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  • há 21 horas

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Transcrição
00:00O sol nascente é tão belo
00:05Sítio do pica-pala
00:06Ontem, Dom Quixote, o famoso cavaleiro andante
00:10e seu fiel escudeiro, Sancho Pança, chegaram ao sítio.
00:14Dom Quixote aprontou as maiores confusões.
00:18Quis brigar com o Quindim e achou que os lençóis no varal eram fantasmas.
00:23Os fazendeiros pediram um preço muito alto pelas terras
00:26e nós tivemos que dar um jeitinho.
00:28Todos os personagens do reino da fantasia chegaram para morar nas terras novas.
00:35Mas o pequeno polegar se esmodificou na casa do João de Barro
00:39e isso deu maior confusão.
00:43O Pica-Pau Amarelo, terceiro episódio.
00:48Pedrinho!
00:50Visconde! Socorro!
00:52Sai! Sai daqui!
00:53Sai! Sai! Sai! Sai! Sai! Sai!
00:58Socorro!
01:00E agora, Pedrinho, o que a gente faz?
01:05Eu vou assustar eles.
01:07Isso não! Já sei!
01:09O Visconde sobe e tira o polegado de lá.
01:13Eu? Mas por que eu?
01:14Você sabe que eu não gosto de subir em árvores, Emília.
01:17Mas ela tem razão, Visconde.
01:19Você é pequeno e cabe lá dentro.
01:21E se cair não tem problema, porque você é consertável.
01:25Tá bom, eu vou.
01:26Ai, só toma cuidado para não se agarrar num galho seco.
01:30Outro dia eu estava lá na jabuticabeira,
01:33me agarrei num galho seco e tibum no chão.
01:36Tibum é quando a gente cai na água, Emília.
01:38Quem cai no chão faz pá!
01:40Mais logo, Visconde!
01:57João, João, João! Sai!
02:00Polega! Polega!
02:02Agora já dá para sair!
02:04O João...
02:08Visconde!
02:11Visconde! Fala comigo!
02:14Pobre Visconde, deve estar todo quebrado!
02:17Eu vou fazer uma maca para a gente levar ele para a Tia Anastácia.
02:21Caramba!
02:22Olha, gente! Um monstro!
02:24Parece a Quimera!
02:26Será que o pessoal da mitologia grega também veio?
02:29Primeiro a gente corre, depois a gente...
02:32Visconde, quando faz de conta!
02:40Quer dizer que o seu Quixote acha que os moinhos de vento são gigantes.
02:45E o senhor, hein?
02:46Nem para abrir os olhos dele, seu Sancho.
02:49Anastácia, meu amo é um homem especial.
02:52Ele é um sonhador, um romântico, um poeta...
02:56É um maluco! É isso que o senhor quer dizer, né, seu Sancho?
03:01Anastácia, a tua comida é dos deuses.
03:05Escuta, você não teria por aí um vinhozinho, não?
03:09Ah, aqui não.
03:11Aqui não.
03:11Mas se você quiser, eu peço para o Tio Barnabé dar um bolo ali na venda do Elias Tuco e
03:16comprar.
03:16Agora, você vai tomar uma vez, senhor?
03:19O que é?
03:20Falsificadíssimo!
03:21É, o homem falsifica tudo, até a cebola.
03:25Nunca vi.
03:25Estou pensando em pedir para o seu Dom Quixote dar uma espetada nele com aquela lança.
03:31Para ver se ele toma temência.
03:33Eu espero, nunca vi.
03:35Ô, Sancho, toma aqui um suquinho de manga, que isso aqui, ó, uma beleza.
03:40Claro.
03:49Pobre Visconde, aquele monstro deve ter devorado ele todo.
03:55Todo culpa do polegar que foi se enfiar dentro da casa do João de Barro.
04:00A gente não pode ficar aqui vendo o Visconde sem comido.
04:03Vamos lá.
04:09Ai, meu pé, ai, meu pé.
