O CEO da IBM no Brasil, Marcelo Braga, analisa as cinco principais tendências tecnológicas para 2026, com foco especial na integração da inteligência artificial aos processos corporativos.
Para o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC, Braga discute a ascensão da IA agêntica — sistemas capazes de tomar decisões e executar processos de forma autônoma — e defende que o Brasil possui um perfil vanguardista para a adoção dessas tecnologias.
O executivo também aborda o impacto da IA no mercado de trabalho, a importância da cultura organizacional na transformação digital, os riscos crescentes de cibersegurança e a necessidade de um olhar ético e humano na aplicação dessas ferramentas para garantir o retorno aos negócios.
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Para o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC, Braga discute a ascensão da IA agêntica — sistemas capazes de tomar decisões e executar processos de forma autônoma — e defende que o Brasil possui um perfil vanguardista para a adoção dessas tecnologias.
O executivo também aborda o impacto da IA no mercado de trabalho, a importância da cultura organizacional na transformação digital, os riscos crescentes de cibersegurança e a necessidade de um olhar ético e humano na aplicação dessas ferramentas para garantir o retorno aos negócios.
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NotíciasTranscrição
00:01Estou de volta e eu já recebo aqui no estúdio do Times Brasil, exclusivo CNBC, o CEO da IBM aqui
00:08no Brasil, Marcelo Braga.
00:10Marcelo, boa noite. Prazer ter você aqui com a gente.
00:13É um prazer estar aqui com vocês.
00:14Obrigada por ter aceitado o nosso convite.
00:15Eu quero começar falando sobre esse estudo que vocês divulgaram agora há pouco, falando das cinco principais tendências para 2026.
00:23Minha primeira pergunta é bem ampla. O que você destaca desse estudo?
00:27Eu acho que tem algumas coisas que não tem como escapar.
00:30Primeiro, a IA muda tudo nos negócios.
00:33E deixou de ser um tema tecnológico, um tema de pessoas ligadas à tecnologia e virou uma forma super diferente
00:39como você vai mudar os processos das empresas,
00:43o atendimento aos clientes, como é que você interage com os funcionários, como é que você aprende, muda tudo.
00:48Então, o IA não é mais um hype, não é mais uma tendência, é uma realidade na maioria das indústrias
00:54que a gente tem visto atuar dentro desse estudo como um todo.
00:57Segundo, que eu acho que é muito relevante, cultura.
01:01E todo o estudo mostra que a cultura das empresas ainda é um ativo mais importante que existe,
01:08mas como você letra a liderança, os funcionários, os clientes para esse novo mundo totalmente conectado, totalmente digital, totalmente voltado
01:16à IA, muda tudo também.
01:17E tudo está interconectado.
01:19Então, acho que são dos cinco, três que mais me chamam a atenção do estudo são esses.
01:24Muito se fala também da IA agêntica.
01:27Isso significa sistema que toma decisão sozinho.
01:32A gente está preparado para esse salto aqui no Brasil?
01:35Eu acho que está.
01:37Por um motivo simples.
01:38O brasileiro, ele é vanguardista.
01:41Aqui é um dos países que mais usa mídias sociais, um dos países que mais usa a internet há muito
01:47tempo.
01:47A gente fala que nós somos early adopters, né?
01:49Somos early adopters.
01:49A gente começa desde cedo, desde o começo.
01:53A gente é mais aberto.
01:54E aberto à novidade facilita bastante.
01:56E o que muda com a IA agêntica?
01:58Pensa que hoje, diferente de uma outra tecnologia que ia vir apresentar algo e ia ter reação das pessoas,
02:04talvez depois de alguns anos de todo mundo usando a IA no dia a dia para fazer uma pesquisa,
02:10usando para te ajudar no dever de casa,
02:12o consumidor já está interagindo com a IA de uma forma muito mais natural.
02:16E aí vem a IA agêntica.
02:18O que é isso?
