- há 2 dias
Título do livro: A Dominical Nacional
Autor do livro: A. T. Jones
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Categoria
🛠️
Estilo de vidaTranscrição
00:00Lei Dominical Nacional
00:03Permitam-me resumir as declarações de Neander.
00:06Ele discorre sobre a concretização da teoria teocrática daqueles bispos.
00:11Ressalta também como se tornaram dependentes de Constantino
00:15devido às suas disputas e por sua determinação de usar o poder do Estado
00:20para o avançamento de seus propósitos.
00:24Ele menciona então a primeira e a segunda Leis Dominicais de Constantino,
00:28a Lei Dominical de 386 d.C., a Convenção de Cartago,
00:34a Resolução e Petição de 401 d.C. e a Lei de 425 d.C. em resposta a essa petição.
00:43E em seguida, e sem qualquer interrupção, e em referência direta àquelas Leis Dominicais, ele afirma.
00:50Desse modo, a Igreja recebeu a ajuda do Estado para a execução dos seus objetivos.
00:56Ela iniciou essa jornada com a determinação de alcançar seus fins e foi o que aconteceu.
01:02E foi desse modo que ela conseguiu.
01:05E após ter garantido o controle do poder do Estado,
01:09ela o usou para atender a seus próprios objetivos e por meio de métodos despóticos próprios,
01:15conforme anunciado na teoria inquisitorial de Agostinho.
01:19O primeiro passo, lógica e inevitavelmente, conduziu ao último,
01:25e os líderes teocráticos em suas ações tiveram a cruel coragem de seguir desde o primeiro até o último passo,
01:33conforme idealizado nas palavras de Agostinho e ilustrado na história da Inquisição.
01:39Este é o sistema ao qual pertencem as Leis Dominicais.
01:44Esta é a teoria sobre a qual elas se baseiam.
01:47Elas não têm outro fundamento.
01:49O Sr. Elliot, que falou aqui em defesa deste projeto de lei,
01:54sabe que não existe nenhuma lei na Bíblia que exija a guarda do primeiro dia da semana.
02:00Eu poderia ler uma passagem de seu próprio livro,
02:04O Sábado Duradouro,
02:06The Abiding Sabbath,
02:08a página 184,
02:10em que ele confessa o completo silêncio do Novo Testamento
02:13no que diz respeito a algum mandamento explícito quanto ao dia de descanso,
02:18o domingo,
02:19ou a regras definidas para sua observância.
02:22E todos sabem que o Antigo Testamento nada diz a respeito da observância do primeiro dia da semana
02:28como dia de descanso.
02:30Todos sabem também que o Antigo Testamento não faz nenhuma menção sobre guardar o primeiro dia da semana
02:36como o dia da ressurreição do Salvador ou por qualquer outra razão.
02:41O Dr. Johnson e outros aqui nesta manhã
02:45afirmaram que o primeiro dia da semana foi escolhido
02:48porque era um memorial da ressurreição do Salvador.
02:52É o Novo Testamento que fala sobre a ressurreição do Salvador.
02:56Não há qualquer dúvida disso.
02:58O Dr. Elliot confessa,
03:00e a Sociedade Americana de Tratados tem publicações a respeito,
03:04que existe um completo silêncio do Novo Testamento a respeito do assunto.
03:09Então, que direito tem eles de tornar a guarda do domingo uma lei
03:13e obrigar as pessoas, mediante lei civil,
03:17a guardá-lo como o dia do Senhor,
03:19para o qual não existe nenhuma autoridade escriturística?
03:23Permitam-me ler uma passagem de outro livro
03:26impresso pela União Americana das Escolas Dominicais.
03:30À página 186, sob a seção O Dia do Senhor,
03:35o Sr. A. E. Weifel diz o seguinte.
03:39Até o tempo da morte de Cristo,
03:41nenhuma mudança havia sido efetuada quanto ao dia.
03:44A autoridade precisa ser buscada nas palavras
03:47ou no exemplo dos apóstolos inspirados.
03:50Então, logo na página seguinte, ele continua.
03:54Até onde os registros mostram,
03:56eles, os apóstolos, não deram, no entanto,
03:59nenhum mandamento explícito ordenando o abandono do sétimo dia
04:03como dia de descanso e sua observância no primeiro dia da semana.
04:07O Dr. Sheff, na enciclopédia Sheff-Erzog, observa.
04:13Não existem regras para sua observância no Novo Testamento,
04:17nem mesmo qualquer ordenança para que seja observado.
04:20Artigo sobre o domingo.
04:22Se esses eruditos confessam que Cristo não deu nenhuma lei para a guarda do domingo,
04:28por que querem obrigar as pessoas a observá-lo?
04:31Que direito têm eles de obrigar alguém a guardá-lo?
04:35Não reconheço o direito deles de obrigar a mim
04:38ou a quem quer que seja a fazer o que Cristo nunca ordenou pessoa alguma a fazer.
