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Com avanço de 1,4% no 1º trimestre, o Brasil saltou da 16ª para a 5ª posição no ranking global da Austin Rating. O economista-chefe da agência, Alex Agostini, explica os motores desse crescimento e os desafios à frente: agropecuária forte, consumo aquecido e impacto dos juros altos.

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Transcrição
00:00Para falar que o Brasil passa a ocupar a quinta posição num ranking global elaborado pela Austin Rating,
00:05após crescimento de 1,4% do PIB no primeiro trimestre.
00:09A gente vai entender agora juntos melhor o que esse resultado significa para o país,
00:13como ele foi alcançado com a gente.
00:16O economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, já está por aqui.
00:21Boa tarde, Alex. Bem-vindo de volta ao Money Times.
00:25Boa tarde, Natália. Boa tarde, boa tarde, Felipe e a todos que estão nos acompanhando.
00:30Prazer em receber você aqui.
00:32Bom, conta para a gente o que levou o Brasil a essa quinta posição global em crescimento do PIB no primeiro trimestre de 2025.
00:40Quero te ouvir sobre a que fatores você atribui, quais foram os motores desse crescimento.
00:47Bom, Natália, primeiro a Austin trimestralmente, desde 2005, nós fazemos esse acompanhamento,
00:55trazendo aí o desempenho das principais economias do mundo
00:59e como que o Brasil se comporta nesse ranking.
01:02E por que isso é interessante?
01:04Para a gente saber se as políticas aplicadas no Brasil têm um sutil efeito.
01:08Afinal de contas, o crescimento econômico é resultado das políticas implementadas no país,
01:14seja ela política fiscal, de crédito ou monetária.
01:16Bom, o que aconteceu no primeiro trimestre de 2025?
01:20O Brasil, que no quarto trimestre de 2024 havia ficado na 16ª posição nesse ranking,
01:27agora ele subiu para a 5ª posição.
01:30E o que fez o Brasil mudar e crescer bastante nesse ranking foi, sem dúvida alguma,
01:35o bom desempenho da agropecuária no primeiro trimestre.
01:39Nós tivemos uma super safra, o clima ajudou bastante, diferente do ano passado,
01:44que o clima penalizou muito a atividade agrícola no Brasil, agropecuária, aliás,
01:50e dessa vez não ajudou muito e acabou sendo o principal destaque,
01:55principalmente ali aquelas culturas de início de ano, como milho e arroz,
01:59que tiveram aí um resultado muito forte.
02:01Mas também houve o setor de serviços, que teve um crescimento pequeno, 0,3%,
02:08mas ainda assim contribuiu bastante, porque o setor de serviços representa 2 terços do PIB.
02:14Nós estamos falando do desempenho do PIB pela ótica da oferta, ou seja, da produção.
02:20Quando a gente olha para o lado da demanda, o principal destaque é o consumo das famílias.
02:26O consumo das famílias, pelo lado da demanda, representa 2 terços do PIB
02:30e cresceu 1% em relação ao quarto trimestre.
02:35Continua aí uma atividade econômica muito forte pelo lado da demanda.
02:39E aí é um outro ponto importante a gente avaliar.
02:43Perfeito. Felipe, só perguntar para o Alex.
02:45Alex, boa tarde.
02:46Alex, esse número ótimo, como você falou, do agronegócio,
02:49a gente também tem que lembrar que a safra geralmente vem no primeiro trimestre
02:53e depois vem no terceiro trimestre.
02:55Qual é a expectativa para o segundo trimestre?
02:57A gente vai ter um agro muito mais fraco, porque já vai ter um período entre safra,
03:02vamos dizer assim.
03:03Os serviços não foram tão bem no primeiro trimestre,
03:06a indústria também menos 0,1%.
03:09Qual é a expectativa para o segundo trimestre?
03:11O governo vai tentar estimular um pouco mais para ter um PIB um pouquinho mais alto
03:15ou os juros que estão altos para caramba vão conseguir segurar esse consumo?
03:19Bom, Felipe, olha, primeiro a agropecuária não vai conseguir manter,
03:27se sustentar ao longo do ano.
03:29A gente viu isso em anos anteriores.
03:30Você falou muito bem, o primeiro trimestre geralmente é muito forte para a agropecuária
03:34e depois ela vai perder um pouco o fone.
