O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou que ainda não definiu se disputará as eleições em São Paulo e que continuará conversando com o presidente Lula (PT) sobre o tema. A possível candidatura no maior colégio eleitoral do país movimenta o cenário político e amplia as articulações para 2026.
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NotíciasTranscrição
00:00Porque o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, falou sobre a tão pedida candidatura dele nas eleições aqui de São Paulo.
00:06Haddad disse que vai seguir ali conversando com o presidente Lula sobre concorrer a uma eventual eleição aqui no estado mais populoso do país.
00:14Pra governo ou para o Senado.
00:16A Júlia Firmino está ao vivo, vai trazer mais detalhes pra gente.
00:19Júlia, o ministro não deixou claro qual é o desejo dele.
00:22Apenas que tem conversas agendadas com o presidente Lula pra simplesmente tratar esse tema.
00:27Seja bem-vindo, uma boa tarde pra você.
00:30É isso mesmo, Cássio. Boa tarde pra você e pra quem tá com a gente aqui no 3 em 1 na programação da Jovem Pan.
00:38O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem dito que tem conversado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação a sua candidatura.
00:46Principalmente aqui para o governo do estado de São Paulo, viu Cássio.
00:50O ministro participou hoje de um evento de finanças e negócios aqui no estado da BTG.
00:56E aí, nessa oportunidade, ele falou que tem conversado com Lula.
01:01Porque Lula quer que Haddad concorra ao governo do estado de São Paulo.
01:05Pra bater de frente mesmo com o Tarcísio de Freitas, que é o atual governador por aqui.
01:10E que também já disse que vai concorrer à reeleição.
01:14Já descartou a possibilidade de concorrer à presidência da república.
01:18Agora em 2026.
01:20Então, a intenção de Lula é justamente bater de frente com o Tarcísio de Freitas.
01:24Ter um nome de peso pra bater de frente com o Tarcísio de Freitas.
01:27Mas também fortalecer aqui a legenda, né?
01:30O PT aqui no estado de São Paulo.
01:33E aí a gente tem um trechinho separado da fala de Haddad pra gente ouvir.
01:37Bora acompanhar?
01:38Eu tô discutindo com o presidente.
01:41Evidentemente é uma conversa, em geral, reservada.
01:44Eu nem me permito abrir, porque é só com ele.
01:48E nós estamos com muita tranquilidade conversando sobre São Paulo e sobre outros locais.
01:55Ele pede minha opinião sobre as coisas, eu dou.
01:58E ele me ouve.
01:59E nós vamos caminhar.
02:01O senhor tá aberto, então?
02:03A gente pode terminar com essa conclusão?
02:05O senhor tá aberto a ouvir, a debater?
02:07Eu tenho uma posição, mas eu não vou deixar de ouvir o presidente da república.
02:11Mas eu tenho um posicionamento agora.
02:14Se ele te convencer...
02:16Se eu tô conversando com ele, é porque eu respeito a opinião dele.
02:24É, Haddad diz então que essas conversas têm sido muito respeitosas, né?
02:28Um dá a sua opinião, o outro lado também se manifesta e troca essas opiniões com muito respeito.
02:34Haddad também lembrou, né?
02:35Que foi escolhido pra concorrer à presidência da república ainda em 2018.
02:41O contexto era diferente, né?
02:43O PT escolheu Haddad pra fazer essa corrida eleitoral justamente porque o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava preso, né?
02:49Mesmo que os seus advogados tivessem tentado aí alguns recursos pra que Lula pudesse concorrer.
02:54Ainda assim, quem foi escolhido pelo PT ali em setembro, já muito próximo do período eleitoral, foi Fernando Haddad.
03:01E aí, Fernando Haddad também chegou a dizer que a conversa com Lula é reservada, né?
03:06Nesse evento ele citou isso, que é reservada, que tem uma posição formada, mas que escuta aí Lula com respeito.
03:13E a gente precisa destacar que essas falas de Haddad vêm em um contexto em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem buscado um representante aqui pro estado de São Paulo para o PT.
03:24E que o nome do vice-presidente Geraldo Alckmin também já foi citado, mas que Alckmin já recusou essa disputa aqui pelo governo do estado.
03:34Volto com você, Cassius.
03:35Ô, Júlia, antes de você ir embora, eu quero saber que rua você tá falando porque o Alan Gani e o Fábio Piperno fizeram uma aposta.
03:41Um acredita que é uma rua, outro acredita que é outra rua.
03:44Onde você está pra gente saber quem ganha essa aposta?
03:49Eu já fiquei sabendo que essa aposta rola aí nos bastidores, viu, Cassius?
03:53Cruzei com os meninos já nos corredores da Jovem Pan e eles dizem que hora ou outra eles fazem aí essa disputa, essa aposta mesmo.
