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Pedro Batista explica como a inteligência artificial, a automação e a telemedicina estão revolucionando a saúde privada no Brasil. Ele apresenta cases de sucesso de grandes operadoras e o impacto dessas tecnologias na jornada do paciente.

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Transcrição
00:00Doutor, inovação na área e a saúde privada no Brasil tem adotado cada vez mais tecnologia,
00:06desde os diagnósticos até a automação de processos.
00:10E pra gente saber mais sobre isso, trazer cases de sucesso também na indústria,
00:14quem tá aqui comigo é o doutor Pedro Batista, médico e CEO da Horus AI.
00:18Tudo bem? Como vai, doutor Pedro? Bem-vindo.
00:22Sempre bom começar a segunda-feira falando de saúde e saúde com inovação, né, doutor?
00:27Muita inovação chegando, né, Nath? Muita coisa nova vindo pro mercado brasileiro.
00:31As operadoras de saúde, principalmente, elas fazendo uma virada de jogo do que aconteceu aí no pós-pandemia,
00:40com uma série de prejuízos. E agora a gente tentando fazer isso, trazer mais benefícios também pro paciente.
00:47E quando a gente fala de tecnologia usada pra saúde, é vago, é muito amplo, né?
00:53Então, explica melhor, na prática, do que a gente tá falando e de que tipos de tecnologia
00:58e que momentos da saúde também ela é usada.
01:00Olha que legal. Vou até pedir pra gente colocar a arte aqui pra poder ter mais palpabilidade nessa situação.
01:08Quando a gente tá falando de tecnologia, não é só um ponto.
01:10Aqui, eu trouxe pelo menos oito pontos que hoje têm impactado direto a vida de todo mundo.
01:14A gente pode falar de AI Machine Learning, que é o que vem evoluindo,
01:18e a gente tem que cruzar com essa outra informação aqui, a segurança de dados.
01:23E a Machine Learning, ela só funciona adequadamente em saúde se ela tiver possibilidade de trabalhar volumes de dados estruturados.
01:31É o que a gente sempre fala na hora dos AI, quando a gente assume um novo cliente.
01:35A gente precisa limpar toda a base de dados.
01:37Se você limpa a base de dados, se você estrutura adequadamente,
01:40você consegue imprimir padrões de inteligência especial e Machine Learning
01:44pra gente conseguir antecipar eventos.
01:46Um exemplo, a gente identificar pacientes que têm indicação de fazer exames preventivos
01:51e não estão com aqueles exames em dia.
01:54Ou então, identificar pacientes, por exemplo, que fizeram uma tomografia,
01:58ou então fizeram um ultrassom,
02:00tem um indício ali, tem uma identificação de uma lesão grave
02:04e ele não voltou nem pra pegar o exame.
02:06Quando a gente começa a usar tecnologia em cima desses padrões,
02:09essas informações, elas começam a virar tona
02:12e ficar muito mais fácil pra gente poder cuidar das pessoas.
02:14Além disso, se a gente tem padrões bem instituídos de telemedicina,
02:19de prontuário eletrônico, a gente começa a estruturar melhor
02:24essa informação que o médico precisa ter pra atender bem o paciente dele.
02:29Só que a gente sabe que isso hoje é multifacetado.
02:32Ele é totalmente descentralizado.
02:34A gente precisa evoluir mais rápido nisso
02:36e alguns dos centros que nós vamos dar como exemplo hoje
02:39estão começando a fazer e o resultado vem rápido.
02:42Quando você fala que é descentralizado, é porque, doutor,
02:46eu vou, eu passo por uma médica particular,
02:49daí eu faço o exame pelo convênio no hospital tal
02:51e o outro exame em outro e esses sistemas não se cruzam, é isso?
02:55Nath, é exatamente esse ponto que a gente quer chegar.
02:58Vamos fazer uma analogia bem clara e real.
03:01Hoje, se a gente pegar a ANS, que é a Agência Nacional de Saúde Suplementar,
03:06e o Ministério da Saúde, todos eles recebem informações
03:09de secretarias de saúde, das operadoras, de uma série de outros players.
03:13A gente está falando que são mais de 2 mil sistemas diferentes
03:17que fornecem essas informações.
