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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou que o plano do governo contra o tarifaço dos Estados Unidos pode vir por Medida Provisória (MP). A proposta, que visa criar um auxílio aos setores mais afetados, será apresentada ao presidente Lula ainda nesta quarta-feira (06). Se publicada, a MP precisará da aprovação do Congresso em até 120 dias.
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NotíciasTranscrição
00:00E olha, as taxas de Donald Trump passam a valer a partir de hoje.
00:04E o governo está estudando medidas para auxiliar os setores que são os mais afetados.
00:10O Igor Damasceno está de volta e, inclusive, Igor, o ministro da Fazenda menciona que isso poderia vir por meio de uma medida provisória?
00:19É isso mesmo, Evandro. Boa tarde a você, boa tarde também a todos que nos acompanham.
00:24O ministro da Fazenda atende os despachos internos, ou seja, algumas demandas internas do Ministério da Fazenda neste momento.
00:32Mas a expectativa é que ele venha aqui no Palácio do Planalto ainda hoje para apresentar esse texto,
00:38que deve vir por meio de uma medida provisória, o plano de contingência para proteger as empresas que passam a ser afetadas por esse tarifaço hoje.
00:47Ontem, Haddad e o vice-presidente Geraldo Alckmin saíram tarde daqui do Palácio do Planalto, quase 10 horas da noite,
00:54em uma reunião de emergência com o presidente Lula.
00:57Essa reunião aconteceu no gabinete presidencial, a portas fechadas.
01:01Uma fonte me disse que foi justamente para tratar da forma como esse plano de contingência seria apresentado.
01:08Então, hoje, Haddad está fechando o texto dessa medida provisória, que deve ser apresentada ao presidente Lula na noite de hoje.
01:16Agora, o anúncio oficial dessa medida, quando que ela vai ser publicada no Diário Oficial da União, isso ainda está em aberto.
01:24O que já sabemos é que, nesse primeiro momento, quem devem ser beneficiadas, protegidas por essa medida provisória,
01:32são as pequenas empresas. Elas terão linhas de crédito facilitadas, com juros mais baixos, justamente para minimizar os efeitos desse tarifaço nessas empresas.
01:43Quem passou essas informações foi o próprio ministro Fernando Haddad. Vamos ouvir.
01:49Ontem, nós procuramos entender a encomenda do presidente em relação ao detalhamento.
01:55Nós dissemos para ele que a questão empresa por empresa não precisa, evidentemente, ser tratada em lei.
02:01Ela pode ser objeto de regulamentação.
02:04Mas, provavelmente, o ato do presidente é ele que vai julgar a conveniência.
02:08Mas, possivelmente, terá que ser uma medida provisória para entrar em vigor imediatamente.
02:11Agora, por se passar de uma medida provisória, ela só vai ter uma validade de algo em torno de quatro meses.
02:22E, para se tornar permanente, precisa de aprovação no Congresso Nacional.
02:27Sabendo disso, Fernando Haddad defendeu o diálogo com os parlamentares.
02:32Mas, ao mesmo tempo, ele pediu para que governadores e empresários também cobrem da oposição uma ajuda na negociação com o governo dos Estados Unidos.
02:42Segundo Haddad, o momento agora não é de defender aliados políticos.
02:47Agora é hora de defender os setores afetados e, consequentemente, a população.
02:52Vamos ouvir.
02:52O empresariado, além de vir para Brasília, tem que conversar com a oposição.
02:58Tem que passar a mão no telefone e ligar para a turma que quer ver o circo pegar fogo e parar com isso.
03:08Estão prejudicando o país pelo quê?
03:11Então, em nome do quê nós estamos fazendo isso?
03:13Governadores têm que começar a defender os interesses dos seus estados.
03:17Passar a mão no telefone, ligar para a oposição, pedir para parar de atrapalhar o país.
03:23É o único país do mundo que tem uma força política interna em Washington, trabalhando contra o interesse nacional.
03:34E olha, pessoal, a nossa produção acaba de receber uma nota da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel.
03:40Um terço do café consumido nos Estados Unidos é comprado do Brasil.
03:45O café não está na lista de isenção, ou seja, passou a ser tarifado em 50% a partir de hoje.
03:52E sobre esse assunto, a associação diz o seguinte, abre aspas.
03:56A imposição desta tarifa é uma flagrante desvantagem competitiva.
04:01Enquanto o México, nosso principal concorrente, poderá comercializar sem tarifas
04:05e outros fornecedores após o Brasil enfrentarão taxas de 10% a 27% no máximo,
04:12o café solúvel brasileiro será o mais penalizado.
04:15E continua, essa decisão não apenas prejudica a indústria brasileira,
04:20mas também pode impactar negativamente os consumidores norte-americanos.
