Com dados da pesquisa Quest e do Lulômetro do Antagonista, Roberto Reis mostra por que a aprovação de Lula não decola mesmo após medidas como o fim da escala 6x1 e o Minha Casa Minha Vida.
A análise passa pelos cinco grupos de eleitores, pelo histórico de reeleições no Brasil e termina comparando as curvas de conhecimento e rejeição de Renan Santos e Augusto Cury na corrida pela terceira via.
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NotíciasTranscrição
00:00Roberto, hoje saiu a pesquisa Quest, a gente tem algumas lâminas também com números da Quest,
00:07vou pedir para a produção colocar na tela e aí vou pedir, Roberto, para você comentar, tá?
00:12Aí é a avaliação dos presidentes crescendo, né?
00:18Então estamos falando dos presidentes incumbentes, né? Aqueles que estão no governo.
00:25Quando começa o período eleitoral, então começa ali em janeiro, não é isso? E vai até outubro.
00:32E aí a gente vê que geralmente eles melhoram a avaliação até 17 pontos.
00:40Essa é a média dos governos e a linha azul que vocês estão vendo.
00:43Mas o Lula, ele chega até a piorar e depois ele dá uma melhoradinha e hoje está em só 5
00:49pontos melhor do que o início da campanha, né?
00:52Imagino que estamos falando nisso do começo do ano, né?
00:56Mas assim, ele não consegue convencer mais gente, né?
01:00Mesmo com tudo, o fim da escala 6x1, todas as Minha Casa Minha Vida, Gás do Povo, né?
01:06Parece que ele bate um teto aí, né, Roberto?
01:10Exatamente. Aí são várias questões.
01:12Um empresário famoso sai do jantar recente no Palácio do governo do Lula e fala assim, Lula está muito desconectado
01:24da realidade.
01:25É uma questão aí, inclusive, geracional também.
01:28As estratégias que ele usaram no passado nem sempre funcionam bem.
01:33A gente já viu várias gafas desse governo, por exemplo, na tentativa de regulamentação de motoristas de aplicativo,
01:41da falta de desconexão com jovem e alguns públicos específicos.
01:46Então, esse é um motivo, tá?
01:47O Lula 3, querendo ir para o Lula 4, ele não conversa com a sociedade como os outros Lulas.
01:55E aí não é questão de direita e esquerda, é uma questão geracional.
01:58Não é que o Lula não tem WhatsApp, o Lula não tem nem celular.
02:03Então, é uma desconexão com o eleitor.
02:05A segunda coisa é a seguinte, o incumbente vai melhorando ali, ele vai gastando dinheiro, ele vai fazendo benesses,
02:11ele vai entregando muitas, como é que fala?
02:18Muitas obras, muitas bondades para a população.
02:22Isso é um retrato mais de antigamente.
02:25A gente vem mudando isso.
02:26O grande orçamento, o grosso das bondades hoje, está no parlamento.
02:32Orçamento secreto e emenda PIX.
02:34É quase uma proporção de a cada R$ 9,00 que o parlamento distribui durante o mandato,
02:40o governo consegue distribuir R$ 1,00 de bondade.
02:44Essa é a grande diferença.
02:46E aí, o que aconteceu?
02:47O governo federal hoje, ele não tem tantas armas.
02:50Se você for olhar os programas que ele tem, é quase só um programa de rolagem de dívida.
02:54O desenrola, também fiz um artigo falando que não ia funcionar tão bem.
03:01Aí você tem o IR até R$ 5.000, mas como o custo de vida aumentou muito e também
03:08isso é lançado nos meses que a gente chama de boleto, IPTU, IPVA.
03:13Ele também não colheu benesses.
03:17Você pega créditos para o motorista de aplicativo e outro de renegociação de dívida.
03:22O que aconteceu?
03:22É o seguinte, naquele momento ele sofre um pacto.
03:25Você vê ali no gráfico que dá uma melhoradinha.
03:27Sabe o que está acontecendo agora?
