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Em entrevista ao Pingo Nos Is, o fundador do MBL Renan Santos defendeu a megaoperação policial no Rio de Janeiro, rebatendo a narrativa da esquerda que classifica a ação como "chacina".
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NotíciasTranscrição
00:00Neste momento a gente recebe agora no programa Os Fingos nos Isos o Renan Santos, que é cofundador do MBL e do Partido Missão
00:06para repercutir conosco também essa mega operação, a mais letal da história, muitas mortes, muita apreensão de armas,
00:15muitas pessoas presas também e muita repercussão. Renan Santos, boa noite, bem-vindo.
00:21Boa noite, Kubayashi, boa noite a todos, uma honra estar aqui com vocês, espero poder contribuir com o debate que já está muito bom.
00:26Renan, eu quero já a sua análise inicial, um panorama geral de como você avalia essa operação no Rio de Janeiro
00:32e toda a repercussão política que a gente está vendo nesse dia seguinte.
00:36Bom, o objetivo da operação era apreender inúmeras lideranças do Comando Vermelho, que já tinham ordens de prisão expedidas
00:43em duas áreas que são totalmente dominadas por essa facção, tanto o Complexo da Penha quanto o Complexo do Alemão.
00:50A gente precisa entender o Complexo da Penha, em especial esse, como uma espécie de capital, a fortaleza, o prédio central
00:56onde opera boa parte da inteligência do Comando Vermelho.
00:59Portanto, eles fazem propaganda, fazem shows, fazem eventos, dando conta daquele local, vamos dizer,
01:04é uma área sagrada, é o território interno deles.
01:06O próprio Oruan, vamos dizer, porta-voz do Comando Vermelho, filho do Marcinho VP,
01:10já dizia que a polícia jamais poderia subir para pegar ele.
01:13A operação foi um sucesso porque ela entrou nessa área, derrubando o mito de que eles são invencíveis,
01:17que é um mito que eles tentam construir, inclusive, para oprimir a população que vive lá.
01:21E prendeu quem precisava prender.
01:23E, obviamente, como ninguém quer ser preso de graça, o Comando Vermelho é um grupo armado
01:27com fuzis, com armas de alta letalidade, eles reagiram.
01:31E aí, quando você reage, você é um bandido e você reage, você vem a óbito.
01:34Então, nesse sentido, o número de pessoas que morreram, guerrigueiros de uma organização terrorista,
01:39como é o caso do Comando Vermelho, a gente comemora, a gente não lamenta.
01:43E aí, eu fico preocupado quando inúmeros setores da imprensa e todas essas ONGs de direitos humanos
01:47vêm a público para tentar inverter, fazer a famosa inversão de narrativa e dar conta de que foi uma chacina.
01:53Não foi. O Estado brasileiro foi numa área que deveria ser o Estado brasileiro,
01:57que está ocupada de maneira ilegal por um ente invasor, que é o Comando Vermelho,
02:01e fez um trabalho de retomada em imposição, ainda que temporária, de lei e ordem.
02:05O governador Cláudio Castro e a Polícia do Rio de Janeiro estão de parabéns por isso.
02:08A gente tem que apoiar a operação.
02:10Nesse sentido que a gente está vendo, portanto, agora uma guerra de narrativas.
02:12A esquerda na rede social, ongueiros de toda sorte, aquelas Viva Rio, o Mota,
02:18ele conhece muito essa turma aí e sabe muito bem como é que eles operam.
02:21Dinheiro estrangeiro para financiar esse tipo de ideologia.
02:24Tudo isso está acontecendo e nós, a sociedade civil, temos que estar vigilantes
02:27para não permitir que eles invertam o jogo e mantenham Comando Vermelho
02:31com seus porta-vozes na mídia e na imprensa, falando o besterol que eles sempre falam
02:34e defendendo a impunidade.
02:36Renan, eu vou trazer para a nossa conversa os nossos analistas.
02:39Quem vai te fazer a próxima pergunta é o Luiz Felipe Dávila.
02:42Renan, boa noite.
02:44Renan, você tocou num ponto importante que é a ocupação de território.
02:48Foi isso que o crime organizado vem fazendo, principalmente o Complexo da Penha, como você falou.