04:25Então, a Associação Brasileira da Indústria do Café Solúvel se posicionando contra essa tarifa
04:31que passa a ser cobrada também do café brasileiro lá nos Estados Unidos.
04:35Obrigado pelas informações, Igor. Um ótimo trabalho para você em Brasília.
04:40Bruno Musa, o governo está falando que essa medida pode vir por meio de medida provisória,
04:45que esse plano pode acontecer por meio de medida provisória.
04:49E é mais uma vez o governo saindo, claro, os setores vão necessitar provavelmente,
04:54mas o governo sai em defesa com essa possibilidade.
04:56Que bomba que ele está contratando lá para o futuro a partir disso, hein?
05:00Pois é, isso me parece mais uma vez aquela frase que eu disse aqui no início hoje.
05:04Ele te oferece uma muleta, subsidia o preço dela e depois pede que você agradeça por ela.
05:09A fala do ministro me soa até um pouco como arrogante.
05:13Por exemplo, chamar os próprios governadores para atuar de acordo com os interesses dos seus estados.
05:20Isso mostra que ele não permite que outras pessoas tenham visões diferentes da dele.
05:25Eu, por exemplo, tenho uma visão completamente antagônica do ministro Haddad,
05:29em que o Eduardo Bolsonaro teria tamanho suficiente para influenciar uma figura como o Donald Trump.
05:35Como se não houvesse outros motivos que estivessem influenciando tudo isso.
05:40E aí eu acho que parte até de uma ingenuidade.
05:44Eu concordo com o Alan quando ele diz que as tarifas não solucionarão o problema dos excessos do judiciário aqui no Brasil.
05:51Mas essa é a nossa ótica local aqui.
05:54As tarifas, elas podem ajudar, e eu filosoficamente sou contra tarifas, tá?
05:59Eu estou entendendo, interpretando o diagnóstico do Trump, como eu sempre falo,
06:03que está escrito nas linhas do plano de governo dele.
06:07As tarifas são tidas como um remédio para os ajustes dos déficits em conta corrente e déficits comerciais dos Estados Unidos
06:17e da diminuição da dependência estratégica dos Estados Unidos com a China, que é o seu rival em uma eventual guerra.
06:24Então ele aproveita essa frágil situação e a debilidade institucional brasileira
06:29para colocar em prática aquilo que ele acredita que ele arrecada mais com as tarifas.
06:34Se isso é fato ou não, são outros 500, mas há um pragmatismo.
06:39Então a gente tem que olhar o ponto de vista do Trump, ele que está fazendo isso, e não aqui no Brasil.
06:45Aqui a gente simplesmente sofre essas consequências.
06:48Eu muito bem, como eu concordo muito com o Alan, quando ele muito bem colocou que os Estados Unidos estão no direito de colocar a lei Magnetisky.
06:57As tarifas, de novo, é uma proposta para eles, para a gente, arquemos com as consequências.
07:03Fala, Zé Maria Trindade.
07:06Eu acho que não há uma ligação entre essas sanções do ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, e a lei Magnetisky.
07:17A impressão que eu tenho é que é uma ação política, uma ação política e um posicionamento do presidente norte-americano
07:25que claramente se alia a presidentes e a grupos internacionais que vão à direita.
07:33Eu tenho a impressão que é o mesmo relacionamento que ele tem com o presidente da Argentina, o Milley,
07:39e que teria com o ex-presidente Jair Bolsonaro se ele estivesse na presidência daqui do Brasil.
07:46E as sanções comerciais foram apresentadas como estratégia de defesa dos Estados Unidos.
07:52Eu conversei com senadores que vieram dessas conversas nos Estados Unidos, e a ideia geral, assim, olha,
08:01ele cita mais ou menos essa história da política do ex-presidente Jair Bolsonaro,
08:06mas no tarifasso a grande preocupação dos Estados Unidos é mesmo com esse trabalho
08:14que o presidente Lula tem feito ali sobre uma moeda paralela ao dólar,
08:19e principalmente essa ameaça que o BRICS faz à hegemonia, por que não dizer norte-americana,
08:26nos comércios, porque os BRICS, se ainda não são, se eles se transformarem num bloco comercial,
08:34fica muito forte.
08:35Estamos falando das maiores economias do mundo sem os Estados Unidos, né?
08:39Então eu não faço uma ligação direta entre os dois, não.
08:44E foi, Gânia.
08:44Eu concordo com o Zé, concordo com o Musa,
08:46eu acredito que a gente superestima muito o poder do Eduardo Bolsonaro em relação às tarifas.
08:54Veja, não é só o Brasil que foi taxado, se fosse apenas o Brasil, aí tudo bem, né?
08:58Aí essa narrativa ficava de pé.