03:20Então, imagina que provavelmente você, aqui em São Paulo,
03:25você já deve ter feito consultas e exames em vários centros diferentes.
03:28Cada um deles está guardando a sua informação e não se conversa.
03:32Isso faz uma diferença muito grande na hora que a gente precisa
03:36dar mais eficiência no atendimento.
03:38E não só de quem está com o serviço privado,
03:41mas também quem depende do sistema público,
03:44para que isso traga mais celeridade.
03:45E aí, óbvio, a gente conseguir fazer essa automatização de processos,
03:49essas plataformas concentradoras de informações,
03:53para um fluxo e uma jornada mais perfeita para o paciente.
03:57Mas vamos conversar um pouco mais agora,
03:59e a gente vai ver alguns cases que estão acontecendo na saúde privada brasileira.
04:04Sei que você separou alguns cases reais, práticos, bem específicos,
04:08e a gente vai falar delas aqui.
04:09E eu fiz questão de pegar os maiores players que hoje tem
04:12dentro da saúde suplementar brasileira,
04:14como a Sul América, Bradesco Saúde, Apivida, Rede D'Or e São Luís,
04:18porque são empresas que têm não só uma capacidade de investimento muito grande,
04:22mas têm, em média, públicos de acima de 4 milhões de beneficiários.
04:28Ok?
04:30Quando a gente está falando da Rede D'Or e São Luís,
04:31que é hoje uma das maiores redes privadas de hospitais brasileiros,
04:34com quase 80 hospitais sob gestão,
04:37eles também têm o maior parque de equipamentos robóticos,
04:41ou seja, para fazer cirurgias minimamente invasivas.
04:43Aonde que a cirurgia minimamente invasiva traz benefício ao paciente?
04:47Ela simplesmente reduz o tempo de internação,
04:49ela traz mais precisão e menos lesão quando é operado um órgão-alvo
04:55e, dessa maneira, o paciente tem melhor recuperação.
04:59E aí a gente tem aquele bom e velho problema que sempre se discute.
05:01Poxa, mas não é muito mais caro?
05:03Se a gente começar a fazer análise da jornada inteira do paciente,
05:07ou seja, qual é o nível de utilização desse paciente em 12 meses,
05:13desde que ele fez o procedimento?
05:14A gente vai começar a descobrir que, sim, fazer o procedimento robótico
05:19é muito mais efetivo e barato do que fazer um procedimento aberto, por exemplo.
05:25Justamente porque o paciente demora mais,
05:28no caso de uma prostatectomia radical, que é a cirurgia de câncer de próstata,
05:31o paciente recupera mais rápido, ele tem menos lesões,
05:34ele vai precisar fazer menos fisioterapia depois
05:36para conseguir voltar ao hábito normal de conseguir fazer xixi e por aí vai.
05:42Porém, esse cálculo tem que ser feito em longo prazo.
05:47Não adianta a gente simplesmente focar ali no procedimento,
05:50que o procedimento, com certeza, ele é mais caro.
05:52Aí é inverter aquele ditado popular, né?
05:55Esse é o caro que sai barato.
05:56Esse é o caro que sai barato.
05:58Então, e nem muito caro assim, porque se a gente for ver os custos inerentes
06:01próximos do primeiro mês de uma cirurgia aberta de uma robótica,
06:04fica muito parecido.
06:05A Apivida, ela tem hoje um dos maiores sistemas de telemedicina do Brasil.
06:10Você imagina, o sistema Apivida Intermédica tem quase 8 milhões de pacientes.
06:16E isso tem um nível de utilização muito grande.
06:19É uma das poucas empresas que tem centralização de informação completa.
06:23Ainda não usa todos esses dados em extrema eficiência,
06:28mas está bem na frente das outras que não utilizam ainda centralização de processos.
06:33Redes hospitalares próprias, rede diagnóstico própria
06:36e todas essas informações disponíveis para a gente poder entregar mais saúde para o beneficiário.
06:42Eles, inclusive, agora começam a fazer um processo de elevação da percepção de cuidado
06:48que o paciente quer e, dessa maneira, anunciaram, inclusive,
06:52a construção de um novo hospital em São Paulo com o maior padrão de tecnologia
06:57e conforto que eles têm até hoje na rede.
