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Cerca de 20 ministros do governo Lula (PT) devem deixar suas pastas para disputar cargos eletivos pelo país. A estratégia do PT busca reforçar a base nos estados e no Congresso, mas pode deixar o presidente sem seu núcleo duro durante a campanha, aumentando o risco de isolamento político e dificuldade de articulação em Brasília.

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Transcrição
00:00...repercutindo a situação do nosso governo em relação ao número de ministérios.
00:04E com um destaque a mais agora.
00:07Cerca de 20 ministros do governo Lula devem deixar suas pastas para concorrer a cargos públicos pelo país.
00:13O PT busca repetir a estratégia da oposição e reforçar a base aliada nos estados,
00:19mirando principalmente o Congresso para obter maioria.
00:23Seguindo a orientação do presidente,
00:25ministros que são deputados ou senadores licenciados devem se afastar dos ministérios para garantir candidaturas e apoio.
00:34Mas caso confirmadas todas as saídas, o chefe do executivo deve ficar sem seu núcleo duro durante a campanha.
00:40O número leva em consideração titulares de pastas que já manifestaram a intenção de se afastar dos cargos
00:47e os que já detêm cadeiras e podem buscar reeleição.
00:51Dança das cadeiras nos ministérios em ano eleitoral.
00:56Bruno Musa.
00:58É, mais uma situação em que o Lula precisa ficar atento.
01:02Afinal de contas, nada garante que esse apoio desses ministérios ou desses ministros
01:09continuarão ao lado do governo.
01:12Se de repente a rejeição dele continua subindo ou se mantém estagnada
01:16e as intenções das pesquisas começam a cair.
01:20A gente já falou na primeira a respeito da diminuição da diferença entre Flávio e ele.
01:24Enfim, na política não há amizade, na política não há fidelidade,
01:27na política não há praticamente ideologia.
01:30E há sim uma dança de cadeiras a favor da busca pela manutenção do projeto de poder individual de cada um.
01:36E isso passa por deixar ideologias de lado, deixar convicções de lado,
01:41deixar tudo de lado, financiado pelo pagador de imposto de maneira coercitiva
01:45para bancar o projeto de poder onde a gente não pode sequer questionar.
01:49Vale lembrar que essa máquina burocrática brasileira, ela detém o monopólio da violência.
01:54Ou seja, nós não temos a quem recorrer.
01:56E aí se o Lula continua perdendo esses ministérios, ele terá que trazer novos,
02:01novos, só que ele começa a ver dificuldades também em determinados partidos
02:05para angariar esse apoio, ainda mais se ele começar a perder competitividade
02:10ao longo das próximas, digamos, das próximas dias aí nessa jornada que entra da campanha.
02:18Só fazendo um link com o que o Diego falou há pouco tempo atrás,
02:22eu não acho tão óbvio, acho improvável, mas não acho tão óbvio
02:26que o Lula dispute com 200% de certeza isso.
02:31Vale lembrar da idade dele, da dificuldade que a Simone Tebbitt falou em 2027
02:35de não ter mais espaço no orçamento.
02:37Ou seja, cair no colo dele uma crise fiscal importante com nomes difíceis,
02:41uma vez que o orçamento está cada vez mais apertado pelas emendas parlamentares
02:46e ele perde poder em detrimento do legislativo,
02:48que não era o que acontecia no Lula 1 e no Lula 2,
02:51algo que para ele é mais difícil, digamos, de administrar.
02:55Então, por conta de tudo isso, eu acho que ao perder esses ministros,
03:00o coloca numa situação difícil por quem colocar no lugar,
03:05no sentido de, claro, que ideologicamente ele sempre acha pessoas,
03:09mas será que a qualidade desses ministros cairá ainda mais?
03:13Vale lembrar que muitos deles não são técnicos da área,
03:16e sim indicações políticas e nós somos obrigados a financiar sem questionar.
03:20Bom, quero agradecer você que participa pelo nosso YouTube,
03:23muitos comentários por aqui, muitas pessoas criticando, elogiando,
03:28o Júnior que estava criticando ontem voltou, muito bom ter você na nossa companhia, viu Júnior?
03:32Mas muitos outros elogiando aqui também, Rogério Lopes,
03:35a gente tem o João Santos participando também,
03:39muitos ligados aqui na nossa audiência,
03:42Almir Aparecido, João Oliveira 3349,
03:45esse está elogiando aqui o nosso programa,
03:48e vocês que estão no YouTube, por favor, além do comentário,
03:51deixa também o seu like, curta o nosso vídeo aqui,
03:54compartilhe, mande para os seus amigos,
03:56porque isso faz a plataforma entender como sendo um conteúdo relevante.
