Pular para o playerIr para o conteúdo principal
O professor Danilo Porfírio, pós-doutor em Relações Internacionais, mergulha na complexa estrutura de poder do Irã para explicar como funcionam as sucessões de poder. Entenda o conceito de "Imamato", o valor do martírio na cultura xiita e por que as ameaças de invasão por terra de Donald Trump podem ser apenas uma "lógica do caos" para forçar concessões. Uma análise profunda sobre o papel do Hezbollah e o iminente envolvimento dos países sunitas, como a Arábia Saudita, no conflito.

Acompanhe em tempo real a cobertura do conflito no Oriente Médio entre EUA, Israel e Irã, com exclusividade CNBC: https://timesbrasil.com.br/guerra-no-oriente-medio/

🚨Inscreva-se no canal e ative o sininho para receber todo o nosso conteúdo!

Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC nas redes sociais: @otimesbrasil

📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:

🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais

🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562

🔷 ONLINE: https://timesbrasil.com.br | YouTube

🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

#CNBCNoBrasil
#JornalismoDeNegócios
#TimesBrasilCNBC

Categoria

🗞
Notícias
Transcrição
00:00sobre o Oriente Médio, eu quero já incluir também no professor Danilo Porfírio,
00:06pós-doutor em Relações Internacionais pelo Instituto Santiago Dantas.
00:10Professor, seja muito bem-vindo mais uma vez, que bom conversar com você.
00:15Saudação, Soraya, saudação, Favari, estou à disposição.
00:19Professor, antes da gente ir para o nosso foco aqui, que é a sucessão do líder supremo do Irã,
00:25quero ouvir também a tua avaliação em relação a essa importância do território libanês para os líderes iranianos.
00:34O Líbano, tanto o Líbano, Soraya, quanto o Iêmen, hoje são as duas regiões que ainda são,
00:45estrategicamente, instrumentos de ação de guerra prótese do Irã.
00:51Falou-se muito do Hezbollah, o Hezbollah é um movimento que nasce dentro de um complexo contexto.
01:00Primeiro, a invasão síria em 1976, mais a revolução islâmica iraniana em 79,
01:12mais a invasão israelense em 1982.
01:15Vemos aí a instauração de uma guerra civil no Líbano,
01:20uma intensificação de um processo de exclusão de um grupo político,
01:26ou de um grupo social específico nesse período, que é o grupo dos chiítas,
01:31e nesse contexto emerge o Hezbollah como um instrumento político e um instrumento militar.
01:39Ele é um partido e ele é um movimento armado paramilitar,
01:44que segue a linha de pensamento do chiísmo iraniano,
01:49inclusive nasce dentro de uma lógica jihadista chiíta,
01:56sob inspiração iraniana, que vem Israel, os Estados Unidos, o Ocidente,
02:03e quiçá na época, a União Soviética, como uma ameaça ao Islã,
02:10à comunidade islâmica e age nessa perspectiva de ataque.
02:16Como nós sabemos, o Líbano institucionalmente tem uma força de defesa,
02:25mais insípida diante do poderio do Hezbollah,
02:32que foi, da década de 80 para cá, alimentado, treinado, orientado
02:39pelo governo iraniano, especificamente pela guarda revolucionária.
02:44Nós vimos uma retração do Hezbollah após a guerra de Gaza,
02:50após a guerra de Gaza, um processo de retração, de colapso,
