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Em entrevista exclusiva à CNBC, o CEO da OpenAI, Sam Altman, comentou sobre o rápido progresso das empresas de tecnologia da China e como elas estão integrando inteligência artificial em diversos setores da sociedade, de fábricas automatizadas a serviços públicos.

Segundo Altman, embora os EUA ainda liderem em modelos avançados e chips, a China avança rapidamente em aplicações físicas, código aberto e eficiência energética, aproximando-se da qualidade dos modelos americanos. A análise de Guilherme Ravache destaca os impactos desse avanço e a posição da Europa na corrida global da IA.

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Transcrição
00:00E em entrevista exclusiva para a CNBC, o CEO da OpenAI, o Sam Altman, falou sobre as empresas de tecnologia
00:09da China.
00:10Para o CEO, o progresso das empresas chinesas em toda a cadeia de valor é notável.
00:17Palavras dele mesmo. Vamos assistir um trechinho dessa entrevista exclusiva à CNBC.
00:24Sam, uma pergunta rápida sobre a China.
00:26Um analista da CNBC mencionou recentemente que a China está prestes a dominar o mercado tecnológico global nos próximos 5
00:35a 10 anos.
00:35Demis Hassabis recentemente mencionou que a China está um pouco atrás em lançar modelos.
00:40Nas últimas duas semanas, surgiram muitos modelos interessantes da China em vídeos, focados em IA física.
00:47O progresso das empresas chinesas está sendo subestimado agora? Você sente que eles estão tão perto, como Demis diz?
00:53Não sei se chegam a ser subestimadas, mas certamente o avanço das empresas de tecnologia chinesas em toda a cadeia,
01:00e não apenas em inteligência artificial, mas em muitos outros campos, é notável.
01:07A razão pela qual estou resistindo a ser subestimado é que, em todas as conversas que tenho, a China é
01:14destacada como uma ameaça.
01:16As pessoas estão conscientes do progresso rápido do país.
01:19Eles estão perto da fronteira? Estão perto de você?
01:22Em certas áreas, sim, e em algumas áreas, não. Não é uma coisa unilateral assim.
01:28Ao longo da nossa programação, mais trechos dessa entrevista exclusiva do Sam Altman, que é o CEO da OpenAI, a
01:35CNBC.
01:36Agora o Guilherme Ravage está aqui de volta para a gente destrinchar um pouco o que o Sam Altman quis
01:41dizer nessa entrevista exclusiva à CNBC,
01:43em que ele fala o seguinte, como ele classifica o progresso da IA chinesa.
01:49Palavras do Sam Altman, impressionantemente rápido.
01:54E isso reverberou lá no processo.
01:56Eu vou passar a palavra aqui para o Ravage para ele explicar aqui.
01:59Vamos olhar o que a China tem desenvolvido.
02:04Um sistema muito rápido, um desenvolvimento muito rápido,
02:08e numa economia baseada, movimentada pela inteligência artificial.
02:17modelos acessíveis, a exemplo do DeepSeq, tem investido em robôs humanoides e integração setorial, Ravage.
02:24Quando a gente fala da IA na China, qual é a grande diferença nos Estados Unidos?
02:28A IA na China não é só IA para chat de pergunta e resposta, que a gente tem aqui, né?
02:33O chat GPT ou mesmo DeepSeq.
02:35Na China, a IA está integrada em diversos setores da sociedade.
02:39No controle do esgoto, da água, da energia.
02:44A China, ela é o maior parque industrial do mundo.
02:47E essa tecnologia de IA já é integrada nesses milhares de robôs.
02:52Inclusive tem fábricas, eles chamam de dark factories, as fábricas no escuro.
02:56Por quê? Não tem nem humano mais na fábrica.
02:58Não precisa de iluminação.
02:59Dois, três humanos, exatamente, não precisa de iluminação.
03:02Dois, três humanos controlam aí centenas de robôs que cuidam da fábrica inteira.
03:07E o código aberto, que é outra grande diferença.
03:10A China, o governo chinês estimula que as empresas desenvolvam suas aplicações em código aberto.
03:17O que significa que o avanço de uma pode ser replicado e utilizado por outras empresas também.
03:22Muito diferente do modelo americano.
03:24Vamos olhar, fazer essa comparação.
03:26Depois a gente passa rapidamente pela Europa, mas essa comparação é gritante aí pela hegemonia do século XXI.
03:33Com essa luta aí, né?
03:34Estados Unidos, líder nessa fronteira, dedicando-se muito a software e automação.
03:41Aí os exemplos, né?
03:42Open AI, chips mais avançados, tem conseguido avançar nos chips, mas a China ganha em aplicações físicas.
03:50É isso, na fábrica, no que é palpável no dia a dia das pessoas, a China está muito na frente.
03:57Até para pedir comida, para usar máquina com IA, para aquelas máquinas que você...
04:02Vendem machine, né?
04:03Vendem machine, obrigado.
04:05Você vê uma vantagem.
04:07Os Estados Unidos, ele está na frente ainda, são os modelos mais avançados.
04:11Mas essa vantagem tem sido cada vez menor e, principalmente, o custo para você desenvolver modelos ainda mais eficientes, ele
04:19tem ficado muito alto.
04:21Então, o ganho que você tem acaba sendo desproporcional ao investimento que você faz.
04:26Então, a China está ficando equiparada aos Estados Unidos na qualidade dos modelos.
04:32Claro que a NVIDIA ainda faz chips mais avançados e a China vai levar anos para alcançar, principalmente, o chip,
04:39porque demora muito para fazer uma nova fábrica.
04:41Porém, a lógica do código aberto e a maneira com que a China encara a IA tem sido mais eficiente
04:50nos Estados Unidos.
04:50O que a China não tem de tecnologia em chip, ela tem ganhado com energia mais barata.
04:55Por exemplo, tem produzido energia elétrica a um custo menor que os Estados Unidos.
05:00Para a gente encerrar rapidamente, Havashi, a Europa, correndo atrás do tempo perdido aí,
05:06tem um processo acelerado, está acelerando essa busca, infraestrutura e adoção da inteligência artificial.
05:16Expansão em servidores, mas os Estados Unidos, nessa dupla Estados Unidos-China, ainda dominam a inovação.
05:24Ainda dá tempo da Europa correr atrás do tempo perdido?
05:29Olha, tem uma preocupação muito grande com a Europa, particularmente com a questão do capital.
05:33É muito caro você levantar capital na Europa para investir particularmente em novas tecnologias.
05:39Agora, a Europa tem grandes pesquisadores, tem nomes fortes na pesquisa de IA, tem gigantes como a ASML,
05:47que é hoje a principal empresa que produz as máquinas que fazem os chips ultra avançados, usados pela TSMC, por
05:56exemplo,
05:56para fazer os chips para inteligência artificial.
06:00Dois nanômetros, três nanômetros, você precisa de máquinas da ASML.
06:05E ela fica na Holanda.
06:07Então, tem uma indústria robusta na Europa, mas não é tão competitiva quanto os Estados Unidos e a China,
06:17também por uma questão da burocracia e do alto custo do capital que tem na Europa.
06:21Guilherme Ravach, nosso analista.
06:23Daqui a pouco ele volta para conversar conosco outros assuntos.
06:26Guilherme, até mais.
06:27Obrigado mais uma vez.
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