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  • há 8 meses
ODONTOLOGIA GERAL - Todas as Aulas Organizadas de forma Didática na Playlists.

Transcrição
00:00Voltando a pério, vamos falar um pouco de doença periodontal necrosante.
00:15São as formas mais graves que a gente tem de doença periodontal.
00:21São muito debilitantes e a progressão é muito rápida.
00:24O paciente que tem periodontal necrosante geralmente não consegue se alimentar,
00:31então o estado geral dele não fica bom.
00:34E aí, independente se é a GUM ou a PUM, elas parecem representar estágios diferentes da mesma doença,
00:40porque a evolução delas de uma para a outra é muito rápida.
00:42Assim como na periodontista gengivite, o que diferencia é a perda óssea e a perda de inserção.
00:47Então, a gengivite e necrosante, as lesões vão se limitar ao tecido gengival sem perda de inserção.
00:53O concurso gosta de sempre botar uma questãozinha de doença ulcerativa necrosante.
01:03No caso da periodontista e necrosante, as lesões vão ficar limitadas aos tecidos periodontais.
01:08Então, a gente tem osso alveolar, ligamento gengiva acometidos.
01:14E aí, se realmente o paciente estiver muito imunossuprimido e não for tratado antes,
01:20pode evoluir para a estomatite e necrosante, que aí tem envolvimento além da junção muco-gendival.
01:27Então, a imunossupressão desse paciente está tão grave que o menor problema dele vai ser a lesão ulcerativa na boca dele.
01:32A prevalência.
01:36Bom, acho que vocês ouvem a história de que em períodos de guerra houve uma prevalência aumentada das lesões ulcerativas,
01:45que como estão associadas à imunossupressão, os soldados na guerra ficavam muito estressados, imunossuprimidos,
01:53se alimentavam mal.
01:54Então, a prevalência das doenças aumentou nessa época.
01:57É nos países desenvolvidos, são raras e ocorrem mais em adultos jovens.
02:05Então, a prevalência ainda mais frequente nos indivíduos infectados pelo HIV, por quê?
02:11Faz imunossupressão, mas não naqueles em tratamento com os antirretrovirais.
02:18Por quê?
02:18Porque esse paciente está com um quadro mais favorável, né?
02:24Características clínicas.
02:26Tem o desenvolvimento das lesões, vão formar crateras interproximais e com a formação de sequestro ósseo também,
02:32podendo envolver a mucosa alveolar.
02:35Características clínicas.
02:37O paciente vai ter linfadenopatia, pode ter febre e mal-estar.
02:42A higiene oral dele vai ser crucial, uma vez que não tem esse tipo de doença, se não tiver placa e cálculo.
02:48E a partir do momento que ela se instala, a dor é tanta que esse paciente não consegue fazer higiene direito.
02:54Então, uma coisa vai piorando a outra, né?
02:56Então, acumula mais placa, acumula mais cálculo, a doença dele se agrava.
03:00A gengivite necrosante é uma condição da gengiva.
03:07Primeiro que aconteceu a ulceração e necrose da papila e margem gengival, então geralmente começa pela papila.
03:13As úlceras são cobertas por uma camada branco-amarelada, que chamamos de pseudomembrana.
03:20E as lesões são dolorosas e de evolução rápida, então é muito dolorido, né?
03:25O paciente se queixa muito de dor.
03:28O sangramento é facilmente provocado e pode ser espontâneo também, principalmente quando é período antídico-serativo necrosante.
03:35Acontecem as primeiras lesões interproximais, tá?
03:38Vão ficar limitadas as extremidades de poucas papilas, pode ocorrer em qualquer espaço interproximal.
03:44E aí o fator fora da boca é acentuado e tá frequentemente associado.
03:51Então nas crateras interproximais acontece a necrose gengival extensa com a perda ósseo violar.
03:58Raramente tá associada a formação de bolsa profunda, por quê?
04:01No caso da periodontite normal, você não tem necrose.
04:05Então seu tecido, sua margem gengival continuam lá, você coloca a sonda e você tem bolsa.
04:09No caso da gengivite da periodontite ulcerativa necrosante, como você tem ulceração, aquele tecido que formaria a bolsa, ele vai sumir, né?
04:20Você perde.
04:21Então as profundidades, elas não são muito grandes, porque você perdeu o tecido, tá?
04:26Necrosou.
04:30Conforme a lesão vai progredindo, vai haver a separação das papilas vestibular e lingual.
04:35E o meio, uma depressão necrótica entre elas.
04:39A formação da cratera.
04:42E as crateras, quando a cratera já tem envolvimento de ligamento e osso, que caracteriza a periodontite necrosante,
04:49porque enquanto não tem envolvimento de osso, a gente não tem periodontite.
04:53As áreas vão começar a aumentar lateralmente de necrose e vão se juntar e formar uma área grande de necrose contínua.
05:01Aí que o paciente não consegue nem higienizar, nem comer, nem beber nada.
05:05Durante a formação do sequestro ósseo, vai haver necrose de pequenas ou grandes áreas de osso ouveolar,
05:11que durante o tratamento a gente tem que remover essas áreas necróticas.
05:14No início, esse osso vai estar aderido com firmeza, mas ele vai perder a característica, né?
05:22Essa firmeza toda dele, conforme a doença progride, sendo que a gente consegue remover alguns pedaços,
05:28inclusive sem anestesia.
05:31Pode envolver osso interproximal também.
05:36E aí, se a gente não trata, pode evoluir.
05:39O paciente tem que estar com uma supressão grave para evoluir para a estomatia tinecrosante.
05:42Então, é quando a progressão na necrose alcança, além da junção muco-gengival.
05:47Então, tem extensa destruição e está relacionada ao sistema imune do paciente,
05:53associada tipicamente ao HIV.
05:56E aí, o paciente está tão imunossuprimido que isso já põe em risco a vida dele
05:59e o problema moral dele é dos menores em relação ao sistêmico, né?
06:05Vai haver aumento dos nódulos linfáticos também,
06:08limitados aos submandibulares e aos cervicais também podem ser atingidos.
06:14A febre e o mal-estar não são características das doenças necrosantes.
06:18Então, é que nem eu estava conversando com o Lucas.