02:19É você pegar pequenos processos e dar começo, meio e fim e limites para que ele tome a decisão e
02:26execute o processo.
02:27Então agora a gente vê a IA agêntica realizando pedaços de processos dentro das empresas,
02:34podendo somar vários deles para fazer um processo como um todo.
02:37Então eu acho que a gente sim está preparado, a gente sim está aberto a ver isso.
02:42Agora tem seus desafios.
02:43Na hora que você fala de agêntica, não adianta um processo ruim ser hiperautomatizado e ganhar uma velocidade imensa seria
02:51ruim.
02:51Então o processo está adequado, atender uma finalidade, trazer retorno,
02:56seja financeiro, seja de produtividade, seja de experiência, é o que importa.
03:00Não adianta trocar uma ferramenta pela outra,
03:02que não é isso que vai trazer a produtividade, o retorno que as empresas esperam.
03:06E quando a gente pensa nisso, na prática, dentro das empresas,
03:10quando os agentes passam a operar de forma autônoma, de que maneira isso funciona?
03:15Isso vai mudar tudo.
03:17Pensa que eu ouvi de um executivo do mercado financeiro algumas semanas atrás
03:21que o departamento de RH agora não vai ser mais recursos humanos,
03:25talvez vai virar robôs em humanos.
03:27E isso começa uma força de trabalho híbrida,
03:30onde você é potencializado por esses agentes,
03:33para que você faça muito mais atividades como um todo,
03:36você orquestre processos de uma forma diferente.
03:38Agora, como você desenha a experiência do seu cliente,
03:41como você desenha o processo,
03:43como é que você estrutura e dimensiona equipes e departamentos,
03:48isso muda tudo.
03:49Então é sobre tecnologia,
03:51sobre pessoas e sobre processos.
03:53Quando a gente fala de agente que aparece que é um tema tecnológico,
03:56mas no final do dia, pessoas, processos e tecnologia trabalhando juntos para entregar resultado.
04:01Mas o que acontece com o ser humano nesse cenário?
04:04Que você bem disse, não vai ser mais recursos humanos,
04:07vão ser robôs.
04:08Então o ser humano sai de cena?
04:10Não.
04:11O que as pessoas têm que de fato se preocupar?
04:13Eu acho que não.
04:15Eu acho que, de novo, não é um ou outro.
04:17Eu acho que vai ser um amplificado com o outro.
04:20Os robôs podem executar,
04:22e quando a gente fala robô, parece humanoide,
04:24mas assim, sistemas podem ser executados,
04:26mas quem decide são as pessoas.
04:28Qual que é o critério de aprova ou não aprova,
04:31quem decide é a pessoa e que deu a liberdade para o robô
04:34ou para a automação fazer isso acontecer.
04:37Agora, o que muda?
04:38Muda uma forma de como você vai dividir tarefas.
04:42Talvez a tarefa hiper repetitiva,
04:44que ninguém queria fazer mesmo,
04:45tenha algo que possa fazer mais rápido, mais eficiente.
04:48Agora, o que diferenciará as empresas
04:50é a experiência que ela provê para os seus consumidores,
04:54seja em forma de serviço ou forma de produtos.
04:57O que tem ali atrás,
04:58eu acho que em pouquíssimo tempo
04:59a gente não vai ter mais IA
05:00como sendo um tema da nossa conversa.
05:03Vai ser com uma energia.
05:05Se não tiver, todo mundo sente falta,
05:07mas não é o tema principal daqui a pouquíssimo tempo,
05:10porque vai estar enfranhado em tudo.
05:11Todo processo, todo sistema, todo computador, todo celular,
05:15vai ter IA junto e a gente não vai perceber mais.
05:17E que tipo de profissional vai prosperar
05:20nesse novo ambiente de trabalho?
05:22Olha, essa eu acho que é uma reflexão fabulosa.
05:26Sempre ligava a tecnologia
05:27a jovens super modernos
05:31que criam disrupção.