04:01Agora a nossa equipe tá aqui na Alameda Campinas, bem próxima da Avenida Paulista, bem próxima também da sede da Jovem Pan.
04:08Uma hora ou outra a gente faz um link por aqui, um fundo neutro, pra trazer então as atualizações e as notícias aqui por parte de São Paulo, viu?
04:15Perfeito, Júlia. Obrigado pela informação.
04:17E Alan Gani, o vencedor da nossa aposta aqui.
04:20Acertei, acertei.
04:21E a Júlia é uma craque, né?
04:22Ela deu assim, ela fez todo um...
04:24É, todo um negócio pra divulgar o...
04:26Bom, de presente a Alan Gani vai ganhar então a primeira pergunta da rodada.
04:31Que presente, hein? Presente de grego.
04:35Ô, Gani, eu quero falar sobre essa questão, há um mistério muito grande em relação ao futuro político de Fernando Haddad.
04:41Pelo menos ele já deixou claro que quer deixar o Ministério da Fazenda, isso deve acontecer nas próximas semanas.
04:46Lembrando que o ministro ainda pode fazer uma viagem à Ásia, ao lado do presidente Lula, antes de deixar a pasta.
04:53Mas, até lá, Lula quer conversar com ele, porque já disse, inclusive publicamente, que Haddad tem uma missão aqui no estado de São Paulo, mas ainda não ficou muito definido se vai pro governo do estado ou pra Senado.
05:05Haddad parece que não gosta de nenhum dos caminhos.
05:08Pois é, eu acredito que, num primeiro momento, o Fernando Haddad, de fato, queria dar um tempo da política.
05:15Queria voltar pra vida acadêmica, ele é professor universitário, enfim.
05:21Mas, daí, tem toda uma pressão do seu partido e do próprio presidente da república, né?
05:27Ou seja, um chamado do presidente da república, como é que você vai recusar?
05:32É muito difícil.
05:33E aí eu vejo que, talvez, ele aceite ir para o Senado.
05:39Dado que seria uma eleição muito difícil para ele no governo do estado contra o Tarcísio de Freitas.
05:47Amargar, aí, mais uma derrota, né?
05:50Lembrando que ele já perdeu a prefeitura uma vez, perdeu de uma maneira acachapante contra o Dória, perdeu também contra o Bolsonaro.
05:59Então, outra derrota pra ele, né?
06:01Seria muito ruim em termos políticos e até pra ele, pra vaidade pessoal dele.
06:05Agora, no Senado, evidentemente que ele teria mais chance.
06:08Então, eu vejo que o futuro pra ele seria o Senado Federal.
06:11Ô, Zé Maria Trindade, eu quero te ouvir também.
06:14Você acredita que o próprio ministro Haddad, se entrasse em campanha, seria, pelo menos, ou teria mais chances de vitória numa disputa do Senado do que pra governo do estado?
06:25É, pro Senado, chance, né?
06:27Mas pra derrotar o Tarcísio é muito difícil.
06:30Fiquei sabendo que numa conversa com o vice-presidente Geraldo Alckmin sobre a candidatura dele ao governo,
06:36que ele teria dito, afaste de mim esse cálice, uma situação, tipo assim, meio complexo, né?
06:43Mas, na verdade, ele é disciplinado, né?
06:45Ele recebe, assim, as funções como se fosse uma missão.
06:49O presidente Lula está diante de uma dificuldade, o maior colégio eleitoral do Brasil, São Paulo,
06:56e ele precisa de uma candidatura ali que, pelo menos, dê uma impressão de que há uma disputa em andamento.
07:03Porque, conforme for o candidato contra o Tarcísio, não haverá uma disputa.
07:08E será um tal anti-candidato que já existiu antigamente, né?
07:12Que era o candidato apenas para contestar e para dizer que, olha, nós não estamos, por unanimidade, apoiando essa pessoa.
07:20E o candidato em São Paulo, ao governo de São Paulo, ele é necessário para fazer uma boa bancada para a Assembleia,
07:28uma boa bancada para a Câmara dos Deputados e o senador.
07:32Então, é uma decisão difícil, porque há uma evidente falta de quadros na esquerda.
07:39Na direita é o contrário, é um excesso de candidatos e pessoas que se resolvem.
07:44São governadores que têm 80% de aprovação popular nos seus estados, né?
07:49E há vários candidatos.
07:52E, na esquerda, é o presidente Lula para a reeleição e pronto, não tem outra presidência.
07:56E nos estados, também não é só São Paulo, há dificuldade para a definição de candidaturas, né?
08:03Esse apagão de líderes mostra que o presidente Lula vai ficar como o principal item de referência da esquerda
08:10por muito tempo, muito além destas eleições.
08:13Ô, Piper, não quero te ouvir, porque o Haddad foi bem taxativo.
