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  • há 4 semanas
Título do livro: História do Sábado
Autor do livro: J. N. Andrews

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Transcrição
00:00História do Sábado Capítulo 14
00:04As primeiras testemunhas a favor do domingo
00:09O primeiro dia da semana é quase que universalmente observado como o sábado cristão,
00:17mas resta-nos ainda investigar a origem dessa instituição.
00:22Ela é apresentada por dois proeminentes historiadores da Igreja,
00:27mas eles se contradizem de maneira tão direta
00:31que se torna uma questão de curioso interesse determinar qual deles diz a verdade.
00:39Mosheim escreve o seguinte acerca do primeiro século
00:43Todos os cristãos unanimemente separavam o primeiro dia da semana
00:49no qual o Salvador triunfantemente ressuscitou dos mortos
00:53para a solene celebração de adoração pública.
00:57Esse costume piedoso, derivado do exemplo da Igreja de Jerusalém,
01:02baseava-se na ordem expressa dos apóstolos
01:05que consagraram esse dia para o mesmo propósito santo
01:09e era universalmente seguido em todas as igrejas cristãs,
01:13conforme aparece no testemunho uníssono dos autores mais confiáveis.
01:20Nota dos editores
01:23Apresentei a tradução de McLean não por ser uma versão precisa de Mosheim,
01:28mas por ser muito usada a favor do domingo como dia de guarda.
01:33McLean, em seu prefácio a Mosheim, afirma
01:36Às vezes, lancei mão de liberdades consideráveis em relação a meu autor.
01:43Ele então explica que liberdades foram essas,
01:47dizendo que, com frequência, acrescentou algumas frases
01:51para tornar uma observação mais marcante,
01:54um fato mais claro, um retrato mais acabado.
01:58A citação em análise é um exemplo dessas liberdades.
02:04O doutor Murdoch de New Haven,
02:06que fez uma versão literal e fiel de Mosheim,
02:10traduz a passagem da seguinte forma.
02:12Os cristãos deste século se reuniam para adorar a Deus
02:17e para fomentar o crescimento na piedade no primeiro dia da semana,
02:22dia no qual Cristo voltou à vida.
02:24Temos testemunhos irrepreensíveis de que esse dia
02:28foi separado para adoração religiosa pelos próprios apóstolos
02:33e de que, segundo o exemplo da Igreja de Jerusalém,
02:37ele era observado de maneira generalizada.
02:40Murdoch's Mosheim, século I, parte 2, capítulo 4, sessão 4.
02:46Fim da nota
02:49Leiamos agora o que Neander,
02:51o mais distinto de todos os historiadores da Igreja,
02:55diz acerca da autoridade apostólica
02:58em relação à observância do domingo.
03:02A festa do domingo, assim como todas as outras,
03:06sempre foi uma mera ordenança humana
03:08e não era a intenção dos apóstolos
03:11estabelecer uma ordem divina a esse respeito
03:14e nem da Igreja Apostólica Primitiva
03:17transferir as leis do sábado para o domingo.
03:21É possível que, ao fim do segundo século,
03:25uma falsa ordenância dessa natureza tenha começado a surgir,
03:30pois, ao que tudo indica,
03:32houve homens, nesse período,
03:34que passaram a considerar pecado trabalhar no domingo.
03:39Nota dos Editores
03:42A fim de minar a força da declaração incisiva de Neander
03:46de que, a festa do domingo,
03:49assim como todas as outras,
03:51sempre foi uma mera ordenança humana
03:53e não era a intenção dos apóstolos
03:56estabelecer uma ordem divina a esse respeito
03:59e nem da Igreja Apostólica Primitiva
04:02transferir as leis do sábado para o domingo,
04:05duas coisas têm sido afirmadas.
04:07Primeira, Neander, em uma edição posterior de sua obra,
04:13teria retratado essa declaração.
04:15É verdade que, ao reescrever sua obra,
04:18ele omitiu a frase,
04:20mas não inseriu nada de caráter contrário
04:23e o teor geral nessa parte da edição revisada
04:26é exatamente o mesmo encontrado
04:28na mesma parte da versão anterior
04:31da qual essa franca afirmação foi retirada.
04:34Como prova disso, citamos a declaração de Neander
04:39da edição posterior desse mesmo local
04:42sobre como era a observância do domingo na Igreja Primitiva.
04:46Ele diz
05:04Esse é um relato fiel da observância inicial do domingo,
05:09conforme mostraremos de agora em diante.
05:11que tal prática era a mera ordenança humana
05:15e que os costumes relacionados a ela,
05:17sejam eles quais forem,
05:19jamais foram ordenados pelos apóstolos,
05:22ficará bem evidente a qualquer um
05:25que tentar encontrar, no Novo Testamento,
05:28preceitos referentes a alguns deles.
