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O apresentador Ratinho resolveu opinar sobre a escolha da presidente da Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres na Câmara dos Deputados. Questionado sobre uma escolha feminina para presidir a comissão, Ratinho disparou que, para ser mulher, “tem que ter útero”.

Vamos assistir ao vídeo:

Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.

Apresentado por Madeleine Lacsko, Duda Teixeira e Carlos Graieb o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.

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Transcrição
00:00Bem, a primeira notícia é sobre o assunto que movimentou a política e o país, de maneira geral, desde a
00:07noite de ontem,
00:08quando o apresentador Ratinho Massa falou em seu programa que, deixa eu tomar cuidado com as palavras nesse caso,
00:17ele disse que não achava uma boa ideia, resumindo, a deputada Erika Hilton, que é trans, presidir a Comissão das
00:30Mulheres no Congresso.
00:32Vamos ver exatamente o que o Ratinho disse com o vídeo.
00:36Presidência da Comissão das Mulheres.
00:38A mulher trans.
00:39Eu não achei muito justo, não.
00:41Com tanta mulher, por que vai dar para uma mulher trans?
00:44A Erika Hilton.
00:45Ela não é mulher.
00:46Ela é trans.
00:47Ela não tem nada contra trans.
00:50Não tem nada contra trans, nem nada.
00:52Mas se tem outras mulheres, mulher mesmo, que mulher para ser mulher tem que ser mulher, gente.
00:58Eu até respeito todo mundo que...
01:02A Comissão da Defesa dos Direitos da Mulher, eu respeito todo mundo que tem comportamento diferente.
01:11Está tudo certo.
01:12Para mim está tudo certo.
01:12Agora, mulher, para ser mulher tem que ter útero, tem que ter menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias,
01:22tem que menstruar, tem que ter útero.
01:26Reclamar que a gente igual a dor do parto.
01:28Vocês pensam que a dor do parto é fácil?
01:30É.
01:32Tem que fazer o negócio de papa, Nicolás.
01:37Mamografia.
01:38O que é isso?
01:39Mamografia.
01:39Estou com tanta mulher lá, vai dar.
01:41Não sei, eu sou contra.
01:42Eu acho que devia deixar uma mulher ser a presidente da Comissão das Mulheres lá.
01:46É isso.
01:48Quero dizer que eu não tenho nada contra a deputada, a deputada Érica Carvalho, não tenho nada contra ela, nada.
01:58Não me fez nada.
01:59Ela só fala bem, né?
02:00Ela fala bem.
02:01Ela é boa de prosa, né?
02:03Ela é boa de prosa, né?
02:04Agora, não tem nada contra ela, mas eu acho que devia ser uma mulher.
02:08Que nem uma vez, o ano passado, a mulher mais...
02:11Não sei se foi o ano passado, a gente estava...
02:12A mulher mais bonita do Brasil ganhou, ó...
02:14Pabllo.
02:15O Pabllo.
02:16O Pabllo.
02:17Ele tem saco, gente.
02:18Que isso?
02:19O que é isso?
02:20Mulher não tem saco.
02:22O que é isso?
02:23Hã?
02:24Então, pra quem sabe, a deputada Érica Carvalho, ela é trans.
02:27Isso.
02:28Mas será que ela entende dos problemas e desafios de uma pessoa que nasceu mulher?
02:32É.
02:32Que não é fácil ser mulher.
02:34E se fosse ao contrário?
02:35Imagina se uma mulher trans fosse defender as pautas relacionadas ao público masculino.
02:40É.
02:40Estaria certa?
02:41Também não daria.
02:42Gente, a gente tem que ir ao Brasil.
02:44É, tá certo.
02:45Vamos se modernizar.
02:46Vamos ter inclusão.
02:47Mas não precisa exagerar.
02:49Não precisa exagerar.
02:50Estamos exagerando.
02:53Bom, antes da gente comentar, vamos ver mais um vídeo em que o Ratinho tenta explicar
02:58a sua visão a respeito dos gêneros.
03:02Vamos assistir esse outro trecho.
03:04Dois tipos de sexo.
03:05É o masculino e o feminino.
03:09Senhor da glória.
03:11É quem nasce com a pombinha e quem nasce com o pibolim.
03:19Para de inventar.
03:20Olha aqui.
03:21Espera aí.
03:22Para de inventar, decodinho.
03:24Que mania que vocês têm de inventar coisa.
03:29Quebrou tudo aqui.
03:30E agora, ah não, no banheiro tem que entrar homem, tem que entrar mulher, todos juntos no banheiro.
03:34É, surupa agora.
03:35O que é isso?
03:36Ó, mas peraí.
03:37Você percebeu?
03:38Banheiro é fácil definir.
03:40Ah, meu Deus do céu.
