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Martin de Luca, advogado de Donald Trump, afirmou que o Supremo Tribunal Federal “repete a Venezuela”, em referência ao decreto do ministro Flávio Dino na tentativa de blindar ministros da Suprema Corte de sanções internacionais.

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Transcrição
00:00Integrantes da oposição ironizaram a nova posição de Flávio Dino em relação à validade de ordens estrangeiras no Brasil.
00:08Apenas um dia após editar o decreto que foi visto como uma tentativa de blindar Alexandre de Moraes dessas sanções americanas,
00:15o ministro esclareceu que sua decisão vale apenas para efeitos de decisões de tribunais estrangeiros
00:21que não podem ter validade automática no país sem antes passar pela homologação do STF,
00:28o aval do STF, não entrou no mérito específico da lei Magnitsky.
00:33A primeira decisão de Dino provocou dúvida em juristas e um alvoroço no mercado
00:37com as ações dos bancos brasileiros se desvalorizando em meio a esse temor de desdobramentos desse decreto.
00:44Além disso, o advogado da Trump Media, Martin De Luca, reagiu à medida e afirmou que essa decisão de tentar blindar Moraes
00:52repete tentativas da Venezuela e da China de contornar as restrições adotadas pelos Estados Unidos
00:58que acabaram fracassando, sufocando a economia e isolando ainda mais esses países.
01:06Você, Mota, o despacho adicional de Flávio Dino porque houve uma dúvida se daria para interpretar como um recuo,
01:16mas na verdade não, ele estava se referindo àqueles tribunais internacionais como o TPI.
01:21O caso de cortes estrangeiras segue a decisão de ontem, teria que passar pelo crivo do Supremo.
01:29Eu não acho que isso pode ser interpretado como um recuo.
01:38Recuo teria sido, por exemplo, anular todas as condenações do 8 de janeiro.
01:44Recuo seria cancelar imediatamente todos os processos contra Jair Bolsonaro.
01:50Recuo seria, por exemplo, o governo declarar publicamente que é inaceitável qualquer legislação
01:58que restringe a liberdade de expressão em redes sociais.
02:02E isso seria recuo.
02:04Essa decisão, eu vou confessar a vocês, eu não entendo o que ela foi.
02:10Parece que ela foi apenas um esclarecimento, mas eu não tenho a mínima ideia.
02:15Eu não consigo entender o que foi essa decisão, nem qual foi a motivação.
02:20Muita gente interpretou ontem essa decisão como se ela tivesse invalidado a lei Magnitsky.
02:28Eu vi pessoas desavisadas comemorando nas redes sociais.
02:33Só faltaram soltar rojão.
02:35Acabou a lei Magnitsky.
02:37E nós explicamos aqui que essa interpretação era equivocada,
02:42porque a lei Magnitsky se aplica nos Estados Unidos,
02:46há empresas que operam nos Estados Unidos.
02:49É lógico que as consequências são sentidas no mundo inteiro.
02:54Em relação a isso, me parece que só há um remédio.
03:00Recuar de verdade.
03:02Desfazer aquilo que nunca deveria ter sido feito.
03:07Mas me parece que até para esse recuo há um prazo limite.
03:13Você dá, Vila, o esclarecimento feito pelo ministro Flávio Dino,
03:18dizendo que as decisões dos tribunais internacionais seguem valendo.
03:24Ele fez menção às decisões das justiças dos países.
03:30E aí, naturalmente, todos interpretaram que a lei Magnitsky não vale aqui,
03:37salvo se tiver o ok, o aval da Suprema Corte.
03:40É, é um atalho para tentar explicar o inexplicável, né?
03:46O atalho para explicar o inexplicável é o seguinte.
03:49Olha, tudo que é decisão de órgão multilateral,
03:52por exemplo, da Organização Mundial do Comércio,
03:54do Tribunal Internacional Penal,
03:56aí vale imediatamente no Brasil,
03:58porque o Brasil é signatário dessas instituições multilaterais.
