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Com R$ 516,2 bilhões, o novo Plano Safra levanta dúvidas sobre acesso ao crédito e impactos no setor agro. Ao Money Times Brasil, a senadora Tereza Cristina analisa os juros elevados, o recuo nas LCA e os desafios da produção diante de incertezas climáticas, fiscais e comerciais.

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Transcrição
00:00E o atual Plano Safra, lançado essa semana pelo governo, tem sido alvo de críticas por parte da oposição.
00:05Esse programa, que destina 516,2 bilhões de reais para a agricultura empresarial,
00:11teve suas taxas de juros elevadas devido à alta da Selic,
00:15o que levantou questionamentos sobre a dificuldade de acesso ao crédito no setor.
00:19Por outro lado, o governo defende que o plano busca fortalecer o agronegócio brasileiro
00:24e garantir o acesso ao crédito, mesmo num cenário desafiador.
00:27Para repercutir essas medidas, a reação do setor, a gente recebe aqui no estúdio do Money Times
00:33a senadora pelo PP do Mato Grosso do Sul, ex-ministra da Agricultura, Tereza Cristina.
00:37Seja muito bem-vinda, senadora. Prazer, viu?
00:39Muito obrigada, Natália.
00:40Recebi a senhora aqui.
00:42Prazer.
00:42Prazer o nosso.
00:43Bom, vamos começar falando então sobre esses juros elevados do Plano Safra.
00:48Como que isso afeta na prática o acesso ao crédito para pequenos e médios produtores
00:54e que alternativas a senhora vê que poderiam mitigar esses efeitos, senadora?
00:57Bom, o juro está posto e o juro é selic, né? Selic de 15 não tem como ter juros mais baixos.
01:04O governo colocou o Plano Safra, que é, na verdade, a equalização para diminuir esses juros.
01:12Então, colocou para a agricultura empresarial de 8,5%, 9% a 14%.
01:21Isso não é o ideal, mas é o que está posto aí.
01:26Mas a nossa compreensão não está só nos juros.
01:30É que eu ouvi agora, eu passei a manhã reunida com vários CEOs de empresas de distribuição de insumos,
01:39de tradings, enfim.
01:41E o que é que eles disseram?
01:43O Plano Safra, ele foi o mesmo, mas com menos.
01:49Então, a gente acha que, primeiro, o Plano Safra, ele nunca foi, ele nunca resolveu todo o valor que a agricultura precisa.
01:59Ele dá parte deste valor, né?
02:02E essa parte, hoje, com uma dificuldade por conta desses juros.
02:08O que é que precisa agora?
02:09E é o mercado e o mercado, os juros livres é que vão ter que financiar os grandes produtores rurais, os médios produtores rurais.
02:18E aí tem que ter uma disposição aí do mercado para isso.
02:21Nós estávamos também com os bancos discutindo isso e temos aí alguns problemas estruturais também a serem resolvidos da agricultura deste momento.
02:31Rio Grande do Sul, meu estado, Mato Grosso do Sul, um pedaço, que tiveram aí perdas ao longo dos últimos anos, dois, três anos.
02:41E o Rio Grande do Sul, além da seca, aquele desastre da inundação, enfim, vai ser um ano difícil.
02:49Acho eu que não teremos diminuição do número, do volume de plantio aí, mas nós poderemos ter problemas com a produtividade.
03:01Menos adubo, enfim, não se colocar toda a tecnologia que o agricultor está acostumado a colocar por um problema de custo de produção que será mais alto por conta dos juros.
03:16Certo. Felipe Machado, sua pergunta para a senadora.
03:18Senadora, boa tarde, muito prazer.
03:21Senadora, a gente viu aquela, toda a questão da discussão em torno do IOF, né, ao longo das últimas semanas.
03:27E o governo tinha apresentado como alternativa taxação de letras de crédito imobiliário, letras de crédito agronegócio.
