00:10A gente faz uma estratégia para o reality, tanto para o mercado livre quanto para o mercado pago,
00:16que está 100% casada com a estratégia das marcas ao longo do ano.
00:21Não são coisas separadas, são coisas que precisam funcionar juntas.
00:26Então, operar o War Room é operar a estratégia de marca em tempo real.
00:30É a gente conseguir aplicar os conceitos que a gente criou e que vão rolar o ano inteiro, todos os
00:36dias, o tempo todo.
00:37O ponto mais importante nessa operação de Big Brother é a gente definir os KPIs no início de todo o
00:45processo.
00:45Para aí sim a gente montar o time, com especialistas que vão desde community managers, que são especializados nessa dinâmica,
00:57especializados em Big Brother, até criativos que realmente se interessem e sejam apaixonados pelo projeto.
01:07Acho que essa formatação do time é muito importante para que a gente entenda as movimentações dentro do programa
01:16e consiga agir de uma forma muito rápida.
01:20O segredo para estruturar esse War Room foi a gente preservar a característica que a gente já tem,
01:27que a gente já tinha há muito tempo na área de conteúdo,
01:29e manter os especialistas que conhecem profundamente a marca
01:34e juntar com talentos que já fizeram BBB,
01:38eu acho que foi o match perfeito para a gente ter um War Room que fosse equilibrado
01:44e que trabalhasse com aprendizados.
01:49A nossa parceria com a Globo e dentro do Big Brother, ela vem crescendo ano após ano.
01:54A gente cada vez mais discute para ser um dos patrocinadores principais do programa,
01:57porque a gente acredita que o BBB acaba entregando para a gente um alcance muito grande,
02:02então ele leva a mensagem para muita gente.
02:04A gente constrói a reputação da nossa marca quando a gente tem os brothers
02:07consumindo os nossos produtos, comendo o nosso chocolate,
02:10e acho que associando isso a gente também participa da cultura e faz parte da conversa.
02:14A Gantt, junto com o Mercado Livre, está trabalhando em três cotas de patrocínio.
02:19Desde lá de trás a gente está pensando em dinâmicas novas,
02:22como que a gente consegue fazer provas de resistência que durem bastante,
02:27que sejam Big Brother raiz, que são provas que as pessoas lembram, que sejam memoráveis.
02:33Acho que isso de estar na história do BBB e de fazer parte é uma coisa que a gente quer
02:39sempre,
02:39ter essa recorrência, essa consistência, mas a gente também quer que seja novidade.
02:49Trabalhar com o Telco é um desafio diário, porque a gente não é uma love brand,
02:54então acho que nenhuma Telco é uma love brand do público.
02:57Então a gente está o tempo todo tentando conversar nas redes sociais
03:01e trazer conversas que sejam relevantes para o público
03:04e que tragam para ele algum tipo de afinidade, algum tipo de percepção melhor da nossa marca.
03:09A gente está acostumado, a gente faz isso todo dia,
03:13mas que no BBB a gente toma um pouco de cuidado com uma estratégia sólida,
03:17com um time de social que entende muito da marca,
03:19que entende muito das redes,
03:22que acompanha o tempo todo as conversas e entra sempre para conter ou para fomentar,
03:28seja uma história positiva ou negativa, a gente está sempre ligado nisso
03:32e isso faz parte do nosso dia a dia e no BBB não é diferente.
03:36E eu ouso dizer que não tem nenhum asset maior do que o Big Brother
03:39para a gente participar dessa conversa.
03:41E quando a gente vê que os lançamentos fazem parte disso,
03:43a gente prepara esse asset para ele estar envelopado como a gente quiser.
03:47Caso surja algo diferente do que a gente alinhou,
03:49a gente também tem outras camadas que a gente pode acionar
03:52para entender se a gente vai entrar, se a gente vai falar alguma coisa sobre isso,
03:56se a gente vai participar.
03:57A gente viu esse Big Brother desse ano e tem acontecido de tudo.
04:00Tem o Big Brother num ano que está sendo realmente muito quente.
04:03Mas eu costumo dizer que às vezes na comunicação não falar, às vezes é uma estratégia.
04:06A gente já tem uma expertise, a gente já tem um jogo de cintura
04:10de entender o que pode se transformar num impacto potencialmente negativo para a marca ou não.
04:17A gente tem um social listening bem forte, a gente fica monitorando o que está acontecendo.
04:22E se a gente entende que pode ter um impacto negativo para a marca,
04:27aí a gente tem um comitê de crise que a gente aciona com as principais lideranças,
04:31a gente está sempre em contato com as marcas e com a própria emissora
04:35para a gente conversar e ver o que pode ser feito.
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