02:55de quase colapso, vamos dizer assim, houve um enfraquecimento sensível,
03:01mas diante da situação de vulnerabilidade do Irã,
03:08o Hezbollah novamente é acionado e age sob a missão do quê?
03:12De difundir, de dissipar, de criar outras frentes de ação israelense,
03:21já que o foco principal é o Irã.
03:25E nesse sentido, nós vimos já o governo libanês
03:30tomando medidas de condenação e até mesmo formal repúdio
03:37das ações do Hezbollah, mas inesoravelmente Israel agirá no intuito o quê?
03:44De dar, pelo menos tentar, dar fim a essa situação hostil que vem do Líbano,
03:52ações do Hezbollah.
03:54Porfírio, a gente estava esperando um espaço na sua agenda
03:58para conversar contigo.
04:00Eu vou dar aqui o prefácio necessário.
04:03O Danilo Porfírio é um estudioso, um acadêmico,
04:06e que entre muitas matérias que ele se dedica, entre elas, o Irã.
04:10Para saber a sua percepção, mais cedo nós tivemos a informação,
04:13talvez, uma das principais que balizou a nossa cobertura,
04:16hoje, olhando para o Irã,
04:18é que, por canais oficiais, chegou a informação de que
04:21o Conselho dos Anciãos, o Conselho dos Experts,
04:24decidiu, houve um consenso de quem será o sucessor de Ali Khamenei.
04:29O nome ainda não foi divulgado,
04:32mas a comunicação veio com a seguinte frase,
04:35algo traduzido aí do Farsi,
04:37como, abre aspas,
04:39é alguém que o Ocidente não vai gostar,
04:41fecha aspas,
04:42a gente consegue entender que alguém que está muito em linha
04:45de como pensar a viajia,
04:46o Ali Khamenei.
04:47Fala-se muito no filho dele,
04:49a questão do Hezbollah não segue uma sucessão hierárquica,
04:52não é como se fosse uma monarquia,
04:54mas o filho dele tinha ali
04:56algumas vantagens nesse sentido
04:58de seguir a doutrina do pai.
05:00Mas o estudioso em Irã é você,
05:02Porfílio, conta para a gente a tua percepção.
05:05Quem pode ser o próximo líder, hein, professor?
05:08Te dou essa missão.
05:10Soraya, bom, primeiramente,
05:13eu vou citar, antes de nós começarmos,
05:16e isso é importante a gente entender,
05:20começamos a analisar esse ponto,
05:22eu vou citar aqui um filósofo,
05:25já falecido norte-americano,
05:26que trabalhou com teoria da justiça
05:28e também relações internacionais,
05:30que o Favalli apressionou,
05:31que é o John Rawls.
05:32E o John Rawls fala do seguinte,
05:34os recursos, Soraya, públicos,
05:37os bens públicos,
05:39são finitos.
05:41E aí, parafraseando ele,
05:43eu digo,
05:43quanto mais os recursos militares.
05:46Então, nós temos que ver
05:48que dentro do isolamento do Irã,
05:51o Irã, o quê?
05:52Age de forma, o quê?
05:54não comedida,
05:56mas vamos dizer,
05:58racionalizada as forças que ainda tem
06:00diante do isolamento
06:02e utiliza-se ainda do reforço
06:05daquilo que existe ainda das guerras prontas.
06:08E, diante desse processo de vulnerabilização,
06:12a tendência é sempre a radicalização.
06:15É assumir uma postura
06:19conservadora,
06:21tradicionalista,
06:22radical,
06:25retroativa.
06:26Isso, durante a história toda,
06:29nós o quê?
06:30Vemos fenômenos assim,
06:32dentro da perspectiva ocidental,
06:35dentro da perspectiva oriental,
06:36e o Irã não está fundido disso.
06:38Dentro dessa realidade,
06:41o representante,
06:43o Ayatollah,