04:01E falando em conteúdo relevante,
04:02vamos continuar aqui repercutindo essa situação dos ministérios,
04:06ô Mota, muitos desses saindo e pessoas aliadas do presidente, né?
04:11Pessoas que são deputados, são pessoas que vão se candidatar ao Senado,
04:17em alguns outros locais, e agora quase metade dos ministérios
04:21podendo ter alteração nesse ano de 2026.
04:25Isso é problema ou oportunidade?
04:29Bom, depende do ponto de vista.
04:31Dizem que ser ministro é uma coisa maravilhosa.
04:35Eu garanto que tem muita gente disposta a ser ministro,
04:40mesmo que seja por alguns meses, ou até por alguns dias.
04:44Já deve haver uma lista grande de candidatos pronta
04:49para ocupar esses ministérios.
04:52Porque a gente nunca pode esquecer,
04:54o que é uma oportunidade para o governo,
04:58quase sempre é um problema para o país.
05:00Em toda crise, uma oportunidade?
05:02Nesse caso aí, Diego, quem é que está na crise?
05:05Quem é que está na oportunidade nessa saída e entrada nos ministérios?
05:10Porque alguns desses estão na dúvida, né?
05:13O próprio ministro Fernando Haddad.
05:15Há quem diga que vai deixar, de fato, o Ministério da Fazenda,
05:18estaria aí nos últimos dias à frente do Ministério.
05:20O secretário, o número dois da pasta, assumiria.
05:23Ele ficaria à disposição para disputar eleições,
05:25que seria um pedido do presidente Lula,
05:27ele que está resistindo em relação a isso.
05:29O próprio Guilherme Boulos, por exemplo,
05:31que é da Secretaria-Geral da Presidência,
05:33também aparentemente não vai disputar eleições nesse ano de 2026
05:38para ficar próximo do presidente.
05:40Ele precisa ali do seu núcleo duro também
05:42para terminar essa gestão,
05:44ainda que seja ano eleitoral também.
05:48Olha, Kobayashi,
05:49quem está na crise certamente é o povo brasileiro.
05:52E na oportunidade, toda a classe política.
05:55Lula tem a oportunidade de fazer novas alianças,
05:58de deixar que algumas figuras políticas das quais ele ainda não goza do apoio
06:03tenham a possibilidade de passar uma pequena temporada
06:05à frente de uma pasta,
06:07para fazer assim com posições partidárias,
06:09como fez recentemente com o União Brasil,
06:12por exemplo,
06:12e o Ministério do Turismo.
06:15E os partidos do Centrão têm a possibilidade
06:17de que no ano eleitoral
06:18indiquem figuras que não disputarão as eleições a esses ministérios
06:21e tenham mais uma fração de acesso ao orçamento,
06:25além do vultuosíssimo volume de emendas parlamentares.
06:28É sempre muito bom lembrar
06:29que essa grande quantidade de ministérios
06:31também proporciona aos aliados políticos do presidente
06:34acesso à destinação dos recursos públicos,
06:37que certamente alimentam muito mais
06:39a base de prefeituras aliadas,
06:41de governos aliados,
06:42do que o Brasil de forma isonômica
06:45e tendo ali por norte as necessidades
06:47que de fato as regiões brasileiras têm.
06:50Talvez isso explique toda essa competência
06:52que Lula tem por ter um número tão grande de passas,
06:55a necessidade de formar a sua coalizão,
06:58que até o momento ainda não ocorreu.
07:00É sempre bom a gente lembrar também
07:01que o presidente não conseguiu,
07:03até o seu quarto ano desse terceiro mandato,
07:07formar uma base sólida junto ao parlamento.
07:09Tem muita dificuldade,
07:10pauta após pauta,
07:12de aprovar as iniciativas do governo.
07:14Está sempre em crise com o presidente da Câmara
07:17e presidente do Senado.
07:19E isso mostra, enfim,
07:21uma certa ineficiência,
07:22uma certa deficiência
07:24nessa composição de governabilidade
07:26nesse terceiro mandato,
07:28coisa que Lula não teve
07:29nas suas duas primeiras gestões.