04:12Ai, ai, ai, ai.
04:14Acho que eu destronquei o pé.
04:18Aqueles três, onde é que estão?
04:23Perdoe a minha indescrição, mas a que mitologia a senhora pertence?
04:28Como?
04:29É, seu nome, qual é?
04:31Quimera.
04:32Ah, Quimera.
04:34O monstro que o herói Belerofonte venceu em combate.
04:37Mas a senhora não soltava fogo pelas bocas das três cabeças?
04:41Não solta mais?
04:52É curioso esse fenômeno de sair fumaça das suas entranhas.
04:55Parece contrário a todas as leis da fisiologia.
04:59Fisiologia?
05:00Quem é essa fisiologia?
05:02É a rainha desse reino?
05:04Não, não.
05:04Fisiologia é a ciência que estuda o funcionamento do corpo dos animais.
05:08Mas eu não sou animal.
05:10Eu sou uma fábula grega.
05:12E você parece ser uma fábula moderna.
05:16Ah, bem observado.
05:31Dormiu bem, Don Quixote?
05:33Ah, muito bem, minha senhora.
05:36Sonhei com minha amada.
05:40A mais perfeita das criaturas.
05:45Dulce Leia.
05:47Ah, Dulce Leia.
05:52Ele me enverrou de novo.
05:54Eu preciso colocar um pouco de óleo nisso.
05:57Deixa eu ajudar o senhor.
05:59Desculpa.
05:59Vamos lá.
06:04Mas isso é muito difícil.
06:06Eu não consigo.
06:10Anastácia!
06:11Anastácia!
06:13O que foi?
06:14O que foi, Dona Pena?
06:15A mezeira do Elmo travou e não consigo abrir.
06:20Ah, então eu vou pegar o abridor de latas.
06:23Só um minuto.
06:25Abridor de latas.
06:27Isso aí.
06:31Pronto, pronto.
06:34Ah, Dulce Leia.
06:36Ah, meu São Jorge.
06:37Meu nome é Anastácia.
06:40Quantas vezes eu vou ter que dizer para o senhor?
06:45Anastácia!
06:48Anastácia!
06:49Ah, Dulce Leia.
06:55Quem é o rei daqui?
06:57Não temos rei.
06:58Somos uma democracia.
07:00A Dona Benta é a dona do sítio.
07:02Seus príncipes herdeiros são Pedrinho e Narizinho.
07:05A dadeira de ideias é a boneca Emília, a marquesa de Rabicó.
07:09A provedora-mor das comidas é a Tia Anastácia.
07:12E temos também o ministro da Defesa Nacional, o Marechal Quindim.
07:16E eu sou o sábio sabugo morto.
07:18Ai, meu pé.
07:18Dói.
07:19E o que você está fazendo nesse lugar?
07:23Fui vítima de um litígio arbóreo e joanesco.
07:27Fui separar a briga entre o Polegar e os Joões.
07:29O príncipe herdeiro me mandou subir na árvore como o anjo da paz.
07:34Acabei levando uma botada na cara.
07:36E perdi o equilíbrio.
07:37A força da gravidade me fez cair.
07:40Apareceu uma festa chamada dor.
07:42E agora a dor está doendo muito.
07:44Ai, meu pé.
07:44Não entendi nada.
07:47Resumindo, o Polegar me jogou lá de cima da árvore.
07:49E agora eu não tenho como voltar para o sítio.
07:51Eu levo você.
07:53Venha comigo.
07:54Oh, dona Quimera.
07:55Eu nem sei como agradecer.
07:57Muito obrigado, viu?
08:01Ei, Visconde.
08:03Desculpa.
08:04Foi sem querer.
08:17Coitado do Visconde.
08:18Será mesmo que ele foi comido pela Quimera?
08:21Mas ela não tinha caras de querer comer sabo de milho.
08:26Visconde!
08:34Bom dia, jovens.
08:35Estou à procura da Quimera.