05:31Segundo,
05:32mas o outro método de descartar esse testemunho de Neander
05:36é afirmar que ele não quis negar
05:39que os apóstolos estabeleceram a ordem divina
05:42de guardar o domingo como sábado cristão,
05:44mas que ele quis assegurar
05:46que eles não estabeleceram uma ordem divina
05:49definindo o domingo como uma festa católica.
05:53Os que fazem tal alegação
05:54devem saber que ela é falsa.
05:57Neander nega expressamente
05:59que os apóstolos constituíram
06:01ou reconheceram o domingo
06:03como o dia de descanso sagrado
06:05e apresentam o domingo como
06:07mera festa
06:08desde o início de sua observância,
06:11estabelecida tão somente
06:13por autoridade humana.
06:15Fim da nota.
06:17Como determinar
06:19qual desses historiadores estava certo?
06:22Nenhum deles viveu
06:24na era apostólica da Igreja.
06:26Mosheim foi um escritor do século XVIII
06:29e Neander do século XIX.
06:32Necessariamente, portanto,
06:33sua fonte de informação sobre o assunto
06:36eram os escritos daquele período
06:39que foram preservados.
06:41Eles contêm todo o testemunho
06:43que pode ser usado para definir a questão.
06:46Temos, em primeiro lugar,
06:48os inscritos inspirados do Novo Testamento.
06:51Em segundo,
06:52as produções bem conceituadas
06:55de escritores daquela era
06:56que, supostamente,
06:58mencionam o primeiro dia,
07:00a saber
07:011. A Epístola de Barnabé,
07:042. A Carta de Plínio,
07:07Governador da Bitínia,
07:08ao Imperador Trajano,
07:10e 3. A Epístola de Inácio.
07:14Esses são todos os escritos
07:16datados da primeira metade
07:18do segundo século,
07:20época tardia o suficiente
07:21para abranger a Declaração de Mosheim,
07:24que podem ser apresentados
07:26como, pelo menos,
07:27fazendo alguma referência
07:29ao primeiro dia da semana.
07:31As questões que precisam ser definidas
07:34por esse testemunho são
07:35os apóstolos separaram o domingo
07:39como o dia de culto a Deus,
07:41como afirma Mosheim,
07:43ou as evidências demonstram
07:45que a festa do domingo,
07:47assim como todas as outras,
07:49sempre foi uma mera ordenança humana,
07:52conforme afirma Neander.
07:54Não há dúvida
07:56de que o Novo Testamento
07:57não contém nenhuma ordem
07:59estabelecendo o domingo
08:00como celebração solene
08:02de adoração pública.
08:04É igualmente verdade
08:05que não há exemplo algum
08:07por parte da Igreja de Jerusalém
08:09em que se possa fundamentar
08:12tal observância.
08:13Logo, o Novo Testamento
08:16não fornece nenhum apoio
08:18à Declaração de Mosheim.
08:20Nota dos editores.
08:22Ver capítulo 10 e 11,
08:24nos quais o Novo Testamento
08:27foi cuidadosamente examinado
08:29a esse respeito.
08:30Fim da nota.
08:32As três epístolas
08:34que chegaram até nossos dias
08:35e que supostamente foram escritas
08:38na Era Apostólica,
08:39ou logo após a mesma,
08:41serão as próximas analisadas.
08:44Esses são os únicos registros restantes
08:47que abrangem um período mais extenso
08:50do que o englobado pela Declaração de Mosheim.
08:53Ele se refere apenas ao primeiro século,
08:56mas nós reunimos todos os autores desse século
09:00e do século seguinte,
09:02antes da época de Justino Mártir,
09:05140 d.C.,
09:07que possam ter mencionado o primeiro dia da semana.
09:11Desse modo,
09:13o leitor tem acesso a todas as informações
09:15sobre o ponto em questão.
09:17A epístola de Barnabé
09:19diz o seguinte em favor da observância do primeiro dia.
09:23Por fim,
09:25ele lhes disse,
09:27não consigo suportar suas luas novas e seus sábados.
09:31Reflitam no que ele quer dizer com isso.
09:34Os sábados que vocês agora guardam
09:37não me são aceitáveis,
09:39mas sim aqueles que eu fiz.
09:42Quando eu descansar de todas as coisas,
09:45darei início ao oitavo dia,
09:47isto é,
09:48ao começo do outro mundo.
09:50Por isso guardamos o oitavo dia com alegria
09:54no qual Jesus ressuscitou dos mortos
09:56e, tendo se manifestado a seus discípulos,
10:00subiu ao céu.
10:02Seria razoável concluir que Mosrain
10:05confiaria nesse testemunho
10:07como vindo de um apóstolo,
10:10considerando-o mais apto
10:12para defender a santidade do domingo
10:14do que qualquer outra passagem examinada por nós até aqui.
10:18Todavia,
10:20ele reconhece claramente
10:22que essa epístola é espúria.