04:44Senador Blair, você admite que havia um sábado, sábado ou dia de descanso antes de Cristo vir?
04:51Senhor Jones, certamente.
04:55Senador Blair, e ele disse que não veio destruir, mas cumprir, certo?
05:00Senhor Jones, concordo.
05:04Senador Blair, há algo no Novo Testamento que anulou o dia de descanso que já existia?
05:09Senhor Jones, não, senhor.
05:14Senador Blair, então por que ele não continuou a existir?
05:19Senhor Jones, ele certamente existe e nós guardamos o mandamento que diz respeito ao sábado.
05:27Senador Blair, então você diz que existe um sábado legalmente reconhecido
05:32e que ele foi reafirmado por Cristo?
05:35Senhor Jones, certamente.
05:39Senador Blair, a única coisa que percebo com base em suas afirmações
05:44é que Cristo reconheceu uma lei vigente e que ela continua no tempo atual.
05:50Você diz que é um dia e eles dizem que é outro.
05:54Senhor Jones,
05:56mas eles estão lutando por uma lei para obrigar a observância do primeiro dia da semana
06:01como o dia do Senhor,
06:03quando ao mesmo tempo confessam que o Senhor nunca deu qualquer mandamento sobre esse dia.
06:08O mandamento que Deus ordenou diz que o sétimo dia é o sábado.
06:14Senador Blair,
06:15ele ainda é o dia de repouso cristão?
06:19Senhor Jones,
06:21seguramente,
06:22e nós o guardamos.
06:24Contudo, não reconhecemos que o governo civil tenha o direito de obrigar qualquer ser humano a guardá-lo ou não.
06:31Senador Blair,
06:33o governo civil dos judeus obrigava a sua observância?
06:38Senhor Jones,
06:39eles viviam numa teocracia.
06:42Senador Blair,
06:44será que é uma conclusão lógica que quando a única forma de governo for uma teocracia,
06:49e isso englobe tudo que pertence ao governo,
06:52qualquer outra forma de governo que não seja necessariamente uma teocracia,
06:57não possa englobar o mesmo tema que a teocracia?
07:00Se o tema de uma forma de governo teocrática, monárquica ou republicana não for o mesmo,
07:06controlar o estabelecimento da boa ordem na sociedade,
07:10então qual é?
07:11Dizemos,
07:12e essa é a nossa forma de governo que cabe ao povo legislar,
07:16interpretar e executar a lei.
07:18Na antiga forma de teocracia,
07:20Deus fazia a lei,
07:22a interpretava e a executava através de suas instrumentalidades.
07:27Mas nós fazemos a mesma coisa pela vontade do povo.
07:30O que soube a forma teocrática de governo era feito de outra maneira.
07:34Agora,
07:35se o dia de repouso é necessário para o bem geral da sociedade,
07:39a forma republicana de governo deve legislar sobre a observância do dia de repouso
07:45e obrigar o povo a guardá-lo, assim como a teocracia fazia.
07:49Você parece elaborar seus argumentos, pelo que me parece,
07:53com base na premissa de que um governo civil que visa o bem do povo,
07:57organizado em nosso país sob a forma republicana,
08:00não pode fazer nada que a forma de governo teocrático faz quando existe sozinha.
08:05Ambas as formas de governo necessariamente lidam com os mesmos assuntos,
08:11o controle, o desenvolvimento, o bem-estar e a saúde da sociedade.
08:16Não faz nenhuma diferença a forma de governo que se adota.
08:21Sr. Jones,
08:22um governo teocrático é um governo de Deus.
08:25Senador Blair,
08:27os poderes ordenados por Deus também o são.
08:31Sr. Jones,
08:32este governo não é um governo de Deus.
08:35Senador Blair,
08:36Você não considera que a existência do governo dos Estados Unidos da América
08:41foi estabelecida de acordo com a vontade de Deus?
08:45Sr. Jones,
08:46Sim, mas não é um governo de Deus.
08:49O governo de Deus é um governo moral.
08:51Nosso governo é um governo civil.
08:55Senador Blair,
08:57uma teocracia é um governo civil e governa em assuntos civis,
09:01bem como no âmbito da espiritualidade, da moralidade e da religião.
09:05Sr. Jones,
09:07sem dúvida,
09:08e é Deus quem a governa.
09:10E nenhum outro governo além de uma teocracia
09:13pode obrigar a observância de coisas
09:15que dizem respeito à relação do homem para com Deus,
09:18conforme estabelecidas nos quatro primeiros mandamentos.
09:23Senador Blair,
09:24mas essa legislação proposta está fora da parte teocrática.
09:29Sr. Jones,
09:30De modo algum,
09:33sabemos que ela propõe,
09:34mediante aplicação de penalidades,
09:37promover a observância religiosa do dia do Senhor,
09:40ao passo que nada,
09:41senão o governo de Deus,
09:43pode fazer isso.