05:33E agora você vê que para fazer um prompt,
05:35que é a forma como você dá o comando
05:37do que você quer para uma IA,
05:39talvez as pessoas de humanas
05:41que tenham mais repertório,
05:43que sabem escrever melhor,
05:45que tenham mais imaginação,
05:47consiga escrever um prompt mais detalhado,
05:49que é isso que diferencia um resultado de uma IA,
05:52que qualquer um podia fazer de um resultado muito bom,
05:55do que no passado.
05:56Então eu acho que agora é uma somatória
05:59de tecnologia,
06:01mas esse olhar humanizado,
06:02de repertório e vocabulário
06:05do que simplesmente um comando técnico.
06:07Então pessoas que sejam criativas,
06:09pessoas que consigam descrever melhor as coisas,
06:12que tenham um repertório de vida,
06:14na minha opinião,
06:15vão ser muito úteis nesse mundo,
06:17que tecnicamente você ia olhar e falar,
06:19isso é coisa muito nova,
06:21isso é coisa de jovem,
06:22isso é coisa de exatas,
06:24e eu vejo agora talvez muito mais
06:25uma junção de exatas com humanas.
06:28Que conselho,
06:29se você tivesse que dar um conselho para CEOs
06:32sobre inteligência artificial hoje,
06:34qual seria esse conselho?
06:35Para quem está aqui nos ouvindo,
06:37a gente é muito acompanhado por esse cargo,
06:40por cargos de liderança nas empresas.
06:43O primeiro conselho eu daria é use.
06:45É muito diferente de alguém contar para você
06:48o que pode ter de potencial,
06:50pode ter de vantagens,
06:52é muito diferente quando você experimenta.
06:54E diferentemente de outras tecnologias
06:56que para você experimentar tinha que fazer cursos,
06:58levava muito tempo,
07:00era muito sofisticado,
07:01ou não tinha interesse de um CEO,
07:03você experimentar,
07:04você vai ver que isso vai poder te ajudar
07:07nas suas tomadas de decisão,
07:08na forma como você analisa um relatório,
07:10na hora que você se organiza para o seu dia a dia,
07:12e você vai começar a perceber potenciais
07:15sendo aplicados no seu negócio
07:17de uma forma fantástica.
07:18Então eu acho que o letramento executivo
07:22e de bordes,
07:23talvez seja um dos pontos mais importantes
07:25para que a IA seja adotada
07:27de uma forma pervasiva dentro das empresas.
07:29Porque a primeira reação é
07:30não conheço, nunca vi,
07:32deixa eu olhar primeiro, pisa no freio.
07:34E agora é o momento de acelerar.
07:35Não tem que resistir,
07:36não pode resistir,
07:37porque já está aí e não vai voltar atrás, certo?
07:39É um avalanche.
07:41Eu já ouvi muita gente falar,
07:42se você não quer aprender,
07:44contrate alguém que saiba muito
07:45e coloque do seu lado.
07:47Mas sabe o que eu acho interessante?
07:48Mas o melhor é a própria pessoa aprender.
07:50Óbvio, né?
07:51Mas é um somatório de coisas.
07:52Se no passado eram ondas,
07:54teve a onda da inteligência da internet,
07:57teve a onda da mobilidade,
07:58agora você vai somando
07:59internet, mobilidade,
08:02conectividade e IA
08:03para fazer um somatório
08:05de cinto de utilidades
08:07para você trazer negócios mais inovadores,
08:09mudar a vida das pessoas
08:10e impacto na sociedade.
08:11É a maior revolução da nossa geração?
08:14Eu acho que vai ser uma revolução
08:15tão dramática
08:17quanto foi a eletricidade,
08:19como foi a internet,
08:20só que talvez
08:21num espaço de tempo muito menor.
