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No Visão Crítica, o professor de Economia Manfred Back comenta a influência do ano eleitoral sobre a economia brasileira.

De acordo com o economista, os números de 2025 foram melhores do que o esperado, mas ainda há obstáculos no cenário econômico. Entre eles, a avaliação de que o Banco Central deve demorar para iniciar cortes na taxa Selic, o que impacta a atividade econômica.

Confira o programa na íntegra em: https://youtube.com/live/4U40WWrYV0c

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Transcrição
00:00Você analisa a economia brasileira com esses dados, nesse cenário agora de 2026,
00:05e é a questão que o próprio Márcio lembrou, um ano eleitoral,
00:09e sempre também tem muita disputa, o Congresso é algo que a gente não sabe,
00:13o que ele vai deliberar, o que vai aprovar, como diria o Dino Sane,
00:17já que estamos falando de futebol, ele que criou a expressão caixinha de surpresa,
00:20que futebol, você mais novo não deve saber, era um volante,
00:24que depois foi técnico de futebol, etc, etc.
00:27E nós temos o Congresso nosso, só é caixinha de surpresa,
00:30ninguém sabe o que vai ocorrer em qualquer votação.
00:33Como é que você vê a economia brasileira em 2026?
00:36Bom, primeiro, boa noite, obrigado pelo convite de novo.
00:40Aproveitando o Roland aqui, mas o André, no último programa que eu tive com o André,
00:45a gente falou que o mundo não ia acabar, e os números comprovam que o mundo não acabou.
00:51Ainda bem, né?
00:52Na última que a gente teve aqui, parecia que tudo ia ser um desastre, né André?
00:55E os números de 2025 foram bem melhores do que todo mundo imaginou.
01:01Eu queria ressaltar dois problemas primeiro, né?
01:05No último, os dados do IBGE, a produção industrial não foi essa maravilha no mês de novembro.
01:15E várias regiões, inclusive São Paulo, foi negativa.
01:19Então, no meio do ar positivo, a produção industrial não foi na mesma atuada.
01:24A segunda coisa que eu queria colocar, eu acredito que o Banco Central vai demorar para cortar a taxa Selic,
01:36não só pelo contexto aqui dentro, mas mais pelo contexto internacional.
01:41Eu acredito que o BC está numa briga de confiança, que a gente sempre vê no discurso que vai cumprir a meta, né?
01:57Não cabe aqui discutir se a meta é factível ou não, a meta estabelecida.
02:02E em relação à questão fiscal, eu não sou tão pessimista quanto meus dois colegas.
02:10Acredito que tem um problema, sim.
02:12Eu, como fui da administração pública, às vezes as pessoas não comentam,
02:17mas os governos estaduais gastaram mais que a entidade federal, no ano passado.
02:25Muito mais.
02:26Isso ninguém comenta em lugar nenhum.
02:29E a tendência é os governos estaduais gastarem mais ainda esse ano.
02:34Eles passaram muito mais do que o governo federal.
02:36O André lembrou bem, o resultado até é pequeno, comparado com o resto do mundo, 0,48.
02:42Se você pegar alguns estados, é muito maior do que o governo federal.
02:46Isso tem muito a ver também com a configuração do Congresso.
02:51Então, assim, o Congresso...
02:54Eu não vou discutir de novo se é bom ou se é ruim, porque ele foi eleito.
02:59O Congresso, ele faz muito discurso, mas o Congresso, ele gasta mais do que o próprio governo federal.
03:06Ele é discurso de contenção fiscal, mas se você olhar o Congresso, ele é o maior gastador do que o discurso.
03:17E vai ter ano eleitoral, como lembraram meus colegas aqui, eu não sei como vai ser o embate.
03:21Por enquanto está calmo, porque não começou.
03:26Acredito...
03:27Agora, tem um fator positivo esse ano aqui, uma questão, Vila,
03:32que eu discuto com o professor faz muito tempo,
03:38e parece que esse ano sai, a partir do meio do ano,
03:43até que, enfim, o Brasil vai voltar a fazer as concessões das ferrovias.
03:49No meu entendimento aqui, pode ser por ser um ano eleitoral,
03:53eu acredito muito que o Brasil há muito tempo tem uma restrição de oferta.
03:59E demorou, porque é uma questão política, porque você mexe em vários estados,
04:04então está acertado, vão ter várias concessões.
04:06Está aqui você que é historiador, né?
04:08É um negócio muito interessante.
04:11Nos anos 20, 30, 40, o Brasil tinha a ferrovia, nos anos 50.
04:16E depois, a partir dos anos 50, o Brasil virou o país da rodovia.
04:20Quer dizer, o custo da ferrovia é 10 vezes mais barato.
04:24Então, isso pode ser...
04:26Isso, pô, em 2026 não vai mudar nada,
04:29porque vai ter que fazer os leilões, vai ter que ir investimento.
04:33A rodovia não começa amanhã.
04:35Mas assim como o pré-sal, né?
04:39Que foi um head da nossa conta comercial que ninguém...
04:42Na época, ninguém quis falar.
04:44Só vê hoje, se o Brasil tivesse que importar petróleo,
04:48na condição de balanço de pagamento que o Brasil tem,
04:52você imagina...
04:54Acho que dessa vez sai, porque está marcado, né?
04:57Sim.
04:57Os leilões.
04:58Pode ser que daqui dois, três anos a gente tenha uma queda de custo.
05:03Costumo dizer que é capaz de ver que cai dois, três pontos a inflação
05:06e vai descobrir que não foi a taxa de juros.
05:08André, eu estava aqui, até anotei,
05:13se levantaram uma série de questões interessantes,
05:16estava pensando aqui,
05:18a assinatura agora, nos próximos dias,
05:21finalmente, de um acordo negociado desde 1999.
05:25Acho que é o acordo mais longo de negociação da história.
05:28O acordo Mercosul-União Europeia.
05:31Tem uma série de clausas, uma série de coisas, etc.
05:33Mas isso, o que o Brasil pode ganhar nesse acordo
05:39e o que isso pode representar para o Brasil em termos positivos?
05:43E do outro lado, tem um lado negativo desse acordo?
05:47Bem, vamos lá, né?
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