06:20Toma antibiótico ou não toma antibiótico se você tem um quadro, sei lá,
06:24igual falaram que estudantes aumenta a prevalência de doença gengival serativa
06:30quando tem estudantes em época de prova na faculdade, porque ficam estressados.
06:34E aí, tem um quadro de individuo serativa necrosante, periodontidio serativa necrosante,
06:38aí, trata com antibiótico ou não, né?
06:41Depende, se ele tiver algum envolvimento sistêmico,
06:44linfadenopatia, febre, mal-estar, a gente associa.
06:49Se não, não.
06:49A gente remove o fator que causa, placa e cálculo.
06:52Do mesmo jeito que a doença é rápida para progredir, ela regride bem também, tá?
06:56Então, a febre e o mal-estar não são características comuns nas doenças necrosantes.
07:05O paciente com o tipo de doença necrosante, eles têm o gene oral deficiente
07:09e conforme a dor aumenta, pior fica.
07:15Além disso, existem as formas crônicas e recorrentes da gengivite,
07:19da periodontidio serativa necrosante.
07:21Por exemplo, os pacientes tabagistas, que têm o suporte sanguíneo alterado,
07:26pode levar a necrose também.
07:29E aí, o paciente não deixa de fumar, ele pode ter periodontidio serativa necrosante recorrente.
07:37Se a doença não for tratada, ou o tratamento for inadequado,
07:41a fase aguda cede gradualmente.
07:43Então, você tem esse período grande, agudo, grave,
07:46e aí, não tratou, depois de um tempo, ele pode ter remissão.
07:49Então, os sintomas vão ficar menos desagradáveis,
07:55a destruição vai persistir, mas mais lentamente do que na fase aguda,
08:00e aí ele vai ser classificado como gengivite ou periodontidio necrosante crônica.
08:05Surpresa!
08:06Já ouviram falar?
08:06E o processo pode ser agudo novamente.
08:14E aí, a gente fica nessa, periodontidio serativa crônica,
08:17necrosante crônica, aguda.
08:23O diagnóstico, ele vai ser baseado nos achados clínicos,
08:26o relato de dor do paciente, o sangramento da gengiva,
08:28o aspecto dessa gengiva.
08:30Pode ser confundida com a gengiva estomatite herpética,
08:35afinal de contas, no quadro de gengiva estomatite herpética,
08:38que vocês lembram, tem uma série de úlceras
08:40que podem ficar pertinhos e formar áreas de úlceração grandes, né?
08:47A febre pode ajudar a diferenciá-la,
08:50se vocês se recordam do início da aula,
08:52o paciente que tem gengiva estomatite herpética
08:54apresenta febre, no caso da gengiva esterativa necrosante,
08:58nas necrosantes, é raro.
09:01Pode ser ainda diagnóstico diferencial de leucemia,
09:04mas a gengiva, com esse aspecto vermelho azulado da leucemia,
09:08e os sintomas sistêmicos, que são mais raros nas ulcerativas,
09:12podem ajudar no diagnóstico diferencial.
09:16Esse quadro tá aqui pra vocês também,
09:18porque já foi questão de prova,
09:20que deve estar no final da postila de vocês que eu coloquei,
09:23o diagnóstico diferencial entre essas lesões, tá?
09:27Então, de etiologia, desde a etiologia até a idade, sintomas,
09:33duração de diagnóstico diferencial das necrosantes da gengiva estomatite herpética.
09:38Falando em histopatologia,
09:43que a gente tem necrose do epitélio das camadas,
09:46de etiliais,
09:47eita, necrose do epitélio das camadas superficiais de conjuntivo,
09:52e uma reação inflamatória inespecífica.
09:54Então, os micro-organismos são isolados dos componentes teciduais do epitélio
10:00e do conjuntivo sadio também.
10:05Além disso, tem essa camada branco amarelado ou cinza,
10:08rede de fibrina,
10:10espiroquetas estão entre as células inflamatórias.
10:15Lá no fundo da lesão, o que a gente vai encontrar?
10:18Tecido conjuntivo vital,
10:20que vai estar coberto por áreas de necrose,
10:22células desintegradas,
10:27e apenas as espiroquetas estão presentes na porção superior do conjuntivo vital.
10:31Falando em conjuntivo sadio,
10:33os vasos estão dilatados e vão se proliferar para formar tecido de granulação,
10:38que está tentando um reparo.
10:40O processo agudo é dominado por neutrófilos.
10:43Nas porções profundas, a gente tem monócitos e plasmócitos.
10:49Deixa eu só ver aqui uma coisa que eu quero mostrar para vocês.
10:52A gente tem uma flora constante,
10:57que engloba essas bactérias que vocês estão vendo,
10:59o treponema SP, selenomonas,
11:01a variável e a flora característica de espiroquetas e fusobactérias
11:06que são relacionadas às doenças necrosantes.
11:08E o potencial patogênico dos micro-organismos relacionados às doenças ulcerativas necrosantes?
11:16Eles podem invadir tecido.
11:18Lembra que quando a gente viu a microbiologia, as espiroquetas,
11:21elas conseguiam invadir tecidos também?
11:23A liberação de endotoxina,
11:26que tem esses efeitos diretos e indiretos na resposta do hospedeiro.
11:29Tem também a reação Schwarzman,
11:34que por intermédio desse efeito tóxico direto,
11:37as endotoxinas podem provocar danos nas células e nos vasos,
11:41que vão levar à necrose também.
11:43Não são transmitidas por contato habitual.
11:48O mecanismo de defesa sobrepõe as características do micro-organismo,
11:52ou seja, está muito mais relacionada à imunossupressão
11:55do que à virulência dos micro-organismos encontrados na doença.
12:00Só se instala quando ocorre a redução desses mecanismos de defesa.
12:05E a gente tem duas fases de tratamento.
12:07Tratamento da fase aguda e fase de manutenção.
12:10Na fase aguda, a gente está tentando eliminar a doença.
12:12Evitar a dor do paciente e o desconforto dele.
12:16Não é fácil fazer o tratamento mecânico
12:18no paciente que tem ulcerativa necrosante,
12:22porque é muito dolorosa.
12:23Então, a gente prefere o ultrassom do que as curetas,
12:28por ser menos sofrido para o paciente.