10:25A epístola de Barnabé
10:27foi produzida por algum judeu
10:30que muito provavelmente viveu nesse século
10:33e cujas modestas habilidades
10:35e apego supersticioso
10:37à fábula judaicas
10:38mostram, apesar da retidão
10:41de suas intenções,
10:42que ele deve ter sido uma pessoa
10:44bem diferente do verdadeiro Barnabé,
10:47companheiro de São Paulo.
10:49Em outra obra,
10:51Mosrain diz o seguinte
10:53acerca dessa epístola.
10:54No que se refere à sugestão de alguns,
10:58a de que a carta foi escrita
11:00pelo mesmo Barnabé,
11:01que foi amigo e companheiro de São Paulo,
11:04a inverdade de tal compreensão
11:07fica clara por meio da própria carta.
11:10Várias das opiniões e interpretações
11:13das escrituras que ela contém
11:14possuem tão pouca verdade,
11:18dignidade ou força
11:20que seria impossível achar
11:22que pudessem ter procedido
11:24da pena de um homem instruído por Deus.
11:27Neander diz o seguinte sobre a epístola.
11:31É impossível reconhecer
11:33que essa epístola foi escrita por Barnabé,
11:35o homem digno de ser companheiro
11:38dos labores apostólicos de São Paulo.
11:41O professor Stuart
11:43dá um testemunho semelhante.
11:45Não duvido de que um homem chamado Barnabé
11:48tenha escrito essa epístola,
11:50mas que foi o companheiro
11:52escolhido por Paulo,
11:53devo duvidar,
11:55assim como o fazem muitos outros.
11:57O doutor Killing,
12:00professor de História Eclesiástica
12:01da Assembleia Geral
12:02da Igreja Presbiteriana da Irlanda,
12:05usa as seguintes palavras.
12:07O livro conhecido como
12:09Epístola de Barnabé
12:10provavelmente foi escrito
12:12em 135 d.C.
12:15Parece que foi produção
12:16de um converso do judaísmo
12:18que se agradava de maneira especial
12:21em fazer interpretações alegóricas
12:24das escrituras.
12:25O professor Hackett
12:27dá o seguinte testemunho.
12:30A carta ainda existente,
12:32conhecida como Epístola de Barnabé,
12:34já no segundo século,
12:36não pôde ser defendida
12:38como genuína.
12:40Mühler diz o seguinte
12:41a respeito da renomada
12:42Epístola de Barnabé.
12:44É uma grande injúria
12:46defender que a epístola
12:47que recebe esse nome
12:49é de sua autoria.
12:51Quito declara sobre a obra.
12:53A suposta Epístola de Barnabé
12:55é provavelmente uma falsificação
12:58do segundo século.
13:00A obra Enciclopedia of Religious Knowledge,
13:03Enciclopédia de Conhecimento Religioso,
13:07ao falar sobre o Barnabé do Novo Testamento,
13:10declara
13:10Ele não poderia ser o autor
13:13de uma obra tão cheia
13:14de alegorias forçadas
13:16e explicações extravagantes
13:18e injustificadas das escrituras,
13:20junto com as histórias
13:22sobre bestas e fantasias afins
13:24que constituem a primeira parte
13:27dessa epístola.
13:28Eusébio,
13:29o mais remoto historiador da igreja,
13:32coloca a epístola
13:33em sua lista de livros espúrios.
13:35Ele diz,
13:36dentre os livros
13:38que devem ser considerados espúrios
13:40estão
13:41o livro chamado
13:42Os Atos de Paulo,
13:44o chamado Pastor
13:46e o Apocalipse de Pedro.
13:48Além desses,
13:50há também os livros chamados
13:52Epístola de Barnabé
13:53e As Instituições dos Apóstolos.
13:57O Sr. William Donville
13:59afirma o seguinte,
14:00Mas a epístola
14:02não foi escrita por Barnabé.
14:04Ela não é meramente
14:06indigna dele.
14:08Ela lhe seria uma desgraça
14:09e o que é muito pior,
14:11seria uma desgraça
14:12para a religião cristã
14:14caso fosse a produção literária
14:16de um dos mestres
14:17reconhecidos dessa religião
14:19nos tempos dos apóstolos.
14:22Caso seu autor fosse,
14:24de fato, Barnabé,
14:25a evidência para a origem divina
14:28do cristianismo
14:28ficaria gravemente prejudicada.
14:31Visto que a epístola
14:33não é de Barnabé,
14:35o documento,
14:36no que se refere
14:37à questão do sábado,
14:39nada mais é do que
14:40o testemunho
14:41de algum escritor desconhecido
14:43sobre a prática
14:45da observância do domingo
14:46por alguns cristãos
14:48de uma comunidade desconhecida
14:50em um período incerto
14:52da era cristã
14:53sem fundamento suficiente
14:56para se crer
14:57que tal período
14:58tenha sido
14:59o primeiro século.