03:37Em parte por conta de fatores estatísticos,
03:39ou seja, a base de comparação é muito mais alta,
03:43Então, se crescer, cresce menos, mas cresce numa base já bastante elevada.
03:48Então, é um resultado até que positivo mesmo crescendo menos.
03:52Então, daqui para frente, para o final do ano,
03:54o setor da agropecuária não vai dar tanta contribuição para o crescimento do PIB.
03:59Já o setor de serviços, infelizmente, em algum momento,
04:05é possível que comece também a sentir os efeitos negativos da alta de juros,
04:09porque isso vai acabar afetando, sem dúvida alguma, o mercado de trabalho e de renda.
04:13Então, o consumidor, na parte de serviços em geral, não utiliza crédito,
04:17em geral utiliza o pagamento à vista, vai começar a sentir esse efeito.
04:22Não é o que aconteceu até agora.
04:24Pelo contrário, os dados de emprego e de renda
04:27vêm mostrando que o Brasil está fortemente resiliente
04:31a esse processo da alta de juros,
04:34que atingiu o maior nível dos últimos 19 anos.
04:38Então, o que a gente entende?
04:40A ciência econômica diz o seguinte,
04:41que em algum momento do tempo,
04:43essa política restritiva vai surtir efeito.
04:47Qual o grande problema?
04:48E por que ela ainda não surtiu efeito
04:49e trouxe essa taxa de inflação por nível mais civilizado?
04:52Porque nós estamos falando de uma inflação de 5,4%,
04:55sendo que o Banco Central sempre está virando ali 3% e não desce.
04:59Porque o governo tem estimulado o consumo
05:03com alguns programas de distribuição de renda,
05:05estimulando o consumo via expansão fiscal.
05:10E esse é, até agora, o que tem sustentado o crescimento do PIB.
05:15Ou seja, por um lado, o Banco Central tenta fechar a torneira
05:20para tentar trazer a inflação para um nível melhor
05:22e não onerar as famílias de menor renda.
05:25Por outro lado, o governo quer manter esse discurso
05:27de crescimento econômico, geração e emprego,
05:29que é o que a gente deseja, ter mais emprego e renda,
05:33porém, ao custo de uma inflação mais alta,
05:38justamente porque, infelizmente,
05:39o governo ainda não fez a lição de casa,
05:42que é colocar todas as contas fiscais em ordem.
05:46Alex, então já falamos bastante aqui sobre o setor de serviços,
05:50sobre consumo de família, sobre a agropecuária que despontou.
05:53Eu queria te ouvir sobre indústria,
05:55porque a indústria não mostrou uma variação muito significativa.
05:59E essa situação te preocupa ou já era esperada?
06:04Tem alguma coisa que possa ser feita para estimular esse setor?
06:07Porque, de fato, ele também é importante para equilibrar
06:10todos esses fatores e até a inflação.
06:16Um bom ponto, Natália,
06:18porque a indústria no Brasil representa no PIB algo em torno de 25%.
06:23Ou seja, um quarto de tudo que é produzido no país
06:25vem do setor industrial.
06:28Primeiro, historicamente, o setor industrial sofre a competição internacional,
06:33principalmente agora, com a China ampliando as relações comerciais com o Brasil.
06:39Então, o Brasil exporta para a China e também para os Estados Unidos,
06:42que são nossos principais parceiros comerciais.
06:45O Brasil exporta matéria-prima, insumos básicos e importa manufatorados.
06:50Então, só para ter uma ideia, a gente exporta para a China
06:53minério de ferro e importamos veículo elétrico.
06:58Óbvio que, internamente, o setor industrial vai sofrer.
07:02Além dessa competição externa, nós temos fatores internos
07:06que também dificultam o trabalho do setor industrial.
07:10Por exemplo, nós temos que, no setor automotivo,
07:14a aquisição de um veículo, em média, é 70% comprado.
07:19Você compra um veículo a zero quilômetro, comprado, adquirido por meio do crédito.
07:24Com juros mais altos, esse é um setor que vai desacelerar.
07:28Só que é um setor que tem uma relação intersetorial muito grande.
07:31Então, para fazer um veículo, você precisa de peças, borracha, tecido, vítron, enfim.
07:37Então, toda essa cadeia de setor de produção de veículo vai ser afetada de forma negativa.