08:16E, perdão, aqui o trocadilho foi sem querer, tá, gente?
08:20Não foi nada, não foi nenhuma crítica ao ministro da Fazenda.
08:23Você tem um humor bom, cara.
08:25Não, mas foi sem querer.
08:26Agora, depois que eu falei, eu me liguei.
08:28Ele foi extremamente enfático.
08:29Vamos trocar o sinônimo aqui?
08:32Ah, o Gani tá de sacanagem comigo.
08:34Não, não, é porque você tem umas piadas.
08:36Obrigado, obrigado.
08:37Ô, Piper, não quero te ouvir, porque o ministro foi muito enfático na sua posição.
08:41Mas ele deve ouvir o presidente, querendo ou não, deve vestir essa camisa, né?
08:45Veja, quando você começou a falar, eu até fui checar o resultado aqui,
08:49pra pegar, né, até nas casas decimais, a contagem do primeiro turno da eleição de 2022.
08:57Porque o presidente Lula, ele tem uma teoria com a qual eu concordo,
09:03que a eleição, ela, por ser uma eleição bastante polarizada,
09:11ela já é uma eleição que tá mais ou menos definida em relação aos seus dois postulantes
09:17e também a opção que os eleitores fizeram.
09:23Porque essa opção, ela não é nova.
09:26Então, veja, Lula e Bolsonaro, somados, tiveram no primeiro turno de 2022
09:3391,63% dos votos válidos.
09:39E eu ouso dizer que dessa vez vai ser algo muito parecido com isso.
09:44Porque aquele eleitor de direita, ele não virou de esquerda,
09:47e o de esquerda não virou de direita, né?
09:49Quer dizer, são eleitores já mais ou menos definidos.
09:54A faixa do meio, ela tá muito achatada.
09:57E aí sim, são três, quatro, cinco por cento pra lá ou pra cá,
10:01que obviamente não só podem definir a eleição,
10:04como inclusive podem abreviar a definição já pro primeiro turno.
10:09Mas aí entra a questão do Senado.
10:12Para o presidente Lula e pra muita gente,
10:15a eleição realmente que vai contar...
10:17Assim, a eleição onde há margem pra muitas disputas
10:21vai ser exatamente a eleição pro Senado.
10:24Aqui em São Paulo, não há clareza de quem seriam os dois favoritos.
10:29Para o Haddad apareça bem nas pesquisas,
10:31mas não sabe nem se ele vai ser candidato.
10:33Em Minas, por exemplo, é briga de foice, tem dez nomes.
10:37Há outros estados, por exemplo.
10:38Quem é, quem seria hoje?
10:40Pernambuco também, tá?
10:41Enfim, Pernambuco, vários.
10:43Quem seriam os grandes postulantes lá no Rio de Janeiro?
10:46Então, nesse sentido, realmente o ajuste tem que ser muito fino.
10:51Pra que não se cometam isso.
10:53Vejam só a batalha dos pretendentes lá em Santa Catarina.
10:58Por quê?
10:58Porque qualquer vacilo pode dar margem aí ao outro lado.
11:03Porque na eleição pro Senado, sim, a briga promete ser bastante aberta.
11:10É, e o Senado Federal meio que virou ali, pelo menos, uma briga de ouro.
11:14Todos os partidos querem ter uma representatividade maior dentro do Senado Federal
11:18e vai ter uma importância muito grande nessas eleições, inclusive nas composições estaduais.
11:24Falando ainda sobre o futuro de Fernando Haddad, o ministro disse que não tem data para deixar o governo.
11:29Vamos conferir.
11:31Não tem data ainda, mas assim, fique tranquilo.
11:36Não, eu não sei se a Faria Lima tá tranquila.
11:39A gente tem que perguntar pra ele.
11:40Eu saio.
11:41Ninguém tá querendo te tocar pra fora.
11:45Eu imaginei que, se fosse dizer, das minhas últimas aparições aqui como ministro da Fazenda,
11:51mas ontem eu estive com o presidente Lula, num café da manhã,
11:55que ainda me pediu algumas coisas na saideira aí,
12:01e eu vou atender o presidente.
12:03Tipo o quê?
12:04O senhor não vou te contar.
12:09É, gente.
12:10Vitor Antun, quero te ouvir.
12:12O ministro da Fazenda disse que ainda tem umas coisas pra fazer nessa saideira, hein?
12:18É, tem um palpite segura.
12:19O palpite seguro seria um novo imposto, né?
12:22Mas acho improvável no ano de eleição.
12:25De qualquer forma, a posição do Haddad nessa sucessão do Lula é um pouco complicada, né?
12:30A gente precisa lembrar, na eleição, né, pré-gressa,
12:33a grande vantagem, o grande desenvolvimento do bloco petista
12:38foi justamente um grande ganho de votos num perfil eleitoral muito claro.
