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O governo brasileiro anunciou que responderá à tarifa de 50% dos EUA com base na lei de reciprocidade, em meio a uma reunião emergencial com ministros e o vice-presidente. Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, e os analistas Alberto Ajzental e Julia Lindner analisam os impactos econômicos, desafios para a política econômica do governo Lula e o cenário de guerra tarifária que pode pressionar inflação, juros e crescimento no segundo semestre.

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Transcrição
00:00O presidente Lula publicou agora nas redes sociais uma resposta exatamente a essa tarifação do Brasil por Donald Trump.
00:08O repórter Eduardo Geyer tem as informações ao vivo. Conta pra gente o que disse o presidente Lula. Geyer.
00:16Cris, o governo brasileiro então reage ao presidente americano Donald Trump e diz que qualquer elevação de tarifas será respondida com base na lei de reciprocidade.
00:28Ou seja, se os Estados Unidos de fato impuserem essa tarifa de 50% a partir do dia 1º de agosto, o Brasil vai agir com reciprocidade comercial e devolver na mesma moeda.
00:40Isso consta de uma nota oficial do Palácio do Planalto que foi disparada à imprensa e publicada também pelo presidente Lula nas suas redes sociais após uma reunião de emergência
00:49com os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, da Casa Civil, Rui Costa, das Relações Exteriores, Mauro Vieira e com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin,
00:57que diz essa nota, abre aspas,
00:59Tendo em vista a manifestação pública do presidente americano Donald Trump em uma rede social, é importante ressaltar
01:06o Brasil é um país soberano, com instituições independentes e não aceitará ser tutelado por ninguém.
01:12O processo judicial contra aqueles que planejaram o golpe de Estado é de competência apenas da justiça brasileira
01:19e, portanto, não está sujeito a nenhum tipo de ingerência ou ameaça que fira a independência das instituições nacionais.
01:26No contexto das plataformas digitais, a sociedade brasileira rejeita conteúdos de ódio, racismo, pornografia infantil,
01:34golpes, fraudes, discursos contra os direitos humanos e a liberdade econômica.
01:38No Brasil, liberdade de expressão não se confunde com agressão ou práticas violentas.
01:44Para operar em nosso país, todas as empresas nacionais e estrangeiras estão submetidas à legislação brasileira.
01:51É falsa a informação, no caso da relação comercial entre Brasil e Estados Unidos, sobre o alegado déficit norte-americano.
01:59As estatísticas do próprio governo dos Estados Unidos comprovam um superávit desse país no comércio de bens e serviços com o Brasil
02:07da ordem de 410 bilhões de dólares nos últimos 15 anos.
02:12Nesse sentido, qualquer medida de elevação de tarifas de forma unilateral será respondida à luz da lei brasileira de reciprocidade econômica.
02:22A soberania, o respeito e a defesa intransigente dos interesses do povo brasileiro
02:28são os valores que orientam a nossa relação com o mundo.
02:32Essa é a resposta do governo brasileiro a Donald Trump.
02:36E agora é aguardar, de fato, as cenas dos próximos capítulos, se essa tarifa vai entrar em vigor no dia 1º de agosto
02:43ou se haverá uma negociação daqui até lá.
02:46Cris escalando. Cris, volto com você.
02:49Gayer, mais uma vez, muito obrigada pelas suas informações aí sempre em cima do lance.
02:54Qualquer novidade, você volta com a gente.
02:56Eu vou voltar a conversar com o Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados.
03:02Sérgio, na sua opinião, essa é a melhor resposta a Trump, lei de reciprocidade?
03:08Pois é, o governo está numa situação complicada, porque você negociar em base de um déficit em conta corrente que nem existe,
03:18um déficit comercial, porque na verdade os Estados Unidos têm um superávit comercial com o Brasil ao longo dos últimos anos,
03:24nos últimos 15 anos, pelo menos, a gente está falando de um cenário que, se fosse por base econômica,
03:29você poderia sentar para conversar, colocar cotas, fazer negociação produto a produto e você conseguir avançar nessa questão.
03:36Quando se coloca uma questão de base política dessa forma, fica muito mais difícil de você pensar numa negociação.
03:42Se o interesse do Trump, de fato, é afetar politicamente a economia brasileira, o país, nesse processo eleitoral que está vindo aí pela frente,
03:51esse é um cenário que fica mais difícil você negociar.
03:54E se o presidente, de fato, fazer a retaliação no mesmo nível, o Trump eventualmente responder,
04:00a gente entra num cenário muito conflituoso, Cris, que muda a discussão econômica de segundo semestre de 2026.