04:01Agora, o que é uma lei apresentada por um único país
04:08que não tem este respaldo de uma instituição multilateral,
04:13aí não.
04:13Aí nós defendemos a nossa soberania.
04:16Ou seja, o que ele está dizendo
04:18é, na verdade, um atalhozinho para dizer,
04:22olha, não é bem assim.
04:23Mas é assim, sim.
04:24Não muda nada da decisão que ele tomou ontem.
04:27Significa que o que ele está dizendo
04:29é que quem desobedecer a Lei Magnits no Brasil,
04:34tudo bem.
04:34Mas, como a gente já falou,
04:36a Lei Magnits não se aplica ao Brasil.
04:38Ela se aplica aos Estados Unidos
04:39e às empresas e pessoas que têm negócio com os Estados Unidos.
04:43Então, por exemplo,
04:44se o ministro supremo tem um apartamento nos Estados Unidos
04:47e tem Lei Magnits ou tem conta nos Estados Unidos,
04:50não adianta ele espernear no Brasil.
04:51Vai ser confiscado lá.
04:52Ué, faz parte da lei do país.
04:55Então, é uma decisão, mais uma vez,
04:58descabida, atabalhoada, inconstitucional,
05:03desrespeitosa a outro ministro da corte
05:06que está com a estação,
05:09hoje lá em trâmite,
05:11e, além de tudo, de efeito nulo,
05:14porque a Lei Magnits só se aplica nos Estados Unidos.
05:17O fato, Caniato,
05:19é que estas decisões destemperadas
05:23da Suprema Corte e do governo brasileiro
05:26está já custando muito caro aos brasileiros.
05:30Só as ações desses bancos hoje caíram,
05:33mas perderam o valor de 30 bilhões de reais.
05:37Se olharmos para as decisões,
05:39que o Brasil hoje tem as tarifas comerciais
05:42mais elevadas do mundo,
05:44impostas pelos Estados Unidos,
05:46porque nós fomos incapazes
05:48e o governo foi de uma incompetência crassa para negociar,
05:52já é um prejuízo de 130 bilhões
05:54nas nossas exportações.
05:56Tem empresa que já está demitindo,
05:59estimado que vamos perder
06:00entre 110 e 150 mil empregos.
06:03Quem está pagando a conta
06:05da incompetência, da irresponsabilidade
06:08e da destemperança
06:11é o brasileiro,
06:13não é o autor de decisões descabidas.
06:16Somos todos nós que pagamos essa conta.
06:20Isso mostra a consequência
06:23da irresponsabilidade
06:25de decisões totalmente atabalhoadas,
06:29ideológicas, militantes,
06:31que não tem nada a ver
06:32com a defesa da Constituição
06:34e do interesse nacional.
06:36Pois é, daqui a pouco eu vou chamar
06:38a enquete do dia,
06:39que trata justamente desse assunto,
06:41desse tema.
06:42Quem quiser, já puder,
06:43entra no portal da Jovem Pan,
06:45faça a sua manifestação,
06:46daqui a pouco eu leio exatamente
06:48a pergunta para todos.
06:49Mas o nosso portal é
06:49jovempan.com.br.
06:52Agora, Beraldo, além disso,
06:54teve a manifestação do advogado,
06:56da Trump Mídia,
06:58dizendo que o STF estaria repetindo
07:01a fórmula da Venezuela,
07:03também em dado momento
07:05uma estratégia adotada pela China.
07:07E ele escreveu o seguinte,
07:09na rede social X,
07:10um trecho da mensagem dele.
07:12Vou abrir aspas para o Martin de Luca.
07:14O problema é que agora,
07:16ele, o ministro Moraes,
07:18está apostando o dinheiro
07:20e as economias de outras pessoas.
07:23É fácil jogar duro
07:24quando as fichas pertencem
07:25aos contribuintes
07:26e aos investidores brasileiros.