15:01Coleman dá o seguinte testemunho.
15:04A epístola de Barnabé,
15:06que recebe um honrado nome
15:08do companheiro de Paulo
15:09em seus esforços missionários,
15:11é claramente espúria.
15:13Ela está repleta
15:15de narrativas imaginárias,
15:17interpretações místicas
15:19e alegóricas
15:19do Antigo Testamento
15:21e fantasias extravagantes.
15:24Os eruditos concordam,
15:26de modo geral,
15:27que ela não possui
15:28autoridade nenhuma.
15:30Como exemplo das coisas absurdas
15:32e irracionais
15:33que a epístola contém,
15:35citamos esta passagem.
15:37Não comerás a hiena,
15:39isto é,
15:40mais uma vez,
15:41não sejas adúltero,
15:43nem alguém que corrompa
15:45os outros,
15:46nem sejas semelhante a eles.
15:48E por quê?
15:50Porque essa criatura
15:51muda de sexo
15:52todos os anos,
15:54às vezes é macho,
15:55às vezes fêmea.
15:57Ao permitir
15:58que historiadores favoráveis
16:00ao primeiro dia
16:01deem o veredito
16:02sobre essa questão,
16:04estamos autorizados
16:05a considerar
16:06essa epístola
16:07uma farsa.
16:09E quem quer que leia
16:10o nono capítulo,
16:11que nem vale a pena citar,
16:14reconhecerá a justiça
16:16dessa conclusão.
16:17Essa epístola
16:19é o único escrito
16:20supostamente produzido
16:22no primeiro século,
16:23além do Novo Testamento,
16:25que faz referência
16:26ao primeiro dia.
16:28Ela não oferece
16:30nenhuma evidência
16:31da observância do domingo,
16:33fato que é aceito
16:35até mesmo por Mosheim.
16:37O próximo documento
16:39que chama a nossa atenção
16:40é a carta de Plínio,
16:42governador romano da Bitínia,
16:44ao imperador Trajano,
16:47escrita em torno
16:48de 104 d.C.
16:51Ele diz o seguinte
16:52sobre os cristãos
16:53de sua província.
16:55Eles afirmaram
16:57que toda sua culpa
16:58ou todo seu erro
16:59se resumia no fato
17:01de que se reuniam
17:02em um certo dia estabelecido,
17:04antes do amanhecer,
17:06e se dirigiam a Cristo
17:08como a algum Deus,
17:10por meio de uma oração,
17:11comprometendo-se
17:13com juramento solene,
17:15não a realizar
17:16qualquer designo mal,
17:17mas, sim,
17:19a nunca cometer fraude,
17:21roubo ou adultério,
17:23nunca proferir palavras falsas,
17:26nem negar um bem
17:27a eles confiado,
17:29quando chamados
17:30a entregá-lo.
17:31Depois disso,
17:33era costume deles
17:34se separar
17:35e então se reunir novamente
17:37para comer juntos
17:38uma refeição inofensiva.
17:41Essa epístola de Plínio
17:43certamente não oferece
17:45nenhum apoio
17:46à observância do domingo.
17:48Tal fato
17:49é apresentado
17:50com franqueza
17:51por Coleman.
17:52Ele diz o seguinte
17:54a respeito do trecho.
17:56Esta declaração
17:57evidencia
17:59que esses cristãos
18:00guardavam
18:00um dia como santo,
18:02mas não esclarece
18:04se era o último
18:05ou o primeiro dia
18:07da semana.
18:08Charles Buck,
18:10proeminente autor
18:11guardador do primeiro dia,
18:12não encontrou
18:13nenhuma evidência
18:15da observância
18:15do primeiro dia
18:16nessa epístola
18:17conforme demonstra
18:19a tradução indefinida
18:20que ele faz.
18:21Ele a cita
18:23da seguinte maneira.
18:24Tais pessoas
18:25declaram que
18:26seu único crime,
18:28caso sejam culpadas,
18:29consiste nisto,
18:31de que
18:32em certos dias
18:33eles se reúnem
18:34antes do nascer
18:35do sol
18:36cantando alternadamente
18:38louvores
18:38a Cristo
18:39como Deus.
18:41Tertuliano,
18:42que escreveu
18:43em 200 d.C.,
18:45diz o seguinte
18:46sobre essa
18:47declaração de Plínio.
18:48Ele não encontrou
18:50nada nos cultos deles
18:51a não ser reuniões
18:53no início
18:54da manhã
18:54para cantarem
18:56hinos a Cristo
18:57e a Deus
18:58e para fazerem
18:59em conjunto
19:00a solene promessa
19:02de que,
19:02em seu estilo
19:03de vida,
19:04seriam fiéis
19:05à sua religião,
19:06proibindo o assassinato,
19:09o adultério,
19:10a desonestidade
19:11e outros crimes.
