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A deputada federal Rosangela Moro conversou com o Papo Antagonista e aproveitou para detonar Erika Hilton como presidente da Comissão das Mulheres, na Câmara dos Deputados.

Além disso, Wilson Lima conversou com a deputada federal Any Ortiz, que não poupou críticas a Erika Hilton e fez um protesto.

Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.

Apresentado por Madeleine Lacsko, Duda Teixeira e Carlos Graieb o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.

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Transcrição
00:00Duda, a gente agora vai ao vivo para Brasília.
00:05O Wilson Lima, diretor da nossa sucursal de Brasília.
00:09Se eu não me engano, está no Salão Verde da Câmara dos Deputados.
00:13Ele gosta de ver e ser visto.
00:14É lá que ele mota o tripé para ver e ser visto.
00:18E ele tem uma convidada hoje para o Papo Antagonista.
00:21Wilson, boa noite.
00:24Boa noite, Madá. Tudo bem?
00:26Boa noite para você, Madá. Boa noite, Duda.
00:28Boa noite, principalmente para você, meu amigo e minha amiga de um antagonista.
00:32Deixa eu aproveitar já para falar um pouco sobre esse assunto do dia.
00:37Mais uma vez, um antagonista repercutindo aqui no Congresso, não é, Madá?
00:41Nós demos a história mais cedo que um grupo de 20 parlamentares
00:44apresentaram um recurso junto à mesa diretora daqui da Câmara para cancelar.
00:49Eu estou falando um pouco mais alto porque as parlamentares ainda estão ali
00:53no púlpito fazendo seu protesto contra a eleição da Erika Hilton
00:56para a presidência da Comissão das Mulheres, de Defesa do Direito das Mulheres.
01:01E aí o recurso foi apresentado hoje na mesa diretora pela deputada Cris Tonietto.
01:05Outros 19 parlamentares coassinaram esse recurso.
01:08Uma delas é a deputada Rosângela Moro.
01:10Estou até também com a deputada Anny Ortiz aqui também do lado
01:12para a gente também conversar um pouco sobre esse assunto.
01:15Deputada, primeiramente, te agradeço mais uma vez por participar aqui dos programas
01:18de um antagonista.
01:20Pelo que eu entendi, eu quero que você explicasse um pouco isso para o público.
01:24O recurso, ele bate no seguinte ponto.
01:27Primeiro, a deputada Erika Hilton, ela não poderia ter sido escolhida, eleita,
01:32porque houve duas eleições.
01:34Na primeira, ela não teve voto suficiente.
01:36E no segundo turno, como não tem uma segunda chapa,
01:40não faria sentido você ter o segundo turno se não tem duas chapas.
01:43É isso mesmo? Explique para a gente essa pedalada regimental.
01:46Boa noite para a senhora deputada.
01:48Boa noite. Deixa eu explicar aqui.
01:49A composição das comissões é feita por um acordo dos líderes partidários.
01:54E isso a gente respeita.
01:56E pelo acordo dos líderes partidários, a Comissão das Mulheres ficou ao pessoal.
02:01Foi designada a presidência ao pessoal.
02:03O fato é que o pessoal tem outras pessoas nos seus quadros,
02:06outras mulheres nos seus quadros, que não a deputada Erika Hilton.
02:10Pois bem, quando ele monta a chapa, os membros da comissão têm duas opções.
02:16Vota cravado na deputada Erika Hilton ou vota em branco,
02:20que não poderia ter outra chapa inscrita, né?
02:23A gente escuta. Por que você não se candidatou?
02:25Porque era o acordo dos líderes partidários.
02:28É, só para a gente entender como há uma divisão das 30 comissões temáticas,
02:33há uma divisão proporcional.
02:34Então, assim, quanto maior a bancada, maior o número de comissões esse partido tem.
02:38No caso do pessoal, ficou a Comissão das Mulheres.
02:40Assim como, por exemplo, a CCJ, ficou com a União Brasil e por aí vai.
02:44Só para a gente fazer assim.
02:46As mulheres, nós nos organizamos, então, assim,
02:49é ter uma estratégia para não deixar a Erika Hilton ganhar.
02:52Tanto que no primeiro escrutínio, ela teve, então,
02:55podia votar nela, Erika Hilton, ou votar em branco.
02:58Quem não quisesse a deputada Erika Hilton, votaria em branco.
03:01E ela teve 10 votos cravados nela e 12 votos em branco.
03:05Ou seja, a maioria não queria a deputada Erika Hilton.