03:35A senhora acha que isso é uma alternativa viável e como isso afeta o agronegócio?
03:40Bom, primeiro, o plano safra, como é que ele é feito?
03:43Ele tem os depósitos à vista, parte disso vem para a composição desses valores, a poupança rural e as LCA nos últimos anos.
03:54Quando você taxa a LCA, o que vai acontecer?
03:57Aquelas pessoas que colocavam as suas aplicações em LCA por conta de não ter o imposto de renda, o que elas vão fazer?
04:07Vão migrar para outras aplicações mais atrativas do que a LCA e com isso, com certeza, nós diminuiremos o volume de recursos alocados para o plano safra.
04:18Agora, né, voltou-se tudo atrás, né, com essa decisão de hoje, então vamos ver como é que as coisas vão se comportar.
04:27E a LCI também, que é importantíssima para o crédito imobiliário.
04:31Esse é um problema crônico do Brasil, a falta de recursos para moradias.
04:36Então, também vai afetar o setor imobiliário.
04:39A senhora falou, senadora, que há, então, esse esforço para mobilizar os bancos, né, para fazer, de certa forma, um complemento dessas alternativas de crédito, né, aos produtores.
04:51Agora, dentro do próprio governo, tem alternativas? O que faltou? O que poderia estar lá?
04:57Eu não vejo que... Eu acho que foi o plano possível.
05:01Eu não digo que o governo, o ministro da Agricultura fez, eu acho que ele trabalhou para ter o plano possível.
05:08O que não é correto é colocar que foi o maior plano, que é um plano recorde. Não é, né?
05:15É o mais do mesmo com menos do que o ano passado.
05:19Então, hoje, lá, as projeções que eu ouvi, técnicas, né, é que o plano é 17% menor do que foi o passado.
05:28Agora, vamos ver como é que isso vai se encaminhar.
05:31E, principalmente, se o produtor vai conseguir acessar esse crédito.
05:36Porque uma coisa é você dar o crédito, outra coisa é o produtor conseguir acessar o crédito.
05:41Eu espero que sim, porque o Brasil precisa da nossa agricultura forte para continuar sendo o carro-chefe da nossa economia.
05:50É, a gente está falando, né, de uma porcentagem muito significativa do PIB brasileiro, né, senadora?
05:5523%.
05:56É, pois é.
05:57Senadora, vou sair um pouquinho do Brasil, vou um pouquinho para a área internacional.
06:01Desde o início desse segundo mandato do presidente americano, Donald Trump, que a gente tem sofrido ali com tarifas, né,
06:07as tarifas são anunciadas de um certo valor, depois reduz, depois volta.
06:12Como é que a senhora está vendo a questão das tarifas em relação ao agronegócio brasileiro?
06:15Como é que elas impactam o agronegócio?
06:17Como é que a senhora vê, quais são as alternativas para o agronegócio brasileiro diante dessas tarifas de Donald Trump?
06:23Bom, o Brasil ficou, felizmente, na prateleira de baixo.
06:27Nós não tivemos, enfim, dentro das tarifas colocadas para o mundo, o Brasil ficou aí com 10%.
06:33A minha preocupação vai além das tarifas, né, vai ser a negociação que os Estados Unidos podem fazer com a China.
06:40Por quê? Porque o agronegócio americano, ele compete com o brasileiro.
06:45Nós somos, nessa área do agronegócio, nós competimos diretamente com os Estados Unidos.
06:51E se houver uma negociação maior, mas que os Estados Unidos coloquem como moeda de troca o agroamericano,
07:01pode ser que aí nós tenhamos alguma repercussão negativa nas exportações brasileiras.
07:08Nós estamos vendo uma coisa que já me preocupa.
07:11Nós estamos vendo as exportações menores para a China esse ano, de milho, né?
07:16Nós estamos exportando menos milho do que o ano passado, a soja ainda não.