09:44Esse é o ponto que estou ressaltando aqui.
09:47Se for permitido aprovar esta legislação,
09:50o resultado será o estabelecimento
09:52de uma nova teocracia
09:53segundo o modelo do papado.
09:56E o governo civil
09:57nada tem que ver com assuntos religiosos.
09:59Este projeto de lei é totalmente religioso.
10:03E se esta casa seguir no curso da legislação religiosa,
10:07o final certo será uma teocracia.
10:10Uma teocracia de autoria humana.
10:12E estaremos assim reinventando o papado.
10:15Senador Blair,
10:17Já faz 300 anos que temos leis dominicais neste país.
10:21Elas têm se tornado cada vez mais tolerantes ou permissivas.
10:25Apesar de o sentimento geral em favor do dia de descanso
10:28parecer estar ficando mais forte,
10:31você tem conhecimento de algum caso
10:33em que o Estado desta União
10:34tomou a iniciativa de promulgar uma lei
10:37que obrigasse todos a ir à igreja,
10:39o que parece ser o perigo que você teme?
10:43Sr. Jones,
10:44ainda não.
10:46A preocupação deles no momento é promulgar a primeira lei.
10:49Esta os conduzirá à situação mencionada.
10:52A lei de Constantino foi promulgada em 321 d.C.
10:56e ordenava primeiramente que moradores urbanos e mecânicos
11:00não trabalhassem,
11:01a fim de que pudessem ser religiosos.
11:04Eles não pediram muito a princípio.
11:06Como foi dito numa reunião ministerial
11:09em San Diego, Califórnia, há cerca de dois meses,
11:12nesse assunto não se deve pedir muito a princípio.
11:16Peça somente o que a opinião pública irá aceitar
11:19e quando você alcançar esse objetivo, poderá pedir mais.
11:23E como foi dito sobre esse projeto de lei pelo Dr. Crafts
11:27neste capitório,
11:28vamos tomar um quarto de pão,
11:30meio pão ou um pão inteiro.
11:32Se o governo fizesse nada mais do que proibir
11:35a abertura do correio nos horários de culto da igreja,
11:38isso seria um tributo nacional ao valor da religião
11:41e levaria a algo mais satisfatório.
11:44E ao comentar sobre o que seria mais satisfatório,
11:48ele afirmou,
11:49a lei permite ao agente de correio local,
11:52se ele quiser, e alguns deles de fato querem,
11:54abrir os malotes na mesma hora do culto da igreja,
11:58fazendo com que haja uma competição
12:00entre o correio e as igrejas.
12:03Em outro momento do mesmo discurso,
12:06o Sr. Crafts se referiu à lei proposta
12:08como uma forma de proteger os cultos da igreja
12:11contra a competição dos correios.
12:14Ao explicar como isso poderia ser feito,
12:17ele disse,
12:17uma lei proibindo a abertura entre as dez e o meio-dia
12:21resolveria o problema.
12:23Isso seria melhor do que nada.
12:25Mas nós queremos mais.
12:27Ele acrescentou,
12:29uma lei proibindo que qualquer manuseio
12:31de correspondência no domingo,
12:33que pudesse interferir na frequência à igreja
12:35por parte dos empregados,
12:37seria melhor do que nada.
12:39Mas queremos mais do que isso.
12:41O Sr. Crafts continua,
12:44uma opção local de decidir
12:46se um correio local deverá abrir aos domingos ou não
12:49deve ser acolhida como melhor do que nada.
12:52Mas desejamos mais do que isso.
12:55Que mais ainda?
12:57Ele continua,
12:58uma lei proibindo todos os trabalhos
13:00de entrega de correspondência no domingo
13:03seria melhor do que nada.
13:04Mas queremos mais do que isso.
13:07E quando eles vão se sentir satisfeitos?
13:10Essa situação corresponde exatamente
13:13ao que ocorreu quando o imperador Constantino
13:16proibiu os juízes, cidadãos da cidade e mecânicos
13:19de trabalhar no domingo.
13:22Isso representou uma homenagem imperial
13:25ao valor da religião
13:26e conduziu a algo mais satisfatório
13:29para os líderes da igreja.
13:30Senador Blair,
13:32você já ouviu falar de alguma proposta feita
13:35em algum corpo legislativo
13:37obrigando alguém a frequentar a igreja aos domingos?
13:41Sr. Jones,
13:43as propostas feitas têm exatamente esse objetivo,
13:47ou seja,
13:48paralisar os trens no domingo,
13:49os jornais de domingo,
13:51em resumo,
13:52suspender qualquer trabalho no domingo
13:54de maneira que as pessoas possam ir à igreja.
13:57Senador Blair,
13:59mas essas pessoas vêm aqui
14:00e dizem não ter mais propósitos
14:02e elas vêm tomando essas medidas
14:04nos Estados há 100 anos
14:06e durante o período colonial anterior a esse tempo.
