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NotíciasTranscrição
00:00Partidos ligados ao governo estudam ingressar no Supremo depois da derrubada do veto ao PL da dosimetria.
00:07Sobre a relação do Congresso com o Planalto, o nosso entrevistado agora é o deputado Cezinha de Madureira do PL,
00:13aqui de São Paulo.
00:14Tudo bem, deputado? Mais uma vez, muito obrigado por atender a Jovem Pan. Como vai? Boa noite.
00:19Thiago, boa noite. Como vai? Uma alegria falar com você, também com o Vilela e todos os telespectadores
00:26e os nossos amigos que acompanham também pela internet.
00:30Perfeito. Deputado, pessoalmente, o senhor acredita numa reversão desse cenário pela justiça depois da derrota do governo ontem?
00:41Olha, a derrota do governo ontem, ela não se dá apenas à rejeição do governo.
00:47Nós já tivemos aqui uma reeleição, não sei se você se recorda, da presidente Dilma com 71% de rejeição.
00:55Então, ela foi releita, porque a máquina trabalhava bem.
00:59Então, essa derrota de ontem, ela não se dá, ao meu ver, apenas à rejeição do governo,
01:07e sim de um acordão entre o Senado e parte do Supremo Tribunal Federal,
01:13que tinha ali seus interesses próprios.
01:16E é claro que o governo não cooperou da forma que deveria cooperar com o ministro Messias,
01:25para que ele fosse sabatinado e aprovado no pleno do Senado Federal.
01:32Agora, corrigir, isso é com o tempo.
01:39A política, ela é para ganhar e para perder.
01:44Quem está mais forte, vence.
01:46Nesse caso, o presidente Davi Alcolumbre, com...
01:49Não foi nem a oposição do governo, foi mais ali o presidente Davi Alcolumbre,
01:54com uma parte do Supremo Tribunal Federal que impôs essa derrota no governo.
02:01Deputado, vou chamar os nossos comentaristas.
02:03O senhor já citou o Cristiano Vileira, mas eu vou dar prioridade aqui para Denise Campos de Toledo,
02:07que está nos estúdios. Denise.
02:08Boa noite, deputado.
02:11Boa noite.
02:12É o seguinte, o senhor mesmo citou essa questão do Supremo Tribunal Federal.
02:15Como é que o senhor vê o envolvimento dos ministros do Supremo,
02:19dos que podem ter participado dessa negociação para a rejeição de Jorge Messias?
02:25Eu queria tocar nesse assunto também, que é uma coisa que se tem especulado muito,
02:30além da decisão no dia seguinte em relação à dosimetria,
02:33que o governo pode até recorrer ao STF, tem essa possibilidade.
02:37eu queria saber qual a sua expectativa nesse sentido.
02:40Olha, Denise, uma alegria falar com você.
02:45O Supremo, de fato, parte do Supremo Tribunal Federal, atuou nessa conjuntura ali.
02:51Isso não significa, pelo pouquinho de experiência que nós temos,
02:56que o presidente da República vai indicar qualquer um dos nomes envolvidos aí,
03:01do MDB, entre outros.
03:05Porque a indicação, a Constituição diz que é do presidente da República,
03:08e alguém que tem a experiência que ele tem,
03:10jamais vai fazer uma indicação de outra pessoa.
03:14A indicação é pessoal.
03:15Ela tem que ser pessoal, como foi na época do presidente Michel Temer, por exemplo.
03:20Ele fez a indicação pessoal junto com o presidente Alckmin e do ministro Alexandre Moraes.
03:25Na época, já bem escolado na política,
03:28como foi aí uma indicação pessoal do presidente da República,
03:31do ministro Flávio Dino, que também tinha relação pessoal.
03:34Então, isso, eu penso que é um fato vencido esse.
03:40Então, não é esse o comentário aqui, ao meu ver.
03:45Com relação à reconstrução do governo, a política é assim.
03:50Você ganha hoje, perde amanhã, e no dia seguinte você dá de pé para continuar trabalhando.
03:56Eu observo que o governo sai fraco.
04:02O Flávio Bolsonaro, do PL, passa a ter uma chance grande de ganhar a próxima eleição,
04:09porque o governo se enfraqueceu, sim, aí com a ajuda do Supremo Tribunal Federal e o Davi Alcolumbre
04:16para fazer essa indicação do Supremo Tribunal Federal.