06:44a ser eleito,
06:45provavelmente será de linha dura.
06:48para reafirmar
06:50a institucionalidade
06:52que está,
06:53de alguma maneira,
06:54se esfacelando.
06:55Há uma probabilidade
07:01interessante aqui,
07:03vamos dizer,
07:04pertinente,
07:05que o filho de Kamanei,
07:09Mojitaba Kamanei,
07:11assuma o seu lugar.
07:13E eu quero explicar uma coisa.
07:15Quando nós falamos da estrutura
07:18de poder
07:20dentro do Irã,
07:21eu falo sempre,
07:23é um imamado,
07:24imamato,
07:26o imã,
07:26com cara de república.
07:29Então nós temos
07:30três poderes,
07:32um legislativo,
07:33um executivo,
07:34um judiciário,
07:35e o quê?
07:36Sobre eles,
07:37o quê?
07:37Um poder
07:40religioso,
07:41fundado o quê?
07:41Numa organização de peritos,
07:43na lei e na religião.
07:44Então tem o conselho
07:45do discernimento,
07:46o conselho do perito
07:47que elege o Ayatollah
07:49e o conselho dos guardiões
07:51e o conselho dos ancianos
07:53que são os verdadeiros
07:54zeladores
07:55e, nesse sentido,
07:56quem preside
07:57é o Ayatollah.
07:59Pois bem,
08:00ele é eleito
08:01na condição
08:02da sua perícia,
08:04do seu grande conhecimento.
08:06Mas o que nós percebemos
08:08é que no imã-mato
08:11esse conselho subsiste
08:14enquanto um tal imã oculto,
08:17um líder
08:18que ainda não apareceu,
08:21ungido pelo sangue,
08:23tem o sangue de Maomé,
08:25o sangue de Ali,
08:26vai retornar.
08:27Enquanto ele não retornar,
08:29esse conselho de peritos
08:30assume a liderança.
08:33Esse conselho de guardiões
08:34assume a liderança.
08:35Esse Ayatollah assume a liderança.
08:37Eu não sei se vocês percebem,
08:38vocês estão vendo fotos aí,
08:40que alguns sacerdotes
08:42usam a túnica preta,
08:44Said,
08:45que atribui a essas lideranças
08:48sangue, ancestralidade
08:51a Ali e a Muhammad.
08:53Ou seja,
08:54eles têm linhagem fatinida,
08:56eles são descendentes
08:57dos, vamos dizer,
08:59dos filhos de Fátima com Ali.
09:02Fátima era filho de Muhammad.
09:04E eu não sei se vocês perceberam,
09:06quando o Hamanei morre,
09:09inclusive sob a alegação de martírio,
09:12parte tradicional,
09:15vamos dizer,
09:17ultraconservadora
09:18dos grupos
09:19que apoiam ainda
09:20essa República Islâmica,
09:22falam de imã.
09:23O imã morreu.
09:25E aí está a justificativa,
09:27Soraya.
09:27prova que se o sangue
09:30é que legitima
09:31o, vamos dizer,
09:33a perpetuação
09:34da conservação,
09:37o filho de Kamanei
09:38tem todas as condições
09:40de assumir o quê?
09:42A liderança
09:43sobre uma lógica
09:44de tradicionalismo
09:46como resistência
09:47contra as ações de Estado
09:48e Estados Unidos.
09:49Agora, o senhor vê
09:51algum tipo de estratégia
09:52deles virem
09:53a público
09:54de certa maneira
09:55e avisar
09:56que houve já
09:57um consenso
09:58de que existe um nome,
10:00mas não divulgar
10:01esse nome?
10:03O Irã
10:04trabalha muito
10:05com a questão
10:06midiática.
10:07Lembra no caso
10:09da guerra com Israel,
10:10a guerra dos 12 dias,
10:12onde nós observamos
10:14que o perdedor
10:18midiaticamente
10:19se alega vencedor,
10:20que é o Irã.
10:21Então,
10:22nessa perspectiva,
10:24eles querem mostrar
10:25o quê?
10:25Força
10:26e,
10:27aos olhos
10:28do inimigo,
10:29um senso
10:30de o quê?
10:30De percepção