07:29Fecho aspas.
07:30E aí eu pego essa informação
07:32trazida pelo Dávila
07:33e análise feita por vocês
07:35sobre a perda
07:37no valor dos papéis
07:39de empresas,
07:40especialmente de bancos brasileiros,
07:42no dia de hoje na Bolsa.
07:44Me parece que esse é o cenário, né?
07:47E assim, queda livre
07:48e o que pode brecar
07:50esse cenário de instabilidade,
07:53hein, Beraldo?
07:55Olha, Caneto,
07:56de um lado nós temos
07:57o efeito da irresponsabilidade
08:00que essas decisões
08:02produzem no mercado financeiro.
08:04A gente precisa lembrar
08:04que bancos, empresas,
08:07elas se financiam muitas vezes
08:09com as suas próprias ações,
08:10ou seja,
08:11as ações servem de garantia
08:14para que operações financeiras
08:16aconteçam
08:17e essas empresas possam investir,
08:19se é uma indústria,
08:19expandir a sua capacidade,
08:22os bancos vão expandindo
08:23o seu crédito,
08:24por aí vai.
08:25Conforme você tem,
08:27do dia para a noite,
08:29com base na decisão
08:30de um ministro
08:31do Supremo Tribunal Federal,
08:32um efeito tão grave
08:33que essas ações
08:35perdem muito valor,
08:38a garantia que é dada
08:39já não é mais suficiente
08:41e você vai vendo
08:42essas empresas
08:43tendo que cobrir
08:45cada vez mais
08:46essas garantias
08:47até que chega um ponto
08:48que são insolventes.
08:50De fato,
08:51estas decisões
08:52podem quebrar empresas,
08:54quebrar bancos,
08:56simplesmente pelo efeito
08:57que causam
08:59no valor dessas empresas.
09:01Pois bem,
09:02aí tem um outro lado,
09:03Caniato.
09:03quando o ministro
09:06fala que o Brasil,
09:08uma lei,
09:10uma decisão tomada
09:11por um país
09:12que não seja
09:13referendada
09:14num tribunal
09:15que reúna,
09:18que o Brasil faça parte,
09:19que reúna outros países,
09:20que isso não vale no Brasil,
09:22ele está certíssimo.
09:24Parabéns, ministro,
09:25a lei Magnitsky
09:27não vale no Brasil.
09:28Sabe onde ela vale?
09:30Nos Estados Unidos.
09:32Esse é o ponto
09:33e eu não entendo
09:34a dificuldade
09:36de simplesmente lidar
09:38de forma objetiva
09:39com a realidade.
09:41A lei Magnitsky
09:42vale nos Estados Unidos.
09:45Quem quiser fazer negócio
09:46nos Estados Unidos
09:47tem que cumprir a lei.
09:49E é interessante,
09:51Caniato,
09:52porque ficam
09:52nesse discurso
09:54de autonomia
09:55do judiciário brasileiro,
09:56a soberania brasileira,
09:59mas eu não vi
10:00e não ouvi
10:01um pio sequer,
10:03nenhuma manifestação
10:05de vossas excelências,
10:07quando o Brasil
10:08mandou um avião
10:09da FAB
10:10pegar
10:11uma ex-primeira-dama
10:13condenada
10:15por corrupção
10:15no Peru.
10:16O Brasil,
10:19o contribuinte brasileiro,
10:22financiou uma operação
10:23de resgate
10:24de uma ladra
10:25do dinheiro público
10:26do povo peruano.
10:28A justiça do Peru
10:31tomou uma decisão soberana
10:34de condenar
10:35a cadeia,
10:37essa ex-primeira-dama.
10:40E o que o governo brasileiro
10:41fez foi lá interferir
10:42na soberania
10:43e na justiça,
10:44no judiciário peruano
10:46e resgatou
10:47uma bandida
10:47para vir
10:48morar no Brasil
10:49como se nada
10:51bevesse a ninguém.