02:54Agora, parece que nós não atentamos para o problema da DPF 635,
02:59porque tudo começou lá.
03:00Houve até uma legalização para a polícia não entrar nesses territórios.
03:04E foi aí que o crime organizado começou a se organizar de uma forma muito mais forte
03:10e que acabou causando essa tragédia, que é toda vez que se tenta fazer uma ação policial
03:14para recuperar território, temos um enorme problema.
03:18Como você vê uma decisão do Supremo Tribunal Federal com essa DPF 635
03:23e como isso estimulou o fortalecimento da ação do crime organizado no Rio de Janeiro?
03:29Eu apenas discordaria num pequeno detalhe que esse processo de ocupação territorial
03:34já acontece há algumas décadas e ele foi reforçado por essa DPF.
03:38Essa DPF quase que reconhece o controle do crime organizado dentro daquelas áreas.
03:44Vamos dizer, impedir que o Estado possa organizar operações com segurança,
03:47inclusive para os agentes policiais, porque a gente sabe muito bem que a DPF,
03:50quando, no caso de uma operação, quando essa operação é autorizada,
03:54ela tem que passar por inúmeros órgãos, inúmeras pessoas,
03:56portanto, o caráter secreto que a operação tem que ter até para a proteção dos policiais,
04:01ele é retirado e, inclusive, costuma ter vazamentos,
04:04o que permite que os bandidos se organizem previamente.
04:07Então, essa DPF é um desastre pura e simples, colocando a vida dos policiais em risco
04:11quando as operações são permitidas e praticamente legalizando o Estado paralelo.
04:16Não à toa, esse processo de, vamos dizer, de aumento da ocupação territorial por parte das facções
04:21está acontecendo e a gente está assistindo o próprio Comando Vermelho
04:24avançando sobre áreas de outras facções nesse instante.
04:26A operação que rolou agora, ela tenta mitigar esse processo de avanço do Comando Vermelho
04:30e, nesse sentido, eu volto a repetir, ela foi um sucesso.
04:33A gente precisa derrubar a DPF 635, a gente precisa derrubar essa articulação política
04:38que houve através de ONGs e fundações, e a gente sabe muito bem que são ONGs e fundações
04:42ligadas ao Comando Vermelho e PCC, que produzem filmes, colocam esses filmes na Netflix,
04:46que fazem lobby no poder legislativo, no poder executivo
04:50e que tornam o crime organizado como uma espécie de parte natural da vida urbana brasileira.
04:57É como se você fosse conviver com todos os seus problemas no Brasil.
04:59Ah, o Brasil tem trânsito, uma grande metrópole tem problemas de assalto.
05:03Sim, uma grande metrópole também tem áreas controladas pelo crime.
05:05Isso faz parte da paisagem.
05:07É isso que esses caras querem naturalizar e isso não pode definitivamente não ser naturalizado.
05:12Isso tem que ser combatido da maneira mais dura possível.
05:14E a sociedade civil tem que tratar desses temas.
05:16Existe muito confronto com relação a decisões que vêm do STF, confrontos legítimos,
05:20mas esse aqui é o maior.
05:21Esse é o tema que o Congresso tinha que se organizar, derrubar isso através do Congresso,
05:26tornar essa pauta pública para as pessoas e definitivamente tornar o combate ao crime
05:31um mote por parte dos governos.
05:34Deixa eu chamar agora o delegado Palumbo, que vai participar dessa conversa também,
05:38vai fazer a próxima pergunta.
05:40Boa noite.
05:41Gente, eu queria te perguntar se você vê perspectiva do governo federal mudar o posicionamento
05:47e começar a ajudar realmente não só o governo do estado do Rio de Janeiro,
05:52mas todos os governadores que estejam com o intuito, com o escopo de combater a criminalidade.
05:59Delegado, muito pelo contrário, a gente viu agora o novo secretário-geral do governo Lula
06:04falando que basicamente vai para cima do Cláudio Castro, que é o governador do Rio de Janeiro,
06:08isso ele já deixou claro, é o Guilherme Boulos, e a gente viu agora por parte da narrativa,
06:12da militância, do petismo, que é base militante desse governo,
06:17a argumentação de que eles precisamos agora da PEC da Segurança Pública,
06:20que é uma PEC que unifica o comando das polícias junto ao governo federal,
06:25que permite que você tenha, por exemplo, conselhos,
06:27e esse detalhe está passando por essa PEC de Segurança Pública, né?