14:09Você já ouviu no continente americano
14:12dos limites do território
14:14que compõem agora os Estados Unidos da América
14:17uma proposta
14:18ou uma sugestão de um corpo legislativo
14:21de obrigar alguém a ir à igreja?
14:24Sr. Jones,
14:26não em casas legislativas,
14:29mas em instituições eclesiásticas.
14:32Senador Blair,
14:34instituições eclesiásticas não fazem as leis.
14:37O Congresso não é uma instituição eclesiástica.
14:41Sr. Jones,
14:43mas é uma instituição eclesiástica
14:46que está buscando garantir a imposição desta lei
14:48como ocorreu na teocracia da Nova Inglaterra,
14:52onde a ausência ao Ministério da Palavra
14:54era punida com multa.
14:56Nessa época,
14:57quando as pessoas eram obrigadas,
14:59sob penalidade,
15:00a ir à igreja e ouvir a pregação,
15:03esta era de tal natureza
15:04que, no dizer de uma das vítimas,
15:06era como carne para ser digerida,
15:09mas apenas pelo coração
15:10ou o estômago de um avestruz.
15:14Situações assim não ficaram restritas aos tempos coloniais
15:17ou à Nova Inglaterra.
15:19Depois de as colônias se tornarem estados,
15:22a Carolina do Norte promulgou uma lei dominical
15:24ainda em vigor,
15:25pelo que me consta.
15:27Ela diz o seguinte,
15:29Decreta-se que toda e qualquer pessoa ou pessoas
15:32deverão, no dia do Senhor,
15:34comumente chamado,
15:35domingo,
15:36aplicar-se com cuidado aos deveres da religião e da piedade.
15:40Em 1813,
15:41o Tennessee aprovou uma lei
15:43incorporando as mesmas palavras.
15:46A Carolina do Sul e a Geórgia, porém, foram além.
15:49A Carolina do Sul estabeleceu que
15:52toda e qualquer pessoa
15:54deverá, em cada dia do Senhor,
15:57aplicar-se à observância desse dia,
15:59reservando-o para o exercício dos deveres da piedade
16:02e da verdadeira religião,
16:04de forma pública e particular,
16:06e caso não tenha nenhuma desculpa legítima ou razoável,
16:10deverá, a cada dia do Senhor,
16:12dirigir-se à sua igreja paroquial
16:14ou a alguma outra igreja paroquial
16:17ou a alguma reunião ou assembleia de culto religioso.
16:22Em 1813,
16:24a Geórgia, semelhantemente,
16:25promulgou uma lei dominical
16:27que, em sua primeira sessão,
16:29exigia que todas as pessoas
16:30frequentassem a adoração pública.
16:32Em 1821,
16:35o Estado de Canérica,
16:36ao revisar suas leis,
16:38alterou sua lei dominical
16:39na primeira sessão,
16:41que assumiu o seguinte teor.
16:43É dever de todo cidadão deste Estado
16:45frequentar a adoração pública a Deus
16:48no dia do Senhor.
16:50Essa é, precisamente,
16:52a linha de pensamento proposta
16:54por esses homens e mulheres
16:55que atualmente trabalham
16:56em favor dessa lei dominical.
16:59Este é o primeiro passo nessa direção.
17:02O objetivo final que eles têm em vista
17:04ao impedir o trabalho no domingo
17:06é idêntico ao do quarto século,
17:09a saber levar as pessoas
17:11a se tornarem devotas
17:12e a frequentarem a igreja.
17:14O cerne da intenção desses homens
17:17em assegurar a lei
17:18é de fundo religioso.
17:21Vou me referir agora
17:22a algumas declarações feitas
17:24pelos próprios homens
17:25que estiveram aqui nesta manhã
17:27em defesa deste projeto
17:28de lei dominical.
17:30O doutor W. W. Everts, de Chicago,
17:33de uma convenção
17:34sobre a lei dominical em Irinóis
17:36no dia 8 de novembro de 1887,
17:40declarou que o domingo
17:41devia ser o teste de toda religião.
17:44Com base em suas próprias palavras,
17:47o que mais pode ser
17:48a imposição do domingo
17:49se não a imposição
17:51de um teste religioso?
17:53O doutor Crafts,
17:55figura proeminente nessa causa,
17:56discursou aos cavaleiros
17:58do trabalho de Indianápolis.
18:00Como já mencionei anteriormente,
18:02repetiu essas palavras
18:03aqui nesta cidade
18:05ontem à noite.
18:07Se você tirar a religião do dia,
18:09você elimina o descanso dele.
18:12Essa declaração foi feita
18:13em resposta a uma pergunta
18:15que indagava se um dia de repouso
18:17não poderia ser garantido
18:19aos trabalhadores
18:20sem qualquer ligação com a religião.
