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A comentarista Denise Campos de Toledo afirmou que a guerra no Oriente Médio tem elevado a volatilidade nos mercados e alterado o foco dos investidores ao redor do mundo. Segundo ela, o cenário de incerteza internacional se soma às preocupações internas com o quadro fiscal brasileiro e o avanço da dívida pública.

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Transcrição
00:00A comentarista Denise Campos de Toledo analisa que a guerra no Oriente Médio e as incertezas fiscais no Brasil aumentam
00:08a volatilidade dos mercados e mais, reforçam a busca dos investidores por segurança. Acompanhe.
00:15O mercado tem refletido muito as incertezas de cenário. Após uma fase muito favorável, alavancada pelo aumento do fluxo externo
00:22de recursos, que teve relação com as dúvidas quanto à economia dos Estados Unidos em função das políticas de Trump,
00:28bolsa e dólar desde o início da guerra no Oriente Médio passaram a apresentar muita volatilidade.
00:34Os investidores que antes buscavam diversificar, assegurar ganhos maiores, agora buscam também maior segurança.
00:41Não que já não tivessem essa preocupação, tanto que o ouro vinha em disparada, mas a guerra mudou o foco.
00:46Até o avanço do ouro deu uma freada. O dólar ainda parece ser um porto mais seguro, mesmo com ressalvas.
00:52São muitas dúvidas quanto aos rumos do conflito e os efeitos diretos que possa ter, não apenas geopolíticos, mas sobre
01:00inflação, juros, o andamento das economias,
01:03diante do risco principalmente de uma crise do petróleo ou mesmo deste aumento mais forte das cotações, o que vale
01:10também para o Brasil.
01:11Está mais difícil apostar qual será a decisão do Copom se haverá algum corte da Selic na próxima semana.
01:17Mas para além dos movimentos do dia a dia, é preciso considerar o que outros sinais estão indicando.
01:23Um deles são os juros reais elevados dos títulos públicos, à margem da expectativa de corte da taxa básica.
01:30O ganho real da NTNB, que rende IPCA mais juros, está na faixa dos 7,5% ao ano em
01:37prazos mais longos.
01:38Isso já há um bom tempo.
01:39São juros reais que refletem muito da preocupação com o fiscal, com o que será feito ou não a partir
01:45de 2027, para evitar uma crise de fato.
01:48O Executivo está cada vez com menos margem para despesas não obrigatórias.
01:54Independentemente de gastos relacionados às políticas de governo, as despesas obrigatórias, como na Previdência, vinculações de saúde e educação,
02:02sem esquecer de outras como as emendas parlamentares, estão impedindo a geração de superávites e fazendo com que a dívida
02:10pública, também impulsionada pelos juros, siga avançando.
02:14Os juros reais elevados são uma proteção, um prêmio de risco que vai além das incertezas por fatos mais recentes,
02:21como os possíveis efeitos da guerra.
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