03:09Aí, o regimento prevê dois escrutínios quando tem mais de uma chapa.
03:12Mas naquele caso era só uma chapa, por causa do respeito às convenções partidas,
03:18ao acordo das lideranças.
03:19Então, não poderia ter tido esse segundo escrutínio.
03:22E nesse segundo escrutínio, a gente tentou obstaculizar com o quórum,
03:26infelizmente, marcou-se o quórum e computou seus votos para ela.
03:30Então, a gente apresentou os instrumentos legais que a gente pode fazer aqui na oposição
03:34e foram medidas adotadas, foram um recurso para o presidente Hugo Mota
03:40suspender essa eleição, considerando esse argumento,
03:42que não poderia nem ter havido um segundo escrutínio,
03:45uma representação na comissão de ética,
03:48porque logo após a eleição e o primeiro pronunciamento dela,
03:53ela proferiu palavras, assim, ofensivas a nós mulheres e a toda a sociedade, né?
03:58Nos chamou de esgoto, de imbecis com o cis maiúsculo,
04:03enfim, não é postura de uma deputada,
04:07na postura de parlamentar dessa casa,
04:09sobretudo na presidência da Comissão das Mulheres, né?
04:12E nós apresentamos também uma moção de repúdio,
04:14que é o que nos cabe fazer e tentar esclarecer para as pessoas
04:17que nós mulheres traçamos uma estratégia
04:19e a nossa estratégia foi vitoriosa,
04:21porque ela não teve 12 votos, ela teve só 10.
04:25Madá, pergunta,
04:27conseguiu entender o embrólio envolvendo a Comissão das Mulheres
04:32e também o recurso apresentado pelas parlamentares, Madá?
04:38Deu para entender direitinho?
04:39Olha, eu entendi porque eu já fui assessora parlamentar.
04:45Então, você vai pegando ali no detalhe do detalhe do detalhe
04:50da coisa regimental técnica para tentar reverter.
04:55Existe um questionamento grande,
04:57eu sou contra isso,
04:58eu gostaria que você perguntasse à deputada Rosângela Moro,
05:02existe uma coisa de que só mulheres poderiam presidir a Comissão da Mulher.
05:06Eu entendo que isso é a teoria do lugar de fala, que é de esquerda.
05:10Por mim, até o sargento Farrur podia presidir a Comissão da Mulher,
05:13eu não estou nem aí quem é.
05:15Agora, pegar a pessoa que mais persegue judicialmente mulheres no parlamento
05:20e permitir que fique na Comissão da Mulher,
05:23é isso que eu não aceito.
05:25Como é que a deputada pretende abordar essa questão?
05:28Não é a questão de ser trans,
05:29não sei, para mim, pelo menos, que sou de direita, não é isso.
05:32Para mim, é a questão dela perseguir mulher
05:34e ficar na frente dessa Comissão, que não tem nenhum cabimento.
05:43A Madeleine Láx, que está lá no estúdio,
05:46pergunta para a senhora basicamente o seguinte,
05:49como é que as mulheres vão atuar em relação à postura da Erika Hilton,
05:55em relação à foto feminina?
05:57Porque, reconhecidamente, a parlamentar já perseguiu mulheres.
06:02Como é que vai ser esse enfrentamento a partir de agora?
06:05A gente tem que usar dos meios legais e levar para a presidência da casa.
06:08Hoje, eu não faço parte da comissão, tem homens na comissão,
06:11eu não tenho vaga na comissão das mulheres,
06:14tenho que respeitar os acordos, tudo bem.
06:17E a gente soube que ela não queria nem receber pedidos,
06:22pedidos que naturalmente, por exemplo,
06:24o partido dela, que é o pessoal, todo dia faz,
06:27moção de repúdio, vai para a justiça, quer processar todo mundo, né?
06:31E ela não chegou a receber pedidos das colegas mulheres.
06:34A gente, hoje, foi uma pauta da comissão das mulheres de obstrução,
06:39a gente vai ter que trabalhar na comissão das mulheres obstruindo,
06:42porque a gente também não quer, pode até não votar as nossas pautas,
06:45mas a gente não vai querer pautar gênero, aborto
06:49e projetos que avancem contra os nossos fundamentos,
06:53que estamos alinhados com a grande parte da sociedade brasileira conservadora.
06:57Tá certo. Deputada, muito obrigado pela participação aqui,
06:59mais uma vez, aqui nos programas de Antagonista, deputada.
07:02Obrigada.
07:03Madá, eu posso puxar uma outra parlamentar para a gente repercutir esse assunto?