03:29Começaram a chegar os carnês e os boletos para pagar.
03:31O eleitor que a gente estava falando aqui, da memória curta, ele já está vendo a parte ruim dessa história
03:37agora.
03:37Então, o que o Lula teve esse ano comparado com os outros governos e até os antecesores dele?
03:44Se você pensar bem, até o Bolsonaro, em função da pandemia, conseguiu fazer uma distribuição maior de recursos.
03:52O Lula, basicamente, não teve muito para oferecer.
03:55Então, é uma segunda armadilha.
03:58A primeira é a desconexão com o geracional, com a realidade.
04:02A estratégia não funciona igual.
04:03E a segunda é que o governo federal muito pouco pode fazer.
04:06E é uma nova realidade que os próximos presidentes vão ter que encarar.
04:11Ótimo.
04:11Pedi para a produção, a gente tem mais algumas lâminas aí da pesquisa Quest que saiu hoje.
04:17Vamos colocar na tela.
04:18Então, aí a gente tem uma divisão dos eleitores em cinco grupos, da esquerda para a direita.
04:25Os lulistas, depois a esquerda não lulistas.
04:29E esses estão aprovando o governo Lula, é uma reta plana, não tem nenhuma alteração.
04:38E aí temos os independentes, que o Roberto estava comentando agora.
04:42E aí os dois da direita são a direita não bolsonarista e a bolsonarista.
04:48E aí com 80%, 90% desaprovando, o governo Lula também muda muito pouco.
04:54Mas teve essa mudança, quase que uma inversão, né, Roberto?
04:58Entre os independentes.
05:01Isso.
05:01Essa aí é a grande novidade das pesquisas nos últimos meses.
05:06Quando surge o escândalo Dark Horse, o governo federal, Lula, PT, eles comemoram, né?
05:14E ali há quase um empate nos independentes.
05:17E algumas pesquisas mostram os independentes até indo para o lado do Lula.
05:21Mas aí depois aconteceu várias outras coisas.
05:24Os independentes sempre se ligam nos assuntos do momento.
05:28Os assuntos do momento, hoje, eu brinco que são os seres do Lula, né?
05:32É corrupção.
05:34É o caso do Lulinha.
05:36Agora, por mais que tenha tido escândalos do Flávio também,
05:41no quesito corrupção, o incubente sempre sofre mais.
05:45Aí você tem o outro C, custo de vida.
05:47As famílias não estão concordando com os dados do Márcio Poshman, do IBGE,
05:51quando vão no supermercado, né?
05:53O crédito.
05:55Record e recorde de famílias endividadas.
05:58Quatro em cada cinco famílias, né?
06:00Uma coisa que apareceu nas pesquisas recentes,
06:04que eu não via antes, que é censura.
06:06A questão do discorde.
06:08A questão...
06:10Já atinge os jovens.
06:11A questão de um certo receio dessa dupla STF e Lula.
06:17E o último C, né?
06:19Para fechar uma mão assim, criminalidade.
06:21Também crescente.
06:22Principalmente no Nordeste.
06:24Esses assuntos do momento batem na aprovação do Lula.
06:28E esse eleitor independente, ele é muito pragmático.
06:30Ele quer nem saber.
06:32Eu só quero melhorar a minha vida.
06:33Então, me apresente uma opção melhor para melhorar a minha vida.
06:36Nesse exato momento, o eleitor do meio está descolando o Lula.
06:41E, aos poucos, ele vai descobrindo quem pode ser o anti-Lula.
06:45Ele olha para alguém.
06:46O mais competitivo é onde ele vai migrar.
06:49Tem essa ideia do incumbente que perde para ele mesmo.
06:55E, para mim, essa frase sempre teve um pouco a ver com cometer erros de campanha.
07:00Mas não é isso que está acontecendo com o Lula, né?
07:03É um governo ruim mesmo, né?
07:05Não é que ele está cometendo erros agora, está falando as coisas erradas, está metendo os pés pelas mãos de
07:12assim, de anão.