10:53O presidente brasileiro
10:55foi fazer visita
10:58à Cristina Kirchner
10:59na Argentina,
11:01segurou
11:01um cartazinho
11:03para liberar,
11:04para libertar
11:05a Cristina Kirchner
11:06que foi processada
11:08e julgada
11:08pelo judiciário
11:10da Argentina
11:11e de forma
11:12soberana
11:14foi condenada
11:15à cadeia.
11:17Então,
11:18acho muito engraçado
11:19esses dois pesos
11:20e duas medidas
11:21que são adotados
11:22por vossas excelências
11:23na Suprema Corte Brasileira
11:25para ficar apontando
11:27os dedos
11:27para os outros,
11:28mas na hora
11:29que eles precisariam
11:30criticar duramente
11:33e usar os instrumentos
11:34necessários
11:35para impedir
11:36que o Brasil
11:36fique aí
11:37passando a mão
11:38na cabeça,
11:38o presidente brasileiro
11:40e o governo brasileiro
11:41fiquem passando a mão
11:42na cabeça
11:42de ladrão
11:43internacional,
11:45corruptos,
11:46condenados
11:47pelo judiciário
11:47de seus respectivos países,
11:48não falam nada.
11:50Então,
11:50Caniato,
11:51como levá-los a sério,
11:52não é?
11:53Pois é,
11:53inclusive pessoas
11:54da nossa audiência,
11:55daqui a pouco
11:55eu vou ler
11:56algumas mensagens
11:56agradecendo muito
11:57Alexandre Vieira,
11:59José Newton,
12:00Rosiane Olivato,
12:01José Menezes,
12:02obrigado pelas mensagens
12:03aqui,
12:04mas,
12:04Mota,
12:05lembraram do episódio
12:06destacado há pouco
12:07pelo Dávila,
12:08mas a gente tinha
12:09uns dias
12:09lembrado também
12:10o PNP Paribas,
12:12é francês,
12:13né, Dávila,
12:13esse banco,
12:15fez o acordo
12:16e pagou
12:17um montante
12:18de nove bilhões
12:19de dólares
12:20nessa multa,
12:23porque o banco
12:24tinha driblado,
12:25Mota,
12:25tinha dado um jeitinho
12:27de burlar sanções
12:29e estavam fazendo
12:31negócios com
12:32empresas e bancos
12:34do Sudão,
12:36o Sudão,
12:37um país
12:37sancionado pelos Estados Unidos
12:39pela lei Magnitsky,
12:41e aí o banco
12:41decidiu burlar,
12:43driblar a sanção
12:45e fechou
12:46esses negócios
12:48com essas instituições.
12:49Bom,
12:50os Estados Unidos
12:51identificaram
12:52e aplicaram
12:52essa multa,
12:53fizeram um acordo,
12:54pagaram nove bilhões
12:55de dólares.
12:57Não adianta
12:57a instituição brasileira
12:59achar que dá
12:59para fazer um jeitinho
13:00aqui,
13:01faz um puxadinho,
13:03monta uma empresa
13:05a colar,
13:06faz um pagamento ali,
13:08o sistema hoje
13:08é todo interligado,
13:09é muito fácil
13:10das autoridades
13:13norte-americanas
13:13conseguirem identificar
13:15se há desrespeito
13:16ou não
13:17à lei Magnitsky.
13:18Mas eu queria,
13:19Mota,
13:19se você puder também
13:20trazer a reflexão,
13:21várias perguntas aqui
13:22sobre essa mensagem
13:24do advogado de Donald Trump
13:25falando sobre
13:26a tentativa
13:27de repetir a Venezuela.
13:29E tem quase uma frase
13:30que a gente escuta
13:31muito, né, Mota?
13:32Ah, o Brasil está próximo
13:34a se tornar uma Venezuela.
13:36Pode parecer piada,
13:37né,
13:38mas tem algumas coisas
13:39que a gente até
13:40coça a cabeça falando
13:41e não é que parece mesmo?