04:19Cristiano Vilela.
04:22Deputado, boa noite.
04:24Deputado, o senhor, na condição de um parlamentar da oposição,
04:30teve esse momento da votação da indicação de Jorge Messias,
04:36uma notícia que enfraqueceu ao governo.
04:39Por outro lado, o senhor, enquanto um parlamentar evangélico,
04:42talvez tenha perdido ali a possibilidade de ter um ministro evangélico
04:47no Supremo Tribunal Federal, que, inclusive, em sua sabatina,
04:50se comprometeu com uma série de pontos caros,
04:53especialmente esse segmento tão importante do eleitorado.
04:56Posso dizer que o senhor está mais feliz pela vitória política contra o presidente Lula
05:01ou mais triste pela derrota de um irmão evangélico nessa disputa?
05:07Olha, Vilela, uma alegria falar com você.
05:09Eu vou te ser bem franco, até um pouco longo aqui.
05:12O ministro Messias, ele tem uma vida elevada.
05:19Ele tinha todos e tem todas as prerrogativas para este carro,
05:26independente de quem está indicando.
05:28O que nós precisamos entender?
05:30Esta indicação é do presidente da República,
05:34embora o presidente da República não teve a força de contrapor
05:41a dois, três ministros do Supremo que se juntou com o Davi Alcolumbe
05:45para imputar esta derrota.
05:47A prerrogativa é dele.
05:49E para nós que somos evangélicos,
05:52que o Messias, além de uma pessoa preparadíssima para o cargo,
05:58muito preparado, isso ficou provado na sabatina,
06:03ele também é evangélico.
06:05E para nós evangélicos, que somos 40% da nação,
06:09nós ficamos tristes, claro.
06:11Primeiro, que a derrota não foi contra o Messias,
06:14foi contra o governo e contra o sistema deste momento,
06:19hoje, de Banco Basta, INSS,
06:22entre outros temas que está eleitoreiro hoje.
06:26e enfraquece o governo, a derrota é do governo,
06:31mas não significa que o ministro Messias não era capacitado.
06:35Nós evangélicos ficamos tristes, com certeza.
06:37Por quê?
06:38Seja qual for a indicação que o presidente da República indica agora,
06:43eu acredito que se ele indicar,
06:45ele tem que indicar alguém dele,
06:48não é de A ou de B, não é meu, não é de fulano ou beltrano,
06:53se não for aprovado, vai ficar para o próximo governo,
06:56que pode ser o próprio Lula ou Flávio Bolsonaro.
06:59Tudo indica que as eleições estão se desenhando para ser um ou outro.
07:03Agora, quem será o próximo ministro do Supremo?
07:07Será que vai ser um evangélico?
07:08Será que vai ser um de outra religião, um cristão ou não?
07:12Como já foi indicado, pessoas que não é muito nessa vibe aqui do cristão e do evangélico.
07:21Então, ficamos tristes, com certeza.
07:24O governo sai enfraquecido e, se você observar a sabatina,
07:29os senadores, mesmo de oposição,
07:32eles fizeram ali um debate respeitoso,
07:38diferente de outros momentos.
07:40O debate foi muito respeitoso ao ministro Messias,
07:43que já estava na conjuntura ali, dá para se ver,
07:46de todo mundo combinado, não bate muito,
07:48porque a pessoa do ministro Messias, não quero falar,
07:51é um cara muito do bem e seria um grande ministro.
07:56Diz que o ministro André Mendonça, em seu texto posto na internet,
08:00que o Brasil perdeu.
08:02De fato, nós, brasileiros, perdemos com esta reprovação.
08:10Agora, deputado, o senhor está reconhecendo que pode ter havido participação de ministros
08:15nessa decisão do Congresso.
08:17Eu queria saber como é que fica a posição da oposição,
08:20que tem se manifestado contra o posicionamento de alguns ministros,
08:24o comportamento, inclusive, alguns candidatos ao Senado,
08:27defendem processos de impeachment contra ministros,
08:31e alguns desses que estariam na lista para esses processos de impeachment
08:35podem ter participado dessas negociações.
08:38O senhor citou o caso Master, por exemplo.
08:40Como é que fica essa situação mais à frente?