07:22Mas, enfim, nós temos que acompanhar isso muito de perto, porque o Brasil hoje depende,
07:27na área internacional, nas exportações, muito do mercado asiático e principalmente China.
07:33E se a economia lá desacelera, o impacto aqui é gigantesco, né, senhora?
07:36Aqui é direto.
07:37E a senhora expressou preocupações, né, em relação às tarifas, com o impacto no setor do etanol.
07:43Queria te ouvir sobre isso, por favor.
07:45É, o etanol também é um...
07:48Nós, o etanol brasileiro e o americano, né, a gente tem aí também uma concorrência muito grande entre nós.
07:55Os americanos produzem o etanol de milho, o Brasil começa também a produzir,
07:59mas nós temos o etanol da cana-de-açúcar.
08:03No passado, lá atrás, os Estados Unidos tensionaram muito com o Brasil para que a gente baixasse as tarifas do etanol brasileiro,
08:12para entrar... do etanol americano, para que o etanol americano pudesse entrar no Brasil.
08:18E onde é que o etanol americano impacta diretamente?
08:21O nordeste brasileiro.
08:23Então, esse é um problema que também nós temos que ficar, por enquanto ele está quieto,
08:28mas é uma coisa que nós precisamos ficar de olho,
08:31porque impacta diretamente os produtores do nordeste brasileiro,
08:36que tem uma janela muito parecida com o dos americanos.
08:40Certo.
08:40Bom, senadora, a Júlia Lindner se uniu a nós para a conversa, né,
08:44direto de Brasília aqui para São Paulo.
08:46Que bom, Júlia, diga a sua pergunta.
08:47Sim, eu sempre encontro a senadora lá.
08:49Oi, Júlia, prazer em vê-la.
08:51Em São Paulo, um prazer.
08:53E senadora, ainda no assunto, né, do agronegócio especificamente,
08:57tem uma questão agora do seguro rural,
09:00que tem uma incerteza muito grande no setor sobre o que vai ser proposto para o ano que vem,
09:05além do contingenciamento e do corte que foi feito para esse ano.
09:08Tem algum diálogo sobre isso, alguma expectativa do que deve vir
09:11e do porquê não foi contemplado agora no anúncio do Plano Safra?
09:15Então, essa foi uma frustração, eu acho, do setor como um todo,
09:20não ter vindo o anúncio do seguro rural.
09:23As entidades de classe colocaram, acho que, 4 bi como pedidos para este Plano Safra.
09:29E ele sequer foi anunciado.
09:31A gente tem aí uma expectativa, ouvimos falar,
09:34que o Ministério da Agricultura, em setembro, deve dizer.
09:37Mas o produtor precisa de segurança jurídica.
09:41Quando ele contrata a Safra, ele precisa saber se ele vai poder contratar o seguro rural ou não.
09:47E qual é o tamanho dessa subvenção para o setor de seguros.
09:52Então, hoje, nós temos aí esse setor muito preocupado,
09:56primeiro, para saber se vai ser pago o seguro vigente,
09:59porque nós tivemos aí um contingenciamento e uma retenção já
10:04de alguma coisa que não vai acontecer na área de seguro rural.
10:07Somente 73%, se não me engano, é o que vai acontecer.
10:11Então, hoje, o setor, tanto os produtores quanto as seguradoras,
10:16tem muita preocupação de como é que vem isso aí para setembro,
10:21que foi o que a gente ouviu dizer.
10:23E, senadora, diante de tudo isso, tem risco de desestímulo à produção,
10:28encarecimento do crédito, todas essas dificuldades que a gente está trazendo?
10:32E, considerando o tempo do agronegócio,
10:34quanto tempo a gente levaria para ver o impacto disso
10:37no mercado mesmo, no consumo, no preço dos alimentos?
10:42Olha, o governo está com sorte, porque nós colhemos a maior safra da história de milho.