07:13É que o conjunto da obra é ruim ou a minha impressão está errada?
07:17Se a gente for simplificar, eu sei que as pessoas gostam de números.
07:24Eu vou falar em relação a números aqui.
07:26Tem um cientista político que chama-se Alberto Almeida.
07:32Inclusive, ele já foi até assessor do Lula, já trabalhou com ele.
07:37Se eu não me engano, eles não estão juntos mais.
07:42Ele, junto com outro cara, acho que ele chama Tony Garrida, escreveram o livro A Mão e a Luva,
07:48que eles fizeram um compilado de mais de 100 campanhas, e aí estaduais e de presidente também,
07:54onde eles pegaram índices de bom e ótimo e converteram aquilo ali para a reeleição.
08:02E o índice diz lá que é o seguinte, mais ou menos assim,
08:07entre 35 a 40, se eu não me engano é 42%, tá?
08:13Uns se elegeram, outros não.
08:16Acima de 42%, eu não lembro o número exato, mas depois a gente vai procurar.
08:20Todos se reelegeram.
08:22Abaixo de 35%, nunca ninguém se elegeu tendo bom e ótimo na sua avaliação abaixo.
08:31Lula, nesse exato momento, está com 33%, no bom e ótimo.
08:35Ou seja, ele está na recuperação, dois pontos abaixo.
08:38Então, por mais que ele faça uma campanha ótima, é difícil lutar contra essa gravidade.
08:43Ele tem que ser ótimo e mais um pouco, porque a sua avaliação de governo,
08:48nesse exato momento, te coloca num campo negativo que, estatisticamente,
08:53ninguém foi reeleito no Brasil.
08:55Posso só tirar uma dúvida?
08:57Diferença entre bom e ótimo e aprovação de governo.
09:01Avaliação e aprovação.
09:03Qual que é a diferença entre essas duas coisas?
09:05Porque os dados aparecem e, às vezes, a gente não sabe.
09:09Isso foi uma...
09:10Alguns institutos preferiam a aprovação, o famoso sim ou não, ficava mais fácil.
09:16E outros quiseram pôr o regular, que o regular, ele tende...
09:21Dependendo de uma campanha boa, ele pode votar no incumbente.
09:25O regular é o cara, justamente, que...
09:28Ah, tá bom.
09:29O regular é o seguinte, regular, se você fez uma campanha boa,
09:34o outro lado é uma opção muito ruim, aí o cara considera ir para o outro lado.
09:43Se você for nessa mesma regra, o ruim e péssimo é o seguinte, você pode fazer a campanha boa que
09:50for.
09:52Ruim e péssimo significa, assim, não voto em você nem pintado de ouro.
09:56Entendeu?
09:56E o ótimo e bom é praticamente ser o voto certo.
10:00É isso.
10:02Roberto, você falou aí das pesquisas, então, com ótimo, bom, ruim e péssimo.
10:06A gente tem o Lulômetro, que a gente atualiza todo dia no site do Antagonista.
10:11É um tracking que a gente faz em parceria com a Real Time Big Data.
10:15E pedi para a produção colocar na tela.
10:17A gente vê aí, o Lula chega no ótimo e bom, cai 27% e agora está com 28%.
10:25E o ruim e péssimo, que já está ali, 38%.
10:30Tem uma diferença de 10 pontos percentuais entre o ruim e péssimo com 38% e o ótimo e bom
10:36com 28%.
10:38E aí, acho que, para essa falta do Lulômetro, se manter assim, difícil para o Lula, né, Roberto?
10:43É difícil para o Lula e o Lulômetro, você pode analisar com mais profundidade,
10:50ele pega mais ou menos o que a pesquisa anterior mostra, né?
10:54Ele está vendo uma boca de jacaré ali da desaprovação aumentando.
10:59O que acontece é que, segundo a regra eleitoral, grande parte das suas ações do governo,
11:04você tem que apresentar ali entre seis meses e quatro meses antes da campanha eleitoral.