18:23Utilizando a afirmação
18:25do doutor Crafts, portanto,
18:26a condição para que o domingo
18:28seja um dia de descanso
18:30a qualquer pessoa
18:31reside completamente
18:33no fato de a religião
18:34fazer parte dele,
18:36pois se você tirar a religião,
18:38você elimina o descanso.
18:39Eles, juntamente com os outros,
18:42reivindicam uma lei
18:43que obrigue as pessoas
18:44a desfrutar do descanso.
18:47Considerando que a religião
18:49é intrínseca ao descanso
18:51e que o descanso depende
18:52completamente do fato
18:54de a religião ser parte
18:55integrante dele,
18:56é inevitável que o esforço
18:58desses homens em defender
19:00uma lei
19:00que obrigue todos
19:01a descansar no domingo
19:03seja um esforço
19:04para estabelecer,
19:05mediante a lei,
19:06uma observância religiosa.
19:09Além disso,
19:10nas palestras do Boston Monday
19:12de 1887,
19:14Joseph Cook disse,
19:15A experiência de séculos
19:18nos mostra que em vão
19:19será o esforço
19:20de preservar o domingo
19:21como dia de descanso,
19:22a menos que ele seja
19:24preservado como dia de adoração.
19:26E mais,
19:27o doutor Everts
19:29disse na convenção de Eldin,
19:31a classe trabalhadora
19:33tende a levantar-se tarde
19:34na manhã de domingo,
19:36ler os jornais de domingo
19:37e fazer com que a hora de culto
19:39passe despercebida.
19:41E três semanas atrás,
19:43em Chicago,
19:44o doutor Herrick Johnson
19:45comentou sobre os temas
19:47que abarrotam os jornais
19:48de domingo,
19:49crimes, escândalos,
19:51fofocas, notícias
19:52e assuntos políticos,
19:54e exclamou,
19:56Que miscelânea!
19:58Que prato se coloca
19:59diante de um homem
20:00antes e depois do desjejum
20:02a fim de prepará-lo
20:03para ouvir a palavra de Deus?
20:06Fica duas vezes mais difícil
20:08alcançar os que vão
20:09para o santuário
20:10e tudo isso,
20:12de modo geral,
20:13afasta muitos
20:14da casa de culto.
20:15Disse mais o doutor Everts
20:17nessa convenção,
20:19Os trens de domingo
20:20são outro grande mal.
20:21Eles não conseguem
20:23arcar com os custos
20:24de uma viagem
20:25a menos que transportem
20:26um bom número
20:27de passageiros,
20:28de forma que muitas
20:29congregações
20:30ficam desfalcadas.
20:32Os trens ferroviários
20:33de domingo
20:34estão viajando
20:35rapidamente
20:36com seus passageiros
20:37rumo à perdição.
20:38que o traje
20:40que essas companhias
20:41ferroviárias,
20:42apesar de sua missão
20:44civilizadora,
20:45acabem por destruir
20:46o sábado cristão,
20:48o domingo.
20:49Vou apresentar
20:50mais uma declaração
20:51que resume
20:52toda a questão.
20:53Numa reunião pública
20:55com um grande número
20:56de participantes
20:57sobre a lei dominical
20:59realizada no
20:59Hamilton Hall,
21:00Oakland, Califórnia,
21:02em janeiro de 1887,
21:05o reverendo Dr. Briggs
21:07de Napa, Califórnia,
21:08disse aos líderes
21:10do governo estadual,
21:12vocês delegaram
21:13a instrução moral
21:14à igreja
21:14e então deixam
21:16todos fazerem
21:17o que bem enterem
21:18aos domingos
21:19de maneira que
21:19não conseguimos
21:20alcançá-los.
21:22Portanto,
21:23eles querem
21:24que o Estado
21:24encurrale
21:25todas as pessoas
21:26no domingo,
21:27a fim de que os pregadores
21:29possam ter acesso
21:30a elas.
21:32Essas declarações
21:33poderiam ser
21:34multiplicadas
21:35indefinidamente,
21:36mas são suficientes.
21:37Os discursos,
21:39sermões
21:39e o trabalho
21:40daqueles que são
21:41a favor das leis
21:42dominicais
21:43seguem todos
21:44a mesma linha
21:45de raciocínio.
21:47Todos mostram
21:48claramente
21:48que o objetivo
21:49velado e real
21:50de todo o movimento
21:51em prol da lei dominical
21:53é o dever
21:54de levar as pessoas
21:55à igreja.
21:56O trem de domingo
21:57deve ser impedido
21:59de circular
21:59porque os membros
22:00da igreja
22:01o usam
22:02e não vão
22:02à igreja
22:03em número suficiente.
22:05O jornal de domingo
22:06deve ser suspenso
22:07porque as pessoas
22:08o leem
22:09em vez de irem
22:09à igreja
22:10e também porque
22:11aqueles que o leem
22:12e vão à igreja
22:13não estão bem preparados
22:15para ouvir
22:15a pregação.