06:29Você quer uma espécie de conselhão para administrar as ações policiais que vêm acontecer,
06:33e no artigo 144 dessa PEC, diz que esse conselho vai contar com especialistas e ONGs
06:38oriundos da sociedade civil.
06:40A gente sabe muito bem quem são essas ONGs, a gente sabe muito bem quem são esses especialistas,
06:43inclusive tem um conselho que foi montado pelo Flávio Dino para tratar da letalidade,
06:47que conta justamente com ONGs que recebem dinheiro de outros países, né?
06:50Por exemplo, a Open Society Foundation,
06:52que são ONGs que defendem o direito penal mínimo e combatem a atividade das polícias.
06:56Portanto, o que a gente vai esperar do governo federal é simulação,
07:00simular que eles estão preocupados com os policiais,
07:04preocupados com a vida das pessoas,
07:05mas na prática é uma ação concreta para tentar desmontar a autoridade
07:08tanto das polícias quanto do governador do Rio de Janeiro.
07:11E a gente tem que desmascarar isso, tem que ir para cima deles.
07:13Não há nenhuma vontade do governo federal em fazer enfrentamento ao crime organizado.
07:16Aliás, muito pelo contrário.
07:18Deixa eu chamar agora, para fechar, o Cristiano Beraldo, que vai fazer a última pergunta.
07:22Edna, boa noite.
07:25Você é pré-candidato a presidente pelo Partido Missão
07:29e imaginando que nesse governo o enfrentamento não será feito
07:34e no próximo governo não adianta se perder tempo com narrativas,
07:38eu gostaria de te ouvir sobre quais medidas um presidente da República deve adotar
07:44para suportar os governadores no combate e para vencer o crime organizado
07:50e restabelecer a ordem natural das coisas no Brasil.
07:54Perfeito, Cristiano.
07:56De maneira muito clara, a luta contra o crime tem que ser dividida em duas ações.
08:00Uma ação óbvia e clara é a declaração de guerra contra o crime organizado.
08:04Então você vai precisar isolar quem é o crime organizado,
08:06quem são essas facções e impor a eles um direito diferente.
08:09Existe uma tese que se chama Direito Penal do Inimigo.
08:11Já foi aplicada, por exemplo, pelos Estados Unidos, em Guantanamo,
08:13contra as organizações terroristas, que parte da seguinte premissa.
08:16Se você faz parte de uma organização terrorista, como é o Comando Vermelho,
08:19como é o PCC, como é o TCP, o direito normal, o direito penal que um cidadão comum tem
08:24não vale para você.
08:25O direito tem que ser rápido e muito duro.
08:27Operações policiais muito rápidas, prisões muito rápidas,
08:30coloca o cara em cana, resistiu, vem a óbito, como tem que ser.
08:34Esse é o Direito Penal do Inimigo e isso tem que ser executado
08:36para que o governo declare guerra às facções.
08:38Porque passou de qualquer limite, hoje as facções fazem ocupação territorial,
08:42elas estão em seguidas em inúmeros elos da cadeia produtiva brasileira.
08:45Então o negócio ali é pegar, destruir, resistiu, matou, prendeu, matou,
08:50que é um slogan que a gente usa como mote, inclusive, para alertar as pessoas.
08:55Do outro lado, há o cidadão, e há o cidadão que comete crime e não é faccionado.
08:58Pois bem, o cidadão que comete crime e não é faccionado também tem que ter leis mais duras.
09:02A gente tem que alterar o Código de Processo Penal,
09:04acabando com a progressão de pena, acabando com as saidinhas.
09:07Existem, inclusive, muitos projetos que estão já no Senado, passaram na Câmara,
09:10que era só o Alcolumbre botar para votar, que já alterariam essa dinâmica.
09:13Leis que pegam, por exemplo, reincidentes, hoje, coisa de 71% dos presos que saem da cadeia,
09:18eles voltam a cometer crimes.
09:1965% dos homicídios, por exemplo, são cometidos por reincidentes.
