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A nova tarifa de 50% imposta pelos EUA sobre produtos brasileiros já preocupa investidores e mercados. O diretor-executivo do Brasil no FMI, André Roncaglia, detalha como o Fundo vê a medida: uma agressão política sem base econômica.

O Brasil exporta menos do que importa dos EUA e setores estratégicos já sentem os efeitos da incerteza. Os analistas Alberto Ajzental e Julia Lindner analisam o impacto dessa tarifa na economia brasileira, as opções do governo Lula, e as possíveis rotas diplomáticas e comerciais para mitigar os danos.

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Transcrição
00:00A gente vai seguir falando sobre os impactos da tarifa de 50% na economia brasileira,
00:05direto de Washington, nos Estados Unidos.
00:07Eu converso agora com André Roncalha, ele é diretor executivo do Brasil no FMI,
00:13o Fundo Monetário Internacional.
00:15Roncalha, boa noite para você.
00:16A gente está há exatamente uma semana da entrada em vigor da nova taxa dos Estados Unidos
00:22sobre produtos brasileiros.
00:24Como o assunto tem sido debatido no Fundo Monetário Internacional
00:27e qual o impacto estimado pelo FMI na economia brasileira?
00:33Boa noite, é um prazer estar aqui com você, com todo mundo que está nos assistindo.
00:37De fato, isso tem tomado muita atenção, não apenas da diretoria executiva,
00:42mas também dos funcionários, pesquisadores do Fundo Monetário Internacional,
00:46porque se trata de uma agressão econômica não provocada.
00:50É um tipo de aplicação de tarifa que não tem um fundamento econômico,
00:55tem um fundamento político.
00:56A gente está vendo cada vez mais que existe evidentemente uma preocupação
01:00com o avanço do sistema instantâneo de pagamentos do Brasil,
01:04o PIX, que tem já uma grande reputação em toda a América Latina,
01:10mas é evidente que existe muita confusão, muita incerteza
01:13sobre a aplicação dessas tarifas.
01:16E ao que tudo indica, a estratégia que o mundo já vinha se acostumando
01:20de usar as ameaças de tarifas como um convite à negociação,
01:26aparentemente, no caso do Brasil, não vai ocorrer dessa maneira.
01:30Tem havido uma discussão e uma dificuldade grande para conseguir acessar
01:34a Secretaria do Tesouro Americano para poder fazer essa negociação.
01:39Aparentemente, os canais diplomáticos estão fechados.
01:42E isso tudo, evidentemente, torna tudo muito mais difícil.
01:46O FMI defende um sistema baseado em regras,
01:50um sistema baseado em acordos,
01:52e não um sistema baseado em ameaças,
01:54intenções comerciais, geopolíticas.
01:57Então, nesse sentido, o Brasil aqui é visto
01:59como uma vítima de uma agressão injustificada, evidentemente.
02:04E o que o fundo vem indicando é que cabeças mais frias prevaleçam
02:10nessa discussão, que todo mundo esfria a cabeça,
02:12e, em particular, o governo americano possa receber o governo brasileiro
02:17e tentar chegar a um acordo que seja benéfico para ambas as nações.
02:21Mas até o momento, como você avalia a estratégia
02:27que o governo brasileiro está adotando?
02:29Hoje a gente viu o presidente Lula dando a entender, novamente,
02:32que ainda considera uma retaliação.
02:35Que efeitos uma medida como essa poderia ter?
02:39O presidente Lula está, obviamente, usando os recursos
02:43que estão à disposição do país.
02:45A retaliação pode se dar de diferentes maneiras,
02:47não precisa ser proporcional, não precisa ser na mesma moeda,
02:52exatamente usando itens tarifários, na aplicação de tarifas.
02:57Existem vários mecanismos.
02:58O que talvez seja importante para o país nesse momento
03:02é entender quem que vai se beneficiar de uma retaliação nesse sentido.
03:08Então, não me parece ser o caso de o consumidor brasileiro se beneficiar,
03:14não me parece ser o caso de o consumidor americano se beneficiar,
03:17e aí, nesse sentido, já existem movimentos aqui dentro dos Estados Unidos,
03:22tanto da parte do empresariado,
03:24existem movimentos, associações de consumidores,
03:26que estão preocupadas com essas tarifas,
03:28novamente, porque elas não têm fundamento econômico.
03:31Se o Brasil tivesse um grande superávit com os Estados Unidos,
03:35um superávit comercial,
03:36em que a gente vende aos Estados Unidos muito mais do que a gente compra,
03:40ainda assim a gente poderia alegar que existe uma razão econômica.
03:44Mas não é o caso.