07:43E o setor da construção, da construção civil, que é um setor importante também da indústria,
07:48já sofre os efeitos também da auto de juros.
07:53É claro que esse é o objetivo, subir os juros para desacelerar a economia.
07:57O problema é que a gente não consegue medir e não sabe qual vai ser o efeito maior para 2026.
08:03Então, a indústria sofre com a competição externa, com baixo nível de investimento interno,
08:08porque os empresários sempre ficam com o pé atrás em relação ao futuro da economia brasileira,
08:13que não consegue nunca sair dessa situação negativa do ambiente fiscal.
08:18E, claro, que os juros mais altos também têm contribuído de forma negativa
08:22para esse desempenho ruim da indústria.
08:25Certo. Felipe, mais uma sua.
08:27Alex, sempre que a gente vê as análises, sempre falando do governo querendo crescer,
08:32querendo estimular o PIB, o consumo, o Banco Central segurando ali,
08:37que a saída para esse desequilíbrio entre esses dois conceitos seria o aumento da produtividade.
08:42Queria que você falasse um pouquinho com isso.
08:43Como é que o Brasil pode aumentar a produtividade para conseguir equilibrar um pouquinho
08:47esses dois conceitos que são paradoxais, quase opostos?
08:53Felipe, é uma palavra que poucas pessoas que não estão acostumadas com a economia
08:59acabam não entendendo.
09:00Mas a produtividade, no final das contas, é produzir mais com o menor custo possível,
09:05de forma muito bem resumida.
09:07Para acontecer isso, nós temos que ter algumas variáveis bem alinhadas.
09:11A primeira delas, confiança na economia.
09:13Na medida que empresários têm confiança no futuro da economia,
09:17eles vão realizar um investimento e, naturalmente, isso ao longo do tempo.
09:20O Brasil vai ganhando produtividade.
09:22Quando você ganha produtividade, você tem um efeito benéfico para a economia muito forte,
09:26que é você ter um custo menor de produção, portanto, a inflação não sobe.
09:31Então, nós temos um preço de aquisição final menor para o consumidor.
09:35Então, a gente consegue ativar várias cadeias de produção a um custo menor,
09:40que é mais ou menos o que a gente olha aqui no Brasil e Estados Unidos.
09:43A gente compara, às vezes, preço de veículo aqui e preço de veículo nos Estados Unidos.
09:47Os Estados Unidos têm, no mínimo, cinco vezes um nível de produtividade maior do que no Brasil.
09:51Então, eles conseguem, naturalmente, ter um custo final para o consumidor menor.
09:56Mas, além disso, nós temos uma carga tributária muito elevada aqui no Brasil.
10:02Então, é confiança e ter uma nova organização de tributos.
10:07O que é difícil, porque para acontecer isso, o governo abrir mão de tributos, de recursos,
10:12ele precisa reduzir a sua despesa.
10:15E o que a gente tem observado é que, infelizmente, o governo não está muito disposto a isso.
10:19Basta a gente relembrar o que aconteceu na semana passada
10:23com o anúncio de mais uma elevação, de mais uma taxação, que foi o EF,
10:28que, aliás, é um imposto que bate direto no crédito.
10:31E o crédito é utilizado para compra de imóveis, veículos.
10:36Então, vai ficar um pouco mais difícil.
10:39E, além desses dois fatores importantes,
10:41tem a questão, naturalmente, da governança corporativa das empresas.
10:45O Brasil ainda está engateando nesse setor.
10:48As empresas precisam melhorar a sua governança
10:51para que ela tenha uma atração maior de investidores.
10:54Na medida que as empresas conseguem atrair investidores,
10:58ela reduz a necessidade de financiamento bancário,
11:01que hoje, no Brasil, ainda é um dos maiores custos do mundo.
11:05A taxa de juros real do Brasil é 9% ao ano.
11:07É uma das maiores do mundo.
11:08Isso inibe o investimento no setor produtivo.
11:11O empresário acaba deixando o seu dinheiro investido no banco
11:14para falar de uma linguagem mais simples.
11:16Então, na medida que as empresas melhorem a sua governança,
11:20a sua transparência, ela atrai mais investidores,
11:22ela tem um custo menor, ela consegue expandir a produção,
11:26melhorar o nível de emprego e de renda.