09:00Mas veja, no grupo ali, nos mais taxados,
09:04vê se há alguma lógica nisso, Evandro.
09:06Entra Brasil, Canadá, Suíça, Laos, Mianmar.
09:13O que que esses países têm em comum?
09:16Não sei.
09:17Então, veja, cada caso...
09:19Tem uma coisa.
09:20É um caso.
09:20E você esqueceu a Índia.
09:22Tem uma coisa.
09:23A pergunta do milhão.
09:24Uma coisa.
09:25Tirando o Brasil, todos eles são superavitários com os Estados Unidos.
09:30Todo mundo é superavitário com os Estados Unidos.
09:32Menos o Brasil.
09:34Mas é ele que está perguntando qual que é a relação do Brasil com ele.
09:37Do Brasil.
09:37Ah, é?
09:37Então, o que que o Brasil...
09:39Ah, é?
09:40Vou responder também.
09:41Vou...
09:42Isso.
09:43Então, taxou todo...
09:44Podia ir lá na Câmara dos Deputados.
09:45Taxou todo mundo que é superavitário.
09:48E, na primeira, primeira, primeira linha do comunicado que ele emitiu lá no dia 9 de julho,
09:55ele fala de quem?
09:57De Jair Bolsonaro.
09:59Na primeira linha.
10:00Primeira linha.
10:01Então, tudo que a gente pode imaginar e debater aqui, é mera especulação nossa.
10:07Tudo bem.
10:07Mas, na primeira linha do documento, está lá.
10:10E na semana passada, quando...
10:12Agora, desculpe, segunda-feira, quando o ministro Moraes decretou a prisão domiciliar,
10:20o que que imediatamente o governo americano fez?
10:23Mais uma vez, protestou e ameaçou novas retornações.
10:28Ô, Piperdão, mas eu acredito aí que o ponto em relação ao Jair Bolsonaro não é que o Donald Trump seja lá o paladino da democracia mundial, nada disso.
10:37Mas é que, neste momento, Jair Bolsonaro interessa a ele, interessa aos seus objetivos, ele coloca no pacote e, no meu entendimento, aí sim, é especulação, porque estava nas entrelinhas, né?
10:54Mas, para mim, há um movimento claro.
10:56O Brasil era 10% no dia 2 de abril.
10:58De repente, passa para 50%.
11:00Peraí, o que que mudou nesse meio tempo?
11:03O que mudou foram aquelas declarações anti-dólar feitas pelo presidente do Brasil.
11:09E se a gente pegar o histórico do Donald Trump, isso enfurece ele.
11:13Ele sempre fala...
11:14Aliás, aquela entrevista lá na Fox News, que ele fala o seguinte, olha, se perdemos o dólar, a gente vira um país de segunda linha e estamos perdendo o Brasil.
11:24E se pegar o plano dele, do Scott Bassett, ele coloca claramente que as tarifas vão além da questão econômica, mas estão dentro aí de um ecossistema utilizado para questões políticas, geopolíticas e, inclusive, econômicas.
11:38E foi, Bruno.
11:39Rapidamente, essas falas que você falou do Donald Trump, ele fala isso desde os anos 80, quando ele era empresário e não era político.
11:46Agora, olha uma frase...
11:47Ele defende o protecionismo dele, tá claro.
11:48Olha uma frase que acabou de chegar aqui do Lula.
11:50Abre aspas sobre as big techs, tá?
11:52Se não quiser regulação, sai do Brasil.
11:55Não existe outro mecanismo.
11:56Será mesmo que as big techs saem do Brasil?
11:58Ele já pensou nas consequências?
12:00Qual a quantidade de empregos?
12:01O que cada um mexe com relação a isso aqui que nós temos na mão?
12:04O que essas big techs representam no Brasil?
12:06E ele finaliza falando, é da nossa obrigação regular o que a gente quiser regular, de acordo com os interesses e cultura do povo brasileiro.
12:13Quem será que ele se refere com a gente?
12:15Ele, da cúpula dele?
12:17Ou ele adoraria ouvir a opinião da população se quer que as big techs saiam do Brasil?
12:22Deixa eu no ar a resposta, mas eu tenho que a amplíssima maioria não gostaria que elas saíssem.
12:26Fala, Piper.
12:27Remate.
12:27Claro, ninguém gostaria que elas fossem embora, mas também...
12:30Ele falou.
12:30Não, não, pois é, mas claro que eu particularmente não gostaria que as big techs fossem embora,
12:38só que eu prefiro que elas cumpram a lei do Brasil, como aliás a União Europeia exigiu e elas estão cumprindo.
12:45E vejam bem, esse é um outro tema que aqui no Brasil ele também não é muito bem debatido, porque, vejam só,
12:53o que, por exemplo, o presidente Trump acusa o Brasil de fazer em relação às big techs e por isso o Brasil seria merecedor de punições,
13:01muitos países por aí com quem os Estados Unidos têm relações mais ou menos normais fazem.