19:13Tertuliano,
19:14sem dúvida,
19:15não encontrou
19:16nessa declaração
19:17nenhuma referência
19:18à festa do domingo.
19:20W. B. Taylor
19:21fala o seguinte
19:22sobre esse dia
19:23estabelecido.
19:25Como o dia de sábado
19:26parece ter sido
19:27tão comumente
19:28observado nessa data
19:30quanto o dia do sol,
19:32talvez até
19:33com mais frequência,
19:35é tão provável
19:36que esse dia
19:37estabelecido,
19:38mencionado por Plínio,
19:39seja o sétimo dia
19:40quanto que seja
19:42o primeiro dia,
19:43embora geralmente
19:44se suponha
19:46que se trata
19:47do primeiro dia.
19:49Supor justamente
19:50o ponto
19:51que deveria ser provado
19:53não é novidade
19:54nas evidências
19:55analisadas até aqui
19:56para apoiar
19:58a observância
19:58do primeiro dia.
20:00Embora Moshem
20:01encontre nessa expressão
20:03de Plínio
20:03um forte apoio
20:05ao domingo,
20:06ele fala o seguinte
20:07acerca da opinião
20:08de outro erudito.
20:10B.
20:11Justehan Bommer
20:12realmente gostaria
20:13que entendêssemos
20:14que esse dia
20:15era o mesmo
20:16sábado judaico.
20:18Esse testemunho
20:19de Plínio
20:20foi escrito
20:21alguns anos
20:22depois do tempo
20:23dos apóstolos.
20:24Ele diz respeito
20:26a uma igreja
20:27que provavelmente
20:28fora fundada
20:29pelo apóstolo Pedro.
20:30Sem dúvida,
20:32é muito mais provável
20:33que essa igreja,
20:35apenas 40 anos
20:36após a morte
20:37de Pedro,
20:39continuasse a guardar
20:40o quarto mandamento
20:41em vez de observar
20:43um novo dia
20:44que jamais
20:45fora sancionado
20:46por autoridade divina.
20:48Deve-se admitir
20:49que esse testemunho
20:50de Plínio
20:51nada prova
20:52em apoio
20:53à observância
20:54do domingo,
20:55pois não especifica
20:57qual dia da semana
20:58era guardado.
20:59As epístolas
21:01de Inácio
21:01de Antioquia,
21:02tão citadas
21:04a favor da observância
21:05do primeiro dia,
21:06serão o foco
21:07de nossa atenção
21:08a seguir.
21:09Ele é representado
21:10como tendo dito
21:11o seguinte,
21:13Portanto,
21:14se eles
21:15que foram criados
21:16nessas antigas leis
21:17passaram,
21:19não obstante
21:20a novidade
21:21de esperança,
21:22não mais observando
21:23os sábados,
21:24mas guardando
21:25o dia do Senhor,
21:27no qual nossa vida
21:28também é erguida
21:29por ele,
21:30a quem alguns
21:31ainda negam,
21:32e por intermédio
21:34de sua morte,
21:35mistério este
21:36pelo qual fomos levados
21:37a crer,
21:38razão pela qual
21:39esperamos ser
21:40considerados discípulos
21:41de Jesus Cristo,
21:43nosso único mestre,
21:44pergunto,
21:46como então
21:46seríamos capazes
21:48de viver
21:48de maneira
21:49diferente dele,
21:50cujos próprios
21:52profetas,
21:52sendo de fato
21:54discípulos,
21:54o aceitaram
21:56pelo Espírito
21:57como seu mestre?
21:59Dois fatos
22:00importantes
22:01acerca dessa citação
22:02são dignos
22:03de menção especial.
22:05Primeiro,
22:06grandes autoridades
22:07que defendem
22:08o primeiro dia
22:09reconhecem
22:10que as epístolas
22:12de Inácio
22:12são espúrias,
22:14e as epístolas
22:15que alguns
22:16desses eruditos
22:17excetuam
22:17como sendo
22:18possivelmente
22:19genuínas,
22:20não incluem
22:21essa carta
22:22aos magnésios,
22:23da qual foi extraída
22:24a citação acima,
22:26nem dizem nada
22:27a respeito
22:28da observância
22:29do primeiro dia.
22:30Segundo,
22:32a epístola
22:33aos magnésios
22:34não diria nada
22:35acerca de
22:36dia nenhum
22:37se a palavra
22:38dia
22:39não tivesse sido
22:40inserida
22:41de maneira
22:42fraudulenta
22:43pelo tradutor.
22:44Afim de apoiar
22:46o primeiro
22:46desses dois fatos,
22:48segue-se
22:49o testemunho
22:50do Dr. Kilen.
22:52No século XVI,
22:54quinze cartas
22:55foram apresentadas
22:56como sendo
22:56uma respeitável
22:58antiguidade
22:59e oferecidas
23:00ao mundo
23:01como produções
23:02do pastor
23:02de Antioquia.
