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  • há 48 minutos
Presidente da fabricante de café solúvel Realcafé e da exportadora Tristão, Sérgio Giestas Tristão conta sobre a responsabilidade de assumir os negócios que já estão na família há três gerações. Frizera também visita o hub de inovação em engenharia e construção civil capixaba Base27, e conversa com Francisco Carvalho e Carol Ferreguete. No quadro "Agro Business", Stefany Sampaio entrevista Rodrigo Farina, CEO da empresa Brota Company, que desenvolveu a primeira horta inteligente do Brasil. Ainda neste programa, o colunista Luiz Stanger comenta a retomada do mercado imobiliário, com foco no bairro Mata da Praia, em Vitória.

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00:00Fique agora com o programa Mundo Business.
00:07BM Vitória, sua concessionária BMW no Espírito Santo.
00:27Bom dia, Espírito Santo. Seja bem-vindo ao programa Mundo Business deste domingo.
00:33O programa de hoje está repleto de inovação e inspiração para você. Veja os destaques.
00:38No programa de hoje eu visito o Hub FUCAP, o Hub de Inovação da FUCAP Business School,
00:45a maior escola de negócios aqui do Espírito Santo, que tem como propósito a fusão da academia com o mercado.
00:51Os alunos vão trabalhar na prática em projetos inovadores dentro da sala de aula,
00:56mudando o modelo de educação tradicional de carteira atrás de carteira.
01:01Vocês vão ver também o Hub Base 27, espaço de inovação na construção civil e na engenharia.
01:07No quadro Agro Business, Stephanie Sampaio conversa com Rodrigo Farina, CEO da Brota Company,
01:13startup de hortas inteligentes residenciais.
01:17Agora você pode plantar dentro de casa com as facilidades da tecnologia.
01:22Aqui no estúdio, hoje eu recebo o empresário Sérgio Tristão,
01:26um dos maiores empresários do mercado de café no Espírito Santo.
01:29E para começar, já te atualizando do que foi destaque nesta semana,
01:33acompanhe o nosso giro de notícias.
01:38E olha, uma notícia exclusiva que acaba de chegar para a Mundo Business
01:42é que o empresário capixaba Marcos Boaz convidou seu amigo Tiaguinho, cantor,
01:48para ser o novo Head de Comunicação e Marketing do Jim Capixaba Dry Cat.
01:53A micro destilaria urbana Dry Cat foi fundada em um terraço no bairro de Vila Capixaba,
01:59em Cariacica, por Luiz Flávio Zanon e Ari Oliveira.
02:03E é reconhecida internacionalmente por ter sido premiada na London Dry Spirits,
02:08uma das maiores competições de gin do mundo.
02:11Boaz disse que a ideia com a vinda de Tiaguinho como diretor da marca Capixaba é,
02:16abre aspas,
02:16a realização de um sonho antigo que tínhamos eu e o Tiago
02:20de investirmos juntos em uma empresa de bebidas.
02:23E aí surgiu a oportunidade perfeita com a Dry Cat
02:26de levar um produto capixaba premiado mundialmente para todo o Brasil.
02:32Fecha aspas.
02:36Agora uma notícia em primeira mão para vocês.
02:39O Folha Business fechou uma parceria com o podcast Diga Aí.
02:42Você vai poder acompanhar agora todas as semanas lá no Spotify
02:46e também aos domingos na coluna Mundo Business no jornal Folha Vitória
02:51o que pensam os empresários capixaba, seus gostos, opiniões e expressões.
02:56Acompanhe o primeiro episódio com o empresário Café Lindenberg.
03:02A cantora Anitta foi escolhida para compor o conselho do Nubank,
03:06uma das maiores fintechs do Brasil, avaliada em 25 bilhões de dólares,
03:11agora recentemente quando recebeu um aporte de 500 milhões de dólares
03:15do mega investidor americano Warren Buffett.
03:18Os advogados consultados por Mundo Business acreditam não se tratar
03:22só de uma jogada de marketing, porque a participação de uma pessoa
03:26no conselho de uma empresa possui várias responsabilidades e obrigações.
03:32Essas e outras notícias você tem acesso diariamente no Folha Business,
03:37lá no jornal folhavitoria.com.br e também no Instagram,
03:41arroba Folha Business e no meu Instagram pessoal, arroba Ricardo Friseira.
03:45Acompanhe a gente nas redes sociais.
03:50Se compararmos nossos meios de transporte e comunicação de hoje,
03:55com os de 100 anos atrás, é perceptível como a humanidade evoluiu com novas tecnologias.
04:02Por outro lado, quando olhamos para as salas de aula,
04:05nem todos os centros de ensino acompanharam essa evolução.
04:09Com a transformação digital e a nova forma de aprender e trabalhar,
04:12o modelo carteira atrás de carteira já não é mais suficiente
04:16para que os alunos se adequem à realidade do dia a dia do mercado.
04:20Uma das evidências disso é que o número de vagas de empregos voltados para a tecnologia
04:24cresceram mais de três vezes no Brasil apenas no ano de 2020, um ano de crise.
04:32Hoje vamos entender o que as instituições de ensino superior estão fazendo para se reinventar
04:37e aproximar os estudantes do mercado, inserindo-os no contexto da prática da inovação.
04:42Para isso, vamos conversar com as lideranças Aridelmo Teixeira, fundador da FUCAP,
04:48Valsemiro Nossa, presidente da FUCAP,
04:50e Paulo Vitor Novaes, coordenador do Hub FUCAP,
04:54em visita à sede da FUCAP Business School Vitória.
04:59Aridama, a gente sabe que o cenário da educação tem mudado no Brasil e no mundo,
05:02em especial nesse momento de transformação digital,
05:06que ocasionado pela pandemia, a gente precisou se digitalizar.
05:09Como é que você enxerga essa evolução da educação?
05:12Bom, o primeiro passo foi efetivamente a educação ter aberto espaço
05:16para a tecnologia entrar na sala de aula.
05:18Apesar da tecnologia estar disponível há bastante tempo,
05:21dentro da academia tinha uma certa resistência,
05:24tanto por parte dos alunos, como professores, como a academia como um todo.
05:27E essa foi uma grande oportunidade,
05:28todo mundo viu que ela consegue adicionar valor e melhorar a qualidade do aprendizado.
05:32Bacana. E quando a gente olha em especial para as faculdades de negócios,
05:35de administração, economia, contabilidade, como é o caso, por exemplo, da FUCAP,
05:41como é que você enxerga que essa transformação veio aqui
05:45até esse ambiente de faculdade de negócios?
05:48As faculdades de negócios até então, com falta de tecnologia,
05:52elas tinham que ficar abstraindo, tentando montar ambientes que simulassem ambientes de trabalho.
05:57E com essa tecnologia vindo para a sala de aula, isso permitiu o quê?
06:02Uma fusão.
06:03Então, dentro da sala de aula tem a prática e a teoria acontecendo ao mesmo tempo.
06:07Ou seja, deixamos o laboratório, o fake,
06:09e estamos passando a oportunidade de aproveitar a realidade das empresas no dia a dia,
06:14e o aluno aprendendo junto com a emoção do empreendedor em desenvolver o negócio.
06:18E a FUCAP tem sido uma das pioneiras a nível Brasil nesse movimento de trazer as empresas
06:23para dentro do ecossistema da faculdade, né?