12:30Então, a gente usa, a gente faz a raspagem
12:32o mais completa que a gente conseguir na primeira sessão,
12:35porque quanto mais biofilme a gente conseguir tirar,
12:38melhor a resposta dele, ele volta para a outra sessão bem melhor.
12:43Também substituir a escovação por agentes químicos de controle de placa,
12:46por exemplo, usar clorexidino.
12:49Esse paciente não vai conseguir escovar,
12:51senão ele vai sentir muita dor.
12:52Se ele não escovar, é pior.
12:54Então, a gente faz uma compensação.
12:57Além disso, o peróxido de hidrogênio, 3%,
13:01diluído em partes iguais de água morna,
13:04como solução de bochecho durante o debridamento.
13:06Clorexidina, 0,2, duas vezes ao dia,
13:11com o debridamento mecânico, enquanto a gente estiver falando.
13:14E quando que a gente vai usar antibiótico?
13:17Quando o seu paciente responder pouco ao tratamento mecânico.
13:20Geralmente, ele responde muito bem.
13:22Ou quando a saúde gerada dele estiver afetada,
13:26que nem a gente falou, sintoma sistêmico,
13:28febre, mal-estar, se ele estiver muito abatido,
13:31a gente entra com a antibiótico-terapia sistêmica.
13:35Agora a gente está falando de tratamento em fase de manutenção.
13:38Ainda a gente mantém o clorexidina, 0,2, duas vezes ao dia.
13:43Antibiótico também.
13:46E aí a gente vai falar agora do abscesso periodontal.
13:49Alguma dúvida até agora, pessoal?
13:51Falem a verdade.
13:53Um de cada vez, para um ter briga.
14:01Viu? Também sofro disso.
14:11É o peróxido de hidrogênio.
14:13Ao 10?
14:16Linge preconiza 3%.
14:18Peróxido de hidrogênio.
14:19É água oxigelada.
14:28Vê aí, acha aí, Lucas.
14:29Bom, falando um pouquinho de abscesso periodontal.
14:34Então, os abscessos odontogênicos,
14:36eles são infecções agudas,
14:38que vão ter sua origem ou no dente ou no periodonto.
14:42As principais causas que levam os pacientes
14:44a procurarem tratamento emergencial no odonto.
14:47Ou seja, só porque ficou inchado e está feio,
14:50e só porque dói.
14:52E aí ele vai e procura a gente,
14:54para a gente resolver a vida dele.
14:55O abscesso periodontal, ele pode apresentar uma série de sintomas.
15:09Então, a inflamação purulenta, localizada,
15:12dor, tomefação,
15:14e podem ser classificados como periapical,
15:17periodontal e pericoronário.
15:19Em 99, Meng propôs o seguinte,
15:23o abscesso gengival em sítios sadios,
15:27e geralmente causados por infracção de corpo estranho.
15:30Então, o mais clássico que tem
15:31é a casquinha de pipoca.
15:36Alexandre, corta aí que eu vou falar merda.
15:38Já teve um caso do corpo estranho ser um penteiro.
15:47Corta, Alexandre, te amo.
15:50Juro, gente, nada é fácil, né?
15:52Tipo assim, né?
15:53Oi, gente, corpo estranho, como você foi parar aí, né?
15:58Enfim, deixa pra lá.
16:00Pronto, Alexandre, volta.
16:02Então, a resposta ao tratamento também é boa,
16:05porque se você tem a impactção do corpo estranho lá,
16:08se você remove o corpo estranho,
16:09você rapidamente resolve o problema do seu paciente.
16:12Abscesso periodontal, ele pode ser agudo ou crônico
16:15e tá relacionado à bolsa periodontal.
16:16Então, vejam, o gengival, o paciente tem o periodonto sadio, né?
16:20O abscesso periodontal, o paciente tá relacionado
16:22com bolsa periodontal, perda de inserção.
16:24Além disso, o abscesso pericoronário,
16:26que a gente chama de quê também?
16:29Pericoronarite, né?
16:30Nos dentes que estão parcialmente erupcionados.
16:35O abscesso é relacionado à periodontite.
16:40Quando acontece?
16:41A infecção aguda vai começar no biofilme,
16:44presente nas bolsas profundas.
16:48Quando ele tá relacionado à periodontite,
16:50quando ele não está, a infecção se origina de outra fonte.
16:54Como, por exemplo, também impactção de corpo estranho,
16:56alteração na integridade da raiz.
16:58O que acontece muito com a gente periodontista,
17:01só passar aqui,
17:02é o seguinte,
17:04às vezes tem aluno meu que fala,
17:06ah, eu sou ruim, eu sou horroroso,
17:08não sei o quê,
17:09é o seguinte,
17:10a gente tem uma bolsa muito profunda,
17:12aí o paciente tá cheio de cálculo,
17:14né?
17:15Mas exagero também,
17:16porque você deve estar perdido até aqui.
17:18E aí, quando a gente começa a raspar,
17:21a gente não tá vendo, né?
17:22Não é fácil fazer raspagem sub-gengival.
17:25Aí a gente raspa aqui,
17:27aí deixa uma bactéria maldita aqui,
17:30e raspa e alisa todo o resto.
17:31Aí fica essa maldita aqui que a gente não vê, né?
17:34Aí o que que acontece?
17:36Como você tem tecido saudável de dente pra cima,
17:38as suas fibras vão o quê?
17:39Se reinserir aqui.
17:41Concorda comigo?
17:42E aí você fez o quê com esse cálculo maldito que ficou aqui?
17:45Você encapsulou ele, coitado, né?
17:47Confinou ele lá.
17:48Aí acontece o quê?
17:50Abscesso.
17:50Aí você raspa, raspa, raspa,
17:54um monte de dente melhor,
17:55e aquele que não tinha um abscesso,
17:57de repente teve um abscesso,
17:58ah, eu vou ser uma dentista péssima, horrorosa,
18:00professora, socorro, vou morrer.
18:03Mas não, isso acontece nas melhores famílias, né?
18:05Então aconteceu o abscesso,
18:06confinou um cálculo lá,
18:08a gente vai lá, raspa de novo,
18:10tira o agente etiológico que tá causando,
18:13e tudo fica bonito no final.