11:11E aí, o Lula jogou tudo.
11:12Ele até quer agora jogar a taxa...
11:19Das blusinhas.
11:20Das blusinhas, exatamente.
11:22Quer ver a escala 6x1 agora, está com esse problema lá no Congresso, né?
11:27É porque ele está sem pautas positivas desde então.
11:32Então, aí, de lá para cá, entram os outros candidatos que começam a combater a narrativa dele.
11:38Não tem mais nenhuma pauta positiva.
11:41Tem Lulinha, é ali que é o resultado.
11:43O problema é que aquele gráfico é muito insistente.
11:46Para você retomar ele, para você fazer uma guinada durante uma campanha eleitoral,
11:52fatos novos, muito grandes, têm que acontecer.
11:55Daqui até lá, o que a gente vai ver é basicamente uma troca de acusação, de polarização.
12:01Mas a vida real, que a gente chama ali os problemas reais, que é o que muda o eleitor do
12:07meio,
12:07isso não deve mudar até a campanha eleitoral.
12:09A gente está falando só de mais 30 dias.
12:11Não dá mais tempo.
12:12Vou pedir para a produção colocar.
12:14A gente tem mais algumas imagens também, comparando, acho que era o Renan e o Augusto Cury, né, produção?
12:20Podem colocar na tela.
12:23Na verdade, essa pesquisa, estamos falando da Quest, eles fizeram isso para todos os candidatos,
12:29mas a gente separou o Renan e o Augusto Cury, porque são os dois candidatos que diminuem o desconhecimento muito
12:37fortemente.
12:38Então, os dois saem de 77%, 76% dos eleitores que diziam não conhecer, não saber quem eles eram,
12:45e vão ali para 58% e 54%.
12:52As duas curvas vermelhas e as duas sobem são aqueles que dizem que conhecem, mas não votariam.
12:59E a gente vê as duas subindo.
13:01Então, o Renan diminui o desconhecimento, mais pessoas passam a conhecer ele
13:07e tem uma quantidade de gente que passou a conhecê-lo e não vai votar nele.
13:12Mesma coisa acontece com o Augusto Cury, um pouquinho menor, né?
13:16O Renan sobe para 28% dizendo que conhece e não votaria,
13:21e o Cury, 25% que conhece e não votaria.
13:24Mas aí tem essas curvas azuis abaixo, que são aqueles que conhecem e votariam.
13:32E aí vocês veem que tem uma diferença entre a curva do Renan e a do Augusto Cury,
13:37porque a do Renan parece que ela vai subindo e para no 15%.
13:42Enquanto que a do Augusto Cury, ela demora um pouquinho para subir,
13:46mas aí ela dá uma subida forte no final, ali de 14 de agosto ou em diante,
13:51e ela vai para 21%.
13:55Então, Roberto, tem uma diferença aí, né?
13:57Quer dizer, o Renan parece que à medida que ele foi se tornando mais conhecido,
14:01ele também foi tendo um problema aí de rejeição, né?
14:04É interessante.
14:06Essas linhas são muito comuns.
14:07É o que se espera de um candidato que venha de trás que não seja conhecido.
14:12Você pega as linhas cinzas, que são as linhas do desconhecimento,
14:16você quer que com a exposição deles em debate, em propagandas, em redes sociais,
14:22que elas caiam.
14:23Ok, essa é a boa notícia que nós podemos dar para os dois.
14:26Eles estão se tornando mais conhecidos e rapidamente.
14:29As outras duas linhas de baixo é que você quer que elas cresçam na mesma proporção que as outras caiam,
14:36quase fazendo um movimento ao contrário.
14:38A primeira coisa que você pode perceber é o seguinte,
14:41que o desconhecimento está caindo um pouco mais rápido do que os dois estão subindo.
14:45Levemente estão subindo um pouco com menos intensidade.
14:50Já o Renan, especificamente, ele tem um problema ali que é o seguinte,
14:53a vermelha é a rejeição.