03:45O Brasil compra dos Estados Unidos um valor superior
03:49ao que a gente vende para os Estados Unidos.
03:52E aí, nesse sentido, os efeitos, por exemplo,
03:55da escassez de suco de laranja, café, proteína animal,
03:59a gente tem empresas brasileiras que têm lojas aqui.
04:03Você tem rodízios de carne aqui nos Estados Unidos,
04:06que dependem, evidentemente, da exportação de proteína animal.
04:10Então, é todo um conjunto de um ecossistema produtivo
04:13que acaba sendo afetado.
04:15Então, eu acho que o governo Lula está fazendo o que ele deve,
04:19que é mostrar a força.
04:20O presidente Donald Trump respeita a força.
04:23Ele não gosta quando o país não defende os seus interesses.
04:27E o governo brasileiro está sinalizando que não vai baixar a cabeça,
04:31vai usar as medidas que tem.
04:33Mas, nesse sentido, é óbvio que a gente tem que reconhecer
04:36que é uma disputa muito assimétrica.
04:39A economia americana é muitas vezes maior do que a economia brasileira,
04:43tem um poder de fogo muito maior.
04:44Mas, isso não significa que o Brasil deve aceitar qualquer ameaça, evidentemente.
04:49É, de qualquer maneira, o que a gente ouve de muitos especialistas ontem aqui
04:52do Jornal Times Brasil, eu entrevistei até o ex-embaixador Rubens Barbosa,
04:58que disse que nós temos que conversar direto com a Casa Branca.
05:02Quem vai decidir é Donald Trump.
05:05E isso não está acontecendo.
05:06Isso.
05:07Então, veja, no dia 2 de abril, Cristiano, eu estava no Brasil
05:10quando foram lançadas as primeiras rodadas de tarifas.
05:14E ali naquele momento, eu disse, vai haver um problema que se chama,
05:18que é um recurso escasso, que é a atenção do presidente Donald Trump.
05:22Como ele é uma única pessoa e nós temos mais de 190 países,
05:26vai ser muito difícil para que os países consigam negociar,
05:30vai ter que se formar uma fila.
05:31E o governo norte-americano começou, de certa maneira,
05:34a atrair esses países para negociação.
05:37Só que no caso brasileiro, essencialmente, a comunicação tem sido
05:41de que o Brasil está fora da fila.
05:43Não tem nem como entrar na fila porque ele não quer negociar,
05:46não existe abertura para essa negociação.
05:49Em face de uma posição como essa,
05:53o Itamaraty, o governo brasileiro,
05:55para defender a sua soberania, defender a sua autodeterminação,
05:59como está previsto nas Nações Unidas,
06:02ele precisa, de certa maneira, usar os recursos que ele tem.
06:05É óbvio que a gente espera que se abram esses canais de comunicação,
06:10que haja essa negociação.
06:12Agora, e aí eu falo aqui como cidadão brasileiro,
06:15representando o Brasil aqui no Fundo Monetário,
06:18é evidente que existem forças que estão tentando inibir essa negociação.
06:23Essas forças estão aqui em Washington,
06:25tentando inibir que representantes brasileiros do Congresso,
06:30inclusive do governo, possam ter acesso à Casa Branca.
06:32Eu concordo com você, é preciso haver uma negociação diretamente com o secretário do Tesouro,
06:38ou com o secretário do Comércio, ou com o próprio presidente Trump.
06:41Então, o que precisa ocorrer é a abertura desses canais.
06:45É, eu concordo plenamente com você também quando você diz,
06:47são 190 países, não tem como os 190 terem atenção de Donald Trump.
06:53Agora, nós temos a tarifa mais alta e nós recebemos carta de Donald Trump
06:58com um teor totalmente político, ideológico.
07:03Ele com muita frequência critica algumas posições brasileiras,
07:08ou seja, tempo para isso ele tem, né?
07:10Você acredita que ainda... pode falar.
07:13Não, eu ia dizer, note que a carta, a carta parece ser um mosaico partido
07:19de diferentes trechos tirados de outros lugares,
07:22porque ela faz uma menção ao que é típico da institucionalidade brasileira,
07:27que é o judiciário, mas colocando como se isso referisse ao governo Lula,
07:32que não tem essencialmente nada a ver com o que está acontecendo em termos do poder judiciário,
07:36e depois usa o mesmo trecho que foi aplicado a países como a Coreia do Sul,
07:43outros países que têm déficit, que têm, desculpa, superávit com os Estados Unidos.
07:47O Brasil não tem superávit.
07:49Então, existem erros factuais na carta, o que mostra que a motivação não é econômica.
