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Donald Trump foi recebido pelo príncipe William, Kate Middleton, e depois se encontrou com o rei Charles III e a rainha Camilla no castelo de Windsor. A agenda simbólica reforçou laços históricos entre EUA e Reino Unido, antes das reuniões econômicas com o primeiro-ministro britânico.

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Transcrição
00:00Estamos de volta com Agora, desta quarta-feira, e nós vamos direto com imagens ao vivo lá do Reino Unido,
00:07onde o presidente norte-americano Donald Trump está chegando no castelo de Windsor.
00:13Estava falando que era no Palácio de Buchan, ali no centro de Londres, perto do Hyde Park,
00:17mas, na verdade, esta recepção é no castelo de Windsor, em Berkshire.
00:21E este é o helicóptero do governo norte-americano, que está chegando, então, no castelo de Windsor.
00:27E aí a gente vê o príncipe.
00:31É o príncipe Williams que está de costas ali?
00:33É o príncipe Williams que está chegando para receber agora Donald Trump, que desce do helicóptero Mariana Almeida.
00:40Então, essas pompas-honras, o príncipe Williams cumprimentando Donald Trump,
00:46junto com a princesa Kate, Kate Middleton, junto com Donald Trump, com a Melania,
00:53tradicionalmente com o seu chapéu, Melania Trump,
00:55e eles agora caminham para o encontro com o rei Charles e também com a rainha Camila Parker.
01:02Vão se encontrar, então, no castelo de Windsor, essa primeira agenda de Donald Trump e Mariana Almeida.
01:08É um momento importante, né?
01:09Sempre simbólico.
01:10A gente estava falando do peso, ainda mais nessa condição aí em que estamos de muitas dúvidas,
01:16muitas chacoalhadas aí no processo internacional da geopolítica.
01:20E aí, simbolicamente, esse encontro aí de duas, digamos assim, são as duas nações que marcaram as grandes passagens na história.
01:28Se a gente pensar o impacto da Inglaterra internacionalmente e depois dos Estados Unidos,
01:32esse encontro com esse simbolismo da tradição da família real, além das negociações econômicas,
01:40acaba sendo muito marcante justamente para esse momento, de novo, que eu estava dizendo, de viradas, né?
01:46O que marca, né? O que indica para o mundo as conversas que acontecem entre essas duas nações?
01:52É, e agora o encontro de Donald Trump com o rei Charles III e com a rainha Camila,
01:58eles que chegam, então, para esse almoço lá no castelo de Windsor, nessa primeira agenda.
02:04Essa é uma agenda, como você disse, mais simbólica, né?
02:07De uma aproximação entre governos com o rei, mas daqui a pouquinho, ainda hoje,
02:12Donald Trump terá também uma agenda mais política, mais econômica,
02:16com reuniões com o premier britânico Kurt Sturmer.
02:20E aí, nós estamos vendo, então, esta cerimônia de chegada de Donald Trump ao castelo de Windsor,
02:27nesta segunda visita oficial do republicano à Grã-Bretanha, né, Mariel Mendes?
02:31Que chama atenção, porque foram duas visitas, né, recebidas pelo rei,
02:37então, assim, é uma diferença também, algo que não é tão de costume que hajam essas duas visitas,
02:44e isso, sim, marca também esse destaque, inclusive, que o próprio Donald Trump tem dado para a Inglaterra, né,
02:51na sua organização geopolítica, né?
02:53Ele que acaba sendo uma figura polêmica, que provoca outras nações,
02:59com o Reino Unido, tem sido, tem se destacado por esse sentido de aproximação e facilitação mesmo das relações.
03:08É verdade.
03:09Está chegando aí, então, daqui a pouco eles vão entrar no castelo de Windsor,
03:14e é curioso, né, porque os Estados Unidos, que tinham uma proximidade maior ali, vamos dizer, com o bloco europeu,
03:22quando o Donald Trump assume, tem essa mudança, né, o governo norte-americano de Trump se aproxima mais do Reino Unido.
