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Luiz Felipe D’Avila criticou o ministro do STF, Alexandre de Moraes, no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. Para D’Avila, as falas de Moraes representam um "posicionamento político, não jurídico", indicando a possível condenação do ex-presidente.

Assista na íntegra: https://youtube.com/live/ADIZbPCgH5I

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Transcrição
00:00Agora, Dávila, também tem um outro aspecto que chamou atenção e ao longo do dia, principalmente após a manifestação do ministro Moraes,
00:08após a leitura desse relatório, quase uma introdução ao que viria na sequência, ele tratou de vários aspectos políticos, né?
00:18Não falou nominalmente o nome de Eduardo Bolsonaro, de Donald Trump, mas fez menção, sim, a essa suposta articulação,
00:27as medidas que foram tomadas pelos Estados Unidos e muitos fizeram a seguinte leitura.
00:33Bom, mas o ministro Alexandre de Moraes, ele praticamente antecipa a posição da corte em relação a esse processo, né?
00:41Quem assistiu o julgamento hoje saiu quase com a certeza do que irá acontecer, né?
00:48No último dia de julgamento.
00:50E até eu quero trazer pra você, Dávila, duas rápidas falas do ministro Moraes, lidas por mim,
00:57abrindo aspas pro ministro relator, um país e a Suprema Corte só tem a lamentar que se tenha tentado de novo um golpe de Estado,
01:07pretendendo-se um Estado de exceção e uma verdadeira ditadura, fecho aspas.
01:12Mais adiante, o ministro fala o seguinte, as instituições mostraram sua força e sua resiliência em que pese uma radical polarização política.
01:22Todos nós devemos afastar com todas as nossas forças e empenho a tentativa de qualquer quebra de institucionalidade, fecho aspas,
01:33a manifestação do ministro relator Alexandre de Moraes.
01:37Ele já sinalizou qual é o posicionamento dele e, muito provavelmente, o posicionamento da turma, né, Dávila?
01:45É isso mesmo, Caniato. É um posicionamento político e não jurídico.
01:50E esta é a gravidade. Além desses pontos bem mencionados pelo Beraldo e pelo Mota, da impessoalidade do juiz,
01:59um juiz que, na verdade, é julgador, investigador e vítima, existe um outro problema, também político.
02:07Na primeira turma, nós temos cinco membros.
02:11Desses cinco membros, três são pessoas ligadas ao Partido dos Trabalhadores.
02:19Não só ligadas, porque o Flávio Dino foi ministro, né, e moveu a ação contra Jair Bolsonaro.
02:26A mesma coisa... Então, assim, nós temos a Zanin, que foi advogado de Lula e moveu a ação, né?
02:33E nós temos esse posicionamento do ministro Alexandre de Moraes, que se vê como o salvador da democracia brasileira.
02:40E, para salvar a democracia brasileira, é preciso colocar o Estado Democrático e Direito de lado, a Constituição de lado,
02:47porque vivemos um regime ou um momento excepcional na história do Brasil que precisa um salvador da pátria.
02:55Esse salvador da pátria é o relator do processo.
02:58E mais do que isso, Caniato, é a ideia de que é preciso acabar com a tal da direita.
03:05Aliás, todo mundo, quando se refere de direita, tanto no Supremo quanto na política, principalmente no governo Lula,
03:12é sempre extrema direita.
03:14Nunca teve uma direita... Parece que no Brasil não existe uma direita sensata.
03:18É tudo extremista.
03:19E tudo isso mostra essa conotação política.
03:22Então, se houvesse o princípio da impessoalidade,
03:26pelo menos três ministros da turma de cinco deveriam estar impedidos de julgar esta ação.
03:34E isso faria, evidentemente, que a ação fosse ao pleno,
03:38que é o lugar onde ela deveria ser julgada.
03:40Então, tudo isso mostra a politização do caso.
03:45E a politização, como eu disse, é um fator de instabilidade da corte.
03:49Porque a corte, ao invés de atuar como defensora da Constituição e do cumprimento da lei,
03:56passa a apelar às narrativas políticas.
03:59Narrativa é demonstrada tanto no discurso do ministro Alexandre de Moraes,
04:07quanto na longa leitura da Procuradoria-Geral da República com o Gonê.
04:12Então, assim, ficou claro a leitura política.
04:15É uma leitura política que eles fizeram.
04:17E leitura política pode ser feita por jornalista, por parlamentares, por governantes,
04:23mas não deveria ter sido feita pelo Procurador-Geral da República
04:27e, muito menos, por um membro relator do Supremo Tribunal Federal,
04:33que deveria olhar unicamente para os aspectos constitucionais.
04:37Então, Caniato, tudo isso mostra um processo viciado pela política.
04:42E aonde a política não deveria ter entrado é justamente no Supremo Tribunal Federal.
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