11:29E, Alex, ainda olhando para o PIB,
11:31queria te ouvir sobre a dívida pública do governo,
11:34que subiu, chegou a 76,2% do PIB.
11:38Há quem diga que o endividamento dos países é uma realidade,
11:43que em outros lugares também está aumentando.
11:44mas olhando aqui para a gente, isso, de fato, é preocupante?
11:50O crescimento econômico pode ajudar a gerenciar essa dívida ou não?
11:52Natália, bem colocada, essa é uma outra questão que o governo tem batido na tecla,
12:00e ele acha que é injusto.
12:02A relação dívida bruta à PIB é um dos indicadores que nós,
12:06como agência de classificação de risco, avaliamos como fundamental
12:09para saber qual é a saúde do país e a expectativa futura para essa relação de solvência,
12:15ou seja, de capacidade de pagamento.
12:17Na medida que há uma melhora desse indicador, o Brasil atrai investidores,
12:22aí a gente consegue ter aquele ciclo virtuoso de crescimento, geração de emprego e renda.
12:27Qual o grande problema?
12:28Essa relação vem crescendo no mundo inteiro, no pós-pandemia.
12:32Isso é uma realidade.
12:34O grande problema é que, no Brasil, nós estamos,
12:37o governo está pisando no acelerador do gasto fiscal.
12:40E o governo, ele não tem muito para onde se financiar via crescimento econômico.
12:48Então, o governo comemora o crescimento econômico, eu acho justo,
12:51porém, de novo, há um custo de aumento da inflação.
12:54Quando sobe a inflação, o Banco Central sobe os juros.
12:56Vale lembrar que mais da metade da dívida pública é indexada à taxa de juros.
13:02Então, nós estamos pagando, nos últimos 12 meses,
13:05quase um trilhão de taxa de juros da dívida pública,
13:09que é o financiamento do governo.
13:11Qual é o grande problema?
13:12Hoje, 92% de toda a arrecadação do governo são despesas obrigatórias.
13:18Então, é custeio com o pessoal, pagamento de salários, encargos
13:21e manutenção mínima da administração pública.
13:26O problema é que 8% que sobra de todo orçamento é para investimento
13:31e para atender as emendas parlamentares,
13:34ou seja, os recursos que os parlamentares utilizam nas suas bases políticas
13:41como investimento, teoricamente.
13:44O grande problema é que o Brasil está perdendo essa capacidade de investimento
13:48porque está aumentando a dívida pública.
13:50Isso passa para o investidor, naturalmente, um certo risco futuro.
13:55O que acontece? Ele começa a pedir um prêmio.
13:57O que é um prêmio de risco?
13:58Ele cobra uma taxa de juros maior para financiar o governo.
14:01Então, o governo precisa rever a sua postura em termos de gastos públicos
14:07para, naturalmente, tentar equilibrar essa relação dívida bruta-PIB,
14:12que é mais ou menos o seguinte,
14:13quanto que é um cidadão comum tenho de receita e quanto eu tenho de dívida.
14:17O que a gente observa é que daqui para frente,
14:20essa dinâmica tende a aumentar e chegar ao final de 2026
14:24em torno de 80% do PIB.
14:26E o governo, muito otimista, prevê essa relação de 80% só em 2028.
14:32Eu acho muito difícil se ele não fizer a lição de casa,
14:35que é reduzir despesas de forma efetiva.
14:39E isso é possível.
14:40O que falta é um pouco de vontade política.
14:43Certo.
14:44Alex, vou te agradecer por enquanto.
14:46Pedir que você continue com a gente para o nosso próximo quadro.
14:49Aguenta aí.
14:49Porque a segunda-feira é dia do nosso quadro Letras e Lucros.
14:59Bom, e hoje a nossa dica de livros vem dele.
15:03Convidado do dia é o Alex Agostini, economista-chefe da Austin Raging.
15:07Conta para a gente que livro você trouxe como recomendação para a nossa audiência
15:11e por quê, Alex?
15:12Olha, Natália, eu tive a grata satisfação de estar junto com o Henrico,
15:22que foi quem escreveu esse livro, foi publicado neste ano.
15:26Estive com ele semana passada e estávamos conversando sobre o livro dele, né?
15:30Filho Rico de Pai Pobre.