07:55Se fosse econômica, eu acho que a abertura para a negociação já estaria dada,
08:01porque o Brasil é um país relevante, é o maior país da região,
08:04depois os Estados Unidos em termos da sua economia, do seu poder de influência regional.
08:10Então, não há sentido, do ponto de vista econômico,
08:14de o Brasil não estar com prioridade para sentar à mesa.
08:17A única motivação tem que ser algo não econômico, tem que ser uma motivação política.
08:22Você acredita que realmente ainda há tempo e possibilidade de um acordo até o dia 1º de agosto?
08:30Eu vou aqui falar mais o que eu espero.
08:33Eu espero que exista.
08:35Eu espero que exista essa abertura, porque eu acho que seria muito triste para ambas as nações,
08:41que têm uma relação secular.
08:43A gente está falando de mais de 150 anos de relação comercial estável, confiável.
08:49Uma parceria comercial que sempre foi nutrida entre as duas nações,
08:54que atravessou governos de diferentes partidos.
08:57Eu acho que seria realmente danoso para ambas as economias,
09:01se não fosse possível atingir um acordo ou sentar-se para, ao menos, haver uma negociação.
09:10Então, eu estou bastante pessimista, porque no meu trabalho eu preciso ser pessimista
09:16para que eu consiga prever ou tentar prever os resultados e as implicações,
09:20mas eu ainda espero que prevaleça um pouco de bom senso e responsabilidade,
09:27principalmente da parte do governo norte-americano.
09:30E aqui eu falo com maior respeito pelo governo norte-americano,
09:34que haja exatamente essa abertura para uma negociação.
09:38O Brasil é um país respeitável, é um país que tem uma cultura muito alinhada,
09:43muito em termos de valores, em termos de política com os Estados Unidos.
09:48Eu acho que seria péssimo não haver algum tipo de negociação nesse sentido.
09:53Agora, outra coisa, se o ciclo político, o momento do ciclo político vai permitir que isso aconteça.
09:59Então, na minha visão, eu estou pessimista, mas esperando pelo melhor.
10:03É, nós aqui também.
10:05Eu vou passar para a pergunta dos nossos analistas.
10:07Vamos começar pelo Alberto Azental.
10:09Boa noite para você, Alberto.
10:11Boa noite, Cris. Boa noite a todos.
10:13O Brasil não está nem na fila.
10:15Provavelmente ele nem tirou a senha para arrumar um lugar na fila.
10:20E todo esse processo é muito estranho, muito nebuloso, pouca transparência.
10:28O Brasil vai sangrar a partir de 1º de agosto.
10:33Essas tarifas não vão cair.
10:34Vai ser muito difícil para o Brasil conseguir se comunicar com os Estados Unidos.
10:39O que resta ao Brasil?
10:44Sim, de fato, o Brasil já está tendo problema.
10:48Em vários setores de exportação, a gente já tem a paralisação de carregamentos,
10:53a gente já tem a paralisação de muita coisa, porque ninguém sabe exatamente o que vai acontecer.
10:58Então, é evidente que vai ter uma perda substancial para alguns setores.
11:03Em particular, o agronegócio deve sofrer bastante.
11:06Mas setores também que têm densidade tecnológica.
11:09A gente vende produtos que são manufaturados para os Estados Unidos.
11:14Então, setores onde a gente aprende produtivamente, tecnologicamente, eles vão sofrer.
11:20A boa notícia é que setores com alta densidade tecnológica também conseguem redirecionar a sua exportação para outros mercados.
11:29Então, eu acho que a saída agora não é uma saída ótima, não é uma saída imediata, mas é procurar novos mercados.
11:36A diplomacia brasileira vai ter que fazer um esforço muito grande de acelerar acordos comerciais bilaterais
11:42e tentar acelerar, por exemplo, a finalização do acordo com a União Europeia
11:47e tentar conseguir melhorias nesse acordo para que a gente consiga aumentar a densidade tecnológica das nossas exportações,
11:54garantir os empregos dos setores afetados e, com isso, tentar minimizar o impacto dessa medida,
12:00que é uma medida que eu devo reconhecer.
12:02Eu acho que vai ter um impacto setorial importante.
12:05Muita gente defende também, Roncalha, uma prorrogação desse prazo de 1º de agosto.
12:12Isso ajudaria de fato?
12:15Certamente.
12:16Acho que tudo, se conseguir prorrogar indefinidamente, seria o melhor.
12:20Mas aí continua a incerteza, né?
12:23Exato.
12:24Mas dentro da situação que a gente tem, eu acho que seria o ideal, é você conseguir prorrogar.