07:32Mas o fato é que
07:33o que nós temos como cidadãos brasileiros
07:36é uma dificuldade de sonhar
07:38com uma gestão que seja
07:39eminentemente técnica.
07:41Lula perder metade de seus ministros
07:43por ocasião das eleições,
07:45quer dizer que ele terá
07:46só três anos de gestão efetiva.
07:48O último ano será um tapa-buraco.
07:50O último ano será
07:51alguém que fica esquentando o banco
07:53para o próximo ministro de verdade.
07:56Então nós praticamente não teremos gestão
07:57esse ano.
07:58Nós teremos simplesmente
08:00o calendário eleitoral
08:01pautando absolutamente todos os temas
08:02de um Brasil
08:03onde não faltam problemas,
08:06onde não falta aquilo que deveria
08:08ser resolvido pelo Estado.
08:10Isso vai muito ao encontro da tese
08:12que nós que somos liberais
08:13defendemos de que a iniciativa privada
08:16deve ter mais liberdade
08:17para resolver os problemas
08:18das pessoas,
08:19para promover mais prosperidade
08:21para as pessoas.
08:22Porque o Estado,
08:23como nós estamos apresentando aqui,
08:25volta e meia,
08:25tem que se ausentar
08:26para cuidar dos seus próprios interesses.
08:28A notícia que acaba de chegar
08:29aqui na nossa redação,
08:31uma das ministras
08:32e das principais ministras,
08:34a ministra Glaze Hoffman,
08:35anuncia há pouco
08:37que deixará o Ministério
08:38para disputar o Senado
08:40no Paraná,
08:41um assunto que a gente
08:41já tinha adiantado
08:42aqui na nossa programação
08:45e nos Pingos Nuzis também.
08:46E ela diz, Bruno Musa,
08:48que está atendendo
08:49a um pedido do presidente,
08:50porque ela disputaria
08:51a reeleição
08:52como deputada federal.
08:53Ela tem uma cadeira
08:54já lá na Câmara dos Deputados,
08:56mas vai disputar no Senado
08:58a pedido do presidente Lula
09:00que quer um nome forte
09:01concorrendo ao Senado Federal,
09:04inclusive no Estado do Paraná.
09:08Bruno Musa.
09:10Fica cada vez mais evidente, né?
09:12Nós estamos vendo aqui
09:13a oposição conseguindo
09:16organizar mais pessoas,
09:17cada vez mais a população
09:19atenta ao que vem acontecendo
09:20dentro do Judiciário brasileiro.
09:23Vale lembrar que o Senado
09:24é o único que consegue pautar
09:25o eventual impeachment
09:26de algum ministro da Suprema Corte
09:28e esses casos vêm escalando.
09:31Então, isso começa a ficar
09:33no dia a dia da boca da população
09:35ali no bar, no restaurante,
09:37num simples almoço,
09:38num jantar de sábado
09:40na família, etc.
09:42Então, é cada vez mais importante
09:43o nome, a importância
09:45de colocar pessoas mais fortes
09:47no Senado
09:47para que eles sigam, enfim,
09:50dentro da doutrina ideológica
09:52de cada um dos seus próprios interesses.
09:55E aí, o Senado,
09:57ele aparece como uma coisa
09:59extremamente relevante
10:01para as próximas eleições.
10:02Nós costumamos debater aqui
10:04muito mais o nome para o Executivo
10:05e esquecemos da importância
10:07do Legislativo,
10:08tanto é que a maioria das pessoas
10:09acabam nem por lembrar
10:10qual o nome
10:11ou quais os nomes
10:12que votam para o Legislativo,
10:15que, de fato,
10:15tem uma importância gigantesca
10:17dentro do cenário
10:18e da forma como é desenhada
10:19a política nacional.
10:21Então, sem dúvida nenhuma,
10:23a Glaze,
10:23ela é da área ideológica do PT,
10:26muito próxima ao governo,
10:27seria um nome forte,
10:28eu não sei se, de fato,
10:30seria um nome forte
10:30para se candidatar,
10:33mas, sem dúvida nenhuma,
10:34havendo possibilidade
10:34dela ganhar,
10:35que é um nome importante
10:36para o PT colocar no jogo.
10:39Vale lembrar que o PT,
10:39ele vem cada vez mais
10:41conquistando menos prefeituras,
10:43então, ele vem perdendo espaço
10:45no território nacional,
10:46em outros tipos de eleições municipais,
10:49e, portanto,
10:50é importante ele enfatizar ali
10:52o seu nome dentro do Legislativo,
10:54que também vem caindo,
10:55apesar da importância
10:57que o PT ainda tem,
10:58até mesmo por manter no Executivo.
