- há 9 horas
Título do livro: As Aventuras do Capitão José Bates
Autor do livro: José Bates
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Categoria
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Estilo de vidaTranscrição
00:00As Aventuras do Capitão José Bates
00:04Capítulo 22
00:05A primeira convocação para uma conferência a fim de discutir o assunto da segunda vinda do Nosso Senhor Jesus Cristo.
00:15Reunião em Boston.
00:17Discursos da conferência divulgados a todo o mundo.
00:21Um sino de mergulhador.
00:23Coletando rochas do fundo do mar.
00:26A primeira conferência sobre o segundo advento.
00:30Conferências de Guilherme Miller em Fairhaven, Massachusetts.
00:34Conferências também em New Bedford.
00:37Falando aos ministros.
00:39Os ministros se reúnem.
00:42Antíoco Epifânio.
00:44Cerca de 500 metros quadrados por pessoa.
00:48A segunda conferência do segundo advento.
00:52A revista Sinais dos Tempos de Boston, Massachusetts, dos dias 1º e 15 de setembro de 1840,
01:00publicou um convite para uma conferência geral a respeito do segundo advento de Nosso Senhor Jesus Cristo, dizendo
01:07Nós, abaixo assinados, crentes na segunda vinda e no iminente reino do Messias, cordialmente nos unimos na convocação para uma
01:16conferência geral de nossos irmãos dos Estados Unidos,
01:19bem como de outros lugares que também aguardam um advento próximo, a se reunir em Boston, Massachusetts, na quarta-feira,
01:28dia 14 de outubro de 1840,
01:30às 10 horas da manhã, com a duração de dois dias ou tanto de tempo que na ocasião se achar
01:38melhor.
01:38O objetivo da conferência não será formar uma nova organização na fé de Cristo,
01:44nem atacar irmãos que diferem do nosso ponto de vista quanto ao período e à maneira do advento,
01:50mas sim a de debater todo o assunto de maneira fiel e justa no exercício do Espírito de Cristo,
01:57no qual será seguro encontrá-lo imediatamente no juízo.
02:29Recebemos outros nomes.
02:30De acordo com o convite, a conferência geral se reuniu na capela da Rua Sherdon, em Boa,
03:00Boston, Massachusetts, em 14 de outubro de 1840, e continuou por dois dias, com um crescente interesse.
03:09Ao final da conferência, participaram da comunhão da ceia do Senhor cerca de 200 pessoas de diferentes denominações.
03:16Muitas eram de lugares remotos.
03:19A reunião foi encerrada com um hino que começava assim,
03:22O Espírito do Senhor havia permeado a reunião desde o início,
03:30mas agora ele parecia vibrar e mover toda a congregação.
03:34O hino mencionado acima foi entoado com o Espírito e também com o entendimento.
03:39Graças a Deus pelos momentos alegres proporcionados naquela ocasião.
03:43A partir daquela conferência, um discurso em forma de panfleto de 150 páginas
03:49foi distribuído nos Estados Unidos e em países estrangeiros aos milhares que acreditavam
03:55e aos que não acreditavam na segunda vinda de Cristo.
03:58O pastor Josué Raimes começou essa obra aparentemente com todo o zelo do Josué dos tempos bíblicos,
04:05esforçando-se para pregar e publicar materiais que difundissem toda a luz que pudesse ser adquirida
04:12de todas as partes do mundo sobre o assunto do segundo advento do Salvador.
04:17Não porque ele acreditasse que Cristo voltaria em 1843,
04:21pois, numa conversa que tive com ele,
04:24algum tempo depois de ele começar o departamento editorial da revista Sinais dos Tempos,
04:29ele me confidenciou que os argumentos não lhe eram satisfatórios,
04:33portanto, não acreditava na vinda em 1843.
04:38Ora, se essa é a sua posição,
04:41eu lhe disse com essas palavras ou outras de sentido igual,
04:45por que você a defende publicamente?
04:47Sua resposta foi que ele voluntariamente havia tomado aquela posição
04:51a fim de trazer à tona toda a luz que pudesse ser obtida sobre o assunto
04:57e que era possível que um dia viesse a compreender o assunto de maneira clara
05:01e acreditar nele.
05:03O que, de fato, aconteceu posteriormente,
05:06conforme ele mesmo veio a admitir.