22:17Foi exatamente
22:18isso que aconteceu
22:19no quarto século
22:20com relação
22:21aos circos
22:22e teatros
22:23aos domingos.
22:24As pessoas,
22:25mesmo os membros
22:26de igreja,
22:27costumavam ir
22:28a esses lugares
22:28em vez de ir
22:29à igreja.
22:31Mesmo que fossem
22:32aos dois,
22:33temos que admitir
22:34que o circo
22:34e o teatro
22:35romanos
22:36não eram
22:36o prato
22:37mais excelente.
22:39Que miscelânea
22:40a ser posto
22:41diante de um homem
22:42a fim de prepará-lo
22:44para ouvir
22:44a palavra de Deus.
22:46O circo
22:47e o teatro
22:48não podiam dar-se
22:48ao luxo
22:49de manterem-se
22:50abertos aos domingos
22:51a menos que reunissem
22:53um grande número
22:54de espectadores,
22:55o que causava
22:56um desfalque
22:56em muitas congregações.
22:58E como esses
22:59centros de diversão
23:01impeliam vertiginosamente
23:03os espectadores
23:04rumo à perdição,
23:05eles tinham
23:06de ser fechados
23:07aos domingos
23:08a fim de evitar
23:09que muitas congregações
23:10fossem levadas
23:11à perdição.
23:13É extremamente difícil
23:15imaginar
23:15que um circo
23:16com espetáculos
23:17aos domingos
23:18no século IV
23:19pudesse impelir
23:20vertiginosamente
23:21à perdição
23:22alguém que não
23:23o frequentasse
23:24ou que um trem
23:25de domingo
23:26no século XIX
23:27possa levar
23:28à perdição
23:29alguém que não
23:29embarque nele.
23:31Em outras palavras,
23:33se alguém está
23:33sendo levado
23:34à perdição
23:35por esses meios,
23:36quem é o culpado?
23:37O trem de domingo
23:39ou aqueles
23:39que andam nele?
23:40E a queixa
23:42do Dr. Johnson
23:43sobre os jornais
23:44de domingo
23:44possui a mesma
23:45inconsistência.
23:47Se o jornal
23:48de domingo
23:48chega até
23:49a casa
23:49de alguém
23:50de quem
23:51é a culpa?
23:52Do jornal
23:53ou de quem
23:54o pega para ler?
23:55Aqui reside
23:56o segredo
23:56de todo o mal
23:57que presenciamos
23:58agora
23:59e que era
23:59uma realidade
24:00também no quarto século.
24:02Eles culpam
24:03tudo e todos
24:04até as coisas
24:05inanimadas
24:06pela irreligiosidade
24:07e infidelidade
24:08e o pecado
24:09que se encontram
24:10no próprio coração humano.
24:13Quando eles
24:14conseguirem impedir
24:15todos os trabalhos
24:16dominicais,
24:17os jornais,
24:18todos os trens
24:19de domingo,
24:20para que as pessoas
24:20possam ir à igreja
24:22ou frequentar
24:22atividades religiosas,
24:24suponhamos que
24:25mesmo assim
24:26as pessoas
24:26deixem de ir à igreja
24:27ou de exercer
24:29atividades espirituais.
24:31Nesse caso,
24:32será que os líderes
24:33religiosos e políticos
24:35irão parar por aí?
24:37Tendo feito tudo
24:38para as pessoas
24:39se tornarem devotas,
24:41irão eles tolerar
24:42que suas boas intenções
24:43sejam frustradas
24:44ou que a posição
24:46elevada que ocupam
24:47seja desprezada?
24:48Será que não irão,
24:50então,
24:50dar o próximo passo
24:51lógico,
24:52o passo que foi dado
24:54no quarto século,
24:55e obrigar as pessoas
24:56a frequentarem
24:57as atividades
24:58religiosas?
25:00Após terem tomado
25:01todos os passos,
25:02menos este último,
25:04será que deixarão
25:05de tomá-lo?
25:06Após terem obrigado
25:08os homens
25:08a descansar,
25:10será que irão
25:10deter-se em seus esforços
25:12de prover as sanções
25:13religiosas que são
25:15a única medida
25:16para impedir
25:17que um dia
25:17de descanso forçado
25:18se torne um dia
25:19de ociosidade compulsória
25:21e, consequentemente,
25:23de maldade?
25:24A probabilidade
25:26de que não vão parar
25:27é reforçada
25:28pelo fato
25:28de que a teoria atual
25:29é idêntica
25:31àquela do quarto século,
25:33a teoria teocrática.
25:35Já citei
25:36o propósito teocrático
25:38da união
25:38de temperança cristã
25:40da mulher.