04:07Aí a gente está falando de inflação mais alta, está falando de juros mais altos, a gente está falando de crescimento mais baixo.
04:13Esses números todos vão acabar sendo revisados se a gente entrar num confronto de fato concreto.
04:19Vamos esperar para ver se tem alguma negociação, alguma tentativa, pelo menos por parte do governo americano,
04:24de voltar um pouco atrás nesse sentido para evitar que se tenha um pior cenário acontecendo no segundo semestre.
04:30Vou passar para a pergunta dos nossos analistas. Alberto, por favor, faça a sua pergunta.
04:35Sérgio, boa noite, um prazer ter você aqui com a gente.
04:41Estão pondo água na fervura, não sei se essa que é a expressão correta, mas Brasil acabou de dobrar a aposta.
04:50Brasil tem cacife para isso e sendo bastante prático e estratégico.
04:56Amanhã, day after. O que o Brasil tem que fazer até 1º de agosto para evitar que essas tarifas entrem em vigor ou deixe estar e a partir de 1º de agosto a gente vê o que acontece?
05:10Tudo bem, Alberto. A água ferveu e está saindo da panela de uma velocidade muito intensa.
05:19O cenário, de fato, está muito difícil nas próximas semanas.
05:23Como eu coloquei, não é uma negociação simples de acontecer, porque ela não é embasada em questões econômicas,
05:30são questões políticas que não vão ter solução.
05:32E, por conta disso, a tendência de, eventualmente, a gente ter um cenário mais conflitoso acontecendo é real.
05:39O Brasil, obviamente, nesse sentido, sai numa situação complicada se, de fato, retalhar nesse momento inflacionário da economia brasileira.
05:49A gente não está falando de um país qualquer, é um parceiro comercial importante.
05:53A gente está falando de uma tarifa elevada.
05:55A gente está falando de uma possibilidade do Trump, eventualmente, retalhar em cima da nossa retaliação.
06:01Então, você começa a escalar esse cenário de preocupação para as próximas semanas, próximos meses,
06:07e coloca um cenário complicado para a economia brasileira.
06:10Negociar isso vai ser difícil, né, Alberto?
06:14E agora, a gente não pode esquecer, e a gente tem discutido isso bastante ao longo dos últimos meses,
06:18o Trump é esse tipo de personalidade de presidente que traz essa ideia de um choque permanente.
06:25Ele vai estar sempre causando essas crises tarifárias que a gente está vivendo desde o início do ano.
06:31E era difícil imaginar que ele fosse acalmar, fosse ter um cenário de normalidade,
06:35porque ele não vai conseguir, com essas tarifas, o que ele quer.
06:38Ele não vai conseguir evitar a questão jurídica do presidente Bolsonaro,
06:43ele não vai conseguir reverter completamente os déficits comerciais.
06:47Nada do que ele está propondo com as tarifas vai funcionar.
06:50Então, a tendência é ele continuar jogando com isso ao longo de todo esse período.
06:54Cada país vai sofrer, infelizmente, as consequências disso.
06:58Júlia, pode fazer a sua pergunta.
07:02Sérgio, nesse cenário que você mencionou, né, caso realmente essas tarifas entrem em vigor,
07:07a gente vai ter muito mais incerteza internacional e também esse impacto, né,
07:11na política monetária, também na inflação.
07:14Você acha que isso influencia de que forma a política econômica do governo Lula?
07:19Quais os desafios para a equipe econômica e o que teria que ser feito para tentar minimizar esses potenciais danos?
07:26Pois é, a situação agora, boa noite, Júlia, é muito mais complicada se isso de fato acontecer.
07:32A gente está num processo agora de uma inflação que ainda está elevada, está acima de 5%.
07:36O Banco Central está tendo dificuldade de trazer essa inflação para baixo, ele está aí com 15% de Selic
07:42e sinalizando que vai ficar um bom tempo nessa taxa para tentar trazer essa inflação para baixo.
07:47Quando a gente fala dessa inflação para baixo, a gente está falando de uma inflação que ainda continua ali na casa de 4%, 4,5% ano que vem,
07:53não se distancia muito disso.
07:55Então, a gente está com uma economia que está pressionada do ponto de vista da atividade, o mercado de trabalho está aquecido, a inflação está acelerada,
08:02você está num choque de preços dessa forma, se tiver retaliação aqui no caso brasileiro, que coloca um cenário de dificuldade adicional.
08:10Você pressiona ainda mais essa inflação, coloca mais risco por conta da taxa de juros e aí você vê um cenário de 2026 muito mais complexo e difícil
08:20do que a gente estava imaginando há poucos dias atrás.