08:23Você lembra que foram anos
08:25entre uma transição do vapor para a energia,
08:27foram alguns anos
08:29para essa discussão
08:30de como a internet
08:31impactou a vida de todo mundo,
08:32talvez uma década ou duas.
08:34A inteligência artificial,
08:36a gente viu que em dois, três anos,
08:38ganhou uma escala
08:39que nunca teve no passado.
08:40Então, eu acho que é uma das maiores,
08:41mas não é uma alternando
08:44ou substituindo a outra.
08:45É um somatório
08:46que vai aumentando
08:47a capacidade da nossa criatividade
08:49e do que a gente quer fazer
08:51com relação aos negócios
08:52e o que a gente quer como sociedade.
08:54É, pela primeira vez
08:55a gente está vendo
08:56várias tecnologias ao mesmo tempo.
08:58A gente estava conversando aqui
08:59antes do SXSW,
09:01maior festival de inovação
09:02e tecnologia do mundo
09:04e tem uma futurista
09:05que sempre vai para o SX,
09:07que é a Amy Webb,
09:08que ela fala exatamente disso.
09:09Dessas várias tecnologias
09:13acontecendo concomitantemente,
09:14ao mesmo tempo.
09:16E isso faz muita diferença
09:17para as pessoas.
09:18Total.
09:19Porque abre um repertório
09:20que não existia.
09:21E diferentemente do passado,
09:22que existiam especialistas
09:24em vários campos,
09:26a IA é um tipo de tecnologia
09:27que ela está democratizada
09:29e acessível
09:29para praticamente todo mundo
09:31que tem um computador,
09:32que tem um celular,
09:33usa o mesmo modelo
09:34mais sofisticado
09:35do que a universidade
09:37mais vanguardista,
09:38do que a maior empresa
09:40da Fortune.
09:41No final do dia
09:42é a mesma coisa.
09:43A diferença é,
09:44se você está aberto
09:45à curiosidade,
09:47talvez esse aqui
09:48seja um conselho
09:49não para os CEOs,
09:50mas para todo mundo.
09:51seja curioso.
09:53Porque as verdades
09:54que eram absolutas
09:55no mundo de tecnologia,
09:56no mundo dos negócios
09:57e até sobre a nossa
09:58própria vida cotidiana,
10:00agora está mudando
10:00muito rápido.
10:01E se você não está curioso,
10:02alguém te pedir
10:04ou te obrigar
10:05a fazer um curso,
10:06você talvez
10:07não tenha tanto interesse.
10:08Mas na hora que você
10:09tem essa curiosidade genuína,
10:10você vai querer ir atrás,
10:12você vai querer aprender
10:13um pouco mais.
10:14E para mim,
10:14é tanta novidade
10:15o tempo todo
10:16que se a gente
10:16não desenvolver
10:17essa curiosidade genuína,
10:18a gente não vai conseguir
10:19acompanhar a revolução
10:21que está acontecendo.
10:22E é claro que a gente sabe
10:23que inteligência artificial
10:24demanda chips,
10:26demanda data center.
10:28A gente corre o risco,
10:29aí eu estou falando
10:30do Brasil,
10:31de virar refém
10:32de infraestrutura,
10:33de chip,
10:34de modelos estrangeiros?
10:35Eu acho que a discussão
10:37de soberania de dados,
10:38soberania de tecnologia,
10:39sempre foi uma discussão
10:41relevante para qualquer nação.
10:43A parte boa,
10:44a maioria desses modelos
10:45como um todo
10:45são modelos abertos.
10:46é isso que nós acreditamos
10:48aqui na IBM,
10:49de modelos múltiplos,
10:50modelos abertos,
10:51modelos que você não tenha
10:52nenhum tipo de lock-in.
10:54Então,
10:54tendo uma arquitetura aberta
10:55que você consiga
10:56provisionar essa infraestrutura
10:58em qualquer que seja a nuvem,
11:00que o dado seja seu,
11:01sobre o seu controle,
11:03sobre a sua soberania.