10:31de instabilidade
10:33do inimigo
10:34com eles.
10:35Ou seja,
10:35criar expectativa,
10:38ansiedade
10:38e,
10:39de alguma maneira,
10:42esperar
10:43alguma postura
10:46político,
10:47seja militar
10:48ou diplomática,
10:49do quê?
10:50Dos americanos
10:51e israelenses.
10:51Acha-se estratégia
10:53um tanto complicada,
10:54não é?
10:55E outra questão
10:56que eu tenho que levantar,
10:57Soraya,
10:58temos que ficar de olho
10:59nos países sunitas,
11:00na região especificamente
11:01Arábia Saudita.
11:03Arábia Saudita
11:04age pacientemente
11:06e talvez o quê?
11:08Venha a entrar
11:09no conflito
11:10de forma muito mais clara.
11:11Aí as coisas
11:12vão esquentar.
11:13Danilo,
11:14ainda falando disso,
11:15e a gente tem mais
11:16cinco minutinhos aqui
11:17de papo,
11:18trouxe um mapa
11:19com,
11:19nos pontos vermelhos,
11:21os ataques
11:22da coalizão
11:23Estados Unidos-Israel
11:24até a última atualização
11:26que nós conseguimos
11:27aqui,
11:27dados sólidos,
11:28do sábado,
11:30dia 7 de março.
11:31E em laranja,
11:33são os ataques
11:34prévios,
11:35muitos feitos
11:36por Israel,
11:37em especial aqueles
11:38que foram feitos
11:39em coalizão
11:39também com os Estados Unidos,
11:40que o Donald Trump
11:41falou que tinha destruído,
11:44obliterado todo o programa
11:45nuclear do Irã.
11:48Agora parece que
11:49essa questão mudou um pouco,
11:50mas eu queria encerrar
11:52o nosso papo
11:53falando o seguinte,
11:54o Donald Trump
11:55já começa a aventar
11:56o que seria
11:57uma invasão
11:58por terra.
11:59Você que conhece
12:00profundamente
12:01a história do Irã,
12:02geograficamente
12:03é muito difícil,
12:05estes aliados
12:06na parte oriental
12:07não seriam favoráveis
12:08a ajudar os Estados Unidos,
12:10o Golfo
12:11aqui do Pérsico,
12:12o Estreito de Omuz,
12:13bastante controlados
12:15pelo Irã,
12:16como é que seria
12:17essa eventual
12:19invasão
12:20por terra
12:20dos Estados Unidos
12:21se ela vier a acontecer
12:22e isso teria a chance
12:24de ser mais um atoleiro
12:25dos Estados Unidos
12:26em comparação
12:27com o que foi
12:28o Afeganistão,
12:29com o que foi
12:30o Vietnã
12:31mais para trás?
12:33Vale,
12:34eu estou contando
12:35com o blefe
12:36do Trump aí.
12:37é a lógica
12:38do caos
12:39do Trump,
12:40de gerar temor,
12:41gerar o que?
12:42Gerar expectativa
12:43e forçar o que?
12:45Alguma ação
12:46que saia diplomática.
12:48Porque nós sabemos
12:48que na prática
12:50a história mostra
12:51que as últimas
12:53tentativas
12:54interventivas
12:54norte-americanas
12:55na região
12:56por terra
12:57foram desastrosas.
12:58Custou inclusive
12:59um mandato presidencial,
13:01uma reeleição.
13:02Lembremos de Jimmy Carter
13:04e a ascensão
13:04de Ronald Reagan.
13:05então eu não vejo
13:10possibilidade
13:11de uma ocupação
13:13e uma ocupação
13:14nesse sentido
13:15seria desastrosa.
13:16Alguma ação
13:17seletiva
13:18como aconteceu
13:19na Venezuela?
13:20Talvez sim,
13:21mas para que?
13:22Para que?
13:23Qual seria o sentido?
13:25Ocupação
13:26no sentido militar
13:27eu não vejo.
13:28Eu vejo outra coisa.
13:30Medidas em breve
13:31no Estreito de Ormuz.
13:33e volto a insistir
13:35uma ação
13:37em coalizão
13:38com os países
13:39sunitas.
