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  • há 2 dias
Título do livro: Minha História
Autor do livro: Tiago White

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Transcrição
00:00Minha História Capítulo 11 O Sétimo Anjo
00:07Acreditava-se que o sétimo anjo, o último dos sete anjos com trombetas, era o mesmo que tinha a última
00:14trombeta, que despertará os justos mortos.
00:17Mas muitos entre os adventistas naquela época estavam adotando uma visão diferente sobre a questão que será descrita aqui.
00:25Os primeiros seis anjos com trombetas eram símbolos, e cada um representava um período de tempo durante o qual vários
00:33eventos ocorreram.
00:34Sendo assim, o sétimo anjo não seria também um símbolo, representando um período de tempo durante o qual vários eventos
00:42ocorreriam?
00:44As cenas mencionadas pelo apóstolo, em referência à última trombeta, acontecem num momento, num abrir e fechar de olhos.
00:52Mas não é assim com os eventos relacionados ao som da trombeta do sétimo anjo, mas nos dias da voz
00:59do sétimo anjo, é o testemunho de Apocalipse 10, verso 7.
01:03Uma vez que todo o capítulo tem relação direta com o assunto do grande movimento do advento, conforme simbolizado pelas
01:11três mensagens de Apocalipse 14, farei aqui alguns breves comentários sobre sua aplicação.
02:12Ou tempo conforme a versão King James.
02:17Quero chamar a atenção brevemente na citação acima para os seguintes pontos.
02:22Primeiro, de maneira muito solene, o anjo jurou que não haveria mais tempo.
02:27Isso não significa que com o juramento do anjo, o tempo medido por dias, meses e anos cessaria, pois o
02:34próximo verso fala dos dias da voz do sétimo anjo.
02:37Além disso, a partir do segundo advento de Cristo e da ressurreição dos justos, há um período de mil anos
02:45que dura até a ressurreição dos ímpios.
02:59Com o efeito, enquanto a terra, o sol e a lua durarem e continuarem a girar, haverá dias, meses e
03:06anos.
03:06Não há evidências bíblicas de que esses corpos celestes deixarão de existir.
03:11O juramento do anjo, portanto, deve se referir ao tempo profético.
03:16Segundo, ao jurar a respeito do tempo, o anjo tem na mão um livro aberto.
03:21Pode-se inferir, com base nessa linguagem, que esse livro esteve fechado em algum momento.
03:28Isso é verdade quanto ao livro de Daniel.
03:31E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro até o fim do tempo.
03:37Tempo do fim, na Almeira Revista e Atualizada.
03:40Muitos correrão de uma parte para a outra e a ciência, ou o saber, na Almeira Revista e Atualizada, se
03:47multiplicará.
03:48Daniel capítulo 12, verso 4.
03:51O livro deveria permanecer selado até o tempo do fim, quando deveria então ser aberto.
03:57Com isso, o conhecimento sobre o assunto tratado no livro aumentaria,
04:01e muitos correriam de uma parte para a outra dentro das Escrituras e obteriam conhecimento sobre ele.
04:08Se esse livro, que está aberto na mão do anjo, representa o livro também aberto de Daniel,
04:13a aplicação desse solene juramento à maneira como o encerramento do tempo profético foi proclamado em 1844 é muito convincente.
04:24O juramento desse anjo deve ser considerado como um símbolo de uma mensagem muitíssimo solene e positiva,
04:31proclamada pelos servos de Deus.
04:34O pé direito sobre o mar e o esquerdo sobre a terra representam o alcance da mensagem
04:40e mostram que ela deveria ser levada às pessoas pelo mar e pela terra.
04:44O profeta continua.
04:47Mas nos dias da voz do sétimo anjo, quando ele estiver para tocar a trombeta,
04:52começar a tocar na versão King James, cumprir-se-á.
04:56Será terminado na versão King James, então, o mistério de Deus,
05:01segundo ele anunciou aos seus servos os profetas.