06:25Como é que surgiu essa ideia de criar um hub?
06:27Então, a primeira coisa que nós fizemos foi transformar a grade curricular no organograma curricular.
06:32O saber da área de negócio está distribuído entre o fazer das empresas no seu dia a dia.
06:38Então, o aluno nada mais que vai ficar acompanhando uma empresa e toda hora que o problema surgir,
06:42ele será um chamado junto com os professores para serem os consultores daquela empresa.
06:47Então, tem um sênior professor, um doutorando ou um mestrando acompanhando, dependendo da complexidade,
06:51mas ele vai estar ao mesmo tempo que recebendo uma carga teórica,
06:54vendo aquela carga teórica exposta com a prática e aquela prática tem resultado.
06:59Então, se ele tomar a prática errada, ele vai ver o resultado errado.
07:02Se ele der o conselho errado, o empreendedor vai falar assim, isso não está certo.
07:06Não é mais o professor avaliando se ele aprendeu ou não aprendeu.
07:09Ele capturou, fez a leitura do sistema, propôs solução e quem vai avaliar se é válido ou não é o
07:17empreendedor.
07:18Então, avaliação no mundo real junto com a academia.
07:26Assim, em meio a essa fusão da academia com o mercado, a FUCAP leva aos alunos a experiência de vida
07:32real.
07:33Como é que esse modelo se diferencia do modelo teórico e como que ele leva vantagem competitiva aos alunos da
07:39instituição?
07:40Quando a gente olha para o mercado hoje, esse mercado é bastante competitivo e ele demanda algo mais.
07:46Ou seja, o aluno, quando formado, que ele chega ao mercado, o ideal é que ele esteja mais pronto para
07:53esse desafio todo que tem hoje.
07:55Então, nós aqui começamos a olhar exatamente essa problemática.
08:00Quer dizer, como fazer isso acontecer de verdade?
08:03E aí foi o momento que a gente falou, não, vamos trazer o mercado para dentro da sala de aula?
08:07E aí tiveram várias ações desenvolvidas por nós aqui, exatamente para fazer isso acontecer.
08:14Uma delas é o próprio hub, que nós constituímos aqui um hub de inovação um pouco diferente do que tem
08:20no mercado,
08:21porque esse aqui é muito mais um grande laboratório para que os alunos possam, dentro desse ambiente,
08:30aprender fazendo com os vários players que tem aí das startups, enfim.
08:35Mas não só isso, nós também evoluímos na parte depois, além da graduação, na pós-graduação, nos mestrados, doutorados.
08:45Quando a gente olha do ponto de vista de empregabilidade, Valsemiro, seja para o graduando, aluno mais novo,
08:49ou para o pós-graduando, mestrando, aluno já mais experiente, qual o impacto prático que ele tem quando ele chega
08:55no mercado com esse currículo?
08:57Então, eu acho que esse fato dele já estar automaticamente lidando com o mercado aqui dentro da sala de aula,
09:06acho que dá para ele uma visão muito ampla de como isso acontece na vida real.
09:11E é isso que as empresas querem, né?
09:13É isso que o tipo de profissional que o mercado deseja é esse que já sabe dos detalhes, né?
09:21Já tem uma forma de raciocinar, uma metodologia de solução de problemas.
09:28E você só consegue adquirir essa fórmula de solução de problemas, essa metodologia,
09:35seja por meio da própria pesquisa, que te leva um pouco a isso,
09:38mas quando essa pesquisa é muito voltada diretamente a um ambiente real,
09:44bom, aí é no ponto que esse aluno vai trabalhar exatamente uma realidade.
09:50E é isso que o mercado espera.
09:54Faculdades como a FUCAP, por exemplo, lançaram mão de um hub de inovação
09:58onde conecta os alunos com a realidade de startups de tecnologia
10:02e também de um laboratório de finanças,
10:04com a ideia de conectar os alunos com a realidade do dia a dia do mercado financeiro,
10:09simulando um fundo de investimentos.
10:15Agora, Paulo, a gente está aqui dentro do Hub FUCAP,
10:18que é esse espaço onde as startups ficam, né?
10:21Para dar cabo a esse trabalho de vocês.
10:23Quero saber, quero que você fale para o nosso telespectador,
10:26o que exatamente o Hub FUCAP faz?
10:28Primeiro, assim, a gente precisa entender o que um hub faz,
10:31um ambiente de inovação, tradicionalmente ele entrega conteúdo,
10:33ele entrega o que a gente chama de valor para um empreendimento, para uma startup.
10:37Agora, o que o Hub FUCAP faz?
10:39Além disso, ou seja, além de um ciclo de palestras, de mentoria,
10:43dessa agregação de valor,
10:44a gente tem usado uma abordagem chamada de Challenge Based Learning.
10:48Challenge Based Learning, que basicamente, em bom português,
10:52é uma metodologia de aprendizado com base em desafios, é isso?
10:56Exatamente.
10:56Qual que é a ideia, então?
10:57Um empreendimento, como a gente tem aqui vários,
11:00ele gera uma demanda, né?
11:02Uma dor que ele tem é transformada numa demanda,
11:05essa demanda é transformada num desafio,
11:07mas que vira uma espécie de hackathon,
11:09que é um termo mais comum lá nas áreas mais técnicas, né?
11:13Agora, Paulo, hoje, aqui no Hub FUCAP,
11:16quantas startups já estão instaladas, já estão funcionando aqui no espaço?
11:21Bom, então, a gente está dando os primeiros passos,
11:23a gente está esquentando os motores, né?
11:25E até o fim do ano, a gente deve atingir nossa capacidade,
11:27que é de 20 startups, certo?
11:30Esse que é o nosso objetivo, a gente está planejado para isso.
11:32Muito embora, esse ambiente de pandemia mostrou para a gente
11:36que o físico, ele não limita tanto, né?
11:39Porque a gente consegue ter pessoas aqui sem estar fisicamente aqui
11:42e agregar valor, né?
11:44Num ambiente híbrido, como a gente faz até mesmo com os alunos.
11:47Bacana.
11:47Agora, para quem nos assiste agora,
11:49tem uma empresa e quer fazer parte do Hub FUCAP.
11:53Qual o caminho que ele deve seguir?
11:54Pode me procurar, certo?
11:56Pode mandar um e-mail, pode me procurar nas redes sociais,
11:58LinkedIn, Instagram, Twitter, qualquer um desses.
12:00E marcar um encontro aqui, que eu faço esse tour,
12:03tenho feito bastante isso.
12:05Explico exatamente qual que é a nossa metodologia,
12:08qual que é a proposta do Hub, certo?
12:10Com esse foco no aluno, que isso que é muito bacana,
12:12isso que é um pouco do nosso diferencial.
12:14E apresentando essa metodologia e dando o ok,
12:18ou seja, a parte, o investidor gostando, comprando a ideia,
12:22ele vai agendar um pitch, pode deixar comigo,
12:25pode deixar comigo, pode marcar que eu dou continuidade a esse processo.
12:33Agora, lá em cima, a gente estava no Hub FUCAP,
12:35que é o espaço que conecta os alunos com os empreendedores,
12:38com o mercado das startups, da tecnologia.
12:40Agora, a gente vem aqui para o FUCAP Finance Lab Mais Valor,
12:43que é um laboratório de finanças, que tem como objetivo
12:46conectar os alunos ao mercado financeiro.
