Luiz Felipe D’Avila analisou a megaoperação no Rio de Janeiro e criticou os políticos de esquerda, dizendo que "transformar isso em ‘chacina’ é uma farsa".
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00:00A gente segue falando da repercussão da mega-operação no Rio de Janeiro que provocou forte reação de parlamentares, lideranças e organizações de esquerda.
00:09Eles classificaram a morte dos 115 criminosos como massacre, chacina e extermínio, pedindo a responsabilização do governador Cláudio Castro.
00:20Os ataques ao governador e as polícias aumentaram após supostos moradores terem levado diversos corpos da mata até uma praça pública.
00:29Parlamentares como a deputada Talíria Petroni, Glauber Braga e Jandira Feghali fizeram publicações contra o governador pedindo a sua responsabilização.
00:38Deixa eu chamar aqui o Luiz Felipe Dávila para repercutir esse clamor de boa parte dos parlamentares governistas e, no caso, oposição ao governador no estado do Rio de Janeiro, que querem responsabilizá-lo por essas mortes. Dávila.
00:53Quando nós temos uma guerra, não é chacina, é uma guerra, é um confronto e este confronto é contra uma organização criminosa que vem fazendo a população do Rio de Janeiro, principalmente que moram nas favelas, refém do seu negócio ilícito.
01:13Tráfico de drogas, venda de armas e até mesmo agora infiltração em negócios lícitos.
01:20Por isso, o que o estado fez ontem foi declarar guerra a uma organização criminosa.
01:27E ontem o conflito mostrou que quem morreu foram esses combatentes do crime organizado, dessa organização narcoterrorista, que é o Comando Vermelho.
01:36Portanto, essa história dessas ONGs de esquerda tentarem transformar isso em chacina e que morreu, ou cidadãos inocentes que moram no morro, é uma mentira, é uma farsa, mas tem tudo a ver com a linha ideológica que eles perseguem.
01:52Isto é, que bandido criminoso é vítima da sociedade.
01:56Na verdade, vítima da sociedade são os cidadãos de bens que hoje são reféns do crime organizado e desses criminosos, principalmente essa população no Rio de Janeiro, que mora nos morros e são pessoas honestas, que levam uma vida honesta e que são submetidas à lei do crime organizado.
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