12:43Votos de classe média sudestina.
12:45Especialmente, então, por óbvio, né, São Paulo e Rio de Janeiro.
12:49Ou seja, esse eleitorado, nessa nova disputa, não pode estar à revelia.
12:54O PT precisa estar com uma chapa muito fortalecida em São Paulo
12:57justamente pra não renunciar a esses ganhos.
13:00O que aconteceu na época foi certamente muito impactado
13:03pela gestão do Bolsonaro na pandemia,
13:06mas, de qualquer forma, isso não vai ser uma carta na manga,
13:09eleitoralmente dizendo, é claro, pro PT.
13:12Então eles precisam conseguir trabalhar uma boa junção, né,
13:17de quadros pra poder levar esse eleitor à urna
13:20e não deixar esse cara se seduzir pela dobradinha plausível, né,
13:25o governo Tarcísio e Flávio Bolsonaro pra presidência.
13:29De qualquer forma, as chances do candidato petista
13:32que disputar o governo de São Paulo são muito fracas.
13:36No Senado já é plausível, pode dar caldo.
13:40O Alangani, quando a gente fala que o ministro da Fazenda
13:42pode, inclusive, né, deixar o cargo,
13:45há uma expectativa também pra quem vai assumir.
13:47Se fala muito no número dois da pasta, o Dário Durigam,
13:50inclusive o próprio ministro já falou publicamente,
13:52elogiando ele, e há uma expectativa pela solução caseira.
13:55Mas é claro também que há um ano eleitoral
13:58em que a pasta não pode ser simplesmente abandonada.
14:00Como é que você vê também essa situação,
14:02não só em relação ao ministro da Fazenda,
14:04mas também a pasta que é tão importante
14:06e também, e que é muito criticada lá em Brasília?
14:09É, de fato é uma pasta muito importante,
14:12mas ninguém vai fazer uma grande reforma
14:15num ano eleitoral, Cássio.
14:16Colocando o Durigam, né, seria basicamente
14:18a continuidade do trabalho do Haddad.
14:21Talvez seria até um pouco melhor do que o ministro Fernando Haddad.
14:25Se ele disputar o governo do estado de São Paulo,
14:28talvez, né, teria uma solução para o ministro Fernando Haddad.
14:33Ele vai pro sacrifício, perderia em São Paulo,
14:35mas caso o presidente Lula se reeleja,
14:39ele voltaria a ser ministro.
14:41Não necessariamente ministro da Fazenda,
14:44mas teria um outro ministério.
14:46Talvez esta seja uma solução
14:50para convencê-lo a ir para o sacrifício
14:53e perder aqui no governo do estado de São Paulo.
14:57Diferentemente se ele disputasse o Senado, Cássio.
15:00Ô, Fábio Perdo, de bate-pronto, assim,
15:02de zero a dez, chance de Fernando Haddad
15:05disputar ou pelo menos ganhar
15:06o governo do estado de São Paulo?
15:08De ganhar o governo do estado de São Paulo,
15:11dois.
15:12Disputar o governo do estado de São Paulo, cinco.
15:14Ele não quer, mas o Lula quer.
15:16Então vamos ver nessa queda de braços
15:18quem acaba ganhando.
15:19E no Senado, hein?
15:20Vamos seguir com esse bolão aqui.
15:22No Senado, oito de se eleger.
15:24E eu acho que um seis ou sete
15:26a gente vai participar.
15:27Eu acho que o Senado, com um jeitinho, ele vai.
15:29Ô, Zé Maria Trindade,
15:30você acredita que há chance, pelo menos,
15:33ou pelo menos uma predisposição
15:34de Haddad disputar o Senado?
15:36Você também acredita que o Piperno
15:38tem grandes chances e pelo menos vai,
15:40pelo menos forçar um pouco mais a barra
15:42para seguir aí ao Senado?
15:44Há uma decisão no PT de jogar os medalhões
15:48na política de novo, José de Seu e outros, né?
15:51Todos possíveis para fazer volume e fazer votos.
15:54Então, Fernando Haddad seguramente será candidato
15:56ou ao Senado ou ao governo de São Paulo.
15:59Acho que ele tem mais chances para Senado, né?
16:03Mas a ideia de apresentá-lo como candidato
16:06ao governo de São Paulo é a origem do PT.
16:09O PT sempre teve muita candidatura em todos os lugares.
16:13É, foi a grande estratégia do PT
16:15de apresentar candidaturas e não acordos, né?
16:18Então, eu acho que a origem está no DNA do partido
16:22e pode ser que ele se apresente ao governo.
16:24Agora, quanto mais se aumentam as chances de um setor,
16:28mais candidatos aparecem.
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