06:59E a telemedicina também atuando, é um investimento que vale a pena
07:04porque diminui o número de pessoas que vai presencialmente também.
07:07Sempre que a gente tem a capacidade de estar em contato com o paciente quando ele precisa,
07:11a gente encurta distância.
07:14E encurtar distância para um sistema tão grande e caro
07:17é fundamental para a gente trazer mais tranquilidade de tratamento.
07:20E, óbvio, antecipar uma série de fatores que podem trazer risco.
07:24Então, o sistema tem que estar muito bem estruturado.
07:26A Somérica, a gente fala, parece simples,
07:29poxa, mas ela implementou certificação digital em todos os seus prestadores.
07:34Na hora que você tem certificação digital, você elimina papel,
07:37você tem mais capacidade de trazer as informações,
07:40tanto de consultas, quanto de solicitações de exame,
07:43quanto de ação direta do profissional.
07:46E isso também trazer mais segurança para o paciente.
07:50Então, são certas atribuições que são feitas ali dentro do ponto de vista mais técnico,
07:55mas que, para o beneficiário e para a empresa, traz muito resultado.
08:01E Bradesco Saúde, ele focou no seu aplicativo na mão do paciente.
08:06Eu tenho um pouco de estímulo hoje,
08:09todo mundo que vem perguntar para a gente qual que é o melhor modelo que faz para ter contato com o paciente,
08:14o app é complicado porque todo mundo tem aplicativo.
08:18Todos os sistemas que você quer fazer alguma interação,
08:21eles vão querer pedir para você baixar um aplicativo.
08:23Só que hoje, a gente tem uma ferramenta na nossa mão
08:27que facilita o contato entre profissional e paciente,
08:30que é o WhatsApp, que é amplamente utilizado por todos nós.
08:33O Brasil é o maior adepto de WhatsApp que existe em todo o mundo.
08:37E isso pode trazer um benefício grande
08:39para as empresas que começarem a pegar aquela mesma tecnologia
08:42de dentro dos aplicativos
08:44e imputar toda a atenção via WhatsApp,
08:47que já é uma ferramenta que o paciente está acostumado.
08:49Tecnologia buscando cortar caminhos desnecessários
08:55e focando o paciente cada vez mais em bons resultados.
08:59Eu acho que é isso que a gente tem nos próximos anos para ver
09:01e as grandes empresas estão focando nisso.
09:04Para a gente fechar, eu ia te pedir para contar para a gente.
09:07Estamos olhando aqui para grandes players e grandes tecnologias
09:10que certamente podem inspirar outros menores por aí.
09:14E o que vem pela frente?
09:16O que você vislumbra?
09:17Gostei, Dátia.
09:18Imagina só.
09:20Sabemos que a gente está falando de investimentos
09:22e investimento aonde você ainda não tem know-how.
09:25Você precisa de ajuda de players que já fazem isso no mercado.
09:29Então, vem aí sim um grande volume de investimentos,
09:32principalmente dos pequenos e médios,
09:34que não podem ficar para fora,
09:36porque eles também precisam continuar
09:38o seu processo de venda de novos planos
09:40para que eles consigam ter crescimento.
09:43Se não, os grandes, com a capacidade de precificação
09:46e principalmente investimento nas tecnologias,
09:48vão continuar ganhando cada vez mais mercado.
09:51Dito isso, a tendência é que a personalização,
09:55a capacidade de identificação de doenças raras,
09:57a capacidade de cuidado mais preciso,
10:00vai se tornar cada vez melhor,
10:03não somente no big player,
10:04mas também em todos os pequenos e médios
10:06que não vão deixar por menos
10:08e vão para cima mesmo da concorrência
10:10com os grandões, principalmente nas cidades do interior.
10:13Legal demais.
10:14Muito obrigada, doutor Pedro Batista,
10:16então, com o doutor Inovação,
10:17trazendo para a gente essas experiências
10:20e esses cases inspiradores.
10:22Eu que agradeço.
10:22Até a próxima.
10:23Ótima semana para todos.
10:24Tchau, tchau.
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