23:04Os eruditos
23:05se recusaram
23:06a aceitá-las
23:07nos termos
23:07propostos
23:08e logo
23:09de início
23:10oito delas
23:11foram reconhecidas
23:12como falsificações.
23:15No século XVII,
23:17as outras
23:17sete cartas
23:18restantes
23:19reapareceram
23:20mais uma vez
23:21da obscuridade
23:22um pouco
23:23alteradas
23:24afirmando
23:26ser
23:26obras
23:26de Inácio.
23:28De novo,
23:29críticos
23:30com discernimento
23:31se recusaram
23:32a reconhecer
23:33tais pretensões.
23:35Mas a curiosidade
23:37foi despertada
23:38por essa
23:38segunda aparição
23:39e muitos
23:41expressaram
23:41o ávido
23:42desejo
23:43de ter acesso
23:44às próprias
23:45epístolas.
23:46Grécia,
23:47Síria,
23:48Palestina
23:49e Egito
23:49foram revirados
23:51em busca
23:51delas
23:52e, por fim,
23:53três cartas
23:54foram encontradas.
23:56A descoberta
23:57despertou
23:58a felicidade
23:59geral.
24:00Confessou-se
24:01que quatro
24:02das epístolas,
24:03tão tardiamente
24:04reconhecidas
24:05como genuínas,
24:07eram apócrifas.
24:08E afirmou-se
24:10com ousadia
24:11que as três,
24:12então disponíveis,
24:14estavam acima
24:15de toda
24:16e qualquer
24:16contestação.
24:18Mas a verdade
24:19se recusa
24:20a fazer
24:20transigências
24:21e severamente
24:23repudia
24:23os que clamam
24:24por sua aprovação,
24:26as evidências
24:27internas
24:28dessas três
24:29epístolas
24:29dão provas
24:31abundantes
24:32de que,
24:33assim como
24:33os três últimos
24:35livros
24:35de Sibila,
24:37elas são
24:37apenas
24:38os últimos
24:39artifícios
24:40de uma
24:40grande mentira.
24:42O mesmo
24:43autor
24:43expressa
24:44a opinião
24:45de Calvino
24:46da seguinte forma.
24:48É grande
24:49prova
24:49da sagacidade
24:50do iminente
24:51Calvino
24:52o fato
24:53de ele,
24:54mais de
24:54300 anos
24:55atrás,
24:56ter dado
24:57uma sentença
24:58enérgica
24:59de condenação
25:00a essas
25:01epístolas
25:01de Inácio.
25:03Acerca
25:04das três
25:04epístolas
25:05de Inácio,
25:06ainda consideradas
25:07genuínas,
25:08o professor
25:09C.F.
25:10Hudson
25:10diz o seguinte,
25:12Inácio
25:13de Antioquia
25:14foi martirizado
25:15provavelmente
25:16em 115
25:18d.C.
25:19Das oito
25:20epístolas
25:21atribuídas
25:22a ele,
25:23três
25:23são
25:24genuínas,
25:25a saber,
25:26as endereçadas
25:27a Policarpo,
25:28aos Efésios
25:29e aos Romanos.
25:32Nota-se
25:33que as três
25:34epístolas
25:35mencionadas
25:35aqui como
25:36sendo genuínas
25:37não incluem
25:38a carta
25:39da qual
25:40a citação
25:40favorável
25:41ao domingo
25:42é extraída.
25:43Elas
25:44não apresentam
25:45qualquer alusão
25:46com referência
25:47ao domingo.
25:48O Sr.
25:49William Donville,
25:50escritor
25:51antissabatista,
25:52usa as seguintes
25:53palavras.
25:55Todos os que
25:55são familiarizados
25:57com tais questões
25:58estão cientes
25:59de que as obras
26:00de Inácio
26:01foram mais
26:02interpoladas
26:03e corrompidas
26:04do que as
26:05de qualquer outro
26:06dos antigos pais.
26:08Além disso,
26:09alguns escritos
26:11a ele atribuídos
26:12são totalmente
26:13espúrios.
26:15Robinson,
26:16proeminente
26:17escritor batista
26:18da Inglaterra,
26:19no século XVIII,
26:21exprime a seguinte
26:22opinião
26:23acerca das epístolas
26:25atribuídas
26:25a Inácio,
26:27Barnabé
26:27e outros.
26:29Se algum
26:30dos escritos
26:30atribuídos
26:31aos chamados
26:32pais apostólicos,
26:34como Inácio,
26:36mestre em Antioquia,
26:38Policarpo,
26:39em Esmirna,
26:40Barnabé,
26:41que era
26:41meio judeu,
26:42e Hermas,
26:44irmão de Pio,
26:45mestre em Roma,
26:46for genuíno,
26:47algo extremamente
26:49duvidoso,
26:50eles só provam
26:51a piedade
26:52e a falta
26:53de cultura
26:54desses bons homens.