11:04Isso é super relevante
11:05e a gente defende
11:07que esse conjunto
11:07de uma regulamentação adequada,
11:10mas com respeito à privacidade
11:12e uso ético
11:13da inteligência artificial,
11:14traz os fundamentos
11:15para que a gente possa ter
11:16o explorar dessas tecnologias
11:19a nosso favor.
11:20Como é que vocês enxergam
11:21o nível de maturidade
11:23das nossas empresas,
11:24das empresas brasileiras,
11:26nessa questão
11:27da cibersegurança?
11:29Cibersegurança,
11:29eu brinco,
11:30a coisa mais segura do mundo
11:32é você estar desconectado,
11:33certo?
11:33É mais impossível.
11:35Agora que o mundo
11:35é todo conectado
11:36e cada vez mais
11:37vira esse dilema
11:38entre essa hiperconexão,
11:40traz oportunidades,
11:42sinergias
11:43e esse mundo
11:44que a gente está vivendo hoje
11:45tão integrado
11:46e as dificuldades
11:48ou os desafios
11:49da cyber
11:49também escalam
11:50nessa mesma proporção.
11:52O primeiro ponto
11:53que a gente tem que entender
11:54é que a maioria
11:55das vulnerabilidades
11:56vem dos usuários.
11:58É a gente
11:59com a nossa curiosidade
12:01que clica
12:01num link
12:02num e-mail
12:03que parecia ser
12:04de alguém
12:06conhecido.
12:06Aí nesse caso
12:07tem que segurar a curiosidade.
12:08Tem que segurar a curiosidade.
12:09apurar antes
12:10pelo menos.
12:11Tem que ter esse olhar
12:12de que estranho,
12:13não é comum
12:13acontecer dessa forma,
12:15não é comum
12:15essa linguagem.
12:16Essa pessoa
12:17que está mandando para mim
12:17não é assim que ela escreve.
12:19Então esse olhar
12:19um pouco mais atento
12:21vai ser fundamental.
12:22Agora tem processos,
12:24tem ferramentas,
12:25tem políticas
12:26que são melhores práticas
12:27que as empresas
12:28têm que se atentar.
12:29Porque se no passado
12:30era sobre invasões,
12:32eu vou
12:33e roubo
12:33uma informação,
12:35agora é sobre
12:36parar negócios.
12:37e quando a sua empresa
12:38fica sequestrada
12:40digitalmente,
12:41o tamanho do prejuízo
12:42para a empresa,
12:43para os funcionários,
12:45para os clientes.
12:45Em várias das empresas
12:48rodam pedaços
12:49importantes
12:50da nossa vida cotidiana.
12:51Então é um olhar
12:52sobre continuidade
12:53de negócios.
12:54No passado
12:55era um problema
12:56delegado
12:56à área de tecnologia.
12:58Hoje é um tema
12:59de borde,
13:00é um tema
13:00de risco operacional,
13:01é um tema
13:02de risco de mercado
13:03que tem que ser olhado
13:04de uma forma
13:04muito mais sofisticada.
13:06E de certa forma
13:07você acha que
13:08os CEOs brasileiros
13:10subestimavam
13:10a saber segurança
13:12lá atrás
13:12e agora eles
13:13começam a olhar
13:14de outra forma?
13:15Talvez a pandemia
13:17exponencializou
13:18uma necessidade
13:18da gente acelerar
13:19demais a transformação
13:20digital,
13:21porque não havia opção
13:22para todo mundo em casa
13:24ou você entra
13:24para o mundo digital
13:25ou você não conseguia
13:27mais encorajar.
13:27Ou entra ou entra.
13:28E várias dessas
13:29movimentações
13:30acabaram sendo
13:31rápidas
13:32do jeito que dava
13:33e deixaram
13:34várias vulnerabilidades.
13:35tiveram que ser colocados
13:37todo mundo
13:37em home office
13:37da noite para o dia.