13:07Ou será que, por exemplo, ele vai lá sancionar a Turquia, mesmo a China, que impõe restrições às big techs americanas?
13:15E no caso, por exemplo, de outros países da União Europeia, para não falar do que eles fazem lá com o TikTok.
13:21Agora, em relação à nossa questão inicial aqui, que foram as declarações do ministro Haddad,
13:27eu concordo, sim, com elas, porque, vejam só, os governadores, é claro que eles não vão ter o condão de bater lá na Casa Branca e falar
13:36Trump, olha, toque, toque, toque, vamos mudar isso aí, vamos dar uma relaxada aí para o Brasil.
13:41Não vai ser assim, mas é óbvio que eles também podem contribuir com pressão junto a cadeias empresariais que são impactadas nessa questão das tarifas.
13:58Quer dizer, vejam, é óbvio que há, por parte desses políticos, uma preocupação também eleitoral e, vejam,
14:04O governador Tarcísio, inclusive, largou na frente. Foi ele que há duas semanas anunciou já um pacote de medidas ajudando empresários aqui de São Paulo.
14:14Mais ou menos que o governador, enfim, agora o governo federal acena em fazer com essa MP.
14:20Agora, há também uma série de políticos e governadores que usaram o bolhazinho vermelho e que, num primeiro momento, hesitaram diante da condenação às tarifas.
14:31Está certo que vai ter político que daqui a pouco vai para a rua com o botão aí, I love tarifas, ok, é problema deles.
14:38O Tarcísio, em nenhum momento, ele comemorou tarifa. O que ele disse é que as tarifas são colocadas devido às declarações do presidente do Brasil.
14:48É isso que o Tarcísio falou, mas em nenhum momento ele comemorou.
14:51Isso daí foi uma narrativa que a esquerda explorou muito bem.
14:54Porque, num primeiro momento, ele hesitou em condenar as tarifas. Ele procurou, de alguma forma, justificado.
15:01Não, não, ele falou assim, estamos nessa, chegamos a essa situação por conta das declarações do presidente.
15:07E, num primeiro momento, fica, ah, e tal, né, também relaciona isso com anistia, essas coisas todas.
15:14Agora, cara, não houve condenação naquele primeiro momento e, para sermos justos, ele realmente mudou o posicionamento dele depois.
15:23E, para mim, hoje, o posicionamento dele em relação às tarifas é o correto, ou seja, de defender a economia de São Paulo.
15:29Inclusive, eu quero trazer qual é o impacto para os municípios com essa tarifação.
15:33A Valéria Luizete é quem chega ao vivo para contar.
15:36Traga as informações aí, minha amiga, bem-vinda.
15:38Pois é, boa tarde, Evandro, a todos que nos acompanham aqui no 3 em 1.
15:44Os impactos para o estado de São Paulo, a gente sabe que deverão ser bastante grandes, né?
15:50Pelo menos 906 municípios em todo o país deverão ser diretamente impactados por esse tarifácio que passa a valer.
15:59Foi o que mostrou uma pesquisa realizada pelo Estadão, que avaliou pelo menos os 30 produtos que são mais exportados do Brasil para os Estados Unidos.
16:07Falando das cidades aqui em São Paulo, a primeira delas que deverá ser impactada é Piracicaba,
16:14que exporta para os Estados Unidos máquinas agrícolas, caldeiras, instrumentos mecânicos.
16:19Um impacto estimado aí de 1 bilhão e 300 milhões de dólares.
16:24A cidade é seguida por Matão, que normalmente exporta preparações de hortaliças, frutas e partes de plantas para os Estados Unidos,
16:32com um impacto estimado em 519 milhões e 700 mil dólares.
16:38E em terceiro lugar, a capital paulista, que também exporta caldeiras, máquinas e instrumentos mecânicos.
16:44Um impacto aí de mais de 350 milhões de dólares.
16:48Algumas outras cidades que aparecem logo em seguida, Colina, Guarulhos, Pederneiras, Araraquara, Suzano, Jundiaí e Lins.
16:56O impacto total que foi estimado nesse levantamento, Evandro, é de 3 bilhões e 870 milhões de reais, de dólares, desculpa.
17:07E a gente, claro, fica na expectativa de realmente se será esse o impacto ou se será amenizado de alguma maneira.
17:15Até porque a gente vê movimentos do próprio governador de São Paulo tentando renegociar essa questão da escalada desse tarifácio.
17:23Mas o que se tem até o momento é esse valor aí bastante considerável para as várias cidades aqui do Estado de São Paulo.
17:32Muito obrigado, Valéria Luizete. Bom trabalho para você.
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