13:44Não há dúvida,
13:46Caniato,
13:47que a Venezuela
13:48é o destino final
13:51desta trajetória
13:52que nós estamos assistindo.
13:55Quando o Estado brasileiro
13:57provoca, desafia,
14:00ofende o governo americano,
14:02quando o Estado brasileiro
14:04diz não vou cumprir
14:06as leis americanas
14:08e vou tomar decisões aqui
14:11que vão impedir
14:12que os bancos
14:14cumpram as leis americanas,
14:16eu já chamei atenção aqui
14:18para o fato
14:19de que
14:21a tecnologia
14:23da informação usada
14:25por todas as empresas
14:27do mundo
14:28é baseada na tecnologia americana.
14:30se amanhã
14:32empresas como
14:34Microsoft,
14:35Amazon,
14:36Google
14:36receberem uma determinação
14:38de parar de prestar serviços
14:40ao Estado brasileiro,
14:43o Estado brasileiro vai parar.
14:45O Estado brasileiro
14:46não vai conseguir
14:46nem pagar
14:47os seus servidores.
14:50Isso para não falar
14:51de tecnologia
14:52que é usada
14:53em sistemas críticos
14:54como sistema
14:54de transporte aéreo,
14:56sistema de controle
14:57de navegação,
14:59sistema de distribuição
15:00de energia.
15:02Então,
15:02o destino final
15:04dessa trajetória,
15:06se ela não for corrigida,
15:08é um apagão,
15:10é um apagão geral.
15:12Nós vamos
15:13nos tornar
15:13a Venezuela
15:14da noite
15:15para o dia.
15:18Eu estou vendo
15:18muitas pessoas,
15:20especialmente
15:20nas redes sociais,
15:22contaminadas
15:23por esse
15:24neo-anti-americanismo
15:26que não entenderam
15:28o que vai acontecer
15:29com elas
15:29no dia seguinte.
15:31Companheiro,
15:32o seu celular
15:33vai parar de funcionar,
15:35porque os sistemas
15:36de tarifação,
15:38os sistemas
15:38de transmissão
15:39são todos
15:40baseados
15:41em tecnologia
15:43americana.
15:44Você não vai mais
15:45conseguir acessar
15:46as redes sociais,
15:47porque as redes sociais
15:48são todas
15:49empresas americanas.
15:51Você vai ficar
15:51comemorando em casa,
15:53sozinho,
15:54no escuro,
15:55sem ter
15:56com quem falar.
15:58Então,
15:58é lógico,
15:59esse é um cenário
16:00extremo,
16:02mas é inevitável
16:03que a gente pense
16:04nesse cenário
16:05extremo,
16:06dadas as coisas,
16:08consideradas as coisas
16:09que a gente está vendo.
16:11Agora,
16:11eu queria fazer
16:11uma observação
16:12aqui,
16:13Caniato.
16:14O Estado brasileiro
16:15jamais teria feito
16:18tudo o que fez
16:19nos últimos anos
16:20se não tivesse
16:21contado com o apoio,
16:23a complacência,
16:24ou pelo menos
16:25a apatia
16:26de muitas figuras
16:27importantes do mercado.
16:29É hora de dizer isso.
16:31Depois das eleições,
16:32nós vimos
16:33várias dessas figuras
16:35vindo a público,
16:37dizendo que se
16:37arrependeram
16:38de suas escolhas.
16:40Mas olha,
16:41companheiro,
16:42o arrependimento
16:42não é suficiente.
16:44É preciso fazer
16:45penitência
16:46e consertar o erro.
16:48não é possível
16:50que essas pessoas
16:51não tenham percebido
16:52que nada
16:53é tão venenoso
16:54para os negócios
16:57quanto a insegurança
16:59jurídica.
17:00Foi esse caminho
17:01que o Estado brasileiro
17:03escolheu percorrer.