13:39Processos,
13:41segurança,
13:42identificação
13:43de usuários
13:43acabavam sendo
13:44feitos
13:45do jeito que dava.
13:46Agora,
13:47essa coisa já passou,
13:48essa maturidade
13:49tem que acontecer,
13:50mas é um tema
13:51que as empresas
13:52têm que levar
13:53muito a sério.
13:54De novo,
13:55não é uma discussão
13:56de tecnologia,
13:57é uma discussão
13:58de continuidade
13:58de negócios
13:59e tem que estar
14:00atento o tempo todo.
14:01Não pode dar bobeira.
14:03Agora,
14:03não posso deixar
14:04de te perguntar
14:05porque,
14:05claro,
14:06é um assunto
14:07que as pessoas
14:07debatem e muito.
14:09A gente está vivendo
14:10ou corremos o risco
14:12de vir a viver
14:13uma bolha de IA
14:14de inteligência artificial?
14:16Eu acho que essa
14:16é uma pergunta
14:17de alguns bilhões
14:18de dólares, certo?
14:19Eu acho que tem
14:21todas essas evoluções
14:22tem que ter uma discussão
14:23muito importante
14:24sobre expectativa.
14:25A IA
14:25não é um santo grau
14:27que vai resolver
14:27todos os problemas
14:28das empresas.
14:29Não é ela
14:30que vai ser
14:31a grande
14:32engine
14:33de transformação
14:33das empresas.
14:35Agora,
14:35ela é uma ferramenta
14:36poderosíssima
14:37na hora que se vislumbra
14:39o que é possível
14:40ser feita
14:40e o que a gente
14:41está falando
14:42são poucos anos.
14:43A gente está aqui
14:44há 10 anos
14:44trazendo IA
14:45aqui para o Brasil
14:45e a generativa
14:47nos últimos 3 anos
14:48ganhou esse hype
14:49como um todo.
14:49Então,
14:50a gente ainda enxerga
14:51muito potencial.
14:52Onde há muito potencial
14:53tem muita expectativa.
14:54Onde tem expectativa
14:56tem especulações.
14:57Mas,
14:58no final,
14:58a gente vive aqui
15:00na IBM
15:00uma realidade de IA
15:01para negócios.
15:02IA para negócios
15:03já é muito diferente.
15:04Onde a gente olha
15:05é que tem que dar retorno.
15:07Onde a gente olha
15:07é que ela tem que ser segura,
15:09tem que ser ética,
15:10tem que abraçar
15:11todos os processos
15:12das empresas
15:13como um todo.
15:14Então,
15:14o que eu posso dizer é
15:16não é hype,
15:18é uma realidade.
15:19Vai mudar os negócios
15:20de uma forma radical,
15:22já está mudando.
15:23Vai mudar a relação
15:24entre as pessoas,
15:26entre os funcionários,
15:27entre as empresas.
15:28empresas,
15:28mas a forma
15:29das interações
15:31econômicas
15:32entre os entes
15:33como um todo
15:34estão sendo descobertos
15:35agora,
15:35mas eu não tenho dúvida
15:36que o potencial é enorme.
15:37Mais difícil a gente dizer
15:38se tem uma bolha ou não,
15:39é isso?
15:40Eu acho que a gente está
15:41começando a viver
15:41o cenário ainda
15:42e são poucos anos
15:45para a gente olhar
15:45isso no horizonte
15:46de tão longo prazo.
15:48E tem tanta coisa
15:49acontecendo ao mesmo tempo
15:50que também você separar
15:51o que é um tema e outro
15:52é muito difícil,
15:53mas que é uma revolução
15:54não tenho dúvida nenhuma.
15:56Marcelo,
15:56muito obrigada.
15:57Prazer conversar com você.
15:58Prazer.
15:59Obrigada mesmo.
15:59Boa noite.
16:00Muito obrigado.
16:00Boa noite.
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