05:04Apocalipse 10, verso 7.
05:06Por que apresentar o sétimo anjo desse modo,
05:10a menos que o sonido de sua trombeta começasse com o término do tempo profético?
05:15Seu sonido deveria durar por um período de dias,
05:19provavelmente proféticos, o que significaria anos.
05:23No começo do sonido, ou durante a primeira parte do período de seu sonido,
05:28o mistério de Deus deveria se cumprir ou terminar.
05:31Esse mistério é o Evangelho, mencionado com especial referência
05:36aos meios pelos quais suas bênçãos são garantidas às nações da terra.
05:41É algo que antes dos dias dos apóstolos, e mesmo desde a fundação do mundo,
05:47não foi dado a conhecer da maneira como foi revelado aqui.
05:50Vê Romanos 16, verso 25 e 26, e Efésios capítulo 3, versos de 3 a 5.
06:24Antes disso, não se havia percebido que,
06:26quando o Redentor fosse manifestado ao mundo,
06:29todas as paredes de separação seriam derribadas,
06:33todas as diferenças seriam obliteradas,
06:36e judeus e gentios, homens e mulheres, servos e livres,
06:40seriam iguais e igualmente abençoados através dele.
06:44Por isso, Paulo apresenta como característica distintiva do mistério de Deus
06:48o fato de que os gentios são coerdeiros e de um mesmo corpo,
06:53e participantes da promessa em Cristo pelo Evangelho,
06:56e de que em Cristo todos poderão ser unidos em um corpo.
07:00Efésios 3, versos 6, capítulo 1, 9 e verso 10.
07:06Assim definimos de maneira mais plena o mistério de Deus
07:09como sendo o grande plano da salvação,
07:12centralizado na obra de Cristo e revelado no Novo Testamento.
07:16Ver também Efésios 6, 19, Colossenses 4, verso 3,
07:21Gálatas, capítulo 1, versos 11 e 12,
07:24e comparar com Efésios, capítulo 3, verso 3.
07:28O término do ministério de Deus consiste no encerramento do grande plano da salvação,
07:34evento ligado ao ministério de Cristo no Santuário Celestial.
07:37No tipo, o ciclo anual de serviços se encerrava no décimo dia do sétimo mês.
07:44No antítipo, Cristo entrou no lugar santíssimo do Santuário Celestial
07:49no fim dos 2.300 dias, para completar o grande plano da salvação.
07:55O mistério de Deus deveria ser encerrado,
07:57como ele havia declarado, pelos seus servos os profetas.
08:01A purificação do santuário mencionada pelo profeta Daniel
08:05é mais uma expressão utilizada para representar o término do mistério de Deus.
08:11Assim, o sétimo anjo começou a fazer soar sua trombeta
08:14ao se encerrar em os 2.300 dias, em 1844,
08:20quando a purificação do santuário, ou término do mistério de Deus,
08:24teve seu início.
08:27Uma série de eventos que deveria ocorrer durante o sonido da trombeta do sétimo anjo
08:32é mencionada no capítulo 11 de Apocalipse.
08:35Depois do anúncio da sétima trombeta,
08:38Apocalipse 11, de 15 a 17,
08:41momento em que todos os reinos da Terra devem vir a ser do Rei dos Reis,
08:45um evento que interessa à Terra e ao Céu
08:48e demanda a gratidão dos bondosos de ambos os mundos,
08:52os eventos são apresentados da seguinte maneira.
08:55Primeiro, iraram-se as nações.
08:58Essa deve ser uma referência às comoções políticas e às guerras das nações
09:03que os profetas de Deus têm descrito como indicativos do encerramento do tempo da graça.
09:10Segundo, e veio a tua ira.
09:13Isso se refere às sete últimas pragas,
09:17que serão derramadas imediatamente após o ministério de Cristo no santuário celestial.
09:22Terceiro, e o tempo dos mortos para que sejam julgados.