12:49Como é que esse espaço aqui que a gente está
12:51pode ajudar esse novo conceito de modernização da FUCAP?
12:56Então, Ricardo, bom, aqui a gente está em um ambiente muito bacana,
12:59super inovador, que é o FUCAP Finance Lab Mais Valor,
13:02que é uma collab que a gente tem com a Valor Investimento,
13:05que, na verdade, esse projeto como um todo é fruto do projeto Centelha da FAPS.
13:10A FUCAP foi vencedora desse projeto e conseguiu trazer esse ambiente
13:13bastante inovador que mimetiza, como a gente diz, o ambiente financeiro.
13:19Ou seja, aqui o aluno tem a impressão de estar no mercado financeiro,
13:23operando como se fosse na Bolsa de Valores.
13:25E uma das coisas, um dos pontos principais que concentram aqui,
13:29que a gente concentrou aqui nesse ambiente,
13:31é a base de dados da Bloomberg, que é uma base internacional bastante robusta.
13:35A Bloomberg é o sistema nervoso central do mercado financeiro global,
13:39ou seja, onde estão todos os dados do mercado financeiro,
13:42das bolsas, das empresas, do mundo todo.
13:45Exatamente. Além dos alunos terem acesso,
13:48na verdade, eles têm acesso para fins específicos,
13:50como, por exemplo, a nossa Liga de Finanças,
13:53a nossa Liga de Finanças em que os alunos desenvolvem desafios,
13:58participam de desafios e utilizam essa base de dados.
14:03Como é que esses alunos da FUCAP, que passam por aqui,
14:05vão ser beneficiados quando chegarem no mercado?
14:07Então, essa é uma das coisas interessantes aqui desse ambiente,
14:10que a ideia é a gente oferecer o primeiro curso, talvez,
14:13não temos informações sobre outros,
14:16de formação de gestores de fundos.
14:19A ideia é ter aqui dentro uma simulação de um fundo de investimento, é isso?
14:23Exatamente. Um exemplo que está acontecendo neste momento,
14:25está acabando, se não me engano, nas próximas semanas,
14:29é o curso de Python.
14:32Então, a gente tem a professora Neila conduzindo juntamente
14:34com o professor Fernando Caio, se não me engano.
14:36Que é uma linguagem da programação, o Python, né?
14:38Exatamente. Que é uma linguagem de programação
14:40e está sendo oferecido aqui para os alunos.
14:42E, ao final, eles vão ter que entregar uma carteira montada,
14:47ou seja, um conjunto de ativos montados,
14:49utilizando essa ferramenta.
14:51E tudo isso feito aqui dentro.
14:54Para os alunos, é fundamental ter espaços preparados
14:57com simulações reais da realidade enfrentada no mercado.
15:01O diferencial do Finance Lab é justamente democratizar
15:05o acesso a certas ferramentas, como o próprio terminal da Bloomberg
15:09e alguns materiais que os próprios profissionais
15:12e praticantes do mercado financeiro, de modo geral,
15:15utilizam no seu dia a dia para tomar as melhores decisões
15:18de investimento possível, né?
15:19Então, na prática, acaba que o Laboratório de Finanças
15:22ajuda nós, estudantes, a preencher essa lacuna que existe
15:26entre a teoria aplicada na sala de aula e a prática do mercado.
15:30Indiscutivelmente, isso acaba gerando para nós,
15:33facilitando a realização de nossos trabalhos,
15:35de nossas tarefas, tudo isso com acesso
15:38a informação de qualidade sobre as instituições do mercado,
15:41sobre os acontecimentos do mercado
15:42e sobre a dinâmica do mercado financeiro nacional e também internacional.
15:48Espaços de inovação, como o Rob e o FUCAP, são fundamentais para o nascimento de novas startups
15:54e para o desenvolvimento de grandes projetos.
15:57A gente, enquanto startup, que está trabalhando com validação de modelos de negócio,
16:01geralmente caminhando no rumo da inovação,
16:04sempre traz algumas abordagens que são novas e não validadas anteriormente.
16:09O Groupify, que é uma plataforma de gestão de membresia,
16:12que é nada mais do que um conjunto de tecnologias para você gerenciar a sua rede de membros,
16:16ela precisava de um ambiente justamente controlado e com, vamos dizer assim,
16:20segurança de variáveis para a gente poder validar e testar alguns conceitos.
16:25E a FUCAP, o FUCAP Hub, ele se encaixa como uma luva com isso,
16:28porque aqui a gente consegue fazer validações e prototipações rápidas,
16:33tanto com os alunos, quanto com os funcionários da FUCAP,
16:36quanto com os atores envolvidos no processo da gestão de membresia como um todo
16:39e com isso diminuir o nosso risco e o nosso custo para a validação de um modelo de negócio inovador.
16:45Além disso, você recebeu um aporte também da FUCAP, é isso?
16:47Perfeito. A FUCAP, ela...
16:49A FUCAP Hub, ele faz uma análise do seu negócio,
16:53traz ali números de gestão, traz números de potencial do mercado, potencial do time
16:59e ajuda a startup com estrutura, com facilitação junto com os professores,
17:04com a possibilidade de você desenhar desafios em conjunto com os alunos
17:08e também a questão do investimento que é tratado individualmente com cada startup.
17:13Não podemos negar que o capital de risco é muito necessário para o desenvolvimento do negócio inovador,
17:17porque a startup, via de regra, ela está num modelo que não foi validado, então o risco é muito alto.
17:23E onde há risco, também há retorno.
17:25Então há casos onde você vai ter aí números estratosféricos,
17:28que foram resultado, lógico, de um trabalho muito duro, mas também do investimento de capital de risco.
17:34Os espaços de inovação são uma tendência mundial e o Espírito Santo está se adequando para essa mudança.
17:40A necessidade de criar conexão em ambientes abertos, os chamados open offices em inglês,
17:46e apoiar o desenvolvimento do ecossistema empreendedor são pilares para o surgimento dos hubs de inovação.
17:53Olha, o bairro da Enseada do Suá virou um polo de tecnologia e inovação no Espírito Santo.
17:58E foi aqui na Enseada do Suá, na Avenida Américo Boaz, que um grupo de empresários resolveu fundar o Base
18:0427,
18:05hub de inovação na construção civil e na engenharia.
18:09Para falar mais sobre o Base 27, hoje a gente vai conversar com Francisco Carvalho,
18:14presidente do hub, e com Carol Ferreguetti, gestora do Base 27.
18:20A inovação é uma questão de sobrevivência no mundo dos negócios.
18:24O desafio agora não é mais sobre a necessidade ou não de inovar, e sim sobre como fazer a inovação
18:31acontecer na prática.
18:32A gente rodou bastante o mundo inteiro, os ecossistemas de inovação, do Brasil, como Santa Catarina, São Paulo,
18:40mas também de fora, como Israel, Portugal, Vale do Silício.
18:45E a gente percebeu um mundo bastante diferente, um mundo muito inovador, com soluções cada vez mais disruptivas.
18:54E a gente precisava trazer isso aqui para o nosso estado.
18:57Então, a gente começou pela engenharia e construção, em razão da gente trabalhar na área,
19:04e a mobilização foi incrível, a gente está hoje com 29 mantenedores.