05:09Eu já conheci o pastor Rimes desde a sua juventude
05:12e por muitos anos estivera intimamente associado a ele nas reformas da época
05:17e muitas vezes fora fortalecido e edificado com suas pregações.
05:21Eu sabia o quanto ele era zeloso na causa de Deus, sem ser um fanático,
05:27e o exemplo aqui narrado foi para mim a mais forte evidência até o dia de hoje
05:32de que ele não foi movido a tomar uma posição tão impopular diante do mundo todo
05:37por causa de instrumentos humanos.
05:40Antes da conferência, eu tinha me comprometido para ser um dos proprietários legais da ponte
05:46de New Bedford, a fim de supervisionar seus reparos e, ao mesmo tempo, mantê-la transitável
05:52às carruagens e aos pedestres.
05:54Portanto, havia certa dúvida se poderia ir à reunião.
05:58Naquela época, estávamos trabalhando com uma embarcação e um sino de mergulhador,
06:03removendo as pedras que, de alguma forma, tinham ido parar no canal da ponte elevadiça
06:08e formavam um obstáculo para os navios com cargas pesadas,
06:12impedindo-os de passar durante a maré baixa.
06:15É possível que alguns dos meus leitores queiram entender a operação de remover rochas
06:21do fundo do oceano, a aproximadamente 10 metros de profundidade.
06:25Portanto, tentarei explicar a seguir.
06:28Uma escuna, ou embarcações de dois mastros, é puxada até a ponte elevadiça e presa ali
06:35com cordas.
06:36Há um guindaste entre os dois mastros da escuna, e a parte inferior dele é presa a uma alça
06:42de ferro, que, por sua vez, era presa no topo do sino de mergulhador, que fica no convés
06:48da escuna.
06:49O sino, por si só, tinha a forma de um pão de açúcar, ou cone, com cerca de 3 metros
06:56de altura e 2 metros de diâmetro na parte inferior.
06:59O sino possuía em seu interior um assento para duas pessoas, e, quando mergulhado até
07:05o fundo do mar sob a ação de pesos presos ao redor da parte inferior, o sino se enchia
07:11parcialmente de água, que entrava pela parte inferior aberta até uma altura de aproximadamente
07:161 metro.
07:18Mas a provisão de ar que ficava acima dessa água, no interior do sino, impedia que a
07:23água chegasse até o assento.
07:25Afunde em um balde de água, uma xícara ou tigela com a parte inferior virada para
07:30cima, e você terá uma boa ideia de um sino de mergulhador.
07:35Para duas pessoas esse ar durava cerca de uma hora e meia.
07:39Depois desse tempo, era preciso içar o sino de volta à superfície para reabastecê-lo
07:44com ar fresco outra vez.
07:46A comunicação entre os trabalhadores no sino e os companheiros no convés era feita por
07:52meio de três linhas telegráficas, ou cordas, em boas condições de funcionamento.
07:58Suas extremidades inferiores eram puxadas dentro do sino.
08:02Algumas pequenas janelas de vidro eram colocadas na parte superior do sino para permitir a entrada
08:08de luz dentro do pequeno compartimento enquanto estava embaixo d'água, uma luminosidade mais
08:14ou menos como a do céu durante o pôr do sol.
08:17Desci com o mergulhador algumas vezes, com a finalidade de averiguar mais corretamente
08:22como o trabalho poderia ser realizado.
08:25O sino possuía correntes presas na parte superior, que eram movidas pelo guindaste quando era
08:31necessário mudá-lo de posição no fundo do mar, e também possuía uma espécie de
08:37cesta para acomodar as pedras coletadas.
08:40Quando chegava o momento de os homens não convés e sarem o sino, interrompíamos o trabalho,
08:46saíamos engatinhando de dentro da água e íamos para o nosso assento a aproximadamente
08:52um metro e meio do fundo do mar.
08:54Quando o sino era baixado novamente pelo guindaste e tocava a água, e toda a entrada de ar externo
09:01cortada, ficando apenas a provisão de ar onde ficávamos, a pressão exercida produzia
09:06uma sensação de tremor e um ruído estranho na cabeça, mais especificamente nos ouvidos,
09:12fazendo com que os dedos se agitassem involuntariamente na tentativa de produzir mais ar lá dentro para
09:19aliviar a dolorosa sensação que continuava até certo ponto embaixo d'água.