13:40Diga-se
13:41Catar
13:41e observamos
13:43a Arábia Saudita.
13:44Ocupação
13:45em terra
13:46é um potencial
13:48desastroso.
13:49Então
13:50eu conto
13:51com o
13:52blefe de
13:52Trump
13:53aí na questão.
13:55para a gente
13:55encerrar
13:56desculpa te atropelar
13:57mas é que eu não posso
13:58deixar essa questão
14:00em aberto
14:00agora para a gente
14:01finalizar com o Porfírio
14:03primeiro
14:04o Donald Trump
14:05havia dito
14:07que havia
14:07obliterado
14:08ou seja
14:09apagado do mapa
14:10Natanz
14:11Esfarran
14:12que são nomes
14:13de cidades
14:13mas que concentram
14:14importantes
14:15centros de produção
14:16nuclear.
14:17Agora já se fala
14:19não
14:19de quase 500
14:20quilos
14:21de urânio
14:22que ficou com
14:23os iranianos
14:24que isso poderia
14:25virar até 15
14:26ogivas nucleares
14:27de uma média
14:28potência
14:29de novo
14:30como é que fica
14:31esse discurso
14:32dos Estados Unidos
14:33sem nenhum
14:34dado concreto
14:35na capacidade
14:37do Irã
14:37de ter essas
14:38armas nucleares
14:39parafraseando
14:40o que aconteceu
14:41entre americanos
14:41e britânicos
14:42que juravam
14:43de pé junto
14:44que o Iraque
14:45tinha armas
14:46de destruição
14:47em massa
14:48arsenal químico
14:49e que nunca
14:50foi encontrado.
14:51A gente pode ver
14:51mais uma ranhura
14:53mais uma rachadura
14:54na reputação
14:54americana
14:55Porfirio?
14:56Não há dúvida
14:57disso
14:58você tirou
14:59as palavras
15:00da minha boca
15:02o que Trump
15:04está fazendo
15:05sobre essa retórica
15:06de uma ameaça
15:07de armas atômicas
15:08é o mesmo
15:09recurso
15:10utilizado
15:11pelo governo
15:12George W. Bush
15:13para justificar
15:14uma ação
15:15no Iraque
15:16esse é o ponto
15:18o que eu
15:19acredito aqui
15:20é que esse
15:21discurso
15:22só justificará
15:23uma continuidade
15:26no processo
15:27de ataques
15:28aéreos
15:28seletivos
15:30vamos dizer
15:31assim
15:31e uma
15:32intensificação
15:34desses ataques
15:35Favale
15:36mas volto
15:37a insistir
15:38eu não vejo
15:39estrategicamente
15:41com bons olhos
15:42presença militar
15:43norte-americana
15:44na região
15:45em função
15:46da própria
15:47ideia
15:47de resistência
15:49da população
15:51isso poderia ser
15:51um tiro
15:52no pé
15:53eu prefiro
15:54acreditar
15:55que talvez
15:56a estratégia
15:57melhor
15:57seja uma ação
15:59naval e aérea
16:01no estreito
16:01de Hormuz
16:02para que o que?
16:03para que
16:04estrangulassemos
16:05
16:06a via econômica
16:08que ainda
16:08de alguma maneira
16:09sustenta o Irã
16:10Bom
16:11Porfírio
16:12claro que a gente
16:13abriu aqui
16:13um leque
16:14de possibilidades
16:15a única certeza
16:16que eu tenho
16:18que ela é
16:18irrestrita
16:19que a gente
16:20ainda vai falar
16:21muito
16:21sobre esse assunto
16:23e não vai demorar
16:24nada
16:24Porfírio
16:25muito obrigado
16:26pela participação
16:27na nossa programação
16:28excelente
16:29rastinho de domingo
16:30uma ótima semana
16:31que começa
16:32e por favor
16:33continue atendendo
16:34aos nossos pedidos
16:35de esclarecimento
16:36que são fundamentais
16:38para o nosso entendimento
16:39Obrigada
16:40Abraço a vocês
16:41meus amigos
16:42vocês são muito estimados
16:43Obrigada
16:44Obrigada
Comentários

Recomendado