A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou, com mudanças, a reforma trabalhista do governo de Javier Milei. O texto retorna ao Senado da Argentina após a retirada de um trecho que previa corte salarial em casos de acidentes fora do trabalho. A proposta provocou uma greve geral que paralisou transportes e afetou voos, inclusive no Brasil. Em entrevista ao Real Time, o economista e coordenador acadêmico da FGV, Mauro Rochlin, analisou os impactos da flexibilização nas relações de trabalho e os reflexos para o mercado argentino e regional.
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