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A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou, com alterações, a reforma trabalhista proposta pelo governo de Javier Milei. Com as mudanças, o texto precisará retornar ao Senado da Argentina, onde havia sido aprovado anteriormente. Considerada uma das reformas mais amplas desde a redemocratização do país, a proposta busca flexibilizar regras trabalhistas, reduzir custos para empregadores e estimular a criação de empregos formais, segundo o governo argentino.

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Transcrição
00:00Após um protesto que aconteceu por todo o país, a Câmara dos Deputados da Argentina aprovou a reforma trabalhista defendida
00:07pelo governo de Javier Milley.
00:09A reportagem é do Pedro Trito.
00:12A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou, com mudanças, a reforma trabalhista proposta pelo governo de Javier Milley.
00:20135 votos afirmativos, 115 negativos, 0 abstenciones.
00:26Resulta afirmativo.
00:28O texto ainda precisa voltar ao Senado, onde havia sido aprovado na última quinta-feira.
00:35Isso porque o governo retirou que reduziu o salário dos trabalhadores em 50% em casos de acidentes fora do
00:43ambiente profissional.
00:45Vista como uma das reformas mais amplas na legislação trabalhista argentina, desde a redemocratização, a proposta pretende atualizar regras consideradas
00:56rígidas e defasadas,
00:58reduzir custos e incentivar a criação de empregos formais, segundo o governo.
01:04O texto, que tem mais de 200 artigos, traz mudanças significativas, como a redução das indenizações por demissão, a possibilidade
01:15de fracionar férias e a ampliação da jornada de trabalho, de até 12 horas.
01:20A oposição, composta principalmente por kirchneristas, os partidos de esquerda e sindicatos criticam a reforma, classificando-a como regressiva e
01:32anticonstitucional.
01:34O governo, por sua vez, defende que a medida pode diminuir a informalidade no trabalho, que afeta mais de 40
01:42% do mercado e também gerar empregos.
01:45A sessão foi marcada por um clima de tensão, especialmente entre os governistas e os deputados do bloco União pela
01:53Pátria,
01:54que atacaram o projeto e criticaram uma minoria peronista por apoiar a reforma.
01:59Os deputados da oposição argumentaram que a medida representa uma transferência de riqueza, que causa sofrimento a muitos trabalhadores.
02:09A sessão também ocorreu no mesmo dia de uma greve geral, a quarta, sob o governo de Milley, que durou
02:1624 horas e foi convocada pela Central-Geral dos Trabalhadores.
02:21Os sindicalistas consideram as mudanças propostas pelo governo prejudiciais para os trabalhadores.
02:27O governo, em contrapartida, descreveu a greve como uma forma de extorsão.
02:34Motoristas de ônibus, bancários e professores começaram a se reunir perto do parlamento, assim que a sessão começou.
02:42À tarde, parte dos manifestantes jogaram garrafas na polícia, que respondeu com jatos d'água e gás de pimenta.
03:00A situação levou à dispersão da mobilização, com a polícia posicionando agentes para controlar o acesso ao Congresso.
03:08A aprovação chega em um dos momentos mais decisivos do governo Milley, desde a posse, em dezembro de 2023.
03:16A medida faz parte de um pacote de reformas voltadas à estabilização macroeconômica e ao estímulo ao investimento.
03:24A expectativa é que o texto final seja aprovado até 1º de março.
03:30Obrigado.
03:31Obrigado.
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