18:17Quando a gente fala do abscesso relacionado à periodontite,
18:19ele representa um período ativo de colapso do periodonto,
18:23tá, do tecido periodontal,
18:24e ocorre devido ao fechamento marginal das bolsas profundas
18:27e a falta de drenagem natural,
18:29que foi isso que eu acabei de explicar pra vocês.
18:30Então você confinou aquela bactéria lá,
18:32não tem pra onde ela se drenar,
18:33se for algum abscesso, é isso.
18:36Então fatores que favorecem bolsas profundas e tortuosas,
18:39concavidades,
18:40lesão de furca, raspa furca também,
18:43é um horror, né?
18:46Não é não?
18:46Não é?
18:46Raspa furca é terror e pânico.
18:51E aí depois que começa a fase aguda,
18:53tem o acúmulo de neutrófilos,
18:55o colapso tessidual e a formação do pus.
19:02Quais são os mecanismos?
19:03A gente tem a exacerbação da lesão crônica,
19:05o abscesso pós-terapia,
19:07o abscesso pós-raspagens,
19:11porque a gente deixou pequenos fragmentos de cálculo lá dentro,
19:13pra gente não sentir o micro.
19:15Enfim, infelizmente.
19:20Abscesso periodontal pós-cirurgia.
19:22Então quando a gente remove incompletamente cálculo sub-gengival
19:26ou os corpos estranhos,
19:28como sutura, dispositivo de regeneração
19:31ou preenchimento periodontal,
19:32a gente deixou lá, confinou,
19:34não teve pra onde drenar,
19:35é abcedor, tá?
19:39Deixar o cálculo,
19:41raspagem em campo aberto já é mais difícil, né?
19:43Abscesso pós-antibiótico,
19:47tratamento com antibiótico sistêmico
19:48sem debridamento sub-gengival,
19:50ou seja, você coloca o paciente
19:53pra fazer antibiótico-terapia sistêmica,
19:55mas não raspa seu paciente com abscesso.
19:58E aí vai gerar uma superinfecção.
20:02Então nesse caso aqui,
20:05pode ocorrer também em relação ao bolsa periodontal
20:08e relacionado a um fator externo.
20:09Não sei se vocês conseguem ver daí,
20:10mas aqui, o paciente tá drenando
20:13e tem uma fratura horizontal.
20:15Conseguem ver?
20:18Então a impactação de corpo estranho
20:21no sulco ou na bolsa,
20:22alteração de morfologia de raiz,
20:25a prevalência chega entre 8% e 14%
20:27das emergências odontológicas,
20:29a região de molares é a que mais tem casos
20:33de abscessos, né?
20:37Mais de 50% deles acontecem em molares,
20:40principalmente devido à morfologia
20:41e área de fúrbica.
20:44E alguns estudos consideram os incisivos
20:46ântero-inferiores como os mais afetados.
20:48Então costumo ver também muito paciente
20:50com um incisivo.
20:51Sim, mas o paciente pra mim ainda
20:53que apresenta mais abscesso quem é.
20:56Tem uma condição aí que a gente usa
20:59pra fazer diagnóstico diferencial também
21:01de doença sistêmica,
21:02que é uma característica de um paciente
21:04diabético descompensado.
21:07Então, paciente diabético descompensado,
21:10esse menino que eu mostrei o caso
21:11pra vocês aqui,
21:12o que me chamou muito a atenção dele,
21:14além do aspecto ruim da gengiva dele,
21:18foi que ele tinha muitos abscessos.
21:20Então eu falei, gente,
21:21múltiplos abscessos,
21:23diabético, será, será?
21:24E veio a confirmação do diagnóstico
21:26depois que chegaram os exames de sangue.
21:29Tá?
21:32Então, vai ter bactérias,
21:34produtos bacterianos,
21:35células inflamatórias,
21:37tecido colapsado, exudato.
21:40A destruição vai ser causada
21:41principalmente pelas células inflamatórias
21:43e enzimas.
21:44A patogênese exata dele
21:46ainda é desconhecida.
21:48Então, acredita-se que aconteça
21:50pelo fechamento ou trauma
21:52na entrada da bolsa.
21:53Então, a gente confinou a bactéria lá dentro
21:55e aí faz um abscesso.
21:57Vai ter infiltrado inflamatório,
21:59destruição de conjuntivo,
22:00encapsulamento da massa bacteriana
22:02e a formação do abscesso.
22:05Então, é mais ou menos
22:06o que eu estava falando pra vocês.
22:07vocês, a gente deixou um pouquinho
22:09de cálculo aqui,
22:10confinou lá dentro,
22:11abscesso.
22:17A microbiologia polimicrobiana
22:20assemelha-se à microbiota
22:23de lesões crônicas de periodontite
22:25e é dominada por quem?
22:26Não móveis, grano negativos,
22:27anaeróbios, tritos e bastonetes.
22:29Por que que está em negrito?
22:30Porque já foi questão de prova.
22:31No concurso do ano passado
22:37caiu essa questão aqui,
22:39eu não sei se vocês viram quem passou,
22:41a gente passou, aprovou duas alunas
22:43de prótese, primeiro e segundo lugar,
22:45a Andressa.
22:46Aí quando eu encontrei com ela,
22:47ela me mandou até uma mensagem,
22:49não sei se foi no Instagram,
22:50no Facebook,
22:51que falou que lembrou de mim,
22:52porque caiu.
22:53Não, mentira,
22:53eu encontrei com ela depois da prova aqui.
22:55Aí ela falou que lembrou
22:57da resposta e acertou
22:59porque tinha na apostila,
23:01então caiu exatamente isso aqui,
23:03deve estar na apostila.
23:03Na apostila de exercício
23:05tem essa questão.
23:06A porfiromona gengivalis
23:07é a mais virulência ocorrência
23:09em até 100% dos casos de abscesso.
23:13Além disso, a gente pode ter
23:15Prevotela, Intermídia,
23:16Pusumbactéria nucleátum,
23:18Atanerella ferpocitia,
23:20Treponema,
23:23entre outras,
23:23a flora é muito diversa.
23:28Facultativas,
23:28agrânegativas facultativas.
23:31A gente tem o AA também,
23:32pode estar envolvido.
23:35Diagnóstico,
23:35sintoma mais evidente,
23:37elevação ovoide
23:38na parte lateral da raiz.