11:00Então, tudo isso
11:01são peças desse quebra-cabeça
11:03que se avizinham
11:05para esse próximo ano,
11:06agora, em 2026,
11:08e as disputas
11:10sequer começaram, não é, Cuba?
11:12Ô, Mota,
11:13isso parece ser uma reação
11:14ao movimento da oposição
11:16de fortalecer o Senado, né?
11:18Porque já há um bom tempo
11:20o presidente Bolsonaro
11:22já tinha traçado
11:25essa estratégia
11:26de conseguir fazer
11:26o maior número de senadores
11:28nessa eleição de 2026,
11:30um ano em que há
11:31renovação de dois terços
11:32do Senado,
11:33justamente pelo poder
11:35que o Senado tem,
11:36segundo a Constituição,
11:37nos freios e contrapesos, né?
11:41É, essa é uma tarefa difícil, Cuba.
11:45Primeiro, conseguir eleger
11:48uma grande quantidade
11:49de senadores
11:50que não sejam de esquerda.
11:53Esse é o primeiro desafio.
11:54segundo,
11:56é mobilizar esses senadores
11:59para que eles encarem
12:01algumas das questões
12:02mais prementes
12:04do Brasil de hoje.
12:05Também não é nada fácil.
12:08Terceiro,
12:09é garantir que as ações
12:11desses senadores
12:13mobilizados
12:14serão respeitadas.
12:16Porque no Brasil de hoje
12:17a gente não sabe mais
12:19o que vale
12:19e o que não vale.
12:20Então,
12:23talvez essa seja
12:24a missão principal
12:25da oposição.
12:28É razoável
12:29imaginar
12:29que essa possibilidade,
12:32por mais remota
12:33que possa parecer agora,
12:35inspire muito terror
12:37nos corações
12:39de algumas pessoas.
12:41Ô Diego,
12:42e esse movimento
12:44feito no Paraná
12:46com uma ministra
12:47de primeiro escalão
12:48saindo a disputa
12:50no Senado
12:51a pedido do presidente Lula,
12:52pode indicar
12:54o futuro de Fernando Haddad
12:55nessa eleição de 2026?
12:59Olha, Cuba,
12:59talvez sim.
13:01É bem provável
13:01que o Fernando Haddad
13:02dispute o governo
13:03do Estado de São Paulo,
13:05evidentemente não
13:05por vontade própria,
13:07mas por imposição
13:08do presidente,
13:09por imposição do PT,
13:10que não tem quadros.
13:11Como eu disse
13:11no meu primeiro comentário aqui,
13:12não dispõe de muitos nomes
13:13para lançar aos postos
13:14mais relevantes,
13:15mesmo assim
13:16tem essa necessidade
13:17para marcar posição,
13:18para ajudar
13:19a impulsionar a bancada.
13:21Eu tenho forte convicção
13:23de que Tarcísio de Freitas
13:24deve enfrentar
13:25aqui no Estado de São Paulo
13:26o Fernando Haddad
13:27como candidato
13:28do governo
13:29ao governo do Estado
13:30de São Paulo.
13:31Glaze Hoffman
13:32ao Senado do Paraná
13:33não é essencialmente
13:34uma novidade,
13:35o nome dela já vinha
13:36sendo testado
13:36em muitas das pesquisas
13:38que se realizaram
13:39ano passado,
13:40não desempenha
13:40muito bem
13:41nas pesquisas,
13:42salvo engano,
13:42marcava 10 pontos,
13:44ficava em quarto
13:45ou quinto lugar
13:46nos levantamentos
13:47que se realizaram
13:48no Paraná
13:48que é um Estado
13:49também do sul do país
13:51de tradição
13:52muito conservadora.
13:54Tem Ratinho Júnior
13:55como governador de direita
13:56que tem 85%
13:57de aprovação
13:59do seu governo,
13:59não por outro motivo,
14:00é também um dos pré-candidatos
14:02à presidência da República
14:03e como favorito
14:04ao governo
14:05nesse momento
14:06tem o ex-senador,
14:07o senador,
14:08ex-juiz Sérgio Moro,
14:09que também tem
14:10uma vantagem significativa.
14:12e lá tem outros
14:13muitos candidatos
14:14que vão disputar
14:15o Senado
14:15pelo campo da direita.