10:48Mas, entre a safra de verão e a safrinha, que é a safra de inverno,
10:53nós vamos passar de 150 milhões de toneladas.
10:55Nunca aconteceu isso.
10:57Então, o governo está com sorte. Por quê?
10:59Isso impacta diretamente na cadeia produtiva das proteínas.
11:03Suíno, frangos, bovino.
11:05Então, nós teremos aí, o governo vai ter aí um tempo
11:10em que os alimentos estão baixando de preço
11:13por conta dessa super safra,
11:15tanto de soja quanto de milho e de outros produtos.
11:20Então, nos alimentos, nesse primeiro momento,
11:23o governo está com sorte.
11:25O impacto é positivo.
11:27Vamos ter queda nos preços.
11:29Mas, nós temos aí uma preocupação grande com os produtores rurais.
11:34Por quê?
11:35Eles vão plantar essa safra, como eu já disse,
11:37pode plantar com menos tecnologia,
11:40portanto, a próxima pode vir menor.
11:43Menor produtividade.
11:44Menor produtividade.
11:45E aí, nós ainda temos a dependência do clima,
11:48sem seguro rural, juros altos e preços, lá para fora, muito incertos.
11:55Com o dólar caindo para exportação, isso é ruim também.
11:59Então, nós temos aí várias interrogações para a próxima safra,
12:05que podem, com certeza, impactar positivamente ou negativamente aqui dentro.
12:10Agora, eu posso dizer para vocês que os investimentos vão ser retardados
12:17por conta desses juros, que é impossível você investir com juros
12:22partindo de 15% da Selic.
12:24Então, serão muito maiores.
12:26Então, investimentos, não.
12:28O custeio, ele vai acontecer até porque o produtor não sabe parar de plantar.
12:33Então, ele tem essa roda que não para.
12:36Então, ele vai plantar bem como pode
12:39e vamos ver o que vai acontecer para essa próxima safra.
12:43Júlia, mais uma sua.
12:44Senadora, agora nesse embrólio político do IOF, principalmente,
12:49o PP, que é o Partido da Senhora,
12:50tem manifestado, inclusive, uma disposição de um possível desembarque do governo,
12:55do governo, porque tem um ministro na esplanada dos ministérios
12:59e tem também essa expectativa sobre o ano que vem também, né?
13:03Se o partido continua, de certa forma, no governo agora com esse ministro
13:07e também como vai ser a postura no ano que vem para as eleições?
13:10Como é que a senhora vê esse cenário?
13:12Bom, o PP, primeiro, o PP lá atrás, há dois anos atrás,
13:16nós fizemos uma carta internamente de que o PP não votaria nada de aumento de impostos
13:23que viesse no Congresso para a votação.
13:26Então, isso foi uma coisa interna, assinado por todos, por unanimidade.
13:30Agora, nós tivemos aí o embrólio do IOF, que não é...
13:35Ele, quando, como a forma que ele veio, não foi do imposto regulatório para que ele foi criado,
13:41mas sim arrecadatório.
13:42E aí o PP, junto com a União Brasil, porque hoje nós temos uma federação,
13:48fizemos lá um ato dizendo que nós seríamos contra.
13:52Agora, isso voltou atrás, vamos ver como é que isso vai acontecer.
13:56Mas eu sou daqueles que, dentro do partido, eu sou contra participar desse governo.
14:04Porque se nós somos contra, o que o governo vem encaminhando?
14:09Para que a gente está participando com o Ministério?
14:12Então, por mim, o nosso partido já não teria mais ministro há muito tempo no governo do presidente Lula.
14:19Mas acha que... Desculpa.
14:21Não, não é. Você desembarcaria por completo, então.
14:23Com certeza.
14:23Mas acha que, na prática, isso deve acontecer?
14:26Ou acha que, pelo cenário político, a ideia seria deixar, pelo menos, para decidir isso no ano que vem?
14:32E aí...