08:37Vocês a viram por um acaso?
08:40Tomara que o seu Quixote pare com essa coisa de ficar atacando a roupa na corda, não é não?
08:45Não me pergunto.
08:46Sabe, Nastácia, eu estive pensando.
08:49Eu acho que fiz mal em hospedar Dom Quixote aqui no sítio.
08:53Eu fiquei tão entusiasmada que eu não medi as consequências.
08:57E qual o problema, dona Benta?
08:59O sítio acontece de um tudo mesmo.
09:01Além do mais, com Quixote, sem Quixote, tudo aqui é meio doido.
09:07Eu já estou até me acostumando.
09:11O que foi, Nastácia?
09:36Esconjor.
09:37Eu nunca vi tanta gente esquisita assim.
09:44Ai, meu Deus do céu.
09:47O que é que aconteceu?
10:01Dona Benta.
10:03Nastácia?
10:04Dona Benta?
10:06Nastácia?
10:07Dona Benta.
10:08Ai, minha cabeça.
10:10Ai, minha cabeça.
10:11Ai, dona Benta.
10:12Graças a Deus, a senhora está viva.
10:14O que é que foi que aconteceu?
10:15Ai, minha cabeça.
10:18Ai, Nastácia.
10:19Ai, Nastácia.
10:20Graças a Deus, você está viva.
10:22Eu pensei que vocês duas tivessem batido as botas.
10:25Deus me livre.
10:27Calma, Barnabé.
10:28Calma.
10:28Você está mais nervoso que nós, que desmaiamos de susto.
10:33E o que foi?
10:34O que foi, Dona Benta, que assustou a senhora?
10:36O que foi?
10:37O que foi?
10:38Ai, me lembro.
10:40Ai.
10:40Aquele monstro da mitologia grega.
10:43Ai, nem me fale.
10:44Não me lembro desse troço, Dona Benta.
10:46Eu sou capaz de desmaiar de novo.
10:48Não, não, não, não, Nastácia.
10:49Nada disso.
10:51Aqui já não tem mais monstro nenhum.
10:53Vamos lá para casa, que eu vou fazer um café bem forte para vocês.
11:09E aí, você conseguiu domar o Pegasus?
11:12Ah, isso não foi difícil.
11:13Pegasus é um animal ótimo.
11:15Difícil mesmo foi pegar a quimera.
11:18E ela sempre foge de mim.
11:20Vocês não viram ela por aí, não?
11:22A gente só diz onde está a quimera se você contar a sua história para a gente.
11:27Minha, deixa de ser mal educada.
11:29Tudo bem.
11:30A minha aventura é famosa mesmo.
11:32Já correu o mundo, contada pelo grande poeta Homero.
11:36Esse eu sei quem é.
11:38Era um cego que andava pelas ruas contando histórias.
11:42Então, deixa de enrolar, só me contar logo o que eu estou.
11:45Está bem.
11:48Num reino muito antigo, na Ásia Menor, apareceu um monstro terrível.
11:53Ele tinha três cabeças.
11:54Uma de leão, outra de cabra e a outra de serpente.
11:59Era a quimera, que começou a fazer maldades e destruição na população.
12:08Soltando fogo pelas cabeças, a quimera incendiava as florestas e casas.
12:21O rei Daliça, desesperado, queria fugir com o seu corpo.
12:24Quando cheguei, ele me pediu que eu matasse o monstro.
12:27Aceitei o desafio.
12:29O problema era como chegar até a quimera.
12:33Lembrei-me do Pegas, o cavalo que voava.
12:36Fui até uma fonte cristalina, onde Pegasus costumava beber água.
12:40Cheguei escondido no mato.
12:42Quando ele estava distraído bebendo água, joguei o cabresto por cima dele e montei rapidamente.
12:47Assustado, ele pulou para frente e para baixo, até sair voando.
12:51Pronto.
12:52Metade da minha proeza estava realizada.