14:17Então,
14:17eu não sei se é
14:18uma estratégia
14:19muito acertada
14:20do presidente da República
14:21queimar um de seus quadros
14:22numa disputa
14:23tão difícil.
14:24Talvez Glaze
14:25pudesse ajudar mais
14:26o PT como candidata
14:27à reeleição
14:28como deputada federal,
14:29que por ter ocupado
14:30um posto
14:31em um ministério,
14:32isso lhe confere
14:33muita relevância,
14:34pode ajudar também
14:35a puxar a bancada
14:36do Partido dos Trabalhadores
14:37que deve sofrer
14:39um grande baque
14:40após a próxima eleição.
14:42A tendência
14:42é que o parlamento
14:43se torne mais conservador
14:45ainda,
14:46que mais quadros
14:47da direita
14:47consigam se eleger,
14:49novamente por aquilo
14:49que eu já disse hoje,
14:51esse maior número
14:53de pré-candidatos
14:54no campo da direita
14:55à presidência
14:56da República,
14:57o maior número
14:58de candidatos
14:59no campo conservador
15:00às vagas
15:02no parlamento nacional.
15:03E aí,
15:04para fechar,
15:05Musa,
15:05ela disputaria
15:06com alguns nomes
15:06que estão já aparecendo
15:08nas pesquisas,
15:09na disputa para o Senado
15:10no Paraná,
15:11Alexandre Cury
15:12e Álvaro Dias,
15:13que já é o experiente
15:14na cadeira do Senado,
15:16Cristina Graen,
15:17N.U.V.R.,
15:18que agora aparentemente
15:19fica fora,
15:20porque é do PT,
15:21o Felipe Barros
15:22e o Jeffrey Schicchini também.
15:24Além, é claro,
15:25do nome do Deltan Dallagnol,
15:26que às vezes aparece ali
15:27como um possível candidato
15:29ao Senado
15:29pelo Estado do Paraná.
15:32É, tem nomes fortes
15:33concorrendo, né?
15:34O Jeffrey Schicchini
15:34cresceu no âmbito
15:35de redes sociais,
15:36e isso nada a nada
15:37também gera um impacto,
15:39né?
15:40Acho que grande parte
15:41das pessoas hoje em dia
15:42sabe pelo menos
15:43quem ele é,
15:43pelo menos quem acompanha
15:44as redes sociais,
15:46então isso,
15:47ela permite, né,
15:48que você tenha
15:49uma ascensão
15:50bastante rápida
15:51se ele de fato
15:51vier a concorrer
15:53por uma vaga,
15:54acredito um nome
15:55importante,
15:56até por isso
15:57o PT acho que
15:58quer colocar
15:58a própria Glaze,
15:59um nome forte,
16:00como eu falei,
16:01mas acho que está tudo
16:02muito em aberto ainda,
16:05mas eu vejo,
16:06pelo menos aqui,
16:07de novo,
16:07sem olhar as pesquisas
16:08que como já mencionamos
16:10somos céticos nela,
16:11me parece que
16:12essa ala mais ideológica
16:14do próprio PT
16:15encontra uma certa resistência,
16:17inclusive para o próprio
16:17Senado, né?
16:20E um nome desse
16:21seria a própria Glaze,
16:23então eu vejo
16:23tanto essa indicação
16:24que a gente estava
16:26mencionando do Haddad,
16:28que poderia vir
16:29ou para São Paulo
16:30ou para algum outro
16:30cargo,
16:32e a própria Glaze,
16:33eu vejo como um risco
16:35que o PT
16:36em algum momento
16:37tem que assumir
16:38pelo fato
16:39de ter poucos nomes
16:41competitivos
16:42hoje em dia,
16:42e ele percebe isso,
16:44como eu mencionei,
16:44se nós olharmos
16:45ao longo dos últimos tempos,
16:47o número de,
16:48por exemplo,
16:48prefeitos
16:49que eles vêm conseguindo
16:50colocar nas cadeiras
16:51é cada vez menor
16:53e menos expressivo,
16:54então eles precisam
16:55se atualizar,
16:56tanto é que
16:57de próprio dentro
16:58do PT
16:59a gente começa
17:00a ver
17:00algumas
17:01críticas pontuais
17:03a respeito
17:04de uma visão de mundo
17:05que não mais entrega
17:05a demanda de hoje,
17:07aí sim eles tendem
17:07a se tornar
17:08o partido
17:08cada vez mais marginal.

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