07:06Você se incomoda, posso?
07:07É claro, é claro.
07:09Por favor.
07:10O que a gente quer é o agito.
07:12Dá boa noite para a deputada.
07:14Muito obrigada pela participação aqui no Paro Antagonista.
07:17Deixa eu aproveitar e falar com a deputada Anny Ortiz,
07:19de Cidadania do Rio Grande do Sul, gaúcha da Gema,
07:22já conversou com a gente nos programas durante a enchente lá em Porto Alegre.
07:27Deputada, eu lhe faço a mesma pergunta que eu fiz agora há pouco para a deputada Rosângela Moro.
07:32Como vai ser esse enfrentamento de parte da bancada feminina em relação a Erika Hilton?
07:37Porque foi uma decisão polêmica, mas mais do que uma decisão polêmica,
07:41me parece que foi uma decisão pouco acertada do PSOL,
07:44também de apresentar esse nome como representante das mulheres.
07:48Boa noite, seja bem-vinda ao Paro Antagonista.
07:50Boa noite, prazer imenso estar aqui de novo junto com vocês.
07:54Em primeiro lugar, eu concordo que foi uma decisão absolutamente equivocada do PSOL.
07:58A gente tem visto a reação fora daqui de dentro,
08:02entre a esquerda, mulheres de esquerda, mulheres de direita,
08:06muito revoltadas com essa decisão.
08:08O PSOL, ele poderia ter indicado qualquer outra mulher
08:12para a presidência dessa comissão, que é uma comissão muito simbólica.
08:16Eu quero aqui fazer uma fala que eu já fiz ali, eu quero repetir aqui.
08:21Eu reconheço a comunidade trans, eu respeito a comunidade trans,
08:25a gente tem que garantir os direitos da pessoa trans,
08:29reconhecer as vivências, que são vivências diferentes das nossas vivências como mulheres.
08:35E a deputada Erika Hilton, ela quer apagar isso.
08:37Ela disse no primeiro discurso dela, como presidente da comissão,
08:41que aquela comissão não ia ser tratada biologia.
08:45Endometriose é biologia, câncer do colo do útero é biologia.
08:48A gente poder discutir as questões hormonais das mulheres,
08:53menstruação, gravidez, é tudo biologia.
08:55Tu não tem como rasgar a biologia.
08:57Inclusive, muitas pessoas trans dizem,
09:00mulher trans não é mulher biológica.
09:02Outro dia teve uma fala que teve uma grande repercussão
09:05de uma mulher trans, que é a Maia Massafera,
09:07uma influenciadora muito conhecida,
09:10que fez a transição de gênero,
09:12mostrou para o Brasil inteiro a sua transição de gênero.
09:14E ela disse, eu sou mulher trans, eu sou uma travesti,
09:18eu não quero ser uma mulher biológica,
09:20eu não tenho como ser uma mulher biológica.
09:22Uma fala completamente o contrário da deputada Erika Hilton,
09:25que força, que diz, eu sou mulher sim, e acabou.
09:28E elas tentam enfiar isso aqui como se fosse igual abaixo,
09:31só que as pessoas não aceitam isso.
09:34A deputada Erika, ela podia ser presidente de qualquer comissão dessa casa.
09:38Ela podia ser presidente da comissão Direitos Humanos,
09:41das minorias, da comissão Trabalho, da CCJ, de qualquer lugar.
09:45Mas é uma afronta às mulheres, a história das mulheres,
09:50a luta das mulheres de colocar uma mulher trans,
09:55uma travesti, ocupando um espaço que é simbólico para nós mulheres.
09:59Que com muita luta a gente conseguiu chegar aqui,
10:02ter a nossa representatividade.
10:03Como eu disse, que as pessoas trans também têm o seu espaço.
10:07E a gente não pode aceitar.
10:08Se fosse ao contrário, como seria?
10:10Se eu assumisse a presidência da comissão da visibilidade trans dentro dessa casa.
10:16Como que elas iam se comportar?
10:18Aceitar e estar tudo bem?
10:19Então, acho que a gente está aqui representando não só a nossa opinião,
10:23mas a sua opinião.
10:24Não é transfobia, é opinião.
10:26Não pode se criminalizar opinião,
10:28como a deputada Erika Hilton fez com a Isabela Cepa,
10:32com a Isadora Borges e com outras tantas mulheres.
10:34Nós abordamos a questão da Isadora essa semana aqui no Papo, inclusive.
10:37É isso, que foram perseguidas por ela por dizerem algo que o Gilmar Mendes já decidiu,
10:45que não é crime dizer que mulher trans, que travesti, não é mulher, é homem biológico.