15:32Fazendo um pouco a analogia de Filho Rico, Pai Rico, né?
15:35daquele grande investidor no Global que soltou esse livro há muito tempo atrás.
15:41O Henrico, a gente no bate-papo, ele falou do livro, acabei comprando e li boa parte do livro.
15:47Vou concluí-lo essa semana ainda.
15:49Mas é legal porque ele traz algumas relações que parecem complexas para o cidadão comum,
15:56como taxa de inflação.
15:58O cidadão comum fala, ah, subiu o arroz, subiu o café.
16:01Ele acha que inflação é só aquilo, né?
16:03Inflação é uma cesta de consumo.
16:04Então, ele tenta traduzir essa linguagem do economês para o cidadão comum
16:10e ele consegue colocar, exemplificando com relações que ele teve ao longo da vida
16:16com o pai, com o tio, com a avó.
16:18Por exemplo, taxa de juros, juros compostos.
16:21Então, um livro de mais de 160 páginas, ele vai trazendo de uma linguagem muito simples,
16:26muito gostosa, para ter um entendimento dessa economia,
16:30que, aos olhos do cidadão comum, parece complexa.
16:32Então, ele traz um pouco essa leveza de um tema um pouco complexo.
16:37Então, essa é a minha dica.
16:39Adorei.
16:39E é um livro novo, recém-lançado, né, Alex?
16:43Isso.
16:44No início desse ano, né, foi feito o lançamento e o Henrique está super feliz.
16:48E ele diz, né, que ele até tem passado isso para os filhos.
16:52Os filhos dele têm quatro anos.
16:54Mas é interessante, porque ele fala o seguinte, no Brasil, a gente tem um nível de...
16:58Um baixo nível de educação financeira.
17:01É difícil para um país que viveu uma inflação de 2.500 por 193,
17:06ter uma educação financeira e uma taxa...
17:09Um nível de renda muito baixo.
17:11Porém, é legal ele ter esse trabalho com um filho de quatro anos.
17:14E eu, um recente avô...
17:16Minha netinha nasceu há 11 dias, quero ter esse trabalho com ela daqui 3, 4 anos
17:21para começar a mostrar para ela o quanto é importante dar valor para o dinheiro.
17:25Perfeito.
17:25E só para finalizar, então esse livro é para quem?
17:29Olha, todo cidadão comum que está com desejo de conhecer um pouco sobre a economia
17:33de uma forma simples, leve, suave.
17:36Por quê?
17:37Ao acordar e comprar um café, um pão, nós estamos praticando a economia.
17:42Só que, em geral, o cidadão, ele confunde, acha que a economia é apenas números, cálculos,
17:48e não é bem assim, é o comportamento humano.
17:51Então, é entender um pouco a relação entre ciência econômica e o nosso bolso,
17:55porque isso traz uma satisfação pessoal quando a gente consegue realizar ações
18:00de uma forma mais leve.
18:01Esse livro é para qualquer cidadão comum que está tentando entender um pouco
18:06essa relação de economia e satisfação pessoal.
18:09Então, está aí, para todo mundo tomar nota, fazer um print da tela, tirar foto.
18:14Filho rico de pai pobre, histórias reais para a formação de uma mentalidade rica
18:18na prática, de Enrico Cozolino.
18:20É a dica do Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, ao vivo aqui no Money Times.
18:25Muito obrigada pela participação no Letras e Lucros, Alex.
18:28Boa tarde para você.
18:30Boa tarde, obrigado.
18:31Até mais, Felipe.
18:32Natália, um abraço.
18:32Boa tarde.
18:33Boa tarde.
18:34Boa tarde.
18:35Boa tarde.
18:36Boa tarde.
18:37Boa tarde.
18:38Boa tarde.
18:39Boa tarde.
18:40Boa tarde.
18:41Boa tarde.
18:42Boa tarde.
18:43Boa tarde.
18:44Boa tarde.
18:45Boa tarde.
18:46Boa tarde.
18:47Boa tarde.
18:48Boa tarde.
18:49Boa tarde.
18:50Boa tarde.
18:51Boa tarde.
18:52Boa tarde.
18:53Boa tarde.
18:54Boa tarde.
18:55Boa tarde.
18:56Boa tarde.
18:57Boa tarde.
18:58Boa tarde.
18:59Boa tarde.
19:00Boa tarde.
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