03:41É fácil, descendo da minha frente.
03:42Hoje tá difícil, hein?
03:44Banheiro é fácil.
03:46Tá com o negócio.
03:46Olha só.
03:53Olha só, o SBT, que é o canal de televisão em que o Ratinho apresenta os seus programas,
03:59afirmou que repudia qualquer forma de discriminação e preconceito, por serem contrários aos princípios e valores da empresa.
04:07A emissora destacou que as declarações feitas pelo apresentador Ratinho durante seu programa, ao vivo, não representam sua posição oficial
04:17e informou que o caso está sendo analisado internamente pela direção.
04:23Segundo o SBT, o assunto será tratado para garantir que os valores da empresa sejam respeitados por todos os colaboradores.
04:33Então, temos a posição do Ratinho, temos a posição da emissora, e agora vamos ver a posição da própria Erika
04:42Hilton, que se manifestou no Instagram.
04:50Olha aí.
04:52Erika Hilton, processo a Ratinho e SBT por transfobia.
04:56Indenização no valor de 10 milhões irá para mulheres vítimas da violência, diz ela.
05:02E vamos ver o que ela escreveu.
05:05Sei que pela audiência irrisória de seu programa, que até onde sei não agrada nem suas chefes no SBT, lhe
05:14resta apelar à violência.
05:17Porque o que o apresentador cometeu foi uma violência, um ataque, e não foi só contra mim.
05:25Ratinho interrompeu seu programa para dizer que mulheres trans não são mulheres, que mulheres que não têm útero não são
05:32mulheres, e que mulheres que não têm filhos não são mulheres.
05:37Disparou Hilton em uma publicação nas redes sociais contra Ratinho.
05:41A deputada federal, Erika Hilton, protocolou um pedido de investigação no Ministério Público Federal contra Ratinho e o SBT.
05:49A Folha de São Paulo, Erika, confirmou o pedido por uma ação civil pública, com indenização de 10 milhões por
05:56danos morais coletivos, causados à população trans e travesti.
06:04Bom, acho que a gente pode começar a comentar agora, porque a gente tem os dois lados nessa polêmica e
06:13ainda temos um posicionamento ali da empresa, dos programas do Ratinho, que não gostou do posicionamento dele.
06:20Vou te jogar na fogueira, Teófilo.
06:23Quem está com razão?
06:24Vamos lá, pois é.
06:25Então, esse embate aí, ele me lembrou o embate que existiu em 2013, no contexto da Comissão de Direitos Humanos,
06:33que foi ocupado por Marco Feliciano, e que iniciou-se ali um grande...
06:38E olha, esse ano é muito importante, né, 2013, começou aí um embate profundo entre João Iles, Jair Bolsonaro, Marco
06:45Feliciano, e que nasceu a Marcha com Jesus, né.
06:50Então, esse contexto que a gente vive de guerras culturais, ele tem muito desse tema de gênero, né.
06:57O gênero é um tema importantíssimo para a nova direita, para a esquerda, para todo esse embate sobre o papel
07:05da mulher, né.
07:07Isso é tema que está sendo colocado no cinema muito, essa questão de gênero, de transexualidade, né.
07:12Pela esquerda e pela direita, porque vale a pena lembrar um documentário recente, muito falado, que é What is a
07:21Woman, de um diretor americano, que ele pergunta...
07:24O documentário consiste exclusivamente em perguntar o que é uma mulher, para vários entrevistados.
07:29E a maioria das pessoas não consegue responder por causa desse embate tão grande, né.
07:35Agora, o fato é o seguinte, vale lembrar que essas posições, elas não vão se mover, né, as pessoas mais
07:42conservadoras, religiosas, que têm uma visão mais tradicional do papel do gênero, da constituição biológica e da importância da biologia
07:51para a existência humana, né, para a identificação do ser humano, eles não vão mudar essas posições.
07:59Então, e já saiu uma decisão do Gilmar Mendes, né, que não deu prosseguimento, ou seja, não deu ganho para
08:07quem processou, a Erika Hilton, que processou uma pessoa porque o chamou de homem, né.
08:12Então, foi... então já tem esse precedente aí, né, então isso é muito importante de observar.
08:19Agora, o problema é o seguinte, o processo de Erika Hilton contra essas pessoas tem provocado graves danos a essas
08:29pessoas.
08:30Teve o caso da Isabela Cepa, que foi processada e que teve que sair do Brasil porque foi com medo
08:35de ser presa.
08:38Então, eu acho que existe um exagero muito grande em relação ao uso da justiça para tentar mobilizar a opinião
08:46pública e para mudar hábitos que são muito antigos.