23:39Então a gente faz o diagnóstico
23:41clinicamente falando.
23:43Fica esse aspecto
23:44ovoide,
23:47aí o Pus, né,
23:48com a sondagem.
23:50A supuração pode ser
23:52através de fístula
23:53ou da bolsa.
23:56Geralmente a gente
23:56costuma ver as fístulas,
23:58os abscessos endodônticos, né?
24:00Mas esse daqui
24:01foi o pacientezinho
24:02que eu falei pra vocês,
24:03lembram?
24:03Pena que eu acho que
24:04eu não tenho uma foto do antes.
24:07Mas a gente fez
24:09a raspagem toda dele,
24:11ele não tinha abscesso
24:12aqui no canino,
24:14e aí ele voltou
24:15com o abscesso no canino.
24:17Eu fiquei arrasada, tá?
24:18Não queria que isso
24:18tivesse acontecido.
24:20Aí a gente fez
24:20sessão de raspagem
24:22no dente dele
24:23que apresentou
24:24o abscesso
24:26depois da terapia mecânica.
24:29Ele demorou um tempão
24:30pra voltar depois do diagnóstico,
24:31ele tava descompensado,
24:32a glicemia dele
24:33tava muito alta,
24:34o médico não liberou
24:35pra tratar,
24:35ele ficou seis meses
24:36tratando da diabéssia
24:37depois e retornar
24:38pra gente tratar
24:39a periodont.
24:41Sinais e sintomas.
24:42A dor, né,
24:44que pode ser leve
24:45ou intensa,
24:46fragilidade da gengiva,
24:48tumefação,
24:49sensibilidade à percussão,
24:51elevação do dente
24:52e aumento
24:53da mobilidade dentária.
24:55O diagnóstico.
24:57Durante o exame periodontal,
24:58a gente tem que ver
24:59esses sites
25:00com bolsa periodontal
25:01profunda,
25:03saber de onde vem
25:03essa bolsa periodontal, né?
25:05Através do exame radiográfico,
25:07o tecido interdental,
25:08ele vai ter aparência normal
25:10ou pouca perda óssea
25:11e varia o espessamento
25:13do ligamento periodontal
25:14a uma perda óssea
25:16pronunciada.
25:19Ainda podem apresentar
25:21elevação da temperatura
25:22corporal,
25:23mal-estar,
25:24linfadenopatia regional.
25:26O diagnóstico diferencial
25:28pode ser feito ainda
25:29com abscessos periapicais,
25:30cistos periapicais,
25:32fraturas verticais
25:33e abscessos endopério.
25:35Podem ter aparências
25:36e sintomas
25:37e neurologias
25:38similares,
25:39mas a etiologia
25:40dessas condições todas
25:42que eu falei anteriormente
25:44são diferentes.
25:46Sinais como
25:47ausência de vitalidade
25:49pulpar,
25:50presença de cárie
25:51profunda,
25:52fístula,
25:53achada nos exames
25:54radiográficos
25:55são esses que vão
25:56contribuir
25:56para a gente saber
25:57que tipo de lesão
25:58que a gente tem ali.
26:01Outras lesões,
26:02vamos lá,
26:02na cavidade oral
26:03que podem ter
26:03aparência de abscesso,
26:05osteomielite e tumores.
26:08Então,
26:08esse pacientezinho aqui
26:10tem uma fístula
26:11que foi rastreada
26:13com a buta peste
26:14levando aqui
26:15direto para a lateral
26:16de raiz.
26:17Então,
26:17se fosse para a região
26:18de ápice,
26:18a lesão era o quê?
26:21Endodôntica,
26:21né?
26:22Como que a gente trata?
26:27Incisa e drena,
26:29raspa e alisa,
26:30pode operar o paciente
26:32e a administração
26:33sistêmica
26:33de diferentes
26:34antibióticos.
26:37Tratamento apropriado
26:38da lesão original
26:39ou residual.
26:40Ok,
26:41uma vez que a situação
26:42de emergência
26:42já esteja controlada.
26:44Então,
26:44a gente controlou
26:45a fase aguda,
26:46depois a gente
26:47segue o tratamento.
26:48Então,
26:50tem uma série
26:51de agentes
26:51antimicrobianos
26:52que podem ser
26:53utilizados.
26:55Penicilina,
26:56mox,
26:57cefalexina,
26:59clinda,
27:00metroase.
27:03Sim,
27:04senhores?
27:06Complicações.
27:06Perder o dente.
27:08Então,
27:08a principal
27:09causa
27:09de exo
27:10durante a fase
27:11de terapia periodontal
27:12de suporte
27:13são os abscessos.
27:15O histórico
27:16de formação
27:16de abscesso
27:17é considerado
27:18um dente
27:19com prognóstico
27:19questionável.
27:20Então,
27:21aquele dente
27:21que fica fazendo
27:22abscesso,
27:22você trata,
27:23ele volta
27:24a ser dado,
27:25prognóstico
27:25desse dente
27:26não vai ser
27:26favorável.
27:29Além disso,
27:30pode ocorrer
27:30a disseminação
27:31da infecção.
27:33Então,
27:33várias infecções
27:34sistêmicas
27:34em várias partes
27:35do corpo
27:36podem ter
27:37como suspeita
27:38a origem
27:41suspeita
27:42do abscesso
27:42periodontal
27:43e podem ser
27:44explicadas
27:44por duas fontes
27:45de disseminação.
27:47Então,
27:47vamos lá.
27:47da bactéria
27:48dentro do tecido
27:49durante a terapia
27:50e a disseminação
27:52bacteriana
27:53ganha corrente sanguínea
27:55pela bacteremia.
27:56Então,
27:56você não trata
27:56o abscesso,
27:57ela cai na corrente sanguínea
27:58e se dissemina.
28:00Tá?
28:00falando em bônus,
28:05esse quadro
28:06foi aquele quadro
28:06que eu falei pra vocês.
28:07Por favor,
28:08anotem
28:09que é um quadro.
28:12Acho que esse está
28:12da agressiva,
28:15não está aí pra vocês, né?
28:17Mas é porque eu botei
28:18a parte dele
28:19na parte de crônica
28:20e agressiva.
28:2218?