10:50Então, a Isabela Cepa, ela é uma refugiada.
10:54Ela está com refúgio político na Europa porque ela foi perseguida.
10:59E ela é uma mulher de esquerda,
11:00uma mulher que muitas pautas não se alinham com a nossa pauta aqui.
11:07Isso mostra que não é uma pauta da extrema-direita,
11:10como eles tentam colocar, sabe, dizer,
11:13ah, isso é coisa da extrema-direita, reacionária.
11:16Não, isso é uma pauta das mulheres que não querem ser invisibilizadas,
11:21que não querem ser reclassificadas.
11:23Nós não vamos ser reclassificadas a mulheres que gestam.
11:27Nós não vamos ser reclassificadas a pessoas que gestam ou pessoas que menstruam.
11:33Nós conquistamos com muita luta o nosso direito ao voto,
11:37o nosso direito de empreender sem autorização do pai,
11:39sem autorização do marido,
11:41o direito de poder ter uma conta no banco.
11:44E hoje, as mulheres, com essa reclassificação, estão virando o nada.
11:51Porque quando tudo é mulher, nada é mulher.
11:53Quando tudo é preconceito, nada é preconceito.
11:56Deputada, só para a gente encerrar,
11:57mostra para a gente, mas dá um bastidorzinho rápido aqui,
12:00só para pegar um pouco para a câmera.
12:01Tem uma camiseta que as parlamentares exibiram agora há pouco aqui no...
12:04Eu acho que a gente consegue mostrar.
12:06Olha aqui, ó.
12:07Mais próxima aqui da câmera, deputada, aqui, ó.
12:09Olha aqui.
12:11Ah, é.
12:11Vamos afastar um pouquinho, deputada.
12:12Não somos imbecis, não somos esgoto, não somos cadela, somos mulheres.
12:17Respeite.
12:18Todas as parlamentares que apresentaram, Madá,
12:20essa petição junto ao presidente da Câmara,
12:23fizeram um pronunciamento agora há pouco aqui,
12:25mostrando e deixando claro o posicionamento em relação à decisão
12:28do Conselho, da Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres.
12:32Exatamente.
12:32A gente espera agora uma resposta do presidente Hugo Motta
12:35em relação a esse golpe, né, já que gostam tanto de falar em golpe,
12:38golpe que foi dado na Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres.
12:41A deputada Erika Hilton não teve a votação necessária para assumir a presidência.
12:47Fizeram aquele segundo escrutínio, como muito bem explicou aqui a deputada Rosângela
12:51Moro, que não poderia ter sido colocada em votação.
12:56E mesmo...
12:57E aí, ali naquela situação, não dependia o número de votos,
13:01porque a gente olhando ali, mesmo que o voto seja secreto, sabe quem votou em quem.
13:04Mesmo assim, ela não fez mais votos, foi 11 a 10, mas deu quórum,
13:10como era a votação simples, mesmo que ela tivesse um voto, já teria feito, dado a votação.
13:16Então, nós estamos aqui reivindicando a legalidade da votação,
13:21porque há ali, o regimento foi rasgado nessa situação,
13:26a gente tem que rever isso.
13:28E a outra, nós também representamos na Comissão de Ética,
13:31em relação a estas palavras aqui, ditas e reafirmadas hoje.
13:36Ela não retirou o que ela disse hoje na reunião da Comissão,
13:41disse que reafirmava isso mesmo.
13:43E nós representamos na Comissão de Ética,
13:45porque nós não somos imbecis,
13:49nós não somos o esgoto da sociedade,
13:52e mais, ela ainda disse hoje na rádio que nós somos a escória das sociedades,
13:56o esgoto e a escória da sociedade.
13:57E nós não latimos, nós estamos aqui defendendo as mulheres,
14:02não é contra a deputada Érica, mas sim a favor das mulheres,
14:06a favor do espaço que nós conquistamos,
14:08e honrando todas as mulheres que trabalharam,
14:11que dedicaram as suas vidas,
14:12para que hoje a gente pudesse ocupar esse espaço dentro da política,
14:15dentro dos espaços de poder e dentro da sociedade.
14:18Deputada Anny Ortiz, muito obrigado pela atenção
14:20e pela participação aqui nos programas de Antagonista.
14:22Obrigada, obrigada, uma boa noite a todos vocês.
14:25Mada, olha, entrego para você,
14:27sentiu que o clima está, digamos, ameno,
14:31para a deputada federal Érica Hilton, não?
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