12:54Agora eu tinha que ir à tarde da quimera.
12:57Voei até a caverna e encontrei quimera dormindo, mas com a cabeça de serpente vigiando-me.
13:02Assim que me viu, ela acordou as outras cabeças.
13:05Acordou como?
13:08Acordou com um grito ou com uma cotovelada?
13:11Cotovelada, Emília?
13:13Onde já teve uma serpente com cotovela?
13:15Numa terra, onde tem um bicho com três cabeças.
13:20Cavalo que voa, pode muito bem ter uma cobra com cotovela.
13:26Vocês querem deixar o Belerofonte contar a história?
13:29E aí, o que aconteceu quando a quimera acordou?
13:32Ela veio em mim em direção, soltando rajadas de fogo.
13:35Mas Pegasus é muito ligeiro e desviava das chamas.
13:38Mesmo assim, ele ficou com uma asa chamuscada.
13:40Por isso, até crescerem novas penas, ele não pode voar.
13:44Chegamos bem próximo e eu consegui cortar a carótida das três cabeças do animal.
13:48Uma de cada vez.
13:54Pronto, eu havia vencido a luta.
14:04Muito legal, Belerofonte.
14:06Eu também faria o mesmo.
14:08Se você cortou as três cabeças, como é que a quimera pode estar viva até hoje?
14:13É mesmo? Como pode?
14:15Eu não precisava matar o monstro, então tirei apenas a glândula da maldade.
14:20Depois eu costurei as três cabeças de volta e hoje a quimera é um animal do bem.
14:25Sabia que é nas glândulas que se escondem os segredos do corpo.
14:30Bom, mas agora vocês vão me dizer onde está a quimera?
14:34Ih, olha ele ali.
14:36E o Visconde também.
14:38Parece que os dois ficaram amigos.
14:43Oh, não.
14:45O mágico Freston está tentando me enganar de novo.
14:48Não se preocupem.
14:50Eu vou destruir esse monstro de uma vez por todas.
14:53Ih, o Don Quixote endoidou de vez.
15:06Nada é como uma sombrinha para refrescar as ideias.
15:11Afinal, eu sou um rinoceronte.
15:13E rinocerontes não existem no Brasil exatamente porque não aguentam esse clima.
15:20Ei, ei.
15:21Ô, grandalhão.
15:23Eu acho que o calor está torrando a minha cabeça.
15:25Eu estou ouvindo vozes e não vejo ninguém, olha.
15:29Ei, aqui embaixo, Quindim.
15:31Sou eu, pequeno polegar.
15:34Será que você pode me dar uma carona até a casa do João de Barro?
15:37Espera aí.
15:38Você está mancando?
15:40É, é que na briga eles me derrubaram da árvore e eu quebrei o pé.
15:44Ah, eu vou cuidar do seu machucado.
15:46E já que eu sou o tomador de contas do sítio, eu vou tomar conta de você também.
15:50Não, não, não, não.
15:51Depois, depois, depois, depois, Quindim.
15:52Agora me leva até lá.
15:53Eu quero dar uma lição naquele João de Barro.
15:56Nada disso.
15:57Dona Benta sempre disse, saúde, venha em primeiro lugar.
16:00Vamos ficar aqui na sombrinha até você se recuperar.
16:03Irrugada.
16:08Eu acho que a ervilha me enrolou quando pediu para eu investigar se aqui no capoeirão tinha
16:13um mosquito da dengue.
16:15Como é que eu vou saber qual é esse mosquito?
16:19Muito chato essa coisa de dengue, não é?
16:22Ainda bem que está todo mundo ligado nos cuidados para não deixar a doença chegar perto.
16:27Prevenir é tão fácil.
16:29É só não deixar a água limpa parada em vasos, pneus e piscinas.
16:35Nem deixar torneiras formarem poças nas pias.
16:39Conferir se as caixas de água estão bem tampadas.
17:03Marmelada de banana, bananata de goiaba, goiabada de marmelo.