08:49Então, essa compreensão de gênero é uma compreensão, por mais que sempre foi fluida, porque a gente estava conversando aqui,
08:56né,
08:58Satiricom, o livro romano que virou filme de Fellini, já mostra casos de transexualidade, está na ópera, está no teatro,
09:07está no teatro de Shakespeare,
09:08está em todos os lugares elementos de esses dados de transexualidade, de homem, e claro, não só no sentido de
09:19interpretar no teatro,
09:21mas de viver mesmo outro gênero. Então, na Grécia Antiga e tantos lugares.
09:26Agora, tem começado a ficar preocupante esse tipo de ativismo judicial, é assim que eu estou vendo,
09:34porque Ratinho, ele sempre teve esse perfil populista e ele é a cara do SBT, vamos combinar, né?
09:41Ratinho é a cara do SBT, ele é a cara do Silvio Santos, Silvio Santos sempre deu suporte a Ratinho
09:47do jeito que ele é,
09:48falando essas coisas que o povão acredita e o povão concorda, né?
09:53Então, eu vejo com muita preocupação essa perseguição a quem vê realidades tão óbvias, como, por exemplo,
10:01você vê a colunista Lígia Maria, ela tem batido muito nesse ponto na sua coluna, na Folha de São Paulo.
10:05Então, principalmente sobre o abuso do uso do termo transfobia, porque, veja bem, você tem um conceito de que a
10:14biologia define o gênero,
10:17isso não é transfobia, entendeu? Isso é só uma das possíveis visões sobre o tema e que podem mudar ao
10:25longo do tempo
10:26e que mudam de acordo com sociedades e estratos sociais e todo tipo de abordagem possível, né?
10:33Você vê que a sigla LGBT, ela tá sempre mudando, porque tá sempre mudando a compreensão das várias facetas da
10:41sexualidade.
10:42E você entender que a biologia define, não é um crime, não deveria ser tema nem de debate judiciário.
10:48O judiciário brasileiro, primeiro, ele é muito caro, segundo, ele é sobrecarregado e demora muito, demora, a gente entra com
10:56um processo,
10:57demora anos para sair o resultado e o judiciário está sendo sobrecarregado por esse tipo de abordagem que cheira a
11:06perseguição.
11:07Então, você pedir 10 milhões de indenização a um ratinho, vou falar uma coisa que a maior parte da população
11:13concorda,
11:14isso é um absurdo, isso tá começando a ficar e existem instituições internacionais, como a IDF International,
11:22que é uma instituição norte-americana, que tem abordado constantemente os casos de perseguição,
11:30principalmente a mulheres relacionadas a pessoas que falaram sobre esse tema nas suas redes sociais e estão sendo perseguidas.
11:39É, é uma pena que a Madeleine não esteja aqui com a gente hoje, né, porque esse é um tema
11:44que é bem caro a ela também, né,
11:47a Madeleine também tem falado bastante sobre esse assunto, inclusive ela mostrou, a gente até poderia tentar recuperar
11:53para exibir isso na segunda parte do programa, uma pequena entrevista que ela fez com uma representante da ONU
12:01para temas femininos, justamente. Ela contou essa história aqui na semana passada, essa representante da ONU,
12:09porque considera que a mistura de mulher e mulheres trans em questões sociais não deve ser feita sempre,
12:24que em algumas situações é preciso discriminar, sim, ó, aqui é um espaço para mulheres e não para mulheres e
12:31mulheres trans,
12:32enfim, por defender ideias como essa, ela foi desconvidada no passado de uma visita de Estado ao Brasil, né,
12:41e veio agora, ela até explica isso na entrevista, olha, eu não tô aqui como visitante oficial, não,
12:48eu vim aqui para participar de um congresso acadêmico, então não é que o governo Lula me chamou e me
12:56recebeu aqui,
12:58embora o governo Lula tenha até feito circular a informação de que, olha, tá aqui a representante, né,
13:05então, hipocrisia, né, tem uma forte patrulha de gênero dentro da esquerda brasileira, dentro do PT,
13:17dentro do PSOL, né, que impede que opiniões como a dessa, a dessa consultora da ONU sejam veiculadas, se quer,
13:29né, e veja, eu entendo um, não sei se você vai concordar comigo, eu entendo um argumento da população trans,
13:39eles falam, olha, as mulheres e homens trans no Brasil sofrem violência, são, apanham na rua,
13:50são jogados para fora de casa pelas suas famílias, vivem uma vida ruim, não são reconhecidos na sociedade,
13:59e, principalmente, sofrem violência, são mortos e tudo mais. Então, certo tipo de discurso pode abrir,
14:09liberar essa violência, é o argumento que eles usam. Quando você legitima qualquer espécie de repúdio,
14:19repulsa a população trans, você, de certa forma, está autorizando a violência.
14:25Não sei o que você acha desse argumento. Eu acho que esse argumento faz algum sentido,
14:30é preciso tomar cuidado para não incentivar que as pessoas sejam mortas, certo?