14:55Quem vem de trás, ele precisa ser conhecido, então ele precisa se arriscar.
14:59Ele precisa ter pautas mais ousadas, palavras mais firmes.
15:03Se você ficar morno demais, o seu desconhecimento não cai.
15:08Você pode ver vários candidatos que vão até a reta final e se desidratam justamente
15:13porque não conseguem passar a barreira do desconhecimento.
15:16Então, você sempre vai arriscar, mas isso te traz um ônus também.
15:20Porque você se arriscar, você pode desagradar certo tipo de público.
15:25Então, o que você espera que as linhas de baixo cresçam?
15:28Você espera que a linha azul cresça um pouco mais rápido que a linha vermelha.
15:33Você quer que, à medida que as pessoas vão conhecendo você,
15:36mais pessoas gostem de você.
15:38O Augusto Cury está com essas linhas paralelas,
15:41mas lê ligeiramente as que não gostam um pouquinho só acima.
15:45Ou seja, ali, digamos que quase na margem de erro.
15:48À medida que ele está se tornando mais conhecido,
15:51também pessoas estão gostando e não estão gostando dele.
15:54O problema que você mencionou, Dudo, do Renan ali,
15:57é que pessoas não estão gostando do que estão conhecendo.
16:03E essa linha está crescendo mais do que a linha do que estou gostando.
16:09Isso, na minha opinião, ele representa muito quando o candidato fala muito bem para um nicho só.
16:17Porque os nichos têm limites.
16:19Então, você pode pegar ali, por exemplo, o Renan ter conquistado grande parte do eleitor jovem.
16:25E aí, quando ele vai para outros eleitores, para outro tipo de exposição,
16:29por exemplo, o eleitor feminino, o eleitor mais velho,
16:33pode ser que a forma como ele se comunica ali não está batendo,
16:38não está dando métrico àquele eleitor.
16:40Então, o que ele tem que fazer a partir de agora?
16:43Você mantém aquela base que você já conquistou, sem perder sua identidade,
16:47mas se você acha que é interessante você crescer e ser competitivo ali,
16:52você tem que trocar o pneu com o carro andando ali.
16:54Você tem que mudar alguma coisa, fazer um certo ajuste para você conseguir esses eleitores.
16:59Em 2024, o Pablo Marçal começa muito agressivo.
17:03E eu lembro que ele bate nesse teto,
17:05acontece um gráfico um pouco parecido com esse do Renan, na prefeitura de São Paulo,
17:09e ele tenta ser mais moderado nos últimos dias.
17:13Depois que já aconteceu tudo, teve cadeirada, teve carteira de trabalho,
17:17ele tenta ser mais moderado.
17:19Justamente ele viu que a linha do desconhecimento estava caindo,
17:22mas a linha vermelha estava subindo muito rápido.
17:25Até quando você vai deixar que criem narrativas para esconder a verdade de você?
17:30No bombardeio diário de informações,
17:32o barulho das redes sociais e as minhas verdades
17:34só servem para uma coisa, te confundir.
17:37Mas o jogo político real acontece nos bastidores.
17:41Mas existe um lugar que não baixa a cabeça,
17:45onde a velocidade da notícia em tempo real de um antagonista
17:48se une à investigação profunda, sem amarras, da revista Cruzoé.
17:54Nós vigiamos quem está no poder.
17:57Não importa o partido.
17:59Assinar o nosso combo significa ter na palma da sua mão
18:03os bastidores de Brasília em tempo real,
18:06análises de quem conhece o jogo político por dentro
18:09e grandes reportagens que a imprensa tradicional
18:12muitas vezes prefere não mostrar.
18:17E hoje, você não precisa escolher entre a agilidade e a profundidade.
18:23Preparamos uma condição exclusiva para o nosso público do YouTube.
18:27Um combo promocional imperdível para você garantir o acesso total
18:31ao antagonista e à Cruzoé por um valor que cabe no seu bolso.
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19:06Obrigado.
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