26:56Alguns
26:57desses escritos
26:58são piores,
26:59e os melhores
27:00dentre eles
27:01não é melhor,
27:02do que as epístolas
27:04religiosas
27:04da classe
27:05mais inculta
27:06dos batistas
27:07e quakers
27:08da Inglaterra
27:09na época
27:10da Guerra Civil.
27:11Tanto Barnabé
27:13quanto Hermas
27:14mencionam
27:15o batismo,
27:17mas esses
27:17dois livros
27:18são fantasias
27:19desprezíveis
27:20de gênios
27:21desvairados
27:22e irregulares.
27:24Temos
27:25provas suficientes
27:26para duvidar
27:27das epístolas
27:28de Inácio.
27:29A citação
27:30a favor
27:31do domingo
27:31não foi extraída
27:33de nenhuma
27:34das três epístolas
27:35ainda consideradas
27:37genuínas.
27:38Deve-se
27:39observar ainda
27:40que ela
27:41nada diria
27:41em prol
27:42de qualquer
27:42dia
27:43se não fosse
27:44por uma
27:45liberdade
27:45extraordinária
27:46para não
27:47dizer fraude
27:48da qual
27:49o tradutor
27:50lançou mão
27:51ao acrescentar
27:53no texto
27:53a palavra
27:54dia.
27:56Quito
27:56descreve
27:57tal fato
27:58com precisão
27:59indiscutível.
28:00Sua obra
28:01Cyclopédia
28:02é muito bem
28:03reconhecida
28:04entre os eruditos
28:05que defendem
28:06o primeiro dia.
28:07Ele
28:08apresenta
28:09da seguinte
28:09forma
28:10o original
28:11de Inácio
28:12com comentários
28:13e em seguida
28:14uma tradução.
28:16Devemos
28:17nos atentar
28:18a outra passagem
28:19que diz respeito
28:20ao dia do Senhor
28:21embora
28:22certamente
28:23não faça
28:24nenhuma menção
28:25a ele.
28:26Ela aparece
28:27na epístola
28:28de Inácio
28:29aos Magnésios
28:30cerca de
28:31100 d.C.
28:32O trecho
28:34inteiro
28:34é admitido
28:35obscuro
28:36e pode
28:37estar
28:37corrompido.
28:38A passagem
28:40é esta.
28:41Nota do
28:41locutor
28:42Na sequência
28:44no livro
28:45encontra-se
28:46um texto
28:46em grego
28:47incompreendido
28:48pelo locutor.
28:50Fim da nota
28:51Muitos
28:52comentaristas
28:53presumem
28:54não se sabe
28:55por qual motivo
28:56que por
28:57curiaquem
28:58do Senhor
28:59deve-se
29:01entender
29:01a palavra
29:02remeran
29:03dia.
29:05Analisemos
29:06porém
29:07a passagem
29:07como ela é.
29:09O problema
29:10da frase
29:11é a falta
29:12de um substantivo
29:14ao qual
29:14ifto
29:15em grego
29:16possa se referir.
29:18Tal problema
29:19longe de ser
29:20remediado
29:21fica ainda
29:22mais evidente
29:23pela introdução
29:24de
29:25remera
29:26ou seja
29:27dia.
29:28Se considerarmos
29:29que
29:29curiaqueso
29:31é
29:31significa
29:32simplesmente
29:33a vida
29:34do Senhor
29:35tendo um
29:36significado
29:37mais pessoal
29:38com certeza
29:39ficamos
29:40mais próximos
29:41de ter o
29:42substantivo
29:42para
29:43ifto.
29:45Assim
29:46como um
29:47todo
29:47o significado
29:48pode ser
29:49o seguinte
29:50se aqueles
29:51que viveram
29:52sob a velha
29:53dispensação
29:54entraram
29:55em novidade
29:56de vida
29:56não mais
29:57guardando
29:58os sábados
29:59mas
29:59vivendo
30:00de acordo
30:01com a
30:01vida
30:01de nosso
30:02Senhor
30:02na qual
30:03por assim
30:04dizer
30:04nossa vida
30:05ergueu-se
30:06novamente
30:07por meio
30:07dele
30:08etc.
30:10De acordo
30:11com esse
30:11ponto de vista
30:12a passagem
30:14não se refere
30:15de modo
30:15algum
30:16ao dia
30:16do Senhor
30:17por outro
30:18lado
30:18mesmo
30:19que se
30:20considerasse
30:21a hipótese
30:21contrária
30:22ela não
30:23forneceria
30:24nenhuma
30:24nenhuma
30:25evidência
30:25positiva
30:26quanto ao
30:26uso
30:27antigo
30:27da expressão
30:28dia do
30:29Senhor
30:29motivo pelo
30:31qual a
30:31passagem
30:32é com
30:32frequência
30:33citada
30:33uma vez
30:35que a
30:35palavra
30:36remera
30:36dia
30:37propriamente
30:39dita
30:39não passa
30:40de uma
30:40conjetura
30:41O erudito
30:43Morer
30:43clérigo
30:44da igreja
30:45anglicana
30:45confirma
30:46essa declaração
30:47de Quito
30:48ele traduz
30:49Inácio
30:50da seguinte
30:51forma
30:51portanto
30:53se aqueles
30:54que eram
30:54bem versados
30:55nas obras
30:56dos antigos
30:56dias
30:57vieram
30:57a novidade
30:58de vida
30:59sem sabatizar
31:00mas vivendo
31:01de acordo
31:02com a vida
31:03dominical
31:03concernente
31:04ao Senhor
31:05etc.