08:23Então, o governo precisa da melhor forma possível tentar negociar do jeito que for possível de acontecer com um governo tão errático como é do Trump
08:31para tentar evitar que isso aconteça.
08:34Se acontecer, infelizmente, tem implicações econômicas que não vão ser triviais.
08:39Falando especificamente do mercado financeiro, entre os setores com negociações na B3, quais as maiores baixas previstas para amanhã, Sérgio?
08:47E algum setor pode se beneficiar com essa taxação?
08:50Olha, Cris, muito provavelmente as empresas todas relacionadas a máquinas e equipamentos vão pensar na WEG,
08:58mas também pensando no mercado de petróleo.
08:59Não está claro exatamente se isso também envolve o mercado de petróleo, se vai envolver no final o mercado de petróleo ou não.
09:06Então, a Petrobras pode ser afetada também.
09:08A Embraer, certamente, é uma das mais afetadas.
09:11A maior parte do nosso comércio com os americanos é pela Embraer.
09:14Então, essas empresas, no primeiro momento, perdem esses mercados, porque uma tarifa de 50% é proibitiva,
09:21elas não vão conseguir vender no mercado americano.
09:24Fica difícil no mundo que está em desaceleração e está com esse processo de guerra tarifária,
09:28pensar em buscar mercados de curto prazo, não é tão simples assim.
09:32Agora, o que vai acontecer no final, Cris, e cada vez mais a gente está vendo nos últimos anos,
09:37é os BRICS, no final, e o Brasil, como a China especialmente, se fortalecerem.
09:43Tudo que o Trump está fazendo agora, na verdade, fortalece esse processo do mundo se desvencilhar dos americanos.
09:50E, no caso brasileiro, a gente vai cada vez mais exportar para os chineses,
09:54por conta dessa desconfiança crônica que os chineses têm com os americanos,
09:59desde que o Trump virou presidente lá atrás, em 2017,
10:02e também, no final, Cris, a gente vai acabar importando mais os chineses.
10:06Tudo isso que o Trump está fazendo agora vai fazer com que, cada vez mais, ao longo dos próximos anos,
10:13a gente tenha produtos made in China, do ponto de vista industrial, aqui dentro da economia brasileira.
10:18Outra coisa que pode acontecer, que talvez fortaleça todo esse processo da guerra comercial,
10:22é a gente tentar estreitar os laços comerciais, do ponto de vista do acordo comercial com a União Europeia.
10:29Eu acho que aqui tem um caminho para a gente avançar,
10:31estreitamento de laços do ponto de vista de exportação e importação com a União Europeia,
10:35seria interessante nesse momento da gente conseguir avançar para ter essa possibilidade de escoamento
10:41dessa produção, dessa exportação brasileira, que cada vez mais, a gente está vendo isso acontecer desde o início do ano,
10:48está tendo dificuldades.
10:49A gente viu isso com intensidade no mercado de aço, começou a ver depois da tarifação de 10% que apareceu,
10:54e agora essa tarifa maluca de 50%.
10:57Por mais que a gente melhore no momento, piore no outro, no final é uma instabilidade permanente que a gente vai vivenciar.
11:05Para essas empresas, elas têm que repensar de fato a diversificação,
11:09começar a exportar e produzir para outros lugares nos próximos anos,
11:14tentando visar explorar mercados fora dos americanos.
11:16Quer dizer, o momento é exatamente esse, as empresas têm que começar a olhar para outros mercados.
11:22Tem, eu acho que é inescapável, a gente está falando de um cenário que o Trump vai permanecer durante quatro anos,
11:29e não dá para acreditar, Cris, que a gente vai ter um Trump que em algum momento vai acalmar,
11:34porque, como eu falei, nada do que ele está propondo vai funcionar, vai reverter o déficit em conta corrente,
11:39e ele está descobrindo essa forma maléfica de usar a tarifa.
11:43Ele quer um objetivo político, ele joga uma tarifa comercial, a AMC não funciona mais,
11:49os órgãos de apelação que você poderia ter lá fora não estão funcionando,
11:53então ele se sente livre para fazer esse tipo de jogo político.
11:57Então, se o Trump funcionar, e muito provavelmente vai funcionar dessa forma durante quatro anos,
12:02as empresas não podem esperar quatro anos o presidente americano funcionar dessa forma.
12:07Então, tem que se preparar, de fato, para buscar novos mercados,
12:10para reforçar essa ideia da União Comercial com a União Europeia,
12:15e fazer esse caminho de que, olha, com os americanos vai continuar sendo difícil,
12:20não vai ter momento de tranquilidade.