17:05É com a justificativa
17:06de combater
17:07a extrema direita,
17:09o Estado brasileiro
17:10criou o extremo direito,
17:12aquele que ninguém
17:13sabe muito bem
17:14como funciona,
17:16aquele que reage
17:17hoje,
17:18uma decisão tomada
17:19pelo governo americano
17:20ontem,
17:21mas não tinha
17:21que reagir a nada.
17:24Nem,
17:24agora é importante
17:25dizer uma coisa,
17:26e eu vou dizer isso
17:27bem devagar
17:28para todo mundo entender.
17:31Nem o Estado brasileiro
17:32e nem os bancos
17:34estão em encruzilhada
17:37alguma
17:37e nunca estiveram
17:39em nenhuma encruzilhada,
17:41porque o caminho
17:42certo a seguir
17:44é um só.
17:46e todo mundo sabe
17:47qual é.
17:48Agora,
17:49eu vou trazer daqui a pouco
17:50uma informação importante
17:52sobre sugestões
17:53que teriam sido dadas
17:54a ministros do Supremo
17:56em relação a
17:57alternativas
17:59para que eles consigam
18:00receber os proventos
18:02da Suprema Corte.
18:03A gente vai trazer isso
18:04em detalhes,
18:05mas Davila,
18:06muitas pessoas
18:06se perguntam
18:07sobre o papel
18:09do Executivo
18:09e do Congresso
18:10em um momento como esse.
18:11A gente está falando
18:12de uma decisão
18:13do ministro
18:14da Suprema Corte
18:16e no dia seguinte
18:17já fez um estrago
18:19no mercado financeiro.
18:20Muitos apontam
18:21que esse cenário
18:22pode ficar
18:23muito pior.
18:25De que maneira
18:26o Executivo
18:27e o Congresso
18:27podem se posicionar?
18:29Porque muito se fala
18:30sobre a integração
18:31dos poderes.
18:33Pera lá,
18:33é algo que está
18:34dando um soco
18:35no estômago
18:36da nossa economia.
18:37e possivelmente
18:38em breve
18:39nós teremos
18:39uma ampliação
18:42disso
18:43a algo que a gente
18:44nem consegue
18:45elencar
18:45que é possível
18:47pensar em um
18:48posicionamento
18:49do Executivo
18:50e do Congresso
18:51para brecar
18:53essa postura
18:54de enfrentamento
18:54que foi adotada
18:55por alguns integrantes
18:56da Suprema Corte?
18:59É uma ótima
19:00pergunta,
19:00Caniato.
19:01Bom,
19:02toda a crença,
19:03todas as ideias
19:05são moldadas
19:05por questões
19:07de valores
19:08e ideologia.
19:09A questão
19:09do poder
19:10executivo
19:11e do judiciário
19:12os dois
19:14dominados
19:15pela esquerda
19:16tem essa ideia
19:17desse nacionalismo
19:19desta defesa
19:21da soberania
19:21nacional
19:22deste rancor
19:23e ressentimento
19:24contra
19:25grandes potências
19:27principalmente
19:28os Estados Unidos.
19:29Então tem uma
19:29mistura de
19:30nacional estatismo
19:32com anti-americanismo
19:34e isso baseia
19:35a postura
19:36a política
19:37as atitudes
19:38do governo
19:39e do Supremo
19:40é isso
19:41da maioria
19:42do Supremo
19:43não estou dizendo
19:43que é o Supremo
19:44inteiro
19:44mas a maioria
19:45porque foram todos
19:46indicados pelo PT
19:47ao longo
19:48desses 16 anos.