28:22Então,
28:23assim,
28:23anotem aí,
28:24por favor,
28:25que esse quadro,
28:26pessoal do online,
28:27ele é do livro
28:29da Sobrapi.
28:31Então,
28:31pro pessoal
28:32que não é pério,
28:33que não está familiarizado
28:34com o diagnóstico
28:36diferencial,
28:37ele de uma forma
28:38didática
28:38mostra as diferentes
28:40entidades aí
28:41de periodontite
28:42pra vocês,
28:42com as características
28:43mais relevantes
28:44pra vocês lembrarem,
28:45tá?
28:45Mas ele não é do Linde,
28:47ele é da Sobrapi.
28:50Querem fazer um pouco
28:50de questões?
28:53Então,
28:53vamos.
28:57Vamos lá,
28:582012.
29:00Podem?
29:03Qual?
29:04Peraí,
29:04deixa eu ver
29:05uma pochila.
29:11Esse é o que tem
29:12bônus da lesão endopério?
29:13É.
29:14Tá.
29:15É.
29:15Porque é o seguinte,
29:17no edital de vocês,
29:19não discrimina
29:20a lesão endopério,
29:21ela tá dentro
29:22da classificação
29:23de doenças periodontais.
29:25E aí,
29:26como eu acho fácil,
29:27é fácil de resumir
29:28e tudo mais,
29:29embora não esteja
29:29no edital,
29:30eu coloquei aí,
29:31não tá sozinha,
29:32porque ele é um capítulo
29:33à parte
29:34da classificação
29:35nos livros,
29:36então tem o capítulo
29:37só de lesão endopério.
29:38Só que tá dentro
29:39da classificação,
29:41né,
29:41as lesões endopélicas
29:41periodontais.
29:42Então,
29:42de qualquer forma,
29:44eu resumi pra vocês aí,
29:45é do Linde,
29:46tá,
29:47pra vocês lerem,
29:49assim como eu fiz
29:50daqueles outros capítulos
29:51de anatomia periodontais,
29:52da parte 1,
29:53de anatomia,
29:54que não caiu nunca em prova,
29:56que era o capítulo 2,
29:57de rebordo,
29:58alveolar e dento,
29:59enfim,
29:59que eu deixei aí pra vocês,
30:01eu fiz o da lesão endopério
30:02separado também,
30:03tá?
30:06Tá na matéria de endo?
30:07Então pronto,
30:08deve estar.
30:11Mas de qualquer forma,
30:12já que vocês viram
30:13que tá aí,
30:15alguém tem alguma dúvida
30:16de lesão endopério
30:17que eu possa ajudar?
30:18Metade da turma é endo,
30:19metade da turma é pério.
30:22Alguém quer tirar alguma dúvida
30:24de lesão endopério
30:24que eu possa tentar ajudar?
30:26ajudar?
30:28Não?
30:29Então olha lá.
30:31Podem ser considerados,
30:33alguém falou alguma coisa?
30:41Tem que estudar,
30:42você não tem,
30:43essa frase não existe.
30:46Por isso que o botox é bom.
30:48Ah tá,
30:48do,
30:49da coisa?
30:54Ah tá,
30:55tá,
30:55sim senhora.
30:56Então assim não,
30:58da época que vocês
30:59estiveram endo,
31:00entendeu?
31:01Não,
31:02nem sim.
31:03Não, né?
31:03Se vocês estiverem,
31:04vocês me falem.
31:06Então vamos lá,
31:062012,
31:07podem ser considerados
31:08processos reacionais
31:10dos tecidos,
31:11dos tecidos moles
31:12periodontais
31:13as seguintes condições
31:15exceto.
31:18O que que pode,
31:18o que que não pode?
31:22Então processo reacional
31:23do tecido mole periodontal.
31:26é?
31:31É, né?
31:32Você foi,
31:33cara de pau.
31:36Ah lá.
31:38Das gengivites
31:39não relacionadas
31:40à placa,
31:41podemos citar,
31:43não relacionada
31:44à placa,
31:45alérgica
31:46por bomba de mascar,
31:48pênsego bolhoso,
31:49líquen plano
31:50ou gengivite
31:51por HIV.
31:59Pois é,
31:59agora é engraçado,
32:00né?
32:00Gengivite,
32:01porque gengivite
32:02por HIV
32:02não existe,
32:03né?
32:03Vamos lá.
32:15Aguma,
32:16eu queria que vocês
32:17tivessem microfone
32:18para vocês lerem
32:19as questões
32:20e sofrerem
32:21junto comigo
32:22para descobrir.
32:24Agum,
32:24é um processo
32:25inflamatório
32:26do tipo,
32:27vamos lá,
32:28específico,
32:29inespecífico,
32:30agudo ou crônico?
32:31Como é fácil,
32:34olha lá,
32:35crônico com coleção
32:36purulenta,
32:38é?
32:39Não,
32:39a gente já tirou
32:40esse aí.
32:41Aí,
32:42desenvolvimento
32:43de vesículas
32:44veritematosas.
32:45Na gum,
32:46a gente faz vesícula?
32:47Faz o quê?
32:49Úlcera.
32:51Inespecífico,
32:52que pode afetar
32:53a gengiva marginal,
32:55a papila inserida
32:56produzindo necrose
32:57epiterial e conjuntiva.
32:59Ou específico,
33:01que pode afetar
33:01a gengiva marginal,
33:03a papila inserida
33:04produzindo necrose epitemial?
33:09Ou é A ou é a B?
33:10A gente sempre fica assim
33:11no concurso, né?
33:12E agora?
33:13A ou é a B?
33:14E aí?
33:17Ela é inespecífica.
33:19Lembra que tem
33:19uma série de bactérias
33:21envolvidas
33:22não especificamente?
33:23Lembram disso?
33:23Isso?
33:26Em relação
33:27a gengivite
33:28e necrosante,
33:29informe
33:31se é falso
33:32ou verdadeiro
33:33o que se afirma
33:34abaixo
33:35e depois assinale
33:36a alternativa
33:37que apresenta
33:38a sequência correta.
33:40Então, vai lá.
33:41As lesões
33:41se iniciam
33:42na ponta
33:42das papilas dentais.
33:44É verdade?
33:45É verdade?
33:48Acho massa
33:48que fala assim,
33:49sim,
33:49aí eu pergunto
33:50de novo a mesma coisa.
