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A comentarista Denise Campos de Toledo afirmou que a aversão ao risco no cenário internacional tem pressionado o dólar e a bolsa no Brasil. A guerra no Oriente Médio e as incertezas globais, somadas à inflação elevada, aumentam a cautela dos investidores e impactam diretamente os mercados financeiros, gerando volatilidade e insegurança econômica.

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Transcrição
00:00Denise Campos de Toledo analisa que a guerra no Oriente Médio e as incertezas globais aumentam a aversão ao risco
00:07e pressionam o dólar, bolsa e inflação no Brasil. Acompanhe.
00:11Diante da demora para uma indicação mais favorável quanto ao fim da guerra no Oriente Médio, ou mesmo de liberação
00:17do Estreito de Hormuz, a aversão ao risco acaba ganhando mais força, o que para o Brasil representa o movimento
00:23adverso do mercado financeiro, como desta segunda-feira.
00:26O dólar se fortaleceu, interromperam a trajetória de queda, mesmo que ainda se aposte em um fluxo mais positivo de
00:33entrada de recursos no Brasil, que mantém a cotação em um patamar mais baixo, como vinha acontecendo.
00:38Em contrapartida, a bolsa, mesmo com a valorização de Petrobras e outras empresas do setor, segue devolvendo o ganho acumulado
00:45desde o começo do ano.
00:47No final das contas, persiste a preocupação quanto às pressões inflacionárias aqui no exterior, com possibilidade de uma menor expansão
00:54das economias,
00:55sendo que no Brasil, se tem o agravante de a projeção de inflação já estar novamente bem acima do teto
01:02da meta, em 4,89% para este ano, segundo o último relatório Focus,
01:07apesar dos juros elevados em patamar contracionista, que podem não ter alívio maior justamente por essa pressão mais recente de
01:15preços.
01:15Sem esquecer da resiliência do mercado de trabalho, do setor de serviços, que também dão margem para mais reajustes de
01:22preços.
01:22Fora a situação fiscal, que também limita o impacto da política de juros.
01:27A guerra acabou intensificando questões não bem resolvidas da economia local.
01:32E algumas ações do governo, como o novo Desenrola, acabam reforçando preocupações nesse sentido.
01:38De um lado, porque pode haver aporte de recursos públicos no fundo que vai garantir as renegociações para os bancos.
01:44De outro, porque as renegociações podem liberar mais recursos das famílias para o consumo.
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