
01:13:28Medição de dimensão vestíbulo-lingual e mesodistal.
01:13:36Avaliação de seios paranasais também é interessante para a tomografia.
01:13:39E como vantagem, a gente obtém imagens detalhadas de lesões intracranianas,
01:13:48excelente diferenciação entre diversos tecidos, normal e doente,
01:13:52as imagens podem ser manipuladas
01:13:54e podem ser intensificadas pelo uso de meios de contraste intravenoso
01:13:58para delimitar os vasos sanguíneos.
01:14:01Como desvantagem, o equipamento é bastante caro,
01:14:05os cortes finos resultam em alta dose de radiação
01:14:08e existe risco de alergia também em casos de uso de contraste, né?
01:14:12O contraste utilizado na tomografia geralmente é iodo,
01:14:15tem bastante gente que é alérgica a iodo.
01:14:17Então, é um ponto negativo.
01:14:20Outra desvantagem, com objetos metálicos, como restauração,
01:14:23a gente também pode produzir esses artefatos aqui,
01:14:26que dificultam um pouquinho na avaliação da imagem.
01:14:31Bom, falando da cone beam,
01:14:33que é a que a gente usa mais no nosso dia a dia,
01:14:35a diferença principal para a tomografia médica que a gente estava vendo até então
01:14:39é o formato do nosso feixe.
01:14:43Na tomografia médica, chamada de fan beam,
01:14:46o feixe tem esse formato de leque.
01:14:50Então, são feitos múltiplos cortes
01:14:52e depois a imagem toda é reconstruída de uma maneira volumétrica.
01:14:56Na cone beam, a gente tem um feixe em formato de cone.
01:15:00O próprio nome já diz, cone beam.
01:15:02Então, a gente consegue adquirir um volume
01:15:04de uma maneira inteira e depois os cortes são feitos para avaliação.
01:15:13A gente também tem ausência de sobreposição de estrutura, né?
01:15:16Assim como a tomografia médica,
01:15:18reconstruções multiplanares em diversos planos,
01:15:21reconstruções tridimensionais.
01:15:23Em relação à tomografia médica,
01:15:25um aparelho de cone beam tem um tamanho e custo muito melhores,
01:15:30um tamanho bem menor e o custo é bem menor também.
01:15:33O tempo de aquisição da imagem é super rápido,
01:15:36quem já fez uma cone beam é quase que uma panorâmica,
01:15:38é bem rapidinho.
01:15:40A gente tem vários softwares de manipulação de imagem,
01:15:43vários para o mercado odontológico, né?
01:15:45Que atendem as nossas necessidades.
01:15:48E a dose é de 3 a 20% da tomografia multislice.
01:15:51Então, equivale mais ou menos a 1 de 1 a 42 de panorâmicas digitais.
01:15:56Então, a dose é bem menor da cone beam também.
01:15:59Como desvantagem, a gente tem uma baixa miliamperagem,
01:16:02então isso dificulta a diferenciação de tecidos moles,
01:16:04aquela diferenciação da escala house food que a gente viu,
01:16:08de gordura, músculo.
01:16:09Na cone beam a gente não tem,
01:16:10a gente não consegue fazer a diferenciação de tecido mole nenhum.
01:16:13A gente tem um ruído na imagem,
01:16:16virtude de radiação dispersa às vezes.
01:16:19E é isso.
01:16:20Então, vamos para a ressonância aqui agora.
01:16:22Então, eu acho de tomografia de um modo geral,
01:16:32a diferenciação de uma para a outra é mais o feixe.
01:16:34Mas de tomografia de um modo geral,
01:16:36é saber que você está diante de uma imagem tridimensional,
01:16:38você consegue avaliar sem sobreposição, enfim.
01:16:42Indicações da técnica, acho que mais isso.
01:16:44O FOV é Field of View, na verdade é uma sigla.
01:16:52É o tamanho do campo de visão.
01:16:54Então, o FOV pode ser menor, maior,
01:16:57é o tamanho que você consegue irradiar.
01:16:59Tem aparelhos com FOV pequeno,
01:17:01que só pega, de repente, três dentes.
01:17:04Aparelhos com FOV maior, você pega um crânio inteiro.
01:17:07É o tamanho da área que você vai irradiar.
01:17:09Tá?
01:17:10De leque.
01:17:18Então, vamos para a ressonância.
01:17:22Ressonância a gente tem, nosso magneto principal.
01:17:24Professor, é uma função de tomografia,
01:17:29o exame que eu tinha falado.
01:17:32É uma tomografia com imagem nuclear também misturada.
01:17:38São as duas coisas.
01:17:40Tá.
01:17:42Então, vamos lá.
01:17:43Ressonância.
01:17:44Ressonância é bem complexo, gente.
01:17:45Tem que imaginar junto.
01:17:48A gente tem como composição
01:17:50magneto principal,
01:17:52bobinas de homogeneidade,
01:17:53bobinas de gradientes,
01:17:55bobinas de receptores e transmissoras de radiofrequência
01:17:58e um sistema de computadores
01:17:59para armazenamento e processamento.
01:18:02Então, vamos lá.
01:18:04Começar pelo começo.
01:18:06A gente tem aquele magneto
01:18:07que vai ser responsável por produzir um campo elétrico magnético potente
01:18:11que vai ser fundamental para a formação da nossa imagem de ressonância.