12:22Até porque talvez seja pior, em vez de taxar lá no começo do ano, assim que ele assumiu,
12:28essa incerteza, essas idas e vindas, esse vai e volta,
12:31porque como é que a empresa vai se preparar se ela não tem certeza se, de fato, a tarifa virá ou não?
12:38Cris, e o Trump é isso.
12:40O Trump a gente tem visto desde o início do ano o movimento errático das tarifas o tempo inteiro.
12:46Obviamente, muita gente pensa no pico que ele atingiu lá dos 145% da China,
12:51que, obviamente, era muito proibitivo, mas o problema não era nem esse.
12:55A gente sabia que isso ia voltar, não ia ficar nesse patamar.
12:58Mas o problema é que ia voltar para um patamar elevado, ia ter esse risco dele a qualquer momento,
13:04por qualquer decisão, qualquer pensamento que viesse na cabeça dele,
13:07ele ia jogar uma tarifa sem nenhuma base econômica por trás.
13:11Por que 50%?
13:12Porque ele decidiu ser assim.
13:13Então, a gente vai viver isso durante quatro anos.
13:16Para uma empresa, você consegue viver, em alguns meses, algumas semanas,
13:20uma situação de grave incerteza como essa.
13:22Como é que faz com quatro anos de um presidente trabalhando dessa forma?
13:26Completamente errático, completamente incerto.
13:29As empresas que comercializam com os Estados Unidos precisam,
13:33cada vez mais, certamente já estão fazendo isso, se preparar para isso.
13:38Buscar outros mercados, reforçar o comércio aqui dentro, com os outros países,
13:43com a China, com a Europa, Japão.
13:45Enfim, a gente precisa buscar esse caminho, de fato, para essas empresas
13:48que têm uma relação comercial longa com os Estados Unidos.
13:51O Trump não vai parar por aqui.
13:53Vai ser um cenário errático e tempestuoso durante todo o governo dele.
13:59Vou passar para mais uma pergunta do Alberto.
14:01Alberto, por favor.
14:03Sérgio, eu vou pegar as tuas últimas palavras, que é
14:05a gente sabe que do lado de lá do balcão é errático e tempestuoso.
14:11Aliás, a gente vem falando isso já há bastante tempo.
14:15Mas você não evolui, não cresce atribuindo os problemas sempre aos outros.
14:21Fazendo uma análise interna, tendo isso em vista, sabendo desse cenário,
14:26aonde o Brasil errou?
14:29Esse é um ponto importante, Alberto.
14:31As questões são domésticas.
14:32O mundo pode nos afetar, certamente, e a gente está sendo afetado
14:37e vai ser afetado por conta disso.
14:39Mas se a gente tivesse uma situação um pouco melhor agora,
14:43talvez a gente poderia enfrentar isso de uma forma um pouco menos crítica.
14:48Se a inflação não estivesse tão alta, se a gente tivesse a casa econômica mais organizada.
14:53Então, aqui, a questão do erro, na verdade, eu sempre volto para a questão doméstica.
14:57A gente precisava ter feito um caminho, especialmente do ponto de vista fiscal,
15:02mais ordenado ao longo dos últimos anos,
15:04para chegar agora, em 2025, o primeiro ano do Trump,
15:08um cenário muito mais sólido.
15:10A gente já viu isso acontecer lá atrás.
15:12Em 2008, quando a gente teve a recessão americana,
15:15a recessão americana aconteceu no momento que o Brasil estava muito bem.
15:19A gente acabou de virar investment grade,
15:20a gente passou por uma recessão como consequência da recessão americana,
15:24mas foi extremamente curta.
15:26Em 2010, a gente cresceu 7,5%.
15:28A gente conseguiu sair bastante bem,
15:30e não machucando tanto como, eventualmente, a gente pode machucar
15:34quando a gente é pego no contrapé.
15:36Quando a situação econômica doméstica está frágil e acontece alguma questão externa,
15:41a gente acaba sentindo com mais intensidade.
15:44A gente não está em crise agora, não tem um cenário econômico dramático,
15:47a inflação não está fora de controle,
15:49a atividade está crescendo acima de 2%.
15:52Mas a gente poderia estar melhor,
15:54a gente poderia estar conseguindo passar por essa situação difícil externa agora
15:58com condições econômicas e domésticas melhores, mas não é o caso.
16:02Sérgio, muito obrigada, é sempre muito bom ter você aqui com a gente.
16:06Boa noite e volte outras vezes em breve.
16:10Obrigado, Cris, sempre um prazer falar com vocês também.
16:13Obrigada.
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