33:50Ah, mas o pior
34:02é que eu acho
34:02que vai aparecer.
34:03Ai, droga.
34:04Viu?
34:04No pé.
34:07Peraí, volta
34:08como se vocês
34:09não tivessem visto.
34:11Então,
34:11a gente começa assim,
34:13né?
34:13A perda óssea
34:14é localizada
34:15nos incisivos
34:16e primeiros molares.
34:18É verdade?
34:18A da gengivite
34:19necrosante?
34:20Isso é característica
34:21de quem?
34:22Da periodontite agressiva.
34:24Afeta mais comumente
34:26idosos.
34:27Ai, é verdade?
34:28Não, afeta mais quem?
34:30Jovens.
34:31E é indolor.
34:32Gente,
34:33porra, pelo amor de Deus, né?
34:34É, sai a letra C aí.
34:44Por que que botou de novo, gente?
34:46Voltei.
34:48Olha lá,
34:48esse é aqui de 2010.
34:51Em relação aos abscessos periodontais,
34:54segundo o Linde,
34:55marque a alternativa incorreta.
34:58Incorreta.
34:59Então, vamos lá.
35:00Os sinais...
35:00Deixa eu virar pra cá.
35:02Eu não sei se me pega aqui.
35:05Os sinais clínicos
35:06de um abscesso periodontal
35:08incluem dor leve e intensa.
35:11É verdade?
35:11Não é verdade?
35:20Tragilidade da gengiva.
35:23Sensibilidade à percussão.
35:26Tomefação local ou difusa.
35:28Ou apenas uma área eritematosa.
35:30Eu acho que é só o local, né?
35:32A operação total ou diária
35:34que não é matematória ou não é?
35:36Correto.
35:37Eu acho que é matematória.
35:40Vou terminar de ler.
35:41O diagnóstico diferencial
35:44inclui abscessos periapicais,
35:47cistos periapicais laterais,
35:49fraturas radiculares
35:51e abscessos endopério.
35:54Vamos ver a próxima, né, Lucas?
35:57Não, mas agora você vê, né?
35:58A proposta é muito diferente
36:00da outra opção, né?
36:03Pô, você vai ver
36:03o diagnóstico diferencial.
36:05Nos pacientes com abscesso periodontal,
36:10com acentuada tumefação,
36:12tensão e dor,
36:14a terapia inicial
36:15consiste no debridamento mecânico
36:18subgengival
36:19posterior à antibiótico-terapia sistêmica.
36:23Isso faz o quê?
36:24Hiperinfecção, não foi isso que a gente viu?
36:27Em pacientes com periodontite avançada,
36:31o uso de antibiótico sistêmico
36:33sem debridamento subgengival
36:35pode causar a formação
36:37de abscesso periodontal.
36:39Então, vamos lá.
36:40Paciente com periodontite grave,
36:42avançada e grave,
36:43isso é a mesma coisa.
36:50Então, essa aqui tá certa?
36:53Essa aqui tá certa?
36:55Essa aqui tá errada ou tá certa?
36:58Então, as outras estão certas.
37:00A Lucas tá me dando o golpe.
37:03Então, assim, o que eu vejo é...
37:09Óbvio, vocês têm que estudar,
37:11vai ter que decorar coisa dessa,
37:12que número não é fácil.
37:14Mas se vocês forem pensar,
37:17as questões, elas sempre dão uma ajudada.
37:24Mas ela pode recrescer.
37:33Ela pode aumentar.
37:40Mas ali ele não falou nada de celulite.
37:42nas provas, tem essa diferenciação.
37:46Tem.
37:48Mas sabe o que é mais interessante?
37:53É que...
37:54É, é.
37:56Mas o que é interessante é o seguinte.
37:59Vocês vão ver que as questões,
38:01elas são copiadas e coladas dos livros.
38:04Então, quando eles vão fazer
38:06uma alternativa incorreta,
38:10ou então todas são incorretas
38:11e uma é correta,
38:13tem sempre uma coisa assim,
38:15outlier,
38:16que fala, caraca, né?
38:17Que grita.
38:18Então, assim,
38:19que é a questão realmente
38:20de fazer uma prova com calma,
38:22pensando,
38:23que a própria questão
38:24te dá uma direção, né?
38:26Do que fazer.
38:27Então,
38:29já vi que tem gente já de mochila
38:31vai embora, minha nora.
38:33Nora não, nora, né?
38:35Nora.
38:36É, vamos fazer mais essa aqui.
38:38Paciente com 16 anos
38:40apresentou o exame clínico
38:42bolsas periodontais
38:43com profundidade de 6 a 8 milímetros.
38:46Se a gente fosse dizer
38:46que era leve, moderada e grave,
38:48era o quê?
38:49Grave, porque está acima
38:50de quantos milímetros?
38:515.
38:53É, nas sondagens dos 16,
38:55que é um primeiro molar,
38:57um incisivo 21
38:58e outro primeiro molar 26,
39:00não é isso?
39:01Perda ósseo o quê?
39:03Perda ósseo.
39:04Que é a mesma coisa
39:04que perda ósseo o quê?
39:06Angular,
39:07que é da periodontite.
39:09Agressivo.
39:09Que tem, que patógeno?
39:11Ah.
39:12Que quem é antibiótico
39:13que mata é a...
39:14Isso aí.
39:15Estou bom, tudo lá.
39:17É, não se nota
39:19presença de cálculo
39:21e placa expressivos.
39:23Qual é o provável diagnóstico?
39:25Gente, agressivo.
39:28Olha como vocês são fofos, gente.
39:34Ó.
39:36Passo, não é?
39:37Isso aí.
39:40Então, uma questão da Marinha.
39:42Lucas, Robac,
39:43agora tem um monte de alternativa aí, ó.
39:45Analise as afirmativas
39:47em relação à periodontite
39:49agressiva localizada.
39:51De acordo com o Novak,
39:52Novak,
39:53em Car...
39:53Ah, se bem que essa aqui
39:54não é da bibliografia de vocês,
39:57mas vamos lá.
39:59Analise as afirmativas
40:00em relação à agressiva localizada.
40:02Tá.