08:42A gente pensando no pós-eleições, posicionamento da oposição,
08:46no caso, por exemplo, de o Senado ter uma composição mais à direita.
08:50Como é que ficaria a situação da relação Congresso com o Supremo,
08:54se há esses espaços, essas brechas para negociações?
08:59Olha, eu quero dizer para você, Denise, que eu respeito muito os poderes.
09:04São poucas vezes que você me vê nas televisões, aqui na mídia, aqui na Jovem Pan,
09:11falar algo com relação ao judiciário.
09:14Eu acredito no judiciário, eu acredito que nós temos que obedecer a Constituição
09:21e seguir o que o judiciário determina.
09:25O que tem acontecido nos últimos tempos é que os valores têm se investido um pouco.
09:31Por muitos anos, o parlamento ficou quieto sem legislar em alguns temas.
09:38Mas é óbvio que o Supremo Federal se sentiu na obrigação
09:44de ter algumas determinações perante a Constituição.
09:48Óbvio que várias determinações por omissão do Congresso Nacional,
09:54que quando quer fazer alguma coisa, faz, como foi agora.
09:58Lá atrás já era para ter aprovado a amnistia, mas não quiseram,
10:03só queriam as pautas, a selfie na mão.
10:06Ninguém estava preocupado com o presidente Bolsonaro,
10:09estava preocupado com a pauta, essa é a verdade.
10:12Dito isso, eu respeito muito o Supremo Tribunal Federal,
10:15mas é óbvio que quando a gente ouve e vê algumas pessoas,
10:20e entre elas pessoas do judiciário,
10:24comemorando a derrota do ministro Ficias,
10:26é óbvio que estava tendo ali uma postura de alguns membros,
10:31é natural isso, do parlamento, do judiciário, as composições.
10:36Nós temos que voltar àquilo que a Constituição nos permite,
10:42que é o judiciário, a parte do judiciário,
10:45o legislativo, a parte do legislativo,
10:47e o executivo, a parte do executivo.
10:50Ultimamente está muito misturado isso.
10:52Agora, a política é isso.
10:54Quem mais articula é quem vence,
10:57quem mais dialoga é quem vence.
10:59Eu, de vez em quando, digo para alguns colegas,
11:01gente, vocês têm que parar um pouco de gritar e conversar, dialogar.
11:05Se pega aqui, por exemplo, a CPI do INSS.
11:10Foi anunciado pelo presidente Hugo Motto,
11:12o Davi Alcolumbre,
11:14que teria o presidente Omar,
11:16e eu seria o relator.
11:18De repente, houve um veto dos dois,
11:19e nós fomos em uma madrugada lá,
11:22quieto, e fizemos um jogo,
11:23e o Vianna foi ser o presidente da CPI,
11:27quieto, com conversa, com diálogo.
11:30Mas quando você vai para o celular, para a guerra,
11:32você não consegue vencer.
11:34Então, eu acredito que o diálogo,
11:39ele prevalece em todos os lugares.
11:42Se tiver diálogo,
11:43a gente consegue vencer qualquer pauta no judiciário,
11:48ou qualquer pauta no parlamento.
11:51Nós estamos conversando aqui na Jovem Pan
11:53com o deputado Cezinha de Madureira,
11:55do UPL aqui de São Paulo,
11:56falando sobre os temas do Congresso Nacional,
11:58as derrotas do governo,
11:59e as votações agora desse semestre.
12:03Para você que está nas praças,
12:04na TV aberta,
12:05a gente faz um breve intervalo de um minuto,
12:08mas voltaremos aqui,
12:09e a gente segue com a entrevista com o deputado.
12:12Para outras informações,
12:14acesse jovempan.com.br.
12:17Deputado, eu sei que o senhor é jornalista, radialista,
12:19e entende bem essa história de propaganda,
12:25de tentativa do próprio governo
12:27de insistir na pauta do fim da escala 6x1.
12:31E eu queria perguntar para o senhor o seguinte,
12:33o senhor é do PL,
12:34o PL é um partido da oposição ao presidente Lula.
12:37De que forma o partido vai se posicionar nesse debate?
12:40Porque o presidente da Câmara,
12:44o deputado Hugo Mota,
12:45está insistindo nisso,
12:46vai fazer essas 10 sessões necessárias
12:50para que o Congresso Nacional siga nesse debate.