03:29Tanto é que o primeiro acordo comercial, né, diante do tarifaço de Trump, depois do Liberation Day,
03:36foi justamente com o Reino Unido, né, eles acertam ali um acordo comercial,
03:40hoje a tarifa é de 10% para os produtos do Reino Unido, então tem esse simbolismo também da segunda visita oficial,
03:51então, de Donald Trump ao Reino Unido, à Grã-Bretanha, mas, se eu não me engano,
03:56é a primeira vez que é recebido pelo rei Charles III, é a primeira vez que ele é recebido pelo rei Charles.
04:01Também tem uma simbologia, porque neste momento, o Reino Unido passa por um momento turbulento.
04:07E a gente até chegou a comentar no Agora, esta semana, que quando há momentos turbulentos,
04:12a família real, né, o Reino Unido faz o quê? Tenta tirar o foco, né, a gente viu manifestações no final de semana,
04:19e aí um evento como esse chama a atenção por um outro lado, os tabloides britânicos até desviam
04:24dos problemas econômicos e políticos, né, do país ali da região, né, Mari?
04:29Sim, retomando e reforçando o que une, né, a população britânica, né, e aí une no longo prazo
04:38e recupera um certo perfil aí, enfim, de força que o Reino Unido tem, demonstra historicamente também
04:47na relação com o resto do mundo, né, então, essa tentativa de pegar também a identidade britânica, né,
04:54que é muito reforçada pela imagem da família real ali.
04:56A gente vê, né, agora vários símbolos dessa realeza, né, a charrete real, onde Donald Trump e o rei Charles
05:05serão levados, né, para essa agenda, para esse almoço, né, porque no Reino Unido, agora,
05:141h21 da tarde, mais ou menos, né, 1h20 da tarde, eles vão começar o almoço, a gente vê, né,
05:21que o clima fechado lá, o clima também tradicional, o clima britânico, né, o clima britânico tradicional lá,
05:25o clima fechado, a gente viu até, a gente ouviu quando o rei Charles chega, até um barulho de vento, né,
05:35está ventando bastante, a gente vê também a guarda real, então, todo esse simbolismo da realeza
05:41que recebe Donald Trump e a primeira dama com toda a pompa e honraria, então, para o presidente Donald Trump,
05:49que deve assinar ainda hoje, então, acordos na linha energética, né, mas energética nuclear
05:55com o primeiro-ministro britânico, deve ser uma das agendas prioritárias do governo norte-americano,
06:03que deve receber essa notícia do anúncio, já recebeu do anúncio da GSK, a farmacêutica britânica,
06:10que vai investir, ou deve investir, aí, 30 bilhões de dólares nos Estados Unidos, Mário.
06:15Ao longo de cinco anos, né, e a gente viu aqui no conteúdo mais cedo, aqui, um conteúdo exclusivo
06:19do Marcelo Favalli, né, que é apresentador da Times Brasil, um pouco sobre, mostrando como é que é
06:26o fluxo de comércio entre os dois países, né, porque tem todos esses acordos sendo assinados,
06:29que vem ainda somando a um volume de trocas bastante expressivo entre as duas economias,
06:36a economia que tem um certo equilíbrio, uma complementariedade, construída ao longo de séculos,
06:40também, de relação. Então, é bastante estratégico, é um ponto que interessa a ambos não ter a fricção
06:49e sim a aproximação, e a gente está vendo aqui, nesse cenário, acho que um símbolo disso, né,
06:54da força que esse encontro acaba tendo e dos efeitos geopolíticos internos, né, para a gente acompanhar.
06:59É isso, lá, meio-dia e 23, porque lá são quatro horas, diferente do restante da Europa,
07:04que já estão, a Europa está com cinco horas de diferença aqui do Brasil.
07:09Mas já dá para almoçar, né?
07:10Ah, já dá para almoçar. Eu já estou com fome, imagino eles, né, Maria Almeida?
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