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A ata da reunião que marcou um dos eventos mais importantes do ano para a Ambipar — na qual foi analisada e aprovada a operação de hedge (contratos de swap) no valor de US$ 493 milhões com o Deutsche Bank — não foi publicada no site da CVM nem na página de relacionamento com investidores da companhia. A omissão contraria as normas da autarquia e do segmento Novo Mercado da B3, o de maior rigor em governança, no qual a empresa era listada.

O documento, datado de 27 de fevereiro, foi obtido pela reportagem do Times Brasil, licenciado exclusivo da CNBC, e mostra que, além dos membros do conselho, apenas o CEO, Tércio Borlenghi Junior, e o diretor jurídico, Mauro Nakamura, participaram da aprovação — deixando o então diretor financeiro, João Arruda, de fora da deliberação.

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Transcrição
00:00Agora a gente fala da crise na Ambipar. A ata da reunião do Conselho de Administração que aprovou os Green Bonds
00:06não foi publicada no site da CVM, a Comissão de Valores Mobiliários, nem mesmo na página de relacionamento com investidores da companhia.
00:14O documento inédito, obtido pela reportagem do Times Brasil, licenciado exclusivo CNBC,
00:19revela que o CEO Tércio Borleng assinou o empréstimo que gerou a derrocada da empresa e derruba a versão da atual diretoria.
00:27Na reunião do Conselho de Administração, foi analisada e aprovada a operação de ED,
00:34uma espécie de proteção no mercado, no valor de 493 milhões de dólares com o Dutibank.
00:41A falta de publicação do documento contraria as regras da CVM e também do segmento do novo mercado da B3,
00:49que exige maior rigor de governança e no qual a empresa era listada à época.
00:55O documento, com data de 27 de fevereiro deste ano, foi obtido pela reportagem do Times Brasil, licenciado exclusivo CNBC.
01:04Ele mostra que, além dos membros do Conselho de Administração da companhia,
01:09apenas o CEO Tércio Borleng Jr. e o diretor jurídico Mauro Nakamura participaram da aprovação.
01:17O então diretor financeiro, João Arruda, ficou de fora da deliberação.
01:21A operação de ED, contratada junto ao Dutibank, estava vinculada à emissão das Green Notes,
01:28com remuneração de 10.875% e vencimento em 4 de fevereiro de 2033, conforme aprovado em 22 de janeiro de 2025.
01:38O fundador e CEO, Tércio Borleng, e o ex-CFO, João Arruda,
01:44travam uma batalha judicial na qual ambos se acusam de serem responsáveis pela crise de credibilidade
01:51que provocou a derrocada das ações da Ambipar na Bolsa.
01:55A desvalorização dos papéis da empresa atingiu 95% em poucos dias.
02:00Borleng acusa Arruda de ter assinado, sem seu conhecimento, um aditivo ao contrato de ED
02:07que teria prejudicado a companhia com chamadas de margem recorrentes e um efeito em cascata,
02:14gerando uma corrida de credores e a perda de confiança dos investidores.
02:19Arruda, por sua vez, afirmou em sua carta de demissão, que era de senso comum,
02:24que, ao serem realizadas operações sem o envolvimento dele enquanto CFO,
02:30algo fora do comum poderia estar acontecendo.
02:33O ex-CFO também deixou claro o descontentamento e a discordância com a prestação de informações incompletas
02:40e citou, neste contexto, a demissão do diretor jurídico, Mauro Nakamura,
02:46além de citar na carta a falta de transparência e governança.
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