01:18:16Então, só para vocês terem uma ideia
01:18:17e terem uma ideia de nomenclatura também,
01:18:20um Tesla é igual a 10 mil graus.
01:18:23O campo magnético da Terra é 0,5 gaus.
01:18:27O campo magnético que a gente usa em imagens de ressonância
01:18:31é de 0,3 a 2 tesla.
01:18:33Então, isso é um campo magnético absurdamente forte.
01:18:38As nossas bobinas de homogeneidade
01:18:40vão ser responsáveis por tornar
01:18:41esse magneto mais homogêneo possível
01:18:43e as nossas bobinas de gradiente
01:18:45vão representar uma pequena fração do campo magnético
01:18:48tendo a função de localizar
01:18:50o sinal de radiofrequência espacialmente.
01:18:53Eu vou explicar o passo a passo daqui a pouco para vocês.
01:18:55Eu vou mostrar para vocês.
01:18:59Eu vou mostrar a fotinho para vocês daqui a pouco.
01:19:03Bobinas de radiofrequência podem ser transmissoras ou receptoras
01:19:06e têm a função de transmitir e receber os sinais de radiofrequência
01:19:10que também vão ser importantes para a formação da imagem.
01:19:13Isso aqui já foi questão de prova também.
01:19:15Quanto menor a bobina,
01:19:16quanto mais próxima da região de interesse,
01:19:19melhor será a captação do sinal de qualidade da imagem.
01:19:22Então, se a gente quiser fazer uma ressonância de ATM, por exemplo,
01:19:26a gente coloca uma bobina de radiofrequência pequenininha
01:19:28aqui bem na região de ATM,
01:19:30isso melhora a qualidade da imagem.
01:19:32A gente vai ver uma fotinho também mais para frente.
01:19:35Então, está aí uma foto das nossas bobinas de gradiente.
01:19:39E aqui é a bobina de superfície.
01:19:41A bobina de ATM é essa aqui.
01:19:43Fica posicionada aqui bem na região de ATM mesmo,
01:19:46melhora a qualidade da imagem.
01:19:48Então, vamos entender como é que se forma a imagem.
01:20:05Essa é a parte mais complexa da ressonância,
01:20:07mas a melhor parte é que eu nunca vi caindo.
01:20:11Menos mal.
01:20:12Vamos lá.
01:20:14Produção de imagem a partir de pulsos de radiofrequência.
01:20:17Ou seja, a gente não utiliza radiação ionizante.
01:20:21Isso é um ponto positivo de ressonância.
01:20:24A gente utiliza pulsos de radiofrequência em um campo magnético.
01:20:29Então, o nosso paciente vai entrar num campo magnético potente
01:20:32daquele magneto que eu mostrei para vocês.
01:20:36E certos núcleos se comportam de maneiras diferentes
01:20:40quando são submetidos a esse campo magnético.
01:20:41Então, a gente usa para a imagem de ressonância como principal
01:20:47o átomo de hidrogênio.
01:20:48Isso aqui já caiu em questão também.
01:20:52Átomo de quem?
01:20:53Hidrogênio.
01:20:53Sempre é hidrogênio.
01:20:55A gente viu que 80% do nosso corpo é água, né?
01:20:57Então, a gente tem bastante hidrogênio no nosso corpo para formar.
01:21:00Acho que tem.
01:21:11Tem, né?
01:21:11Tem, né?
01:21:11Tem.
01:21:13Mas, assim, é positivo, mas, assim, não tem tipo assim,
01:21:20no sentido de ser neto aparecido?
01:21:23No sentido da radioproteção, da radiobiologia, dos efeitos biológicos.
01:21:27A gente não tem ionização.
01:21:29Na verdade, é só para ter uma comparação com o campo magnético da Terra.
01:21:44É isso que você está perguntando?
01:21:53Não, não.
01:21:54Não tem nada a ver.
01:21:55Não, não tem nada a ver.
01:21:56É só para demonstrar para vocês que a gente coloca esse paciente
01:22:00num campo magnético forte.
01:22:02Não faz mal.
01:22:04Com esse campo magnético forte, os átomos de hidrogênio vão se comportar
01:22:08de determinadas maneiras, por conta desse campo magnético.
01:22:12É só isso.
01:22:13Problema nenhum.
01:22:31Eu sei que essa coisa da radioproteção...
01:22:36Dos efeitos biológicos da radiação.
01:22:39Isso, a gente sabe, causa um pouco, assim, pode ser que isso...
01:22:46É, não.
01:22:48Não tem problema nenhum.
01:22:53Então, a gente vai ver tanto a ressonância quanto a próxima técnica que a gente vai
01:22:58ver que a ultrassinografia, as duas não utilizam radiação ionizante.
01:23:02Então, por isso que grávida faz ultrassinografia à vontade.
01:23:06Não tem problema nenhum.
01:23:06Não tem radiação ionizante, são utilizadas.
01:23:09Tá?
01:23:10Então, ressonância também é a mesma coisa.
01:23:11A gente usa ondas de rádio, que é um tipo de radiação eletromagnética que a gente
01:23:17viu lá atrás, lembra?
01:23:18Mas com comprimento de onda gigantesco.
01:23:20Então, não tem problema nenhum.
01:23:22Tá?
01:23:22Não é ionizante.
01:23:25Então, beleza.
01:23:26Vamos lá.
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