09:25Assim que o sino chegava ao fundo, nós telegrafávamos para que nos movessem a qualquer direção
09:31dentro de um pequeno raio.
09:32Quando o mergulhador enchia o cesto com rochas e pedras por meio de seus instrumentos de ferro,
09:38os que estavam no converse ficavam sabendo ao ele puxar uma das cordas.
09:43A cesta, então, era içada e, em seguida, esvaziada lá em cima.
09:48Por meio de uma corda amarrada à extremidade inferior da cesta, o mergulhador a puxava de volta
09:54para o mar, e assim ele podia continuar o seu arriscado trabalho até que a falta de ar o
10:00obrigava a puxar a corda telegráfica para que fosse então içado e pegasse o fresco e gratuito ar de Deus.
10:08Enquanto estávamos no fundo do mar, era possível sabermos rapidamente quando a maré virava para subir
10:14ou descer por causa de seu movimento sobre as conchas e pedras, que conseguíamos ver tão nitidamente
10:20quanto podíamos vê-las no fundo de um riacho.
10:23Não importa a profundidade da água, o fluxo e refluxo da maré move toda a massa de água de cima
10:31para baixo.
10:31Onde há fluxos e refluxos das marés, as grandes massas de água do rio e do porto correm em movimento
10:39constante da superfície ao fundo.
10:41Mas isso acontece apenas enquanto ocorre a mudança de maré, e duas vezes a cada 24 horas,
10:48uma nova massa impetuosa de água chega até o porto proveniente do oceano,
10:53provendo novas fontes de água saudável e circulante aos peixes a nadar, ao imóvel molusco
11:00e há aqueles que se escondem embaixo da areia em águas rasas,
11:04tudo isso para o benefício do homem, especialmente dos pobres que moram perto da costa.
11:11Por perseverarmos em nosso novo trabalho, pegando pedras e rochas do fundo do mar,
11:16conseguimos desobstruir o canal de navegação a tempo de eu ir para casa com minha esposa,
11:22comparecer com prazer e alegria à abertura da primeira conferência do segundo advento no mundo.
11:28O irmão Miller, com a sabedoria de Deus, ficou subitamente doente nessa época,
11:33e não pôde sair de sua casa em Low Repton, Nova York, para participar da conferência,
11:39o que foi uma decepção para muitos.
11:41Depois dessa grande conferência, a pregação do segundo advento foi requisitada em muitos lugares.
11:48Em março de 1841, o irmão Miller começou uma série de conferências na igreja da rua Washington,
11:54em Fairhaven, Massachusetts.
11:57Pensei que, se o Sr. Miller pudesse dar palestras sobre a segunda vinda de Cristo para os meus amigos e
12:03vizinhos,
12:04eu prontamente cederia a outras pessoas meu assento na igreja, caso houvesse lotação.
12:10Afinal de contas, eu já vinha lendo as palestras dele,
12:13e supunha que entendia a maior parte do que ele iria pregar.
12:17Entretanto, depois de ouvir a sua primeira mensagem,
12:20senti que não podia me negar o privilégio de ouvir toda a série de conferências,
12:25pois sua pregação era profundamente interessante e muito superior às suas palestras escritas.
12:32O local estava tão cheio que uma grande quantidade de pessoas não conseguiu assento,
12:38mas mesmo assim tudo estava quieto e silencioso como a noite.
12:42Parecia que as pessoas estavam ouvindo por si mesmas, e eu acredito que estavam mesmo naquela época.
12:49No dia seguinte à palestra, se alguém passasse por entre aquelas pessoas,
12:53podia-se ouvir uma perguntando à outra,
12:56Você estava na reunião ontem à noite?
12:58Sim.
12:59Você já ouviu uma pregação como essa antes?
13:03Não.
13:03O que você acha da doutrina dele?
13:05As conversas se prolongavam.
13:07Muitas pessoas visitaram o irmão Miller para conversar com ele a respeito da doutrina que ele havia ensinado,
13:14e pareciam muito satisfeitas com as citações bíblicas imediatas que Miller dava como resposta.
13:21Os irmãos Heim e Cole haviam acompanhado o irmão Miller até Fairhaven.
13:26O trabalho que ele realizou em uma semana conosco
13:29pareceu operar uma mudança muito notória entre as pessoas.