09:27Este não é o juízo investigativo dos justos,
09:30pois ele termina com o ministério de Cristo no santuário celestial.
09:34Trata-se aqui do juízo dos ímpios mortos.
09:37Somos, portanto, conduzidos neste terceiro evento
09:40até o tempo do aparecimento de Cristo nas nuvens do céu
09:44e da ressurreição dos justos,
09:46quando ele e os salvos sentarão para julgar os casos dos ímpios durante os mil anos.
09:53Quarto, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos,
09:58e aos santos e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes.
10:03É verdade que todos esses recebem a imortalidade na segunda vinda de Cristo
10:08no começo desse grande período de julgamento.
10:11Mas sua recompensa consiste na herança prometida, a nova terra,
10:16a qual não aparecerá antes do término dos mil anos.
10:20Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.
10:24Então, ao terminarem os mil anos,
10:26os profetas, os santos e todos os que temem o nome de Deus,
10:30pequenos e grandes, receberão sua plena recompensa.
10:35Quinto, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.
10:40Este também é o momento da aniquilação final dos inimigos de Deus,
10:44que participaram da destruição ou corrupção da terra.
10:48E aqui termina o sonido do sétimo anjo, ou o terceiro ai.
10:53O profeta ainda continua.
10:55E a voz que eu do céu tinha ouvido tornou a falar comigo e disse,
11:00Vá e toma o livrinho aberto da mão do anjo,
11:03que está em pé sobre o mar e sobre a terra.
11:06E fui ao anjo dizendo-lhe,
11:08Dá-me o livrinho.
11:10E ele disse-me,
11:12Toma-o e come-o,
11:13e ele fará amargo o teu ventre,
11:15mas na tua boca será doce como mel.
11:18E tomei o livrinho da mão do anjo e comi-o,
11:21e na minha boca era doce como mel,
11:23e havendo-o comido,
11:25o meu ventre ficou amargo.
11:27Apocalipse capítulo 10, versos de 8 a 10.
11:30Nessa porção figurativa da profecia,
11:33João, ao receber o livrinho da mão do anjo,
11:36representa os que receberam a doutrina sobre a vinda do reino de Cristo,
11:40conforme proclamada em associação com o tempo,
11:43com base na profecia de Daniel.
11:46Comer o livrinho e apreciar sua doçura
11:49representa o deleite santo que as pessoas desfrutaram
11:53ao aceitarem o evangelho da vinda do reino.
11:56No símbolo, o livrinho da boca de João era doce como mel.
12:00O que é mais doce que o mel?
12:02Em que mais poderia-se regozijar a alma consagrada,
12:07imbuída do amor de Jesus,
12:09senão nas novas de sua breve volta em glória
12:11com todos os santos anjos,
12:14para redimir os que amaram e esperaram seu aparecimento.
12:17Mas o símbolo apresenta uma mudança.
12:21A doçura do mel se transforma em amargura.
12:24Isso representa a transformação da alegria da brilhante esperança
12:28na dolorosa tristeza do desapontamento,
12:31vivenciada pelos crentes por ocasião da passagem do tempo.
12:35A esperança e a fé tinham sido para eles
12:39uma âncora na tempestade,
12:41um escudo na batalha
12:43e um motivo de grande alegria por todo o dia.
12:46E ao se aproximarem da razão de sua esperança,
12:50suas expectativas ficaram ainda mais brilhantes,
12:52sua fé se fortaleceu
12:54e suas alegrias ficaram completas.
12:57O tempo passou
12:58e somente os que experimentaram aquele desapontamento
13:02podem ter ideia da amargura que ele representou.
13:06É provável que nunca tenha havido um tempo
13:08desde a crucifixão
13:10em que as grandes expectativas
13:12e as brilhantes esperanças
13:13dos discípulos de Jesus
13:15tenham sido tão esmagadas
13:17quanto na passagem do tempo
13:19em 1844.