12:30Só que tem um efeito negativo da prorrogação contínua, que é a incerteza que ela gera.
12:35Então, se você vai prorrogando e mantém a esperança de que aquele mercado vai estar disponível,
12:39será que a gente vai conseguir estabelecer novos acordos nesse meio tempo ou não?
12:44Então, eu acho que a saída estratégica é lutar pela prorrogação enquanto se constrói uma alternativa.
12:51Precisa fazer as duas coisas ao mesmo tempo.
12:53Um segundo caminho importante é algo que já vem sendo feito por parte do Ministério do Planejamento,
12:59que é a tentativa de ampliar a integração regional aqui na América Latina.
13:04Notem que a América Latina é destino de exportações com alto conteúdo industrial e manufaturado.
13:11Ou seja, a gente exporta um valor maior por quilo de exportação aqui para a América Latina
13:17do que, por exemplo, para países como a China e até mesmo para os Estados Unidos.
13:22Então, há caminhos.
13:23O problema é que essa ameaça veio de uma forma absolutamente inesperada.
13:29A gente estava contando com o piso do problema, que eram os 10% de tarifas que foram aplicadas em 2 de abril.
13:37E, de repente, ele foi multiplicado por 5, sem nenhuma motivação clara, previsível,
13:43que não essas que foram apresentadas de uma maneira pouco articulada na carta publicada em rede social
13:49pelo presidente dos Estados Unidos.
13:51Ou seja, é toda uma subversão dos típicos canais de comunicação diplomática.
13:58Então, agora, o que cabe ao Brasil é justamente tentar minimizar esse dano,
14:02abrindo novas rotas comerciais, tentando ampliar comércios,
14:06mas, obviamente, na medida do possível, tentando postergar ao máximo a aplicação dessas tarifas.
14:12Júlia, vou passar para você. Fica à vontade para a sua pergunta, Roncalha.
14:18Roncalha, você falou da questão do mercado interno americano,
14:22também dessas contradições em relação aos argumentos comerciais.
14:26E, essa semana, a gente viu uma distribuidora de suco de laranja,
14:29uma empresa americana, entrando com uma ação na Justiça contra essa tarifa de 50%.
14:34Eu ouvi que isso, inclusive, animou o governo brasileiro,
14:37porque o governo vê que tem um embasamento técnico forte para outras ações desse tipo.
14:42Mas você acha que pode ter mais reação, assim,
14:45que isso poderia também contribuir para desestimular e até para tentar derrubar essa tarifa?
14:50Certamente, Júlia. Eu acho que a movimentação de setores econômicos dentro dos Estados Unidos
14:57pode ter um efeito positivo em desestimular o governo Trump a seguir nesta trajetória.
15:05A questão é saber se o volume e a insatisfação vão atingir o patamar necessário para demovê-lo da ideia.
15:13O governo Trump, até aqui, ele tem sido demovido ou ele tem voltado atrás
15:19apenas quando o mercado de títulos apresenta uma reação muito forte.
15:24O mercado de títulos é fundamental para o governo Trump,
15:27porque é onde se dá o financiamento da dívida pública americana.
15:31Então, quando esse mercado de títulos reage de maneira mais inflamada,
15:35ele tem recuado, porque é exatamente ali onde reside grande parte do financiamento do Estado norte-americano.
15:40Eu não sei em que medida a movimentação dos empresários pode gerar esse efeito.
15:47A minha esperança é que essa reação seja razoavelmente bem articulada
15:51para, pelo menos, incentivar ou motivar o governo Trump a escutar o governo brasileiro,
15:58a tentar chegar num acordo.
16:00E, novamente, quero deixar muito claro,
16:01eu não estou falando para o governo brasileiro ceder, negociar de cabeça baixa,
16:06não se trata disso, se trata de atuar de maneira responsável, de maneira adulta,
16:10como as nações costumam se tratar, de maneira diplomática e tentando chegar naquilo que é melhor para todo mundo.
16:18Então, o que a gente vê aqui é essa reação, o setor de laranja é um deles,
16:23mas tem outros setores já se movimentando e a popularidade dessa medida contra o Brasil
16:29tem sido muito baixa.
16:30Apenas o grupo mais ali fiel ao presidente tem olhado isso com bons olhos,
16:35mas isso não é generalizado.
16:37André Roncalha, muitíssimo obrigada.
16:40Adorei conversar com você, vamos te chamar outras vezes, com certeza.
16:44Boa noite para você.
16:45Agradeço demais, é um prazer enorme estar aqui com vocês e contem sempre comigo.
16:49Um grande abraço.
16:50Contaremos. Obrigada.
16:51E até a próxima.
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