13:33Seu próximo ciclo de conferências teve início na semana seguinte,
13:37na Igreja Cristã Norte, na cidade de New Bedford, cerca de 3 quilômetros de distância.
13:43Calculou-se que ali havia cerca de 1.500 ouvintes, o número que o local podia comportar.
13:49Uma grande parte da aristocracia e dos pastores estava presente.
13:54Jamais se ouvira antes sobre um despertamento religioso tão intenso sobre o tempo da volta de Cristo como aquele.
14:01O interesse parecia profundo e geral.
14:03No final da última reunião, o irmão Miller carinhosamente se dirigiu aos ministros
14:10e os exortou à fidelidade no desempenho de suas responsabilidades.
14:14Ele disse,
14:23Disse ainda que se eles achassem que ele estava correto,
14:27seria muito importante que ensinassem o mesmo em suas respectivas congregações.
14:32Mas disse também que se ele estivesse errado, desejava muito ser corrigido,
14:36e expressou um grande desejo de se encontrar com aqueles ministros
14:40antes que ele partisse da cidade para examinar o assunto com eles.
14:45O pastor Batista propôs que a reunião se realizasse no salão de reuniões de sua igreja,
14:50na rua William, às 9 horas da manhã seguinte.
14:54Eu não era um ministro na época, mas tive um forte desejo de comparecer àquela reunião
14:59para descobrir como os ministros recebiam a doutrina da segunda vinda.
15:04Vários membros leigos, incluindo eu, pedimos permissão e comparecemos à reunião.
15:10Quando a reunião começou pela manhã, contei 22 ministros presentes,
15:14todos daquele lugar e de um raio de alguns quilômetros de distância da cidade,
15:20bem como 40 membros leigos.
15:22Depois de organizada a reunião, o irmão Miller propôs iniciar com a profecia de Daniel
15:28e solicitou que o responsável pela leitura das escrituras começasse com o segundo capítulo.
15:35Ocasionalmente, o irmão Miller pedia que o leitor fizesse uma pausa
15:38e, em seguida, perguntava aos ministros como eles compreendiam o trecho lido.
15:43No início, eles apenas se entreolhavam em silêncio,
15:47aparentemente indispostos a expor a própria ignorância quanto ao assunto,
15:51ou para verem quem se prontificaria a responder.
15:55Depois de algum tempo, um dos ministros de grande erudição respondeu,
15:59nós acreditamos em você.
16:02Bem, disse o irmão Miller, se todos concordamos neste ponto, vamos continuar?
16:07Ninguém mais respondeu.
16:09O leitor continuou até a próxima pergunta
16:11e todos ficaram em silêncio novamente até que o mesmo ministro respondeu,
16:16acreditamos nisso da mesma forma que você.
16:20Assim, eles professaram crer como o irmão Miller até o fim do capítulo.
16:25Foi muito animador ver todos aqueles ministros de várias denominações
16:29admitirem acreditar na doutrina do segundo advento.
16:33Então, eles começaram a ler o capítulo 7
16:35e continuaram em harmonia com o irmão Miller
16:38até que uma objeção foi feita com respeito ao chifre pequeno do quarto reino.
16:43O leitor das escrituras, que levantou a objeção,
16:47disse que queria um pouco de tempo para considerar aquele ponto
16:50e perguntou se a reunião poderia ser interrompida até o dia seguinte.
16:55Uma moção foi feita para o adiamento da reunião e favoravelmente votada.
17:01Na manhã seguinte, a reunião foi retomada
17:03e o leitor das escrituras apresentou seu comentário,
17:06tentando provar que o chifre pequeno do quarto reino
17:09era Antíoco Epifânio, um dos reis que haviam governado a Síria.
17:14A declaração do irmão Miller de que o chifre pequeno
17:17não poderia ser esse rei, mas sim Roma,
17:21não conseguiu convencê-los.
17:23A reunião acabou nesse ponto
17:25sem nenhum esforço adicional da parte dos ministros.
17:28Desde aquela ocasião, o assunto do chifre pequeno
17:31de Daniel 7 e 8 tem sido analisado e criticado,
17:35sendo definido que Roma é de fato o poder em questão.
17:40O pastor J. N. Andrews falou sobre o assunto.