14:34Não, é evidente que as minorias tem que ser, a gente tem que pensar sempre na questão das minorias
14:40e da violência, existe violência mesmo contra pessoas trans, isso é um fato estatístico, né,
14:45existe violência contra homossexuais, é verdade. Agora, usar o gênero de uma forma ou de outra,
14:51isso não leva à violência. Essa relação aí é que é absurda. Então, a Madeleine falou,
14:57muito bom você citar a nossa colega Madeleine Lasco, que hoje ela fez um comentário muito bom
15:03sobre o tema no Twitter, que ela falou, se mulher trans é mulher trans, a palavra trans significa o quê?
15:09Então, é óbvio, né? E, aliás, a Lígia Maria está batendo muito nesse tema e no mau uso
15:15que o jornalismo está fazendo, a palavra transfobia.
15:17Porque transfobia quer dizer medo.
15:19Fobia, é. É uma fobia, uma repulsa, né?
15:22Uma repulsa. Então, não pode ser o uso de um gênero, aliás, nós nordestinos fugimos um pouco da polêmica,
15:29porque, como eu falei hoje, a gente fala, a gente não usa o artigo, né?
15:33Não é do Carlos, é de Carlos.
15:37Então, a gente...
15:37Daí você...
15:38De Érica.
15:39De Érica.
15:39O espectador é que decide qual é o sexo.
15:41É, qual é o gênero, não precisa.
15:43Aliás, é bom usar o português corretinho escrito, é esse.
15:48A gente não traz o artigo, o pronome antes do nome, mas é dessa forma.
15:56Mas essa questão está preocupando muita gente e a preocupação é justa, principalmente em várias áreas sensíveis,
16:03como o esporte.
16:03Então, quando você vê a questão do esporte, em que mulheres têm que competir com mulheres trans,
16:13que biologicamente são homens, aí é um problema seríssimo, porque a constituição biológica é completamente diferente.
16:21Então, e dá para se medir.
16:22O médico conhece muito bem o tipo masculino, o tipo físico masculino, o gênero, tem toda a definição lá,
16:30que já é muito clara.
16:33E em relação a presídios, também é uma questão muito sensível, e também na questão dos banheiros.
16:41Então, é uma questão que realmente está dividindo muitas pessoas, é uma questão muito séria.
16:47Os argumentos são muito bons em relação a dividir a partir do gênero biológico.
16:52E isso já está ganhando nos Estados Unidos, com a vitória de Trump, essa tendência de separar pelo sexo biológico,
16:59pelo gênero biológico, já ganhou, e até no passaporte.
17:06Então, você vai para os Estados Unidos, é colocado lá o passaporte, inclusive da Erika Hilton.
17:16E o passaporte foi colocado como masculino, o que causou lá mais um grande problema,
17:24uma grande discussão sobre o que é transfobia, o que não é e tal.
17:28Então, a impressão que eu tenho é que está voltando a moda, a biologia, essa concepção em geral está voltando
17:40com tudo.
17:41Então, porque eu acho que as pessoas em geral têm uma compreensão de que o movimento LGBT exagerou na medida.
17:49Então, principalmente em relação a certas questões, como eu falei, do esporte, dos presídios, do uso de banheiro,
18:00em relação a crianças trans também, que é uma questão muito séria, que está sendo muito debatida pelo mundo,
18:07até que ponto é aceitável uma criança que não tem, ainda, não se definiu ainda muito bem,
18:14em relação a nada da vida, uma criança de 7 anos, 8 anos, 12 anos,
18:19ela ser feita, ser colocado, ser feita transição de gênero, uso de medicamentos repetidos,
18:28que causam muitos problemas biológicos.
18:31E, aliás, a mudança de Elon Musk, que era democrata, vale lembrar disso, né?
18:35Elon Musk era democrata, financiava os democratas,
18:39e ele teve um filho que se declarou trans e ele aceitou isso, começou a dar remédios
18:46e ele diz que perdeu o filho, é assim que ele vê.
18:50Então, é uma coisa que...
18:51E aí, teve todo o efeito borboleta disso, que ele comprou o Twitter, transformou em X,
18:58criou-se todo aí um flanco de liberdade de expressão,
19:02porque o Twitter estava censurando mesmo, quem pensava diferente,
19:05o Facebook estava censurando palavras, e a eleição de Trump provocou esse outro efeito.
19:11Então, tem todo aí um cenário bem distinto, e eu vou dizer, viu?
19:15Aí, uma questão bem opinião pessoal minha.
19:18Esse tipo de atitude da Erika leva a...
19:23a uma reação da direita muito forte,
19:28e isso favorece o campo oposto ao do Lula,
19:32que é o campo de Erika.
19:34Então, isso favorece muito.
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