13:21E os sentimentos
13:23dos milhares de desapontados
13:25foram como aqueles expressos por Maria,
13:29levaram o meu Senhor
13:30e não sei onde o puseram.
13:33Entretanto, logo após aquele desapontamento
13:36experimentado pelos crentes,
13:37um grande alívio foi trazido
13:39pela posição de que haveria
13:41um período de espera pelo Senhor
13:42e de prova de fé.
13:44E com isto veio também a impressão geral
13:47de que nosso trabalho
13:48de dar testemunho ao mundo
13:50havia terminado.
13:51O solene anúncio da hora do juízo de Deus
13:54contido na primeira mensagem
13:56de Apocalipse 14
13:57tinha sido proclamado.
13:59O comovente testemunho
14:01sobre a condição daqueles
14:03que rejeitaram essa mensagem
14:04e ainda se apegavam
14:06ao cristianismo corrompido
14:08simbolizado pela segunda mensagem
14:10havia sido dado.
14:12Entre os crentes de todas as partes
14:14o solene clamor havia sido ouvido
14:17Caiu, caiu a grande Babilônia
14:19Sai dela, povo meu!
14:21E todos entendiam
14:23que essas mensagens
14:25apontavam para acontecimentos
14:27que já haviam ocorrido.
14:29Mas quando deveria ser dada
14:31a terceira mensagem?
14:32Ela faz parte
14:34de uma sequência de eventos
14:35que deve ser proclamada
14:36na história do povo de Deus
14:38neste estado de mortalidade.
14:41Essa terceira mensagem
14:42recebe uma ênfase
14:43tão marcante e distinta
14:45no esboço profético
14:46de Apocalipse 14
14:47quanto a primeira e a segunda.
14:49E embora os desapontados
14:51tenham sentido por um tempo
14:53que sua obra de advertir
14:55o mundo havia sido completada
14:56Deus planejava colocar
14:58novamente sobre eles
15:00a responsabilidade
15:01de realizar seu trabalho
15:03e enviar-lhes a proclamar
15:05a terceira mensagem.
15:06Essa obra, querido leitor
15:08está claramente definida
15:10no último verso do capítulo
15:12sobre o qual estou comentando.
15:13E ele disse-me
15:15Importa que profetizes outra vez
15:18a muitos povos e nações
15:19e línguas e reis.
15:21Apocalipse capítulo 10 verso 11
15:24Profetizar às vezes
15:26significa simplesmente ensinar
15:28como em 1 Coríntios capítulo 11
15:30versos 4 e 5
15:32capítulo 14 verso 3 e 24
15:35e Mateus capítulo 7 verso 22
15:38Na primeira e segunda mensagens
15:41as profecias foram abertas
15:43para as pessoas
15:43e elas aprenderam
15:45as verdades solenes
15:46e comoventes
15:47relacionadas ao juízo.
15:49Os crentes haviam chegado
15:51ao período de espera
15:52tendo um testemunho
15:53para as pessoas
15:54e o fardo da obra sobre eles.
15:56O tempo passou
15:58e com ele também passou
15:59a responsabilidade pela obra
16:01e eles se viram subitamente
16:03destituídos de qualquer mensagem
16:05para o povo.
16:06Pensavam que a missão deles
16:08para com o mundo
16:09havia terminado
16:10e essa era a posição
16:11na qual eles deveriam esperar
16:13até que as grandes verdades
16:15ligadas à terceira mensagem
16:17fossem vistas
16:18à luz do santuário celestial
16:20e o Espírito de Deus
16:22os impressionasse
16:23com uma nova obra
16:24diante deles.
16:25Essa obra seria
16:27de proclamar a terceira mensagem
16:29expressa pelas palavras proféticas
16:31Importa que profetizes
16:33e ensine-os o povo
16:35outra vez.
16:36A essa altura
16:37faz-se necessário
16:39que eu comente brevemente
16:40as três mensagens
16:42de Apocalipse 14.
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