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Luiz Felipe D’Avila analisa a escalada da tensão entre Brasil e Estados Unidos após o tarifaço de 50% e as sanções contra Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky.

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Transcrição
00:00Você, Dávila, é possível que esse julgamento ou o resultado desse julgamento seja interpretado,
00:08entendido pelas autoridades americanas como uma sinalização,
00:12depender principalmente do resultado para o ex-presidente Jair Bolsonaro?
00:17A gente vai receber, inclusive, as pessoas que nos acompanham pelas emissoras de rádio,
00:20aí todos acompanham na íntegra a reflexão e análise do Luiz Felipe Dávila
00:25a respeito da maneira como as autoridades americanas podem interpretar essa reunião
00:32entre presidência e ministros do Supremo.
00:34Bem-vindo a você que acompanha a programação da Jovem Pan,
00:37emissoras de rádio conectadas ao programa Os Pingos nos Is,
00:40análise do Luiz Felipe Dávila a respeito do julgamento sobre a suposta tentativa de golpe
00:47e de que maneira isso seria interpretado pelas autoridades norte-americanas como um recado.
00:52Você, Dávila.
00:55Na verdade, não é um julgamento, é uma sentença já pré-determinada,
01:00como bem disse o Kobayashi.
01:02Ou seja, o desrespeito aos autos, a história de inquérito sigiloso por tempo indeterminado,
01:08advogados não tiveram acesso aos autos total,
01:12baseado numa delação premiada, cheia de furos,
01:16como peça central da PGR, da Procuradoria-Geral da República.
01:20As manifestações, como bem lembrou o Kobayashi, já dizendo que são golpistas,
01:26é óbvio que esse julgamento é, na verdade, uma formalidade para condenar o presidente Bolsonaro e várias pessoas.
01:35Então, a atitude do governo americano em relação a isso já foi dada justamente com a aplicação da lei Magnitsky.
01:44Já foi dada.
01:45Então, assim, não será nenhuma surpresa nem para o governo americano, nem para os brasileiros,
01:51a condenação de Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal.
01:55Está claro que todo esse processo é, na verdade, uma encenação para se condenar uma pessoa
02:02e não se atendo justamente às provas cabais, aos ritos do devido processo legal,
02:09ao direito da ampla defesa, tudo aquilo que consiste o Estado de Direito,
02:14a imparcialidade do julgador, do juiz, que, na verdade, é vítima até nesse processo,
02:23tudo isso destoa muito de um julgamento que nós esperávamos que pudesse acontecer no Brasil,
02:30um julgamento imparcial, técnico, embasado em provas, em evidências,
02:36e não um julgamento político, que é o que se transformou esse caso.
02:40Portanto, eu não acho que vai escalar mais, porque já está claro em todo esse processo
02:47que esse julgamento é um julgamento político e não um julgamento que segue as regras do Estado Democrático e Direito.
02:53Então, eu entendo que punições extras poderão vir, mas não por causa das distorções neste processo.
03:02Essa sentença já foi dada na aplicação da lei Magnitsky.
03:07Agora, é preciso separar agora, justamente nesse momento, Caniato, o teor político do teor comercial.
03:16A coisa mais importante agora é o governo focar nas questões técnicas da negociação da redução de tarifas.
03:24É isso que nós temos de fazer.
03:26Ir à mesa de negociação, sentar-se com os membros do governo americano,
03:31reduzir as tarifas, reduzir barreiras não tarifárias,
03:36para que nós não percamos a parceria com o nosso segundo maior cliente na exportação brasileira.
03:44Agora, se misturarmos o assunto político com a questão comercial,
03:51essa negociação não vai acabar bem.
03:54Felizmente, os sinais dados nos últimos dias é que parece que tem um pouco mais de juízo
04:02em focar nas questões comerciais e não em misquim com as questões políticas.
04:07Mas, certamente, esse jantar não é uma boa coisa, Caniato.
04:11De novo, misturando assunto político com assunto comercial.
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