12:54Pessoalmente, o senhor acredita
12:56que essa proposta será aprovada na Câmara
13:00nesse semestre, deputado?
13:02Ou é possível que o setor produtivo
13:06vai ter uma reação muito grande
13:09em relação a isso
13:10e acabe não apoiando esse projeto?
13:13E aí a Câmara pode acabar recuando.
13:17E voltamos no intervalo aqui das nossas praças
13:19com o deputado Cezinha de Madureira.
13:21Perguntei sobre o fim da escala 6x1.
13:23A Câmara aprova nesse semestre ou não aprova?
13:25Deputado?
13:27Olha, deixa eu te contar uma coisa,
13:29Tiago.
13:30Esse é um tema
13:31que ainda precisa de muito debate
13:34no Congresso Nacional.
13:37Nós temos que aprender
13:41que tudo no parlamento
13:45precisa da boa conversa,
13:47do bom diálogo.
13:50É um tema que ainda não está maduro,
13:52porque a gente trata aí do setor produtivo,
13:57trata das empresas,
13:59do empregador, do empregado.
14:01É um tema que, de fato,
14:03ainda não está pronto,
14:06é como nós dizemos no parlamento.
14:08O parlamento não está maduro ainda.
14:10Eu vi um esforço muito grande
14:12do presidente Hugo Motta,
14:13inclusive ontem estive na residência oficial
14:16conversando com ele,
14:18entre outros temas ali da secretaria,
14:21onde eu sou secretário,
14:23entramos nesse tema.
14:25Então, você percebe que ele está
14:26com muita vontade de dialogar
14:28para andar com esse tema.
14:30Mas eu acredito que essa semana,
14:32por exemplo,
14:33por mais que haja um esforço,
14:35ainda tem muita resistência,
14:36porque, de fato,
14:38precisa de ajustes.
14:39E todas as vezes
14:40que nós vamos tratar
14:41de um tema difícil,
14:43às vezes as pessoas se escondem.
14:45Mas o parlamento é para isso.
14:47É para tratar temas difíceis mesmo.
14:50E tem pessoas que não querem dialogar,
14:54querem fugir.
14:55Mas é nossa responsabilidade.
14:56Embora seja um ano eleitoral,
14:59estamos há cinco meses das eleições,
15:01faltam hoje, eu acho,
15:02156, 157 dias para as eleições,
15:05e é difícil votar algum sistema.
15:08Mas a nossa responsabilidade é
15:11votar independente das eleições.
15:14Isso é que o brasileiro
15:15que está no parlamento
15:16precisa entender.
15:17Eu não posso me preocupar
15:18se eu vou ganhar ou perder eleição
15:20por conta de uma pauta,
15:23que, digamos,
15:25que às vezes é uma pauta bomba
15:26para votar.
15:27Não é o caso dessa,
15:28mas é uma pauta difícil.
15:30Então, eu acho muito difícil
15:32esse tema ainda essa semana.
15:35Cristiano Vilela,
15:36mais uma pergunta.
15:38Deputado,
15:38o senhor falou agora,
15:40de pouco,
15:40sobre a importância
15:42dentro do parlamento
15:43de dialogar,
15:44de conversar.
15:45Estamos chegando aí
15:46na reta final
15:47desse mandato
15:48do presidente Lula.
15:49O senhor pode dizer
15:50que, de uma forma geral,
15:51o governo do presidente Lula
15:53não soube dialogar
15:54bem dentro do parlamento,
15:56não soube ampliar
15:57o seu arco de relações,
15:59especialmente para setores
16:00do centro,
16:01e por isso tem tido
16:02derrotas importantes
16:04como essas duas
16:05que tivemos nessa semana?
16:07Olha,
16:09Vilela,
16:10eu disse algumas vezes,
16:12em entrevista aqui,
16:13também disse pessoalmente
16:14ao presidente Lula
16:15que o Brasil precisava
16:16de pacificação.
16:17Hoje nós vivemos
16:18num momento muito difícil
16:19ainda,
16:20de polarização.
16:22E a responsabilidade
16:23seria do presidente
16:24da República
16:25trazer paz ao país,
16:27trazer um diálogo
16:30com o país.
16:30Eu disse outro dia,
16:31eu falei,
16:31presidente,
16:32o senhor precisa votar?