31:07O exemplar
31:08de Médice
31:08o melhor
31:09e mais
31:10semelhante
31:11ao dia
31:11Eusébio
31:11não deixa
31:13dúvidas
31:13pois o termo
31:15zoem
31:15é usado
31:16e determina
31:17que a palavra
31:18dominical
31:19do Senhor
31:20se refere
31:21à pessoa
31:22de Cristo
31:23não ao dia
31:24de sua
31:24ressurreição
31:25O senhor
31:27William Donville
31:28comenta o seguinte
31:29sobre o assunto
31:30Julgando
31:32pelo teor
31:33da epístola
31:33em si
31:34a tradução
31:35literal
31:36da passagem
31:36em discussão
31:37a saber
31:38não mais
31:39observando
31:40sábados
31:41mas
31:41vivendo
31:42segundo
31:43a vida
31:43do Senhor
31:44parece
31:45exprimir
31:46seu significado
31:47verdadeiro
31:47e apropriado
31:49se assim
31:50for
31:50Inácio
31:52a quem
31:52Gurney
31:53elenca
31:53como testemunha
31:54concreta
31:55da observância
31:56do dia
31:56do Senhor
31:57no início
31:57do segundo
31:58século
31:58fracassa
32:00em provar
32:01tal fato
32:01um exame
32:02completo
32:03de seu
32:03testemunho
32:04deixa
32:05transparecer
32:05que ele
32:06nem sequer
32:07menciona
32:07o dia
32:08do Senhor
32:08nem faz
32:09alusão
32:10de nenhuma
32:11maneira
32:11a observância
32:13religiosa
32:13desse dia
32:14seja por
32:15meio
32:15dessa expressão
32:16ou de
32:17qualquer outra
32:18fica claro
32:20portanto
32:21que essa
32:22famosa
32:22citação
32:23não faz
32:24nenhuma
32:24referência
32:25ao primeiro
32:26dia da semana
32:27e não
32:28fornece
32:28evidências
32:29de que
32:29na época
32:30de Inácio
32:31o domingo
32:32fosse conhecido
32:33pelo título
32:34de
32:34dia do Senhor
32:35as evidências
32:37agora
32:38se encontram
32:39diante do
32:39leitor
32:40que deve
32:41decidir
32:42se
32:42Mosheim
32:43ou Neander
32:43falaram
32:45em conformidade
32:46com os fatos
32:47sobre esse assunto
32:48parece então
32:50que no
32:51novo testamento
32:52e nos escritos
32:53não inspirados
32:54do período
32:55mencionado
32:56não há
32:57absolutamente
32:58nada
32:59que apoie
33:00a forte
33:01declaração
33:02em favor
33:03do domingo
33:03feita por
33:04Mosheim
33:05chegando
33:06ao quarto
33:07século
33:07encontramos
33:08uma citação
33:09dele
33:09que
33:10em essência
33:11modifica
33:12aquilo que
33:13ele disse
33:14aqui
33:14das epístolas
33:16atribuídas
33:17a Barnabé
33:18Plino
33:18e Inácio
33:19descobrimos
33:20que
33:21a primeira
33:21é uma
33:22farsa
33:23a segunda
33:24fala
33:24de um dia
33:25determinado
33:26sem definir
33:27qual é
33:27e a terceira
33:29que provavelmente
33:30é um documento
33:31espúrio
33:32nada teria
33:33dito
33:34sobre o
33:34domingo
33:35se os
33:35defensores
33:36da santidade
33:37desse dia
33:38não houvessem
33:39acrescentado
33:40a palavra
33:41dia
33:42ao documento
33:43não podemos
33:45evitar
33:45a conclusão
33:46de que
33:47Mosheim
33:47falou sobre
33:48o assunto
33:49como doutor
33:50em divindade
33:51mas não
33:52como historiador
33:53e com a mais
33:55firme convicção
33:56de que dizemos
33:57a verdade
33:58afirmamos
33:59junto
34:00com
34:00Neander
34:00a festa
34:02do domingo
34:03sempre foi
34:04uma mera
34:05ordenança
34:06humana
34:06de que
34:07a festa
34:08de que
34:08a festa
34:08de que
34:09a festa

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