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Crise no Judiciário: Como enfrentar os desafios atuais? Em um pronunciamento contundente, a necessidade de um Judiciário forte e imparcial é destacada. É crucial encarar a crise com "olhos de ver e ouvidos de ouvir" para evitar a repetição de falhas antigas.

A confiança pública no Judiciário é abalada quando juízes agem como agentes políticos, disfarçados de intérpretes jurídicos. Separar a política do direito é fundamental para a credibilidade da magistratura brasileira.

Uma reflexão sobre a atuação do Judiciário e a importância de manter a separação entre o que é pertinente à política e o que pertence ao campo jurídico. Entenda os pontos cruciais para um sistema de justiça mais eficiente e confiável.

#CriseJudiciário #PoderJudiciário #DireitoePolítica

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Transcrição
00:00Quando falamos em crises, é fundamental reconhecer que efetivamente nós estamos imersos
00:08em relação à atuação do vitiário, uma crise que precisa ser enfrentada.
00:13E enfrentada com olhos de ver e ouvidos de ouvir.
00:16Sob pena de repetirmos para problemas novos soluções velhas
00:23que significam simplesmente relegar os problemas sem resolver.
00:28E é nesse momento, creio que o poder judiciário, e posso dizer da magistratura,
00:36da sua imensa maioria dos 18 mil juízes do Brasil, que tal como foi dito que há juízes em Berlim,
00:44também aqui é preciso dizer que há juízes no Brasil, e para enfrentar esta ordem de ideias.
00:50Fechando essa notinha de rodapé mental sobre o significante atuação do judiciário,
00:55sempre que o juiz parecer estar atuando como agente político disfarçado de intérprete jurídico,
01:05perde-se a confiança pública.
01:09Tenho dito e repetido.
01:11E disse isto num pronunciamento alusivo a 8 de janeiro,
01:17numa solenidade que foi levada a efeito, não neste ano, mas no ano pretérito,
01:21no Palácio do Planalto, falando em nome do poder judiciário,
01:26eu disse a política, o que é da política, o direito, o que é do direito.
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