09:23Portanto, mexer na reincidência, cometeu dois crimes violentos, vai ficar em cana
09:27e por muito tempo, mais de 30 anos.
09:29Isso tem que ser feito por não faccionado.
09:31Essas duas medidas têm que ser tomadas no primeiro dia de governo do novo Presidente da República.
09:35E aí sim você tem uma ideia de guerra contra o crime.
09:38Se você não fizer essas duas medidas, um, endurecimento de leis penais, mudança no Código de Processo Penal,
09:43e do outro lado, determinar quem são as facções, tratá-las como organizações terroristas,
09:47declarar guerra, e guerra formal, a guerra que está prevista na nossa Constituição,
09:51e aí os apologistas como Oruan e defensores das facções vão presos juntos,
09:55então, eventualmente, tem um membro do PSOL que quer defender lá bastante a facção,
09:59junto com o colega Oruan, do Comando Vermelho,
10:02poxa, puxa uma cana junto com seus colegas ali, vai ser muito bacana,
10:05turminha do Comando Vermelho vai agradecer, vocês podem até fazer um som,
10:07cantam uma musiquinha junto.
10:09O lance é guerra de um lado e, para outro, leis mais duras para acabar com os roubos,
10:13furtos e todo tipo de assassinatos, crimes violentos,
10:16e todo tipo de coisa que assola a vida dos brasileiros.
10:19Com essas medidas e com o Presidente muito focado nisso,
10:21os governadores e as polícias vão ter respaldo
10:23e você vai ver muito rapidamente o crime organizado ser destruído no Brasil.
10:27Renan, para a gente fechar, uma última pergunta,
10:29eu gostaria de saber como é que você avalia o projeto de lei antifacção
10:33que foi enviado pelo Ministro da Justiça à Casa Civil
10:36e que logo vai estar tramitando no Congresso Nacional,
10:39que é um projeto que vai nessa linha de endurecer penas,
10:42de criar, inclusive, alguns mecanismos de infiltrados em facções criminosas,
10:46até empresas fictícias seriam formadas para tentar rastrear o crime organizado.
10:52Como é que você avalia esse projeto que parece ser uma das apostas do governo?
10:57Eu espero que não tenha nenhuma pegadinha dentro desse projeto.
11:01A gente sabe muito bem que a PEC da Segurança Pública continha pegadinhas.
11:04Eu fiz uma análise prévia do projeto e a análise prévia do projeto
11:07tinha alguns pontos positivos que vão na linha que a gente defende.
11:10Temos que aumentarem muito as penas ali e não adianta essas penas
11:13que eles inserem, por exemplo, para a participação nessas organizações criminosas,
11:16eles serem mitigados por uma progressão penal,
11:18que aí de nada adianta.
11:19A gente acumula a pena ali, mas se no fim do dia acumula uma progressão penal,
11:23enfim, a gente só está fazendo discurso para o público
11:26e, na verdade, para o PT tentar resolver os problemas que eles têm
11:29junto ao próprio eleitorado.
11:31Então, aumento de penas ainda maior nesse projeto
11:34e inserção da ideia de grupo terrorista
11:36e de um combate focado nessa questão territorial
11:38que até é mencionado ali, mas não da maneira como tem que ser.
11:42A gravidade do caso não está presente
11:44e me parece hoje muito mais uma resposta que eles estão dando
11:46a uma questão premente para as pessoas
11:48do que, de fato, a tentativa de prender e barra ou eliminar
11:52as lideranças das facções, inclusive os membros faccionados
11:54espalhados pelo Brasil.
11:55Mas, no mínimo, como a gente espera muito pouco do PT,
11:58no mínimo, é um aceno, que a gente pegue esse aceno
12:01e que o Congresso Nacional transforme em uma ação
12:03muito mais dura e muito mais concreta.
12:06Perfeito.
12:06Eu quero agradecer demais a participação aqui do Renan Santos,
12:08que é cofundador do MBL e do Partido Missão,
12:11participou conosco aqui em Os Pingos nos Isos.
12:13Muito obrigado, Renan.
12:14Sempre um prazer te receber aqui na Jovem Pan.
12:16Muito obrigado.
12:17Uma honra participar com vocês.
12:18Até a próxima.
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