14:32Eu acho que não. Eu acho que isso tem que ser decidido esse ano ainda.
14:36Eu acho que essas conversas, elas estão ganhando força dentro do partido, dentro da federação.
14:42Porque, no caso da União Brasil, que está federado conosco, tem mais ministérios até.
14:48O PP só tem um, mas eu acho que isso vai ganhar atração agora para o segundo semestre e essas coisas devem ser encaminhadas.
14:56E, senadora, como que está o espaço para diálogo entre o agro-brasileiro, especialmente, e o governo federal?
15:02Tem esse espaço ou esse espaço está ficando cada vez mais restrito?
15:05Olha, não é que é restrito. A gente tem o diálogo.
15:09Acontece que, quando você tem um governo que privilegia mais um MST do que as federações, a Federação da Agricultura, as aprossojas, enfim,
15:22as associações de classe, daqueles que trabalham e que produzem, isso fica cada vez mais difícil.
15:29Mostra que o governo não tem um apreço grande ao setor que produz, que gera emprego, que gera renda nesse país.
15:38Então, essa é a dificuldade que a gente tem hoje.
15:43Nós temos diálogo, sim, no Congresso, principalmente.
15:46Nós conversamos com o governo, a gente tem encaminhado aí projetos juntos, feito algum tipo de, enfim,
15:56negociações para que projetos de interesse da classe continuem.
16:00Mas a gente não vê que esse governo gosta, que ele dá atenção, que ele tem respeito por este setor,
16:08que é um setor que vem puxando a economia já há alguns anos do nosso país.
16:13Júlia, mais uma sua aí.
16:14Senadora, e aí voltando para 2026, tem muita gente que especula o nome da senhora como uma possível candidata,
16:21inclusive a vice-presidência, no ano que vem.
16:24Como é que a senhora está vendo esse jogo político, né?
16:26Tanto dos possíveis candidatos, porque se ventila, né, tanto alguém da família Bolsonaro,
16:30até o próprio Bolsonaro insistir, ou então o governador Tarcísio de Freitas.
16:34Como que a senhora vê esse cenário e também a possibilidade de a senhora integrar
16:38uma dessas possíveis chapas no ano que vem?
16:41Júlia, eu nunca vi ninguém ser candidata a vice.
16:45Vice é uma conjuntura.
16:47Lá na frente, vamos dizer, o que for acontecer, nós da oposição hoje,
16:52trabalhamos pelo nome do presidente Bolsonaro.
16:55Se não for possível o presidente Bolsonaro, eu acho que a oposição tem nomes ótimos.
17:00Nós temos o governador Tarcísio, o governador Ratinho, o governador Caiado,
17:05nós temos muitos nomes.
17:07Eu acho que nós temos que sentar a mesa, né, com um projeto para o Brasil.
17:12Eu não vejo até hoje o problema de nomes, não.
17:15Nós temos que ter um projeto de interesse do Brasil.
17:19A gente precisa começar a pensar nesse país, o que é que nós queremos,
17:24o que é que a direita, o centro direito quer para o Brasil.
17:30Então, eu estou disposta, pronta para sentar nessa mesa, discutir,
17:35mas eu não tenho nenhuma vaidade pessoal.
17:37Hoje, eu acho que o mais importante é ter um projeto, uma agenda para o nosso país,
17:42uma agenda para o Brasil.
17:43E acho que a oposição tem o dever de entregar isso para os brasileiros.
17:49Quero agradecer a Tereza Cristina, senadora do PP do Mato Grosso do Sul,
17:53ex-ministra da Agricultura, pela entrevista ao vivo aqui no estúdio do Money Times.
17:57Muito obrigada, senadora.
17:58Obrigada, Natália. Obrigada a você, a Júlia, ao Filipe.
18:00Obrigada, Júlia, também.
18:01Foi um prazer.
18:02Boa tarde, volte sempre.
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