19:49Então
19:49aí tem uma questão
19:51importante
19:52de crença
19:53de ideologia
19:55que se sobrepõe
19:56à realidade
19:57então para defender
19:58a soberania
19:59nacional
19:59é isso aí
20:01temos que peitar
20:02o fortão
20:02não vamos negociar
20:04com os Estados Unidos
20:05aqui quem manda
20:05é a gente
20:06essa atitude
20:07que eu digo
20:09essa bravata
20:10patriótica
20:11sem fundamento
20:13já no Congresso
20:14Nacional
20:14esta mentalidade
20:16do nacional estatismo
20:17também
20:18é predominante
20:20e a isso
20:22além de tudo
20:22pode perder
20:24alguns votos
20:24né Canhato
20:25você vai falar
20:25não
20:26então você quer vender
20:26o Brasil
20:27você não se importa
20:28com o Brasil
20:28você não se importa
20:29com a soberania
20:30nacional
20:30então ainda tem
20:31uma questão
20:32como é que você
20:32vai explicar
20:33isso para a sua base
20:33como você
20:34vê aí nas redes
20:35sociais
20:35a turma gosta
20:36desse nacionalismo
20:39desse ufanismo
20:40bocó
20:41então assim
20:42precisa gente
20:43adulta
20:44madura
20:45e explicar
20:45como isso
20:46vai afetar
20:47o bolso
20:47das pessoas
20:48então existem
20:50parlamentares
20:51óbvio
20:51que estão fazendo
20:52isso né
20:53e aí precisa
20:54dar nome
20:55a essas
20:55um deles
20:56é o senador
20:56Rogério Marinho
20:57atitude corajosa
20:59focada nos dados
21:01e fatos
21:01colocando o dedo
21:02na ferida
21:03denunciando
21:04esse nacional
21:05estatismo
21:06e mostrando
21:07o prejuízo
21:08que está trazendo
21:08a população
21:09brasileira
21:10mas é isso
21:11é um
21:11dois
21:12três
21:12quatro
21:12parlamentares
21:13não é a maioria
21:14do congresso
21:15nacional
21:15então
21:16é uma situação
21:18na qual
21:19para sair
21:20desta encrenca
21:22é preciso ter
21:23coragem
21:24defender as ideias
21:26certas
21:26mesmo que sejam
21:28impopulares
21:29perante
21:30um pedaço
21:31da população
21:32mas
21:32se nós
21:33tivéssemos
21:34homens e mulheres
21:36públicos
21:37de verdade
21:38que honram a política
21:39estariam aqui
21:40defendendo o interesse
21:41nacional
21:42e defender o interesse
21:43nacional
21:44não é
21:45aceitar a tarifa
21:46de cinquenta por cento
21:47é negociar
21:48com os Estados Unidos
21:49não é
21:50ficar desafiando
21:51uma lei
21:52que vale
21:52num outro país
21:53não vale
21:53no nosso
21:54e transformar isso
21:55numa crise
21:55política e econômica
21:57e aumentar
21:57a insegurança jurídica
21:59ou seja
22:00e falta
22:02no Brasil
22:02são estadistas
22:04pessoas
22:05que honram a política
22:06defendem o interesse
22:07nacional
22:08e não se importam
22:10para bravatas
22:11cujo efeito
22:12é extremamente
22:14danoso
22:15no bolso
22:16e na vida
22:17dos brasileiros
22:19e das empresas
22:20brasileiras
22:20deixa eu só
22:22chamar
22:23a pergunta
22:25que a gente publicou
22:26na nossa enquete
22:27do dia
22:27jovempan.com.br
22:29se você puder
22:30entre agora
22:31no portal da Jovem Pan
22:32e vote
22:33nessa pergunta
22:33nesse questionamento
22:35que nós fizemos
22:35você acredita
22:37que a economia
22:37do Brasil
22:38pode colapsar
22:39caso o STF
22:41obrigue os bancos
22:42a desobedecerem
22:43a lei Magnitsky
22:44dois caminhos
22:45sim
22:46isso prejudicaria
22:47as empresas brasileiras
22:48ou não acredita
22:50que o Brasil
22:50poderia ampliar
22:51os negócios
22:53com a China
22:53e com a Rússia
22:54por exemplo
22:54vote em
22:55jovempan.com.br
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