19:09Agora, Francisco, o que exatamente o Base 27 faz?
19:13Quando uma empresa ligada aqui ao ecossistema, patrocinadora ou mantenedora de vocês entra aqui,
19:20como que o hub entrega essa proposta de valor para essa empresa?
19:23Como é que ele pode ajudar essa empresa a desenvolver o seu negócio e a se preparar para esse mundo
19:29digital da inovação?
19:31Bom, Ricardo, o Hub, o Base 27, ele é pautado em quatro pilares.
19:36A conexão, o conhecimento, a marca e o espaço.
19:40A conexão é a oportunidade que a gente tem de aprender com outros players do mercado,
19:47sejam os nossos próprios mantenedores, quando a gente se reúne,
19:51seja através de conexões com outros hubs, como Israel, como Cubo, Inova Bra, enfim.
20:00São os hubs do Itaú e do Bradesco lá em São Paulo.
20:02Itaú e do Bradesco, ou hubs daqui mesmo, do Estado do Espírito Santo.
20:06Então, quando a gente ouve falar sobre inteligência artificial, sobre blockchain, sobre design thinking...
20:12Coisas do mundo da tecnologia.
20:14O mundo da tecnologia, que fazem muita diferença hoje para que as empresas sejam ágeis,
20:19para que elas possam inovar nos seus negócios,
20:22a gente acaba precisando levar esse conhecimento, disseminar esse conhecimento para as empresas.
20:28Então, são duas das entregas do hub.
20:30Além disso, a projeção da marca.
20:32Então, uma empresa que trabalha com um propósito muito bacana,
20:38que é o propósito do Base 27, de ajudar a transformar, inclusive, a sociedade,
20:43ela transmite uma imagem muito positiva para o mercado.
20:46E atrai grandes talentos também, para trabalhar em uma empresa que quer mudar,
20:51que quer se transformar, que quer...
20:53Preparada para o futuro.
20:54Preparada para o futuro.
20:55E, finalmente, o espaço onde a gente está aqui hoje,
20:58que é aquela oportunidade que a gente tem de se encontrar,
21:02de ouvir, captar alguma coisa que alguém falou,
21:06poxa, isso aqui faz sentido para mim,
21:07como é que a gente pode fazer um negócio juntos.
21:10Então, os quatro pilares são as entregas que a gente consegue prover para os mantenedores.
21:20Carol, agora, você é responsável por gerenciar esse espaço aqui,
21:23que é o que a gente chama, em inglês, de Community Management.
21:25Nada mais é do que gestão de comunidade.
21:27Ou seja, fazer com que as empresas e pessoas parceiras aqui do ambiente
21:31se conectem, criando um ecossistema realmente de valor.
21:35Como é que é o desafio de fazer essa conexão entre essas empresas?
21:38Bom, Ricardo, a gente tinha um desafio muito diferente aqui,
21:44que é criar a ambiência de inovação sem ter o ambiente,
21:47por causa do nosso contexto da pandemia.
21:49Logo que a gente nasceu, a gente nasceu no início da pandemia.
21:53Então, a gente trabalhou durante um ano só no digital.
21:56E aí, a gente tem algumas entregas que a gente faz para eles
21:59e a gente trabalha isso com eles até hoje,
22:02e que é muito importante que eu vejo para eles.
22:04O primeiro que é a conexão.
22:05A gente trabalha muito a conexão entre as nossas 29 empresas mantenedoras aqui.
22:12E a gente faz com que eles se conectem, trabalhem junto,
22:16façam projetos juntos, fechem negócio,
22:18porque esse aqui é um dos nossos grandes ganhos da nossa comunidade.
22:22A gente também trabalha muito o conhecimento entre eles.
22:25A gente entendeu que nem todos estavam no mesmo nível e grau de maturidade
22:29para trabalhar em inovação.
22:31Então, a gente traz workshops, a gente traz webinars para eles,
22:35tudo para eles colocarem a mão na massa e entenderem como que eles podem internalizar
22:40a inovação dentro da empresa deles.
22:51A liderança de hoje movimenta 1 milhão e 600 mil sacas de café por ano,
22:57fatura 1 bilhão de reais.
22:59Por ano, hoje eu estou aqui com o Sérgio Tristão, CEO do Grupo Tristão.
23:03Sérgio, muito obrigado pela presença.
23:04Obrigado a você, Ricardo.
23:07É um prazer enorme estar aqui e quero parabenizar pela audiência e pela repercussão do teu programa,
23:17dando uma noção bastante pontual de como está o empreendedorismo no Espírito Santo
23:24e a classe empresarial como um todo, o business como um todo.
23:30Bacana, muito obrigado, Sérgio.
23:31Sérgio, você é CEO de um grupo muito tradicional aqui no Espírito Santo.
23:35São 86 anos de história do Grupo Tristão, que é um dos maiores grupos aqui do Café Capixaba.
23:42Queria que você contasse um pouco dessa história do Grupo Tristão em primeiro lugar.
23:45Bom, aí a gente volta à primeira geração.
23:49Eu sou da terceira geração da família e a primeira geração foi meu avô.
23:56Meu avô é de Mutum, na divisa com o Espírito Santo.
24:01Meu pai também nasceu lá e ele foi treinado pelo meu bisavô em lojas de secos e molhados,
24:09esses atacados do interior que vendia de tudo.
24:14Mas quando o irmão mais novo dele já estava pronto para fazer o treinamento,
24:21ele, casado com um filho, que era o meu pai, se deslocou a cavalo de Mutum para Afonso Cláudio.
24:29Isso foi em 1935, no auge da crise pós-29.
24:34Ele abre em Afonso Cláudio uma casa de secos e molhados que vendia de tudo,
24:44de lenço, arame farpado, diesel e tinha um quiosque para acomodar os rancheiros que vinham das propriedades
24:56e tinham que pernoitar próximo da loja.
25:00Inclusive, lá na nossa sala de reunião tem um quadro que foi reproduzido quando a empresa fez 50 anos,
25:08que é uma verdadeira obra de arte.
25:10O dia que você tiver a oportunidade de visitar Real Café, não perca a oportunidade de ver esse quadro.
25:18Esse quadro reproduz todo aquele movimento em torno da rua principal de Afonso Cláudio de 1935.
25:26Então, Real Café começou com armazém de secos e molhados.
25:30É, a Tristão.
25:31A Tristão.
25:32Real Café não existia ainda.
25:34E o nome da loja não era Tristão.
25:36O nome da loja era Casas Misael.
25:39Por que Misael?
25:41É, porque era o nome do meu bisavô.
25:43O meu avô colocou em homenagem ao meu bisavô.
25:46Meu bisavô era um português e o nome dele, na verdade, era Misael Tristão da Costa Soares.
25:54Como chamava ele de seu Tristão, o Tristão passou a ser o sobrenome adotado para a geração do meu avô.
26:03E a moeda de troca, na época, era o café.
26:08O Espírito Santo era basicamente uma monocultura.
26:12Você está falando de 1935.
26:141935.
26:15Os produtores iam na loja, pegavam os insumos, os produtos de primeira necessidade, assinavam um boleto e voltavam na colheita
26:28e pagavam com o café.
26:30E foi assim que nasceu a empresa.
26:32A empresa, depois, se não me engano, em 1955, meu pai começa a se envolver mais com a operação, vai
26:43morar em Afonso Cláudio.