25:40A Associação Nacional
25:42de Reforma,
25:43cujo secretário
25:44fez parte
25:44desta mesa hoje,
25:46a fim de pleitear
25:47a aprovação
25:48deste projeto de lei,
25:49tem como objetivo
25:50explícito
25:51o estabelecimento
25:52de uma teocracia
25:53neste governo.
25:55Em suas próprias palavras,
25:57eles têm a intenção
25:58de tornar esta república
26:00uma teocracia
26:00tão verdadeira
26:02e real
26:02como foi
26:03a comunidade
26:04de Israel.
26:05A Associação
26:06da Lei Dominical
26:07praticamente adota
26:08também a mesma teoria.
26:10Na Convenção
26:11da Lei Dominical
26:12de Eldin,
26:13o doutor
26:13Mendelville
26:14de Chicago
26:15disse,
26:16os comerciantes
26:17de tiro
26:17insistiam
26:18em vender
26:19mercadorias
26:20perto do templo
26:21no sábado
26:21e Neemias
26:22ordenou
26:23que os oficiais
26:24da lei
26:24cumprissem
26:25seu dever
26:25para interromper
26:27aquele comércio.
26:28Da mesma forma,
26:29podemos obrigar
26:30os oficiais
26:31da lei
26:31a cumprir
26:32seu dever.
26:34Neemias
26:35estava governando
26:36sob um regime
26:37verdadeiramente teocrático,
26:39um governo divino.
26:41A lei de Deus
26:42era o código
26:43da nação
26:43e a vontade
26:44de Deus
26:45se fazia conhecida
26:46através da palavra
26:47escrita
26:48e dos profetas.
26:49Portanto,
26:50se o argumento
26:51do doutor
26:51Mendelville
26:52tiver de fato
26:53alguma força,
26:54é tão somente
26:55em face
26:56da reivindicação
26:57do estabelecimento
26:58de uma teocracia.
26:59O ponto de vista
27:01do doutor
27:01Crafts
27:02está em perfeito
27:03acordo
27:04com essa ideia
27:05e ele
27:06é o secretário-geral
27:07de campo
27:07da União Nacional
27:08da Lei Dominical.
27:10Ele afirma
27:11como expresso
27:12em suas próprias
27:13palavras
27:13que
27:14os pregadores
27:15são os sucessores
27:16dos profetas.
27:18Christian Statesman
27:195 de julho
27:20de 1888
27:23Juntemos agora
27:24as coisas.
27:25O governo de Israel
27:26era uma teocracia.
27:28A vontade de Deus
27:29era transmitida
27:30aos governantes
27:31por meio
27:32dos profetas.
27:32O governante
27:34obrigava
27:35os oficiais
27:36da lei
27:36a impedir
27:37que os infiéis
27:38vendessem
27:38suas mercadorias
27:39no sábado.
27:40Nessa linha
27:41de raciocínio,
27:43nossa nação
27:43deveria se tornar
27:44então
27:45uma teocracia,
27:46pois os pregadores
27:47são os sucessores
27:48dos profetas
27:49e cabe a eles
27:50compelir
27:51os oficiais
27:52da lei
27:52a impedir
27:53todo tipo
27:54de venda
27:55de mercadorias
27:55e todo tipo
27:56de trabalho
27:57no domingo.
27:58Isso mostra
27:59conclusivamente
28:00que esses pregadores
28:01pretendem
28:02tomar a supremacia
28:03em suas mãos,
28:05declarar oficialmente
28:06a vontade
28:07de Deus
28:07e obrigar
28:08a todos
28:09a prestar
28:09obediência
28:10a ela.
28:11Tal dedução
28:12é confirmada
28:13pelas palavras
28:14do professor Blanchard
28:15na convenção
28:16de Eldin.
28:17Neste trabalho
28:18que estamos
28:19empreendendo
28:20em prol
28:20do sábado cristão,
28:21o domingo,
28:22somos os representantes
28:24de Deus.
28:26E o principal
28:27desses representantes
28:28de Deus
28:29será simplesmente
28:30um novo papa,
28:32porque quando
28:32os pregadores
28:33controlam
28:34o poder civil
28:35como representantes
28:36de Deus,
28:36um papa
28:37é inevitável.
28:39Essas citações
28:40provam a título
28:41de demonstração
28:42que toda a teoria
28:43em que esse movimento
28:44político-religioso
28:45se baseia
28:46é idêntica
28:47àquela do quarto século,
28:49a qual estabeleceu
28:50o papado.
28:51Elas mostram
28:52também que os meios
28:53utilizados,
28:54as leis dominicais,
28:56para obter o controle
28:57do poder civil
28:58e assim
28:59tornar efetiva
29:00essa maléfica teoria,
29:02são idênticos
29:03aos que foram
29:04empregados
29:04no quarto século
29:06visando ao mesmo fim.