17:43Das muitas razões que podem se somar ao que foi dito acima,
17:47citaremos apenas uma.
17:48Este poder, o chifre pequeno,
17:50deveria se levantar contra o príncipe dos príncipes,
17:54no versículo 25.
17:55O príncipe dos príncipes é Jesus Cristo.
17:58Apocalipse 1, verso 5, 17, verso 4,
18:01e 19, verso 16.
18:04Antíoco, porém, morreu 164 anos antes do nascimento de nosso Senhor.
18:10Portanto, fica definido que a profecia está se referindo a outro poder.
18:14Para evitar a aplicação desta profecia ao poder romano,
18:18pagão e papal,
18:19os papistas o transferiram de Roma para Antíoco, Epifânio,
18:23um rei sírio que não conseguiu resistir aos mandatos de Roma.
18:27Veja as notas da Bíblia Doei, católico-romana,
18:31sobre Daniel 7, 8 e 9.
18:33Essa aplicação é feita pelos católicos,
18:36a fim de livrar sua igreja de qualquer participação no cumprimento da profecia,
18:41e a interpretação deles nesse ponto tem sido seguida pelas massas de opositores
18:46à fé no Advento.
18:48Veja também a profecia de Daniel e os dois mil e trezentos dias,
18:56páginas 30 a 33.
18:58Para mais evidências de que Roma correspondia a esse poder
19:02e de que o nosso Senhor e Salvador era o príncipe dos príncipes
19:06a quem aquele poder se opôs, conforme descrito na profecia,
19:10veja Atos 3, 15, 5, 31 e 4, 26 e 27.
19:16Dentre as muitas perguntas feitas ao irmão Miller,
19:19com referência ao segundo advento do Salvador,
19:22perguntaram o seguinte,
19:23como pode toda a raça humana ficar de uma só vez em pé sobre a Terra,
19:28conforme mencionado em Apocalipse 20, no julgamento final?
19:32A resposta foi, vamos admitir uma população mundial de 800 milhões de habitantes
19:39a cada 30 anos por 6 mil anos.
19:42O total será de 160 bilhões de habitantes,
19:46considerando que o planeta Terra tenha uma extensão aproximada
19:49de 80 milhões e 450 mil quilômetros quadrados,
19:54perfazendo um total de 80 trilhões e 450 bilhões de metros quadrados,
20:00dividindo esse número pelos 160 bilhões de habitantes,
20:04cada indivíduo que terá vivido sobre a Terra
20:07ficaria com aproximadamente 500 metros quadrados.
20:11A segunda conferência do segundo advento
20:13foi realizada na cidade de Lowell, Massachusetts,
20:16nos dias 15 a 17 de junho de 1841.
20:21Naquela reunião estava presente o irmão Josias Leach,
20:24de Boston, Massachusetts.
20:26O irmão Leach, no ano de 1838,
20:30enviou sua exposição do nono capítulo do Apocalipse,
20:34predizendo a queda do Império Otomano no fim do período profético,
20:38a hora, o dia, o mês e o ano.
20:41Apocalipse 9, 15, que expiraria em 11 de agosto de 1840,
20:47quando o sexto anjo cessaria de tocar a trombeta e o segundo, ai, passaria.
20:52Apocalipse 9, 12 a 13 e 11, 14.
20:57Tendo em mãos relatos oficiais da revolução
20:59que acabara de terminar no Império Otomano,
21:02ele chegou à reunião preparado para provar o cumprimento de sua predição,
21:06a qual dezenas de milhares de pessoas aguardavam com uma imensa ansiedade.
21:12As diversas evidências nos relatos oficiais
21:15em conexão com a profecia explicada em seu convincente discurso
21:19provaram que a supremacia otomana de fato terminou
21:23no dia 11 de agosto de 1840.
21:26Cumpria-se diante deles Apocalipse 11, 14.
21:30Passou o segundo, ai.
21:32Eis que sem demora vem o terceiro, ai.
21:35Essa descoberta despertou o povo de Deus
21:38e deu um impulso poderoso ao movimento do Advento.
21:42Não tendo nenhum período.
21:44Não tendo nenhum período.
21:44Não tendo nenhum período.
21:44Vem oselfo poderoso.
21:44Não tendo nenhum período.
21:44Saiba-se de samosaraominha.
21:44É só mais um impulso poderoso meio câ� staying
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