16:33Seu Lula,
16:34paz e amor.
16:35É o que nós precisamos.
16:36E, de fato,
16:37as dificuldades
16:38que nós tivemos aí
16:41do que o presidente viveu,
16:43do que o presidente Bolsonaro
16:45também viveu,
16:45essa polarização,
16:47um pouco de fígado
16:48para lá,
16:48um pouco de fígado
16:49para cá,
16:50acabou que
16:51o presidente Lula,
16:53observe,
16:53não é ele quem disse,
16:55nem ninguém do governo dele,
16:56é uma análise meu,
16:58teve algumas dificuldades aí
16:59porque aquele grupo antigo
17:01que acompanhava o presidente Lula,
17:03que era o chamado
17:03núcleo duro,
17:04não estava mais com ele.
17:06Então,
17:06as recomposições ali
17:08acabaram tendo dificuldades
17:10com o Congresso.
17:11Nós tivemos aqui
17:12vários embates
17:13na época
17:14do ministro Padilha,
17:16que era um ótimo ministro
17:17ali com o presidente da Câmara,
17:19Arthur Lira,
17:19na época,
17:20com o presidente do Senado.
17:22Nós tivemos vários embates
17:23depois da ministra Glaze
17:25e que acabou
17:27não trazendo uma paz.
17:29Eu repito,
17:31sem o diálogo
17:32com paz
17:33para o Brasil,
17:34nós não vamos continuar crescendo.
17:37O Brasil
17:38é um país valioso,
17:40é um país rico,
17:42porém,
17:42com muita pobreza
17:44por falta de políticas públicas
17:46e por falta de diálogo.
17:48E essa polarização,
17:49ela não ajuda em nada.
17:51Quem for
17:51o próximo presidente da República
17:54tem uma missão muito grande.
17:56Não se preocupar com reeleição,
17:58mas sim se preocupar
18:00com algumas pautas
18:02que às vezes traz desgaste,
18:04deixa a pessoa com
18:05a popularidade baixa,
18:08mais que precisa ser feita,
18:10que é trazer a paz
18:12para o centro.
18:13O nosso país
18:14precisa, de fato,
18:16voltar a crescer.
18:17E isso só vai acontecer
18:19com a paz e o amor.
18:21Com o próximo presidente da República,
18:24se isso não acontecer,
18:25vamos continuar aí
18:26perdendo os nossos jovens
18:27para outros países,
18:29perdendo os nossos profissionais
18:31para outros países
18:32e por aí vai.
18:33Por quê?
18:34Essa polarização,
18:35ela não traz
18:37nenhum benefício
18:38para mim e para você.
18:39Olha só,
18:40já para concluir,
18:41Vilela, Denise, Thiago,
18:43eu fico observando
18:45no parlamento,
18:46as pessoas que são eleitas,
18:48às vezes,
18:48na pauta extremista,
18:50elas não se preocupam
18:51em caminhar com um projeto,
18:52em fazer um diálogo,
18:53elas querem apenas
18:54fazer uma selfie ali
18:56do momento.
18:56Olha,
18:57está vendo isso aqui agora?
18:58Por exemplo,
18:58era para ter sido aprovada
19:00a anistia lá atrás.
19:01O presidente Hugo Mota
19:02iria colocar a anistia
19:05para votar,
19:06mas a maioria ali
19:07não queria que votasse
19:08naquele momento.
19:09Foram fazer um motim
19:10em cima da Câmara,
19:12em cima do,
19:14ali,
19:15do púlpito da Câmara.
19:16E isso trouxe um desgaste
19:19com os líderes
19:20e acabou que não aprovou.
19:21Aí agora,
19:22graças a Deus,
19:24que com todo esse problema
19:25que teve aí,
19:26nós conseguimos derrubar
19:27o veto do governo
19:29para que
19:32podemos começar
19:33a ter uma chance,
19:34um espaço
19:36para dialogar,
19:37para conseguir diminuir
19:38a pena dessas pessoas
19:39que estão presas injustamente.
19:41Óbvio que
19:42é uma batalha grande
19:43pela frente,
19:44mas sabe por que isso demora?
19:45Porque falta o diálogo
19:46e as pessoas
19:47só estão se preocupando
19:48com a pauta dela pessoal
19:50da próxima eleição.
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