29:08A próxima questão é,
29:10será que eles
29:11tornarão efetiva
29:12essa teoria
29:13como ocorreu
29:14no quarto século
29:15e daí em diante?
29:17Em outras palavras,
29:18quando eles
29:19tiverem o poder
29:20de oprimir,
29:21irão usá-lo?
29:23Uma resposta
29:24suficiente
29:25para essa indagação
29:26nos pareceria
29:27provir
29:27desta simples
29:28pergunta.
29:29Se eles
29:30não pretendem
29:30usar o poder,
29:32então por que
29:32estão fazendo
29:33o tamanho
29:33esforço
29:34para consegui-lo?
29:36Se o Congresso
29:37permitir que
29:37tenham o poder,
29:39certamente
29:39irão usá-lo.
29:40A natureza humana
29:42hoje é a mesma
29:43do século quarto.
29:44A política
29:45hoje é a mesma
29:46que a do passado.
29:48Os fanáticos
29:48religiosos
29:49também transcendem
29:50os séculos.
29:51O fanatismo
29:52nada conhece
29:53sobre progresso
29:54e iluminismo.
29:55sempre será
29:56o mesmo.
29:57E quando
29:58assumirem
29:59o controle
29:59do poder civil,
30:01os resultados
30:02cruéis
30:02serão também
30:03sempre os mesmos.
30:05Quão convincente
30:07é, portanto,
30:07que o cardeal
30:08Gibbons
30:09apoie o projeto
30:10de lei dominical
30:11nacional.
30:12É muito natural,
30:13de fato,
30:14que ele
30:15alegremente
30:16acrescente
30:16seu nome
30:17ao número
30:17de peticionários
30:18em apoio
30:19a este movimento
30:20que procura
30:21garantir
30:21uma legislação
30:22em prol
30:23dos interesses
30:24da igreja.
30:25Ele sabe
30:26exatamente
30:26como seus irmãos
30:28no quarto século
30:29trabalharam
30:30com o mesmo
30:30tipo de estratégia.
30:32Sabe qual foi
30:33o resultado
30:34do movimento
30:34cristão
30:35e está
30:36plenamente
30:37consciente
30:37de qual será
30:38o resultado
30:38desse movimento
30:39agora.
30:40Sabe
30:41que a teoria
30:42subjacente
30:42a esse movimento
30:43é idêntica
30:45àquela do passado.
30:46Sabe
30:47que os métodos
30:47de trabalho
30:48de hoje
30:49são os mesmos
30:50que foram
30:50utilizados
30:51então.
30:52Sabe
30:52que os meios
30:53empregados
30:53agora
30:54para assegurar
30:55o controle
30:55do poder
30:56civil
30:56são idênticos
30:57aos empregados
30:58no passado.
30:59Sabe
31:00que o resultado
31:01deverá
31:01ser idêntico.
31:02Sabe
31:03que quando
31:04a religião
31:04for estabelecida
31:05como um elemento
31:06essencial
31:07da legislação
31:08neste governo,
31:09a experiência
31:09de 15
31:10significativos séculos
31:12e a habilidade
31:13e a diligência
31:14paciente
31:15de 50 gerações
31:16de estadistas
31:17não serão
31:18perdidas
31:19no esforço
31:19de aqui
31:20e agora,
31:20tornar supremo
31:22sobretudo
31:23o poder papal
31:24como foi feito
31:25lá e então.
31:26E ao levarem
31:28a efeito
31:28as instruções
31:29do Papa Leão XIII
31:30de que todos
31:31os católicos
31:32devem fazer
31:33tudo ao seu alcance
31:34para que as
31:35constituições
31:36dos estados
31:36e suas legislações
31:38sejam modeladas
31:39de acordo
31:40com os princípios
31:41da igreja verdadeira,
31:42o cardeal
31:43certamente
31:43está feliz
31:44com a oportunidade
31:45de adicionar
31:46seu nome
31:47àqueles mais
31:48de 6 milhões
31:49de protestantes
31:50que estão
31:51determinados
31:51a cumprir
31:52a mesma tarefa.
31:53Para os protestantes
31:55que estão
31:56tão ansiosos
31:57para fazer
31:57da religião
31:58um assunto
31:59de legislação,
32:00o empreendimento
32:01parece agora
32:02muito desejável
32:03e parece também
32:04muito atrativo
32:05garantir
32:06a aliança
32:07do papado.
32:07mas quando
32:09essa façanha
32:10tiver sido
32:10cumprida
32:11e eles
32:11se verem
32:12em meio
32:12ao turbilhão
32:13contínuo
32:14de luta
32:15política
32:15e disputa
32:16com o papado
32:17não só
32:17pela supremacia
32:18mas pela
32:19própria existência
32:21então
32:21não verão
32:22como tão
32:23desejável
32:24quanto
32:24disparece
32:25agora
32:25cegados
32:26como estão
32:27pensando
32:27em
32:35não
32:36não
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