40:03Caracteriza-se
40:04por apresentar-se
40:05localizada
40:06no primeiro molar incisivo
40:08com perda de inserção
40:11interproximal
40:12entre dois dentes permanentes,
40:15sendo um deles
40:16o primeiro molar,
40:18e não envolver
40:19mais do que dois dentes
40:21além de primeiros
40:22molares incisivos.
40:23Isso é verdade?
40:25É verdade, não é verdade?
40:28Então, tá verdadeiro.
40:30Então, vamos lá.
40:31Agora eu aprendi.
40:32Eu não posso apertar de novo,
40:33senão vai aparecer
40:33nos dois.
40:35Vamos lá.
40:35A placa presente
40:39desenvolve-se
40:40a partir de um biofilme
40:42de espessura fina
40:44no dente
40:44e raramente mineraliza
40:46para formar o cálculo.
40:49Vai pensar em ver a outra?
40:50Então, vamos ver a outra.
40:52Apresenta-se clinicamente
40:54com papila ulcerada.
40:56Aqui, eu gosto da reação, né?
40:58Papila ulcerada.
41:01Com dor
41:02e sangramento.
41:04Então, a nossa primeira
41:05deu o quê?
41:07E a nossa três?
41:09Tá, como eu não tenho
41:10como ver que eu estou
41:10sem a apostila,
41:11tem uma alternativa?
41:12Quatro ou acabou aqui?
41:14Então, tá.
41:17Então, droga.
41:18Eu vou dar uma mexida
41:19nisso aqui.
41:20Mas é.
41:23Vamos lá, vamos lá.
41:25Porque lembra
41:25que eu falei para vocês
41:26que o cálculo
41:28subgengival
41:29na periodontite agressiva
41:31ele é frequentemente
41:33ausente.
41:34Então, a gente quase
41:35não tem cálculo.
41:38Lindo, tem quatro e cinco.
41:39Então, ficou como?
41:39Me fala aí.
41:40A primeira foi...
41:41Tá, e aí,
41:45se a gente tivesse pulado,
41:46vamos começar a pensar
41:47que nem concurso.
41:48A primeira verdadeira
41:49a gente fez fofo,
41:51não foi?
41:52Então, peraí.
41:52A primeira foi verdadeira,
41:54a gente fez fofo.
41:55A segunda, a gente falou
41:56que queria ver a terceira,
41:57não foi?
41:58Que deu falso.
41:59Com essas duas aqui,
42:00a gente já consegue marcar?
42:01V aí.
42:07Então, peraí, vamos lá.
42:09Então, eu tenho
42:09A, B, C, D e E.
42:13E A, B, C.
42:14Tem só...
42:15Não, peraí.
42:15Quantas alternativas eu tenho?
42:18Eu ia excluir essa
42:20e essa.
42:23Excluir a A também?
42:24Olha aí.
42:24Ah, então pronto.
42:29Então, olha só.
42:29Só da gente matar...
42:30São cinco alternativas.
42:32As cinco afirmativas.
42:34Só a gente marcando duas aí
42:35que a gente tinha...
42:36Que eram mais fáceis.
42:37A gente sobrou...
42:38Olha aqui.
42:39Restringiu a gente
42:39a B e a C.
42:40Me fala a sequência da B,
42:41por favor.
42:42Um, dois e cinco.
42:46Eu vou pegar um de quatro.
42:47Hã?
42:48Um, dois e cinco.
42:49Eu tenho que mostrar...
42:50Ah, só tem que marcar a verdadeira?
42:52Então, a um, a dois e a cinco.
42:55E a outra, a um, a dois e a quatro.
42:57Ah, tá.
42:58Agora a gente tem que acertar.
43:00Está ou a quatro ou a cinco.
43:01Vamos lá.
43:01A quatro, falando ainda da agressiva localizada, evidências sugerem que a taxa de perda óssea é...
43:11Gente, alguém perguntou alguma coisa para Lucas, Lucas, eu vou dar na cara do Lucas, gente, agressão.
43:24Então, ignorando a presença de Lucas dentro do recinto, evidências sugerem que a taxa de perda óssea é cerca de três a quatro vezes maior que na periodontite crônica.
43:39Ou seja, você começou a falar, ainda leu errado, tá?
43:44Pois é, eu já até me perdi aqui, ó, já até me perdi aqui.
43:48Evidências sugerem que a taxa de perda óssea é de três a quatro vezes maior que a periodontite crônica, é ou não é?
43:53Uma característica notável é a presença...
43:57Isso que vocês já leram há cinco, né?
44:00Não?
44:01Tudo falso, tudo me enganando.
44:04Uma característica notável é a presença de inflamação clínica com bolsas periodontais profundas e perda óssea avançada.
44:12E aí?
44:14A gente tem que dizer quais são as verdadeiras?
44:18E aí?
44:19E aí?
44:19Mas e aí?
44:22O que a gente vai marcar?
44:25Eu não posso apertar o outro, senão vai aparecer.
44:30Olha, eu...
44:31A cinco como sendo verdadeira?
44:37A B é um, dois, cinco.
44:41E aí?
44:42Por causa da inflamação clínica.
44:57Não é...
44:58Não necessariamente, né?
44:59Às vezes, gente, às vezes a gente pega a paciente periodontite agressiva,
45:03a gengiva tá assim, fofa, linda, rosa, dá até pra ver o stippling de casquinha de laranja.
45:08E aí você vai sondar, falta som da Rufri de Carolina do Norte, 15 milímetros, vai lá, né?
45:19Tão morrendo?
45:21Tão?
45:22Olha a cara.
45:23Cara, o Botox.
45:25Já acabou meu também.
45:28Gente, para o chururu, já liberei, senão eu vou apanhar.
45:31Então, muito obrigada.
45:33Agora, eu não sei quando eu vou ver vocês de novo, vai demorar um pouco,
45:37porque essa overdose de pele acabou com a raça de vocês, né?
45:40Mas agora, acho que eu só volto a vê-los em abril, se não me engano, ou junho.
45:45Mas, obrigada a todos.
45:46A gente se vê na volta.
45:48Qualquer coisa, me mandem e-mail, o pessoal do online também.
45:51Tchau.
45:52Tchau.
45:53Tchau.
45:54Tchau.
45:55Tchau.
45:56Tchau.
45:57Tchau.

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