26:45Eu cheguei a morar em Afonso Cláudio, apesar de ter nascido no Rio.
26:49Eu morei em Afonso Cláudio até quatro anos de idade.
26:51Aí diversifico números de loja.
26:55A gente chegou a ter, sei lá, umas 12 lojas espalhadas pelo interior do Espírito Santo.
27:00Mas, em 1960, meu pai opta pela exportação.
27:05E aí já entra com o nome Tristão.
27:08E aí como é que começou a Real Café, que é a fábrica de café solúvel?
27:10A Real Café é uma história extremamente importante para o Espírito Santo.
27:18Porque acontece num momento que o Brasil, o governo brasileiro, estimula a erradicação.
27:25Quando estimula a erradicação, no final da década de 60, o Espírito Santo estava todo pendurado na monocultura do café.
27:35Então, você tinha algumas lideranças aqui.
27:37Então, dependia muito da economia capixaba do café, né?
27:40É.
27:41Governadores.
27:42E na época você tinha o presidente do BANDES, que era o doutor Arthur Carlos Gerardes.
27:47E eles começaram movimentos de trazer indústrias para o Espírito Santo para ressurgir da crise da erradicação.
27:59E aí você teve grandes movimentos industriais, que foi Aracruz, Celulose, CST, a própria expansão, a vinda da Vale do
28:09Rio Doce.
28:11E você está falando de que época, mais ou menos, para o nosso trastecador se situar?
28:14Isso era final da década de 60 ou começo da década de 70.
28:21Que foi quando a Real Café foi fundada.
28:23E foi quando vem a ideia da Real Café, entendeu?
28:26Para você dar uma opção, uma opção para a cafeicultura do Espírito Santo.
28:33E aí o BANDES trouxe a ideia de fazer uma fábrica de solúvel.
28:41Já existiam várias fábricas de solúvel no São Paulo, Paraná e Minas.
28:45Solúvel que é esse café que a gente toma em casa, né?
28:47Não.
28:48O solúvel é um pouco mais.
28:50O que você normalmente toma em casa, você pode tomar de um ou do outro.
28:54É o torrado moído que você faz no coador.
28:56O solúvel já vem pronto.
28:58Ele já vem pronto.
28:59São sólidos solúveis.
29:02É tudo aquilo que é sólido, em contato com o líquido, com a água, vai virar líquido.
29:08Então você faz um café direto ao leite, que ele vai virar líquido.
29:13Você pega o pó e mistura com o leite.
29:15Ou pega o pó e mistura com a água, que vai virar líquido.
29:19Ele é muito eficiente na praticidade.
29:23de quem mora sozinho e que toma café rápido e tal.
29:29E ele é muito agressivo em países tradicionais no consumo de chá.
29:34Porque você...
29:35Como a Inglaterra, né?
29:36Foi na Inglaterra.
29:38Você entrar num país que toma chá com o coador, com toda aquela rotina...
29:44É um pouco agressivo, né?
29:45Você muda a cultura.
29:46Você muda a cultura.
29:47Na hora que você entra com um produto que já vem pronto e é só jogar água, ele fica
29:53muito mais fácil de ser introduzido.
29:55Hoje, o consumo de solúvel na Inglaterra é grande, mas o torrado moído é maior.
30:02O convencional.
30:04Mas quem plantou o consumo de café na Inglaterra foi o solúvel.
30:10E está sendo assim toda a Ásia.
30:12A Ásia emergente, que veio junto com esse movimento de China, Indonésia, Malásia...
30:20O consumo é todo lastreado em cima do solúvel.
30:25Mas a Real Café teve uma história muito importante aqui pro Espírito Santo, né?
30:28Porque ajudou a desenvolver a cadeia do café, que eu sei que é essa história que você vai
30:32contar depois do intervalo no próximo bloco.
30:35O Sérgio Tristão vai falar sobre a importância aqui da Real Café pra desenvolver o mercado
30:40do café capixaba.
30:42Teve um papel fundamental pra nossa economia aqui no Espírito Santo.
30:46Fica aí que o Mundo Business volta já.
31:01Estamos de volta em Mundo Business aqui com o Sérgio Tristão, o CEO do Grupo Tristão.
31:06Ele movimenta 1 milhão e 600 mil sacas por ano e fatura 1 bilhão de reais com café capixaba.
31:12Sérgio, a gente contava a importância que vocês tiveram na história, o desenvolvimento
31:17do café no Espírito Santo, não é isso?
31:19A Real Café tem uma participação muito importante na evolução principalmente da cafeicultura
31:27do Espírito Santo, mas principalmente do Conilon.
31:30A ideia dela surge no governo do Cristiano Dias Lopes, onde o doutor Arthur Guerra era o presidente
31:39do Bandes, em trazer uma indústria de solúvel para fomentar o plantio do Conilon, porque se
31:47sabia que o café robusto, que é o nosso Conilon, era muito bem aceito na indústria de solúvel.
31:55Cria-se a ideia da Real Café, leva-se para alguns empresários e meu pai aceita o desafio
32:02de ser sócio do Bandes, sócio minoritário na época.
32:06Mas eu quero saber um pouco mais a sua história.
32:08Como é que você entrou no Grupo Tristão?
32:11Você era terceira geração do grupo, são 86 anos de história, bastante tempo.
32:16Você é mais novo que isso, obviamente.
32:18Como é que você entrou no grupo?
32:19Começou a trabalhar?
32:20Bom, eu com 17 anos, eu fui para o Rio de Janeiro para fazer universidade lá.
32:29Aí eu acabei me formando.
32:33Nunca fui um aluno assim fantástico, mas sempre consegui passar os obstáculos.
32:41Acabei me formando em 1979.
32:43E a sede das empresas de café, na sua maioria, estava no Rio de Janeiro, porque você tinha
32:50um mercado muito controlado pelo Instituto Brasileiro do Café, o IBC.
32:56E a sede do IBC era no Rio de Janeiro, não era em Brasília, porque a gente sabe que no
33:03passado a capital brasileira foi o Rio de Janeiro.
33:06Então, a sede de vários órgãos ainda era no Rio de Janeiro.
33:10Então, muitos exportadores estavam lá.
33:13Então, nossa família já morava lá e eu comecei a frequentar a empresa.
33:18E quando eu me formei em 79, eu já vinha fazendo alguns estágios, alternando com os estudos,
33:27e já assumi um posto responsável pela parte de compra, que eu lidava com todo o interior.
33:37E naquela época a gente tinha filiais de compra espalhados no Brasil todo.
33:41E a gente teve filial, chegou a ter quatro filiais em São Paulo, uma no Paraná, três
33:48em Minas, duas no Espírito Santo, porque a gente chegou a ter filial também em Colatina.
33:54Então, era uma coisa dinâmica e diferente de outros empreendedores, como eu fiz uma
34:03opção de ficar na empresa, o meu desafio e dos meus irmãos que estavam ali junto comigo
34:11era quebrar aquele tabu de que a terceira geração destrói o que a primeira geração
34:18e a segunda construíram.
34:19Eu não sou aquele empreendedor que começou do zero, eu tinha uma avenida na minha frente,
34:26totalmente patronada pelo meu pai, que pegou a empresa lá de Afonso Cláudio em 55 e quando
34:34eu entrei em 79 a empresa já era a maior exportadora de café do mundo.