17:11Sítio do pica-pau amarelo.
17:15Sítio do pica-pau amarelo.
17:19Eu aceito o desafio, Preston.
17:22Eu te acertarei.
17:23Eu já disse mil vezes que o monstro é meu.
17:26Está totalmente domesticado e não fará mal a ninguém.
17:29Ele já nem tem mais a glândula da maldade.
17:33Sancho, traga-me meu cavalo rocinante e o escudo também.
17:36Depressa, com o Preston não se brinca.
17:38Senhor, eles estão dizendo que...
17:40Moça, acho depressa, não discuta as minhas ordens.
17:43Meu Deus, eu já vou, já vou, senhor.
17:45Meu Deus, onde é que se meteu o rocinante?
17:53Mas, mas, o que é que está acontecendo?
17:58Senhor, senhor, o rocinante deve estar pastando por aqui.
18:01Quanto no caso de urgência,
18:02Encontrei esse ótimo burro que vai obedecer ao senhor sem problemas.
18:07Eu posso ajudar?
18:09Está bem.
18:10Ajude-me a montar.
18:15Vamos, burro.
18:17Avance, que eu preciso destruir esse monstro.
18:20Vamos, burro.
18:21Avance.
18:22Acho melhor chamar a vovó.
18:26Avance, burro.
18:28Avance.
18:32Onde está?
18:34Onde está?
18:35Não é este?
18:37Não, também não é este aqui?
18:39Não, não, não.
18:39Não, não é este aqui também?
18:42Não é este?
18:43Este...
18:43Ah, é este aqui.
18:47Finalmente achei.
18:50Vamos ver qual será a página.
18:53Esta aqui?
18:55Não.
18:55Ah, está aqui.
18:57Receita para empedrar personagens do reino da fantasia.
19:05É deste feitiço que eu preciso.
19:09Ah, eles vão ver com quem estão brincando.
19:15Pegue um fio de cabelo do personagem e jogue no caldeirão fervendo.
19:22Ah, não.
19:23Essa, não.
19:25Bom, só me resta dar um passeio no mundo da fantasia.
19:31Ah, eles vão ter uma surpresinha.
19:38Don't shock, por favor.
19:40Dona Kimera é muito calma.
19:41Nós conversamos durante horas.
19:44Anda, burro, anda.
19:48Daqui não saio, daqui ninguém me tira.
19:51O que foi?
19:52O que é?
19:53Mas afinal, o que é que está acontecendo?
19:57Que confusão é essa?
19:59Oh, seu Quixote, sai de cima do conselheiro, que ele não é burro de carga.
20:03E vem lá comer esses bolinhos, ando, que eu acabei de fritar.
20:07Bolinhos?
20:08Como aqueles que você me serviu ontem no lanche?
20:11É, mas só vai comer depois que acabar com essa palhaçada.
20:23Obrigado, Dulcineia.
20:28Muito bem, Anastácia.
20:31Posso provar os seus bolinhos, Dulcineia?
20:35Dulcineia?
20:37Ih, chegou mais um maluco, mais um doido aqui.
20:41Ó, Quarro.
20:41Vambora, Viscone.
20:43Vambora que eu vou consertar essa perna.
20:45Eu, hein?
20:46Olha só.
20:47Quarro, se não sou eu, esse sítio vira de perna pro ar.
20:49Deus me livre, Guarro.
20:50E a cara do burro empacado.
20:52Foi muito engraçado.
20:55Eu achei o Beleiro Fonteninho.
20:57Deus o grego.
20:58Eu gostei do Don Quixote.
21:01Ele vive na batata da loucura.
21:06Aqui, eu perdi a mão.
21:08Na árvore.
21:15Pedrinho, rápido.
21:17Você precisa me ajudar.
21:19O Capitão Gancho ordenou que seus piratas pegassem a minha amiga Serena Terra do Nunca.
21:24Nós precisamos salvá-la.
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