34:39Meu pai com 58 anos, CEO da empresa toda, a empresa tinha um ramo financeiro grande também,
34:48tinha uma indústria, tinha o café no Brasil e filiais no exterior, nos Estados Unidos e em Londres.
35:00ele resolveu fazer uma, antecipar a sucessão e ele deu um explique.
35:06Passar o bastão antes da hora, né?
35:07É.
35:09Porque ele com 58 anos, extremamente ativo, foi uma coisa até que surpreendeu a nós mesmos,
35:16filhos.
35:18Então, para mim, ele passou o controle acionário de toda a operação de café verde no Brasil,
35:27que era a trading, ele ficou com a Real Café e meus irmãos ficaram com as empresas no exterior.
35:35E aí, a partir de 88, eu comecei a tocar a empresa, no meu estilo, um pouco mais conservador,
35:46bem mais conservador do que meu pai.
35:49Meu pai realmente foi extremamente arrojado e conseguiu construir muito.
35:55Mas...
35:55O senhor queria falar, o seu pai foi uma figura, o senhor Jones Tristão, né?
35:59Uma figura muito importante aqui para o nosso Estado, fundamental para o desenvolvimento
36:04da nossa economia.
36:05Eu queria que você falasse um pouco mais dessa relação com ele, nessa sucessão.
36:09O que você aprendeu com ele durante todo esse tempo?
36:13Ó, o Ricardo, eu aprendi tudo, entendeu?
36:17Agora, é óbvio que, como eu assistia ele comandar de camarote, nem tudo eu concordava.
36:27Eu não conflitava, eu não concordava.
36:31Então, na minha gestão, eu fiz algumas adaptações.
36:36Mas, sem sombra de dúvida, o meu mérito, eu tenho que botar 60%, 70% para ele.
36:49Ele saiu de uma lojinha de secos e molhados em 1955, para, em 75, ser o maior exportador
36:59de café, em 77, o maior exportador de café do mundo.
37:04Então, eu não vou ter, e as oportunidades também, à medida que o tempo foi passando,
37:10as dificuldades também estão aumentando.
37:12Eu não vou ter essa pretensão.
37:14Eu recebo a indústria em 88 e em 90, acaba tudo.
37:19Acaba OIC, acaba IBC, o governo Collor, entendeu?
37:24E o mercado fica livre.
37:28Aí, o primeiro movimento do mercado, o mercado tem uma derrocada que vai a níveis nunca antes
37:36vistos, desde a crise dos anos 30, ou talvez a crise da erradicação.
37:45E isso, o setor ficou muito abalado.
37:47E não foi diferente comigo, entendeu?
37:50Aí, eu, como já não tinha IBC, eu resolvo retornar para o Espírito Santo.
37:58Então, em 1995, eu tomo a decisão.
38:02Eu ainda fui eleito presidente do Centro Comércio Café do Rio de Janeiro, mas tomo a decisão
38:09de retornar para o Espírito Santo, onde tudo começou.
38:12E aqui, você está até hoje tocando o grupo.
38:15Sérgio, para a gente finalizar aqui, um bate-bola, uma liderança que te inspira?
38:19Jones C. Tristão.
38:20Seu pai.
38:21Uma empresa?
38:21São várias empresas.
38:23As empresas de tecnologia hoje inspiram todo mundo, mas eu vou ficar no meu ramo de alimento.
38:30Uma empresa que me inspira é a Nestlé.
38:33Um princípio não negociável?
38:35Transparência.
38:36Uma vitória.
38:37No lado pessoal ou empresarial?
38:40Os dois.
38:40Pessoal ou minha família?
38:44Que hoje são quatro filhos, dois genros e três netos.
38:50No lado empresarial, foi ter pego o que eu recebi do meu pai e ter adquirido a Real Café
39:00em 2000 e ter continuado ampliando os negócios.
39:05A Real Café hoje é quatro vezes, é três vezes maior do que no ano 2000, quando eu adquiri ela.
39:15O melhor investimento?
39:16Ah, foi a Real Café.
39:18O pior investimento?
39:19Eu comprei uma indústria em sociedade online de cápsula de café em 2015 e esse investimento foi frustrante e foi
39:36muito ruim.
39:36Sérgio, a virada de chave na sua vida?
39:39A virada de chave na minha vida, eu daria duas voltas.
39:45Em 1996, quando eu venho para Vitória e 2010, quando eu vou para Viana e concentro toda a cúpula da
39:57empresa na mesma unidade.
40:00Viana é onde está hoje a sede, né?
40:02A sede da Tristão e a sede da Real Café.
40:05Hoje nós basicamente só temos duas unidades operando no Brasil.
40:10Uma em Viana, onde você tem a trading, o armazém e as fábricas de torrado moído e de solúvel.
40:18E outra em Varginha, onde você tem a trading e o armazém gerais.
40:23Sérgio, se pudesse voltar atrás?
40:26Eu evitaria alguns erros, mas eu acho que eu faria tudo de novo.
40:33Se pudesse deixar uma mensagem agora, quem nos assiste em casa, qual seria?
40:37Tinha uma frase que meu pai gostava de falar aqui, a receita do sucesso é 25% e 30%
40:47de criação, 70% e 75% de transpiração.
40:52Então, eu acho que não adianta você ter só criar, você tem que persistir e transpirar.
41:01Aí você vai construir algo para o futuro, para o seu futuro e o futuro de uma nação.
41:08Sérgio, muito obrigado pela entrevista.
41:10Parabéns pela sua trajetória e pela trajetória da sua família também.
41:14Foi fundamental para o desenvolvimento do nosso Estado. Obrigado.
41:16Obrigado a você. Parabéns pelo sucesso.
41:19Continue aí, que eu sei que no teu caso tem muita transpiração.
41:24Muito obrigado, Sérgio.
41:26E agora a gente vai falar sobre a retomada do mercado imobiliário aqui no Espírito Santo.
41:31Eu chamo Luiz Henrique Stanger, colunista de mundo imobiliário, direto da Mata da Praia, em Vitória.
41:47A Mata da Praia, sem sombra de dúvidas, se tornou um novo eixo de desenvolvimento
41:54quando o assunto é o mercado imobiliário.
41:56E eu explico o porquê.
41:58Muito conhecida lá pela frente mar, com os grandes prédios e as casas maravilhosas,
42:05a Mata da Praia também tem a sua frente aqui para a Avenida Fernando Ferrari,
42:10que vai acabar descendo ali para a reta da Penha.
42:14E por que a Mata da Praia hoje tem chamado a atenção de investidores e desenvolvedores?
42:20Na minha opinião, muito pela sua localização.
42:25Nós estamos dentro de um empreendimento que acabou ficando localizado numa espécie de miolo,
42:31envolto por posto de gasolina, duas faculdades, sendo uma federal e a outra de grande relevância a nível Brasil.
42:39E também, recentemente, uma grande aquisição aconteceu de um hospital,
42:44que tem movimentado todo o entorno com anexos desse hospital, que vão prestar outros serviços,
42:51bem como tudo aquilo que uma atividade hospitalar atrai para a região, como consultórios e tudo mais.
43:07E aqui na Mata da Praia, no miolo, ou nesse novo miolo aqui do bairro,
43:12nós estamos dentro do Premium Office, um empreendimento que tem lojas comerciais e duas torres de salas.
43:20Bom, esse empreendimento tem sido muito requisitado nos dias atuais por alguns motivos em específico.
43:27O primeiro deles, seja ele para a sua utilização, você que é um profissional autônomo,
43:33ou você que quer instalar a sua empresa em algum empreendimento comercial,
43:38você sempre vai olhar para a localização, bem como você,
43:42que está comprando a fim de alugar e receber uma renda mensal com esse aluguel.
43:55O público que tem buscado este empreendimento, o Premium Office aqui na Mata da Praia,
44:01costuma ser de executivos ou proprietários de empresas que estejam precisando de um lugar que tenha infraestrutura.
44:09E eu explico o porquê.
44:11Com a pandemia, muito se falou sobre as novas maneiras de trabalhar.
44:16E hoje, mais do que espaço, é preciso infraestrutura.
44:21Então eu vou dar alguns exemplos do Premium Office.
44:24Ele tem duas portarias, você acessa através da sua biometria,
44:29são diversos elevadores, nos corredores você tem toda a situação anti-chamas,
44:35câmeras, câmeras espalhadas com um circuito interno de filmagem que garantem a segurança
44:41e o monitoramento do acesso.
44:44Uma coisa muito importante, que já dizem aí os grandes comerciantes,
44:48que é, se você não tem estacionamento, você não tem vendas, né?
44:53Essa frase é dita em inglês e aqui, obviamente, eu vou falar para vocês na nossa língua.
44:57Então o que acontece?
44:59Aqui no Premium Office você tem as vagas de quem utiliza as salas,
45:04ou seja, quem é dono, quem é locatário.
45:07E além disso, você tem um estacionamento exclusivo para visitantes,
45:11ou seja, o teu cliente com o conforto máximo, porta a porta, para o que ele vier fazer.
45:26Quando as salas comerciais são entregues pela construtora,
45:29elas sempre estão assim, no contrapiso, ou seja, na laje,
45:33e ainda sem o rebaixamento de gesso e iluminação.
45:36Eu explico o porquê.
45:38Nos imóveis comerciais, tudo depende do que vai ser instalado ali.
45:43Então, por exemplo, aqui no Premium Office nós temos escritório de advocacia,
45:48que tomam quase um andar inteiro.
45:50Você tem clínicas das mais variadas, desde odontologia até clínica de estética.
45:56Então, o interessante das salas comerciais novas
46:00é essa capacidade de você modular ela,
46:03tanto de espaço, porque a gente ainda tem aqui salas uma ao lado da outra disponíveis,
46:08quanto o tipo da decoração.
46:11Então, eu acho muito bacana essa opção
46:14para quem quer utilizar a sala para o teu próprio negócio,
46:18ou se você busca a renda com locação.
46:22Quero falar para você que ainda tem salas disponíveis aqui no Premium Office.
46:26e você pode visitar para conhecer de perto esse empreendimento.
46:36Agora no quadro Agro Business,
46:38Stephanie Sampaio conversa com o empresário de uma startup
46:41que criou a primeira horta inteligente residencial do Brasil.
46:45Batizada de Brota, a inovação vai ganhando destaque no cenário nacional
46:50e vai receber um aporte de um fundo de investimentos capixaba da Apex.
46:58Você é daquelas pessoas que ama plantas
47:01ou que gostaria de produzir o próprio alimento,
47:04mas já não consegue tempo e espaço para cuidar delas?
47:08Eu sei que assim como você, existem 74% das pessoas que gostariam de fazer um plantio
47:15e não consegue por falta de espaço, tempo ou até mesmo conhecimento.
47:23E foi pensando nos desafios que a vida na cidade traz
47:27e a necessidade de melhorar a qualidade de vida
47:29que algumas pessoas começaram a praticar algo conhecido como agricultura urbana.
47:35Onde tiver qualquer espaço sobrando, podemos plantar.
47:39E melhor ainda,
47:40aliando tecnologia, podemos hoje cultivar hortaliças e tempero
47:45até mesmo dentro de nossos apartamentos.
47:48Um ótimo exemplo é o Brota Company,
47:50empresa criadora da primeira horta residencial inteligente do país.
47:55Produzida com 100% de materiais reciclados,
47:58a startup acaba de receber uma rodada de investimento no valor de 1 milhão.
48:03A rodada foi liderada pela Apex Partners,
48:06que tem em seu portfólio várias empresas de sucesso.
48:10Rodrigo, como surgiu a ideia de criar uma startup para o agro, a Brota?
48:14A ideia surgiu no final de 2019.
48:16A gente estava numa feira de startups no Vale do Silício.
48:19E quando eu cheguei lá, a ideia era aprender um pouco sobre o modelo de gestão de startup.
48:22Só que o que eu vi é que metade quase daquela feira de startup
48:25tratava sobre agricultura urbana, que não é um assunto tão comum no Brasil.
48:29E quando eu saí de lá, voltei para o Brasil,
48:31eu comecei a estudar um pouco de por que esse mercado existia.
48:34E ele existe basicamente por dois motivos.
48:35Hoje, o que a gente consome de alimentos tem dois problemas.
48:39Um é que é muito pouco sustentável e dois é que é muito pouco escalável.
48:42Quem produz o nosso alimento hoje está muito distante do nosso prato,
48:46geralmente no interior da cidade, interior do estado.
48:49E esse alimento tem que percorrer grandes distâncias até chegar até a gente.
48:52E para isso, existe muito desperdício no caminho.
48:55Então, dependendo de qual for a espécie que você vai olhar,
48:56essas taxas de desperdício chegam a 60%, 70%.
49:00É como se a gente comesse um prato de salada e tivesse que jogar outro fora
49:02logo depois que a gente terminasse de almoçar.
49:04Só que a gente não vê isso, então a gente não sente essa dor.
49:06E por outro lado, para você ter produtividade naquela comida,
49:09você precisa colocar muito químico, muito agrotóxico,
49:12muita coisa que a gente não quer comer e come sem saber.
49:14Então, quando a gente olha para isso e olha para as pautas de sustentabilidade
49:17e de saúde que o ser humano e que a sociedade está pedindo,
49:20a gente vê que esse mercado vai mudar.
49:22E lá fora já estava mudando.
49:23Então, a gente tentou trazer um pouco do futuro que está acontecendo lá fora
49:26para dentro do Brasil de hoje.
49:27E a gente viu que as pessoas querem plantar em casa
49:29e elas não fazem isso por três motivos.
49:31Ou porque ela não tem tempo, ou porque ela não tem conhecimento,
49:34ou porque ela não tem espaço.
49:35E se a gente desenvolvesse um produto que compactasse tudo isso em uma solução,
49:38a gente resolvia.
49:39Então, a ideia desse produto daqui é que ele seja o mais fácil possível de plantar.
49:44Então, esse plástico aqui, que inclusive nem é plástico,
49:46é um plástico biodegradável, é solúvel.
49:48É só você cortar essa entradinha,
49:51colocar a terra dentro dessa cápsula,
49:54colocar água por esse furinho aqui e pronto.
49:55Tudo começa a funcionar sozinho,
49:57você não precisa fazer mais nada nos próximos 25 dias.
49:59É só colocar no lugar que tem bastante sol e aí funciona.
50:02E qual é a visão de vocês a longo prazo?
50:04A longo prazo, como eu falei,
50:06o agro inteiro, a produção inteira de alimentos vai mudar para dentro da cidade.
50:10E isso, para a gente, a gente começa dentro da jardinagem urbana
50:12e a gente precisa entrar para a larga escala.
50:14Então, quando você olha para dentro da cidade hoje,
50:16e várias empresas têm essa mesma tese,
50:18você vê muitas zonas improdutivas.
50:20Então, os telhados dos prédios, os tetos das casas,
50:22as regiões dentro da sua própria casa,
50:24que hoje não fazem nada de bom para você, nem para o mundo,
50:26e que podem começar a fazer.
50:27Então, até um outro exemplo é a empresa de energia solar,
50:31que usam telhados que estão servindo para nada para poder produzir energia.
50:35E a ideia da Brota é servir dessa mesma maneira,
50:37da gente conseguir utilizar espaços da sua casa
50:40de uma forma inteligente, com design bonito, com design prazeroso,
50:43e que te entregue soluções de qualidade, com saúde, com sustentabilidade,
50:46tudo incluso nesses produtos.
50:48Então, esse é o nosso primeiro produto.
50:50Hoje ele tem 14 tipos de cápsulas diferentes.
50:52A ideia é que até o final do ano a gente tenha mais de 60 tipos de cápsulas.
50:55Então, a gente pretende lançar bastante nesse ano ainda.
50:57e que nos próximos anos a gente consiga lançar diferentes formas de produtos,
51:00serviços e soluções,
51:01para que o consumidor possa plantar o que ele quiser,
51:04onde ele quiser, sem esforço nenhum.
51:16Filipe, o que a PEC escolheu investir nessa startup?
51:19Stephanie, a gente viu que existe uma tendência mundial de urbanização da agricultura.
51:25O que significa isso?
51:26Trazer a agricultura para os grandes centros urbanos.
51:29Então, um estudo muito robusto mostra que até 2030,
51:3250% da produção agrícola estará nos centros urbanos.
51:36Quando a gente olha para mercados mais desenvolvidos,
51:39Europa e Estados Unidos,
51:41a gente vê que quem está liderando esses movimentos
51:43são startups parecidas com a Brota.
51:45Lá fora, essas empresas participaram de rodadas de investimento
51:48com cheques altíssimos,
51:50próximo a 11 milhões de reais.
51:52Então, somado a isso,
51:54a gente vê que com a capacidade de execução da Brota,
51:56que foi comprovada,
51:58uma empresa com 4 meses vendeu 2,2 milhões de reais.
52:02Aliado a isso,
52:03a gente enxerga que a Brota pode liderar esse movimento aqui no Brasil.
52:07Filipe, outro ponto interessante
52:08é que vocês também fazem um acompanhamento pós-investimento.
52:12Como acontece?
52:13Perfeito, Stephanie.
52:14Além da injeção de capital,
52:16é muito importante a gente estar próximo às empresas.
52:19Então, depois do investimento,
52:21a gente tem um acompanhamento mensal com a empresa
52:23e a cada 3 meses,
52:25a gente faz uma reunião mais estratégica,
52:27a nível gerencial,
52:29para a gente poder indicar o melhor caminho para a empresa,
52:31contribuir em qualquer outro assunto,
52:33seja estrutural, societário, jurídico, estratégico, comercial.
52:38Então, a gente faz esse acompanhamento também no pós-investimento.
52:42E isso com startups do agro ou também de outros segmentos?
52:46Perfeito, Stephanie.
52:47Aqui na Apex,
52:48a gente tem como propósito desenvolver o mercado
52:50e o ecossistema de capitais aqui no Espírito Santo.
52:53Então, a gente não olha só para o agro,
52:56só para a educação,
52:57só para a saúde.
52:58Nós somos agnósticos se a gente olha o mercado de uma forma geral.
53:02Como vimos,
53:04as empresas Green Tech
53:05são uma resposta inovadora
53:07aos problemas de produção de alimento.
53:09Ao possibilitar soluções de otimização de recursos,
53:12economia compartilhada e eficiência energética,
53:15o modelo de negócio estabelece
53:17uma convivência um pouco mais harmônica
53:19entre as marcas,
53:21as pessoas
53:21e o meio ambiente.
53:25Quer saber o que vai acontecer
53:27no mundo dos investimentos
53:28e ficar bem informado
53:29sobre o mercado financeiro?
53:31Acompanhe agora nosso quadro
53:32Mercado Diário.
53:36Fala Ricardo, tudo bem?
53:38Olha, a agenda econômica para essa semana
53:40é muito tranquila.
53:41A gente começa no dia 5 de julho
53:44com o feriado nos Estados Unidos,
53:46o Independence Day.
53:47Por lá não vão ter negociações
53:49nem dados sendo divulgados.
53:51O destaque fica mesmo aqui para o Brasil,
53:54onde a partir de quarta-feira
53:55a gente vai poder acompanhar os dados do varejo.
53:59Hoje tem um crescimento
54:01de cerca de 23% ano a ano
54:04e a expectativa é que isso se renove
54:07para mais 20%
54:09com o dado de julho do ano passado
54:11até junho desse ano,
54:14nos últimos 12 meses.
54:15O destaque mesmo dessa semana, Ricardo,
54:17ele fica na parte corporativa.
54:19A gente vai ter a volta dos IPOs.
54:22IPOs é quando a empresa vem
54:24e coloca suas ações
54:26pela primeira vez na Bolsa Brasileira,
54:28onde você, investidor,
54:30pode passar a ser sócio
54:32dessas empresas
54:33e que é importantíssimo
54:34porque as empresas
54:35elas vêm se capitalizar,
54:36colocar dinheiro para dentro,
54:38consequentemente fazer novos investimentos
54:40e gerar novos empregos.
54:42Os destaques dos IPOs
54:44ficam para a Smart Fit,
54:45empresa de academias em geral,
54:49que boa parte da população já conhece,
54:52ela tem as suas reservas
54:53para participação
54:54terminando na quinta-feira.
54:56começando na semana que vem,
54:58a partir do dia 2 de julho,
55:00a CBA,
55:00a Companhia Brasileira de Alumínio,
55:02e a Multilaser,
55:03duas empresas bastante famosas,
55:06a CBA na parte de commodities,
55:08a Multilaser ali,
55:10que acaba passando,
55:11ficando no nosso dia a dia,
55:12quando você vai comprar um mouse
55:14ou de repente um teclado,
55:16você pode sempre acompanhar
55:18empresas que estão no nosso dia a dia,
55:20vindo a negociar na Bolsa,
55:22e você podendo fazer parte,
55:24você podendo ser sócio dessas empresas.
55:26Por essa semana é só,
55:28a gente volta na semana que vem
55:29com mais um Mercado Diário.
55:31Um abraço!
55:35Bom, o programa Mundo Business
55:37dessa semana fica por aqui.
55:39Lembrando que você pode acompanhar
55:40todo o nosso conteúdo
55:41no nosso canal do YouTube,
55:43Folha Business.
55:44Também no Folha Business,
55:46no jornal folhavitoria.com.br,
55:48no Instagram,
55:49arroba folhabusiness
55:50e no meu Instagram,
55:51arroba ricardofrizia.
55:52Muito